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Boechat e piloto morrem em acidente de helicóptero


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Um extintor sim, dezenas a coisa é diferente

Se o caminhão pegasse fogo, provavelmente teríamos varias filmagens e nenhum civil tomando iniciativa.

Mas isso pouco importa agora

O dia que eu ver um corpo pegando fogo perto de mim, descarregarei quantos extintores puder, e pedirei para que todas façam a mesma coisa

Mas como disse, isso pouco importa agora

 

dezenas extintores de veículos somam praticamente um extintor grande.

 

Extintor é pra apagar principio de incêndio, não uma aeronave acidentada que explodiu com centenas de litros de combustível altamente inflamável.

 

Vc não vê bombeiro apagando incêndio com extintor, mas com mangueira e bomba de alta pressão.

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Esse "vidente" disse isso em 2016, com tanto jornalista voando de helicoptero todos dias, um ano ele acerta kkk

Baralho! Um vidente havia dito que um Heli cairia com um grande jornalista, inclusive se falava que CmteHamilton e o lixo do Robison R44 poderia ser o embasamento da previsão.   Bell não costumam pr

É um debate bem amplo, pois não era um heli enquadrado como RBAC 91, ele era um SAE... que teoricamente tem toda a carga de fiscalização de um táxi aéreo. Se não me falha memória, é um SAE para filmag

Pergunto pq uma parte inocente de mim se recusa a acreditar que uma empresa de eventos contrataria um transporte irregular para alguém do porte do Boechat simplesmente pra economizar dois trocados.

Muito comum, em qualquer área.

 

Ouvi um relato de um piloto de rotativa que sobreviveu o acidente com o helicóptero. A causa principal do acidente foi uma peça remanufaturada, a diferença era mínima para uma nova (não lembro o valor, mas era "nada" para quem tem um helicóptero), o dono disse não e recusou a comprar. Pagou caro: foi uma das vítimas do acidente.

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E no Number One da TAM teve "testemunhas" que viram os pax dando adeus pelas janelas ! :anta:

 

Isso ainda até é "aceitável" na visão de um leigo querendo seus 5 minutos de fama.

O pior foi no acidente do Eduardo Campos, que o cidadão tinha pego ele no colo, e que o Eduardo Campos abriu os olhos para ele e etc.. Sendo que não sobrou meio corpo inteiro no acidente.

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Caros, embora também ache o relato da testemunha duvidoso, o que ela passou é que o Boechat teria pulado do helicóptero, mas falecido após parte do helicóptero o atingir depois da colisão com o caminhão, o que também poderia ter causado a morte por politraumatismo.

 

No entanto, pelo vídeo divulgado da queda, acho muito difícil que ele tenha tido tempo de pular antes da colisão. Acredito que tenha sido arremessado pela força do impacto.

 

Aguardemos o relatório das investigações.

Perfeito. Pode sim ter havido politraumatismo associado à queimaduras. Não são situações auto-excludentes.

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Isso ainda até é "aceitável" na visão de um leigo querendo seus 5 minutos de fama.

O pior foi no acidente do Eduardo Campos, que o cidadão tinha pego ele no colo, e que o Eduardo Campos abriu os olhos para ele e etc.. Sendo que não sobrou meio corpo inteiro no acidente.

Verdade todo acidente de grande repercussão tem relatos parecidos

 

A muito tempo atrás, vi um psiquiatra falando, que algumas pessoas quando presenciam fatos traumáticos, mesmo que parcialmente

Podem criar, alguns tipo de ilusões, que minutos depois, passam a ser consideradas verdades por ela mesmo

Resumindo ela conta uma mentira como se fosse verdade e de fato acredita nisso

Como sou leigo nisso, não lembro de toda a explicação, mas era algo bem científico falado por um profissional da área

Vai entender

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Na queda do avião do teori zavacski também tinha o relato de uma das passageiras batendo na janela e pedindo socorro....

 

Mas esta aparentemente é real, tanto barqueiros, bombeiros e um empresário do hotel que ajudaram na tentativa de resgate, afirmaram em seus depoimentos que um jovem teria sobrevivido a queda, batia no vidro e gritava me tirem daqui, não aguento mais....

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  • 9 months later...
  • 10 months later...

"Segundo informações do pessoal da oficina, o piloto informou que havia uma luz acesa no painel da aeronave, mas não especificou qual."

"O piloto passou, aproximadamente, 45 minutos no solo e com a carenagem do motor aberta, enquanto aguardava o horário de regressar para SSQW."

"O piloto estava realizando um voo de transporte aéreo público não regular na modalidade táxi-aéreo, que só poderia ser realizado por um operador sujeito a certificação operacional nos termos do Regulamento Brasileiro da Aviação Civil 135 (RBAC 135)."

"A RQ Serviços Aéreos Especializados Ltda. não possuía um programa de treinamento operacional aprovado e não estava certificada pela ANAC segundo o RBAC 135, não possuindo autorização para prestação de serviços de transporte aéreo público remunerado de passageiros ou carga. Isso considerado, concluiu-se que o piloto não estava qualificado no tipo de voo (táxiaéreo), não sendo possível auferir sua experiência no tipo de operação que estava sendo realizada."

"Às 13h40min (UTC), a aeronave efetuou o pouso em SSQW. O piloto desembarcou, com o rotor girando e efetuou o embarque do passageiro. Às 13h49min (UTC), ocorreu a decolagem com destino ao SDBH. Embora não tenha influenciado o acidente em tela, o abandono da cabine com os rotores girando para dar assistência ao passageiro, durante o embarque, caracterizava um descumprimento das normas."

 

3.2.Fatores contribuintes.

- Aplicação dos comandos - indeterminado. Pode ter ocorrido uma inadequação no uso dos comandos, o que pode ter propiciado que a aeronave não atingisse a área escolhida durante a autorrotação, culminando com a tentativa de pouso no local onde ocorreu o sinistro.

- Atitude - contribuiu. A condução, por parte do operador, das ações de manutenção demonstrou que houve uma atitude de inobservância de procedimentos importantes para a decisão de realizar um voo com segurança. Além disso, o piloto desconsiderou os termos descritos no RBAC 135 relacionados à modalidade de táxi-aéreo, segundo os quais ele não poderia assumir esse tipo de voo.

- Cultura organizacional - contribuiu. As condutas apresentadas na empresa referentes ao emprego da aeronave, bem como à manutenção, refletiram falhas na cultura da organização no tocante à segurança operacional, uma vez que foi possível observar um conjunto de práticas adotadas que gerava riscos inaceitáveis para a execução da atividade.

- Indisciplina de voo - contribuiu. O piloto-proprietário da RQ Serviços Aéreos Especializados Ltda. realizou um voo que extrapolava os limites da autorização operacional do operador e para o qual não era qualificado. Além disso, o piloto-proprietário operou a aeronave com o TBO do módulo do compressor do motor vencido, o que a tornava não aeronavegável.

- Julgamento de pilotagem - contribuiu. Houve inadequada avaliação, por parte do piloto, dos parâmetros relacionados à operação da aeronave durante a execução da manobra de autorrotação e pouso, o que contribuiu para o desfecho da ocorrência.

- Manutenção da aeronave - contribuiu. A reinstalação do módulo do compressor com o TBO vencido, bem como a posterior liberação da aeronave para retorno ao serviço, denotou inadequação dos procedimentos de manutenção realizados pela OM. A inobservância do cumprimento do programa de manutenção, particularmente em relação ao intervalo calendárico para a troca de óleo do motor e à reinstalação do módulo do compressor com o TBO vencido, demonstrou a não aderência do operador, o qual é o responsável primário pela manutenção, em relação aos requisitos de Aeronavegabilidade Continuada, o que contribuiu para o acidente em tela.

- Motivação - indeterminado. O retorno financeiro que o voo traria para a empresa, numa época de escassez de voos contratados, pode ter motivado o piloto-proprietário a assumi-lo, mesmo esta não estando certificada para tal.

- Processo decisório - contribuiu. As condições operacionais em que o voo foi realizado demonstraram que não houve uma análise crítica de todo o cenário envolvido, observando os possíveis riscos e consequências inerentes à decisão de executá-lo.

- Processos organizacionais - contribuiu. Houve uma ineficiência, tanto por parte do operador, quanto da organização de manutenção, no acompanhamento e na execução dos processos de manutenção. Era de conhecimento do operador o fato de que instalar o módulo do compressor sem a realização do overhaul, bem como exceder os intervalos de troca de óleo, contrariava o programa de manutenção previsto para o motor da aeronave, tornando-a, portanto, “não aeronavegável”. Do mesmo modo, o fato de a OM aprovar o retorno ao serviço da aeronave sem a comprovação da realização do overhaul do modulo do compressor contrariava o programa de manutenção previsto para o motor da aeronave, posto que o helicóptero estaria “não aeronavegável”.

Mais um que poderia ter sido evitado... 

Edited by MRN
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É notório que ao ocorrer conflito de interesses, em dado instante a segurança de voo é invariavelmente colocada em segundo plano. O Relatório Final apresenta uma série de evidências que a operação daquele helicóptero estava seriamente comprometida, muito antes do trágico evento.

A indisciplina operacional está sempre 'rondando' a atividade área. Isso é fato. Como os efeitos nem sempre são imediatos ao cometer uma pequena violação aqui, outra ali, cria-se a falsa percepção que nada dará errado. E a sensação de infalibilidade vai aumentando, entretanto, esse processo acaba entrando numa espiral implacavelmente irreversível, geralmente sem tempo para arrependimento quando a 'conta' chegar.

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Nota-se que alguns "fatores contribuintes" possivelmente envolvem a conduta de outros agentes, e que certamente poderiam figurar como "causa" para o sinistro em questão.

A ótica Sipaer não permite a leitura do RF sob o prisma da responsabilidade, de modo que só nos resta indagar:

A quantas andaria a investigação criminal desse acidente? 
Obs: A pergunta acima é meramente retórica.

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Meus prezados

 

Edited by jambock
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