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B737-8EH

Aeronave da Avianca sai da pista durante pouso no Galeão

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Chegar a beirar o ridículo alguns comentários aqui, infelizmente....

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O SOP das empresas proíbe a operação com chuva forte. Se tava estampado no SPECI e se foi passado pela torre antes do pouso, não era pra ter aproximado e muito menos tentado o pouso.

Então segundo o que o colega postou de CNF, todas as empresas estavam efetuando pousos ilegais.

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SBGL 032043Z 02008G22KT 0500 R15///// R33///// R10/1000 R28/170 0 +TSRA FEW004 BKN009 BKN020 FEW030CB 23/22 Q1016

 

Vamos la:

 

Aeroporto internacional do Rio de Janeiro

Informacao do dia 03, 20:43 UTC

Vento 020º com 08Kts, rajadas de 22Kts

Visibilidade horizontal 500m

RVR RWY 15 indisponivel

RVR RWY 33 indisponivel

RVR RWY 10 1000m estavel

RVR RWY 28 1700m estavel

Chuva forte com trovoadas

Poucas nuvens 400ft

Nublado 900ft

Nublado 2000ft

Poucas nuvens 3000ft cumulus nimbus

Temperatura 23°C

Ponto de orvalho 22°C

Ajuste de altimetro 1016HPa

 

Grato pela gentileza. Tava ruim mesmo viu...

 

Valorizar? O cara pousou no meio da tempestade ao invés de ir pra outra localidade ou esperar melhorias...

E justamente o que ele nao fez foi “segurar o bichinho”...

 

Vc viu eu falando sobre a decisao dele de pousar??Nao ne?? Pois é, eu disse valorizar e continuo achando correto pq ele segurou sim o 320. O resultado poderia ter sido muito pior se ele nao tivesse tido habilidade pra recolocar a acft na rwy novamente. OU eu to ficando doido??

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O SOP das empresas proíbe a operação com chuva forte. Se tava estampado no SPECI e se foi passado pela torre antes do pouso, não era pra ter aproximado e muito menos tentado o pouso.

Das empresas? Quais empresas?

Não confundir situações específicas (BEL ou CGH) com a generalidade.

 

A empresa onde você voa proíbe pouso/aproximações com +RA em todos os aeroportos??

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Voce ja respondeu sua pergunta... Considerando que a RWY 10/28 do GIG é certificada para categoria F, um A320 lotado nao vai fazer nem cocegas...

Bom, a ausência de barro nos trens e fuselagem corrobora que dessa vez só a grama pagou o pato.

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Sobre pouso com chuva forte: a maioria dos SOPs proíbe, embora a chuva em si não feche aeroporto em termos de mínimos de procedimento, ou seja teto e/ou visibilidade (a não ser em aeroportos específicos, como CGH por exemplo, onde a autoridade proíbe a operação com chuva forte).

 

A informação deve ser a mais atualizada disponível e a informação que os aviadores tinham na aproximação final pode não ser a que temos aqui. Talvez eles não tiveram acesso ao SPECI mais atualizado ou então nós não tivemos acesso à informação mais atualizada transmitida pra eles na aproximação final.

 

Já fiquei parado no ponto de espera de CGH com uma chuva que na interpretação minha e do comandante era de leve pra moderada, mas que o órgão ATC declarou na fonia como chuva forte. Aí não tem o que fazer. É questão legal.

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Já fiquei parado no ponto de espera de CGH com uma chuva que na interpretação minha e do comandante era de leve pra moderada, mas que o órgão ATC declarou na fonia como chuva forte. Aí não tem o que fazer. É questão legal.

Tem gente aqui que acha que metar/speci é ciência exata!

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Vc entendeu que o SPECI foi emitido aprox 10 min apos o pouso ne?

Tem um vídeo da aeronave chegando gate... muita chuva e relâmpagos...

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Sobre pouso com chuva forte: a maioria dos SOPs proíbe, embora a chuva em si não feche aeroporto em termos de mínimos de procedimento, ou seja teto e/ou visibilidade (a não ser em aeroportos específicos, como CGH por exemplo, onde a autoridade proíbe a operação com chuva forte).

 

A informação deve ser a mais atualizada disponível e a informação que os aviadores tinham na aproximação final pode não ser a que temos aqui. Talvez eles não tiveram acesso ao SPECI mais atualizado ou então nós não tivemos acesso à informação mais atualizada transmitida pra eles na aproximação final.

 

Já fiquei parado no ponto de espera de CGH com uma chuva que na interpretação minha e do comandante era de leve pra moderada, mas que o órgão ATC declarou na fonia como chuva forte. Aí não tem o que fazer. É questão legal.

Uma questão "legal" interessante e um tanto que "complexa":

 

Apesar do teor meramente descritivo, os enunciados das observações meteorológicas: METAR e SPECI são exarados por autoridade competente, e, por isso, mesmo não possuindo conteúdo prescritivo, eles possuem o condão de indiretamente afetar o plano do "dever ser" quando (por exemplo) embasam uma não autorização para pouso ou uma decisão de se suspender a operação em um AD.

 

Nessas enunciados periódicos o que consta são meras observações que remetem seus respectivos interpretes (Orgãos ATC - Tripulação) aos parâmetros limitantes (restritores) dispostos no complexo de publicações voltados ao procedimento / navegação. É, por fim, a interpretação conjunta "sistemática" obtida daquilo que se observa (mundo do ser) e daquilo que consta nas publicações pertinentes (mundo do dever ser) é o que permite aos interpretes legítimos, o PIC: informar sua decisão, e ao órgão ATC: prescrever a sua decisão.

 

Apesar de tudo, observa-se, por fim, que a interação existente entre pilotos e orgãos ATC não encerra uma relação absoluta de poder, sendo claro que ambos atuam em coordenação e visam a consecução do mesmo fim: o controle da navegação aeronáutica. Esse estado de coordenação é o que atribui ao PIC a autoridade para recusar uma determinada instrução (interpretar de forma distinta uma dada prescrição do orgão ATC) e a busca conjunta (se for o caso) da forma mais segura e eficiente (econômica) de se manejar (gerenciar) a navegação em um modo geral.

 

 

Falou-se, também, sobre o SOP.

 

O SOP, por sua vez, é composto de enunciados prescritivos institucionais vinculados aos regulamentos e leis, que no entanto imperam praticamente no âmbito operacional. Transgredi-lo significa, em primeiro plano, uma chance de tomar café com rosquinha ou até mesmo (dependendo a gravidade ou reincidência) naquela visitinha marota à moça bonita do RH. O mulambo não estará a safo de experimentar (em um segundo plano) as consequências de seus eventuais atos, junto aos demais entes que regulam e controlam nossas caóticas vidas.

 

Perdoem o longo desvio,

 

de volta ao tópico.

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If we adjudicate an operators understanding of an unfolding situation against our own truth, which includes knowledge of hindsight, we may learn little of value about why people saw what they did, and why taking or not taking action made sense to them.

 

Sidney Dekker, Drift into Failure: From Hunting Broken Components to Understanding Complex Systems

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