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TheJoker

Gol passa oferecer pão de queijo e hambúrguer gratuitos no serviço de bordo

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Por Lisia Minelli em

27/02/2019

 

A Gol anunciou novidades em seu serviço de bordo. Nas rotas entre Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Brasília e Fortaleza a companhia servirá, de forma gratuita, pães de queijo no café da manhã e hambúrguer no happy hour. A iniciativa será um complemento às opções de snacks integrais e orgânicos já disponíveis.

“Essas ações buscam inovar e potencializar ainda mais o nosso serviço de bordo, de forma a transformar e personalizar a experiência do cliente em diferentes rotas da companhia. A escolha das parcerias e os produtos oferecidos fazem parte deste trabalho de melhoria contínua do serviço”, afirma Fernando Rodrigues, Gerente de Produtos da Gol.

Além disso, devido ao sucesso do happy hour na ponte aérea, a parceria com a Wessel foi renovada. Dessa forma, continuarão disponíveis os hambúrgueres e as cervejas nos voos das quintas e sextas-feiras, entre as 17h e 23h.

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https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-passa-oferecer-pao-de-queijo-e-hamburguer-no-servico-de-bordo/

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O hambúrguer já vinha sendo servido no happ hour na ponte aérea

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Engraçado que a Gol que começou sem nada de serviço agora começa a cada vez melhorar o serviço. Enquanto isso LATAM faz o caminho oposto. Curioso isso.

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Olha eu provei o hamburger da ponte 3 vezes. É horrível, nada parecido com a foto, pequeno, sempre super mal montado. Não entendo o tal "sucesso" porque a apresentação e sabor dele lembra muito mais um Bob's de baixo custo do que um hamburger premium. Essa ação serve muito mais pra gerar buzz orgânico pra companhia do que de fato agradar os passageiros.

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Olha eu provei o hamburger da ponte 3 vezes. É horrível, nada parecido com a foto, pequeno, sempre super mal montado. Não entendo o tal "sucesso" porque a apresentação e sabor dele lembra muito mais um Bob's de baixo custo do que um hamburger premium. Essa ação serve muito mais pra gerar buzz orgânico pra companhia do que de fato agradar os passageiros.

A cias oferece um hamburguer de graça como agrado e o cara já quer comparar com hamburguer premium !

Se um dia servirem uma picanha vai ter gente reclamando que não é argentina.

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A primeira feirinha que eu interceptar, provo um hambúrguer..

Consegui experimentar.

 

Pedi para o meu contato fornecer mais qdo possível.

 

Coisa de gordo.

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Em 2005, fiz o trecho MAO-BEL-SLZ-FOR-REC-SSA (de madrugada, por 1 real, velhos tempos). Foi um voo terrível, por motivos óbvios e eu ainda comi quase uma dezena de barrinhas de cereal. Dã enjoo só de lembrar.

No mesmo período, voava TAM e recebia um delicioso sanduíche quente, acompanhado até de água de coco.

Agora, quase 15

anos depois - quem te viu, quem te vê - a Gol deixou a TAM no chinelo e oferece hambúrguer!

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A cias oferece um hamburguer de graça como agrado e o cara já quer comparar com hamburguer premium !

Se um dia servirem uma picanha vai ter gente reclamando que não é argentina.

de graça?

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de graça?

Eles subiram o preço da passagem em alguns reais assim que colocaram os itens ?

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Olha eu provei o hamburger da ponte 3 vezes. É horrível, nada parecido com a foto, pequeno, sempre super mal montado. Não entendo o tal "sucesso" porque a apresentação e sabor dele lembra muito mais um Bob's de baixo custo do que um hamburger premium. Essa ação serve muito mais pra gerar buzz orgânico pra companhia do que de fato agradar os passageiros.

Como sempre tem alguns que desejam serviço Emirates mas querem a preço de Ryanair. Avião não é restaurante. É só um pequeno carinho que a companhia oferece aos seus clientes
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de graça?

A questão parte do princípio de que não existe almoço grátis.

 

Quem paga e o quanto se paga indiretamente pela simples introdução de uma campanha como essa no trecho?

 

Se houver aqui algum experto no complexo tema das composições tarifárias, explique-nos.

Edited by Rodrigo_A32F
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A questão parte do princípio de que não existe almoço grátis.

 

Quem paga e o quanto se paga indiretamente pela simples introdução de uma campanha como essa no trecho?

 

Se houver aqui algum experto no complexo tema das composições tarifárias, explique-nos.

Não vou falar sobre composição tarifária em sí, mas de um pouco de comercial.

Minha família tem três empresas ha quase quarenta anos, uma delas com mais de duzentos funcionários ( infelizmente não é minha :dente: )

 

Mas centenas de vezes fizemos uma regra básica de gestão comercial, você arca com uma parte de um custo com a finalidade

de atrair clientes para o produto de sua marca; vale muito ter um investimento se a demanda aumenta. Você arca com 3% de seu custo e atrai

milhares de compradores, a conta sempre sai positiva. Claro que tudo deve ser mesurado nos custos.

 

A questão parte do princípio de que não existe almoço grátis.

 

Neste caso sim para o cliente.

Simples como a vida é.

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Não vou falar sobre composição tarifária em sí, mas de um pouco de comercial.

Minha família tem três empresas ha quase quarenta anos, uma delas com mais de duzentos funcionários ( infelizmente não é minha :dente: )

 

Mas centenas de vezes fizemos uma regra básica de gestão comercial, você arca com uma parte de um custo com a finalidade

de atrair clientes para o produto de sua marca; vale muito ter um investimento se a demanda aumenta. Você arca com 3% de seu custo e atrai

milhares de compradores, a conta sempre sai positiva. Claro que tudo deve ser mesurado nos custos.

 

A questão parte do princípio de que não existe almoço grátis.

 

Neste caso sim para o cliente.

Simples como a vida é.

Talvez a analogia possa não funcionar tão bem quando em um ponta se tem uma média/grande empresa familiar, e na outra ponta o que se tem é um negócio tão distinto, com dimensões muito maiores, sistematicamente organizado e administrado por gestores profissionais que prestam contas a outros (e a outros) para os quais lucro é tudo.

 

Obs: sem demérito algum à administração de seus familiares .

 

 

 

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Talvez a analogia possa não funcionar tão bem quando em um ponta se tem uma média/grande empresa familiar, e na outra ponta o que se tem é um negócio tão distinto, com dimensões muito maiores, sistematicamente organizado e administrado por gestores profissionais que prestam contas a outros (e a outros) para os quais lucro é tudo.

 

Obs: sem demérito algum à administração de seus familiares .

 

 

As empresas não mais são familiares, aonde tirou isto ?

Foram fundadas pela família mas há muitos anos não o são; duas delas tem ações no mercado e os CEO´S não são da família. São profissionais contratados !

Não existe mágica, empresário predador é de outra geração. Os que o são tem muitos exemplos de falência de grandes empresas.

 

Enfim.... foco tópico da Gol.

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O que pode acontecer, a Gol quer ter um diferencial no serviço de bordo, algumas empresas querem expandir seus mercados. Então faz permuta, se um lanche custa R$ 10, a Gol arca com metade e a outra entra na fornecedora. Todos terão que comer o lanche dela ou recusar, pois não há opções a 36.000 pés.

 

Lembro que a Coca e Pepsi buscam contratos de exclusividade com empresas aéreas em troca de produtos mais baratos.

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Finalmente estão dando mais coerencia a um serviço que não é genuinamente low-fare.

Poderia explicar como aplicar o conceito low cost / low fare com o custo Brasil nas alturas? As vezes as companhias cobram passagens baratas, mas como se sustentam com tantos impostos no Brasil? A maioria vive no prejuizo e assim a aviacao nao evolui e nao avanca

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O que pode acontecer, a Gol quer ter um diferencial no serviço de bordo, algumas empresas querem expandir seus mercados. Então faz permuta, se um lanche custa R$ 10, a Gol arca com metade e a outra entra na fornecedora. Todos terão que comer o lanche dela ou recusar, pois não há opções a 36.000 pés.

 

Lembro que a Coca e Pepsi buscam contratos de exclusividade com empresas aéreas em troca de produtos mais baratos.

 

A questão parte do princípio de que não existe almoço grátis.

 

Quem paga e o quanto se paga indiretamente pela simples introdução de uma campanha como essa no trecho?

 

Se houver aqui algum experto no complexo tema das composições tarifárias, explique-nos.

 

 

É normal recebermos empresas que querem impactar um dos maiores ativos da companhia aérea: o passageiro.

Muitos enxergam esse público segmentado como uma excelente oportunidade de lançar ou fortalecer novos produtos.

 

Os melhores contratos são os de bonificação: o parceiro cede o produto e em troca a companhia divulga no IFE/revista/speech e outros meios de comunicação.

Contratos de permuta, como mencionado acima, também são bem comuns. E neste caso pode-se trocar um lote de produtos por um valor em crédito para emissão de passagens aéreas. Quando o fornecedor tem muitas unidades espalhadas pelo Brasil isso é um excelente negócio! Além de conseguir tarifas com desconto ele contorna agências corporativas e otimiza alguns custos.

 

De fato a Coca e Pepsi geralmente negociam contratos bem agressivos. Eles tem uma política bem interessante: a de exclusividade. Alguns contratos proíbem a companhia até de servir produtos que a contratada nem tem no portfólio! Eles fazem de tudo para fechar com um grande parceiro e evitar que esse cara coloque qualquer outro produto "não aprovado" à bordo. São contratos de comprometimento arriscado mas de altíssimo valor.

 

Por fim o único ponto chato nessas negociações são os caterings. Neste caso da Gol: ela pode até ter fechado um contrato super vantajoso e praticamente zero custo com as fornecedoras de hamburger e cerveja, mas os caterings responsáveis pelo abastecimento das aeronaves cobram taxas (geralmente altas) para fazer o manuseio desses produtos.

 

É uma jogada interessante: você fecha com uma empresa X pra oferecer o hamburger a bordo pelo custo de R$ 10. Mas aí o catering te fala: blz mas eu cobro R$ 5 de manuseio por produto, então sua ação vai custar R$ 15 por passageiro OU você pode usar o hamburger que eu tenho no meu portfólio e eu fabrico e manuseio por R$ 8.

 

São negociações triangulares bem interessantes, espero ter ajudado! (utilizei valores fictícios apenas pra explicar a lógica)

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Poderia explicar como aplicar o conceito low cost / low fare com o custo Brasil nas alturas? As vezes as companhias cobram passagens baratas, mas como se sustentam com tantos impostos no Brasil? A maioria vive no prejuizo e assim a aviacao nao evolui e nao avanca

 

Ser genuinamente low-fare é ter sempre o preço tão baixo quanto você pode oferecer - vide Ryanair, Easyjet e Southwest. As empresas brasileiras não tem uma filosofia de "preço baixo sempre" - elas deixam as tarfias flutuarem agressivamente conforme a demanda e perfil de rota, as vezes o preço é baixo, as vezes é uma fortuna. Eu não vejo problemas com relação a essa flutuação agressiva, é uma questão de modelo de negócio. O problema é que quando o seu preço começa a flutuar agressivamente para cima você tem que saber segmentar bem os seus clientes e trazer uma experiência melhor para aqueles que estão pagando mais.

 

No Brasil, por exemplo, temos rotas com margens absurdamente altas e rotas que dão prejuízo ou tão na iminência do prejuízo, que provalvelmente só existem para dar escala ao sistema.

 

A Ponte-Aérea é um exemplo de rota de margem alta. Um amigo que trabalha no setor me disse que os voos da ponte batem o break-even com menos de 50% de ocupação. Custo Brasil não é problema para uma operação dessas né? Eu mesmo paguei R$2 mil por um bilhete de ida e volta no trecho há alguns dias. Agora, sabe o que me foi servido? Um copo de água quente (por que eu pedi), e se eu quisesse despachar a bagagem, teria que pagar a mais por isso (não vou nem entrar em outros detalhes). Em que planeta isso faz sentido?

 

Existem outras rotas, como Brasilia-Recife, que não tem boas margens. Nesse tipo de voo qualquer incremento de custo vira problema, e aí sim você tem que ter a operação mais enxuta possível. Mas aí, é outro segmento, e por consequencia, deve ter outro nível de serviço.

 

Abraço,

Edited by Super Constellation
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Olha eu provei o hamburger da ponte 3 vezes. É horrível, nada parecido com a foto, pequeno, sempre super mal montado. Não entendo o tal "sucesso" porque a apresentação e sabor dele lembra muito mais um Bob's de baixo custo do que um hamburger premium. Essa ação serve muito mais pra gerar buzz orgânico pra companhia do que de fato agradar os passageiros.

 

Nem os pratos do Spoleto, sanduiches de Bobs, MCDonalds, etc são parecidos com a foto rs... e outra o Brasileiro é especialista no sabor conforme o local... um sanduiche ruim grátis dentro de um avião é muito melhor do que um sanduiche meia boca pago na padaria.

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Um copo de água quente (por que eu pedi), e se eu quisesse despachar a bagagem, teria que pagar a mais por isso (não vou nem entrar em outros detalhes). Em que planeta isso faz sentido?

 

Vou te da um bizu com relação a mala... Faz o check-in em casa, vai direto pro portão, e quando o funcionário da companhia convidar os passageiros para "despacharem as suas bagagens sem nenhum custo", você entrega a sua. Ele coloca uma etiqueta e desce ela. Pelo menos na TAM é assim...

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