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TheJoker

Dez terminais já concedidos enfrentam baixa ocupação

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08/03/2019

 

Às vésperas do leilão de 12 aeroportos, o movimento nos terminais de todo o País sofre para se recuperar da crise. O número de passageiros que circularam pelos 10 aeroportos já concedidos à iniciativa privada cresceu 5% no ano passado. Não foi o suficiente para alcançar o patamar de 2015, quando o setor teve resultado recorde. Nos terminais que vão a leilão em 15 de março, o movimento avançou 6%. Com a forte recessão econômica que assolou o País a partir de 2014, a curva projetada de demanda foi ficando mais distante da realidade vivida nos aeroportos. Nos primeiros cinco aeroportos privatizados em 2012 e 2013, o número de passageiros está 34% abaixo daquele estimado nos estudos de viabilidade. "As previsões iniciais não existem mais.

 

Hoje, estamos com 2 milhões de passageiros abaixo do patamar de quando assumimos o aeroporto, em 2014", afirma o presidente da Riogaleão, Luiz Rocha. Com capacidade para 37 milhões de passageiros por ano, depois dos investimentos em expansão, o terminal opera com cerca de 40% de ociosidade. Rocha explica que, além dos efeitos da economia do País, o Riogaleão também sofreu com a crise fiscal do Estado, que abalou a vida financeira da população. Controlado pela Changi, de Singapura, depois da saída da Odebrecht, o aeroporto perdeu, no ano passado, 1 milhão de passageiros em voos domésticos e ganhou 277 mil nos internacionais. Em 2017, a companhia conseguiu reprogramar os pagamentos de outorga, com a saída da Odebrecht da concessão. Como parte do acordo com o governo federal, o grupo antecipou os pagamentos de 2018, 2019 e metade de 2020. Agora, só retoma os pagamentos em 2023. "Isso deu um fôlego, mas não significa que a gente possa perder passageiros eternamente", destaca Rocha.

 

Em recuperação judicial desde o ano passado, o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, tem percebido reação positiva nos últimos sete meses. Ainda assim, o terminal está distante do melhor momento da aviação brasileira. "Os números de janeiro foram muito otimistas. Se extrapolar para o resto do ano, teremos uma boa recuperação", diz o presidente da concessionária Aeroportos Brasil (que administra Viracopos), Gustavo Müssnich. A esperança dele é que a redução do imposto sobre combustível de aviação, anunciada pelo governador de São Paulo, João Doria, impulsione a demanda no aeroporto. A expectativa é que Viracopos vire opção de escala de voos para o Nordeste. Nos últimos anos, a projeção de crescimento de Viracopos foi revista de 61 milhões de passageiros para 25 milhões em 2042. "Houve uma frustração muito grande de demanda nos aeroportos aliada à necessidade de investimento alta. O resultado é a elevada ociosidade que vemos hoje", diz Pablo Sorj, sócio do escritório Mattos Filho e especialista em infraestrutura e financiamento de projetos.

 

Guarulhos renegociou o pagamento da outorga com o governo federal em 2017 Guarulhos, no ano passado, recebeu 41,1 milhões de passageiros, segundo a Anac. A capacidade, porém, é de 50,5 milhões - número que, pelos estudos preliminares de viabilidade econômica, deveria ter sido atingido em 2018. "Ainda temos de crescer dois anos (a uma média anual de 10%) para nos alinharmos ao plano de negócios. Mas a estratégia de liquidez está dentro do planejado para os pagamentos de outorga", disse Gustavo Figueiredo, presidente da GRU Airport, recentemente. Assim como a Riogaleão, a GRU também renegociou o pagamento da outorga com o governo federal em 2017, adiantando uma parte que seria paga no ano seguinte e garantindo um desconto no valor. A renegociação permitiu que a empresa chegasse a 2018 com uma situação de caixa mais tranquila. Apesar de estar longe dos números que haviam sido projetados inicialmente, o aeroporto de Guarulhos - ao lado do de Fortaleza e do de Florianópolis - está entre os poucos já concedidos à iniciativa privada que estão com movimentação superior à de 2015. No caso do primeiro, houve um aumento de 11% só no ano passado.

 

Em Florianópolis, o número de passageiros chegou a 3,7 milhões em 2018, o que representa uma alta de 2,8% na comparação com 2015, até então o melhor ano do terminal, mas, mesmo assim, longe da demanda projetada. Florianópolis não é a única preocupação da suíça Zürich Airport. A companhia também é sócia do aeroporto de Confins, em Minas Gerais, com o grupo brasileiro CCR. Por lá, a movimentação de passageiros ainda é 6,4% inferior à de 2015. A estimativa da concessionária, porém, é crescer 10% neste ano, superando o recorde registrado quatro anos atrás.

 

Em Brasília e Natal, onde os terminais são operados pela Inframérica, a demanda doméstica puxou a recuperação no ano passado. Em 2018, o movimento no aeroporto de Brasília cresceu 6%, enquanto o de Natal ficou praticamente estável.

 

Investimento nas 12 novas concessões deve chegar a R$ 1,47 bi no período de cinco anos Apesar do crescimento fraco da economia brasileira e do desempenho pífio dos aeroportos já concedidos à iniciativa privada, deve ser alta a demanda do primeiro leilão de privatização do governo de Jair Bolsonaro - marcado para 15 de março. Os 12 aeroportos, que respondem por 9,5% do mercado doméstico, devem render R$ 218 milhões de outorga mínima inicial para a União. Nos primeiros cinco anos, os vencedores terão de investir R$ 1,47 bilhão na melhoria dos terminais. O bloco do Nordeste - que inclui os terminais de Recife, Maceió, João Pessoa, Aracaju, Campina Grande e Juazeiro do Norte - será o mais demandado pela proximidade com a Europa e pelo já intenso fluxo de turistas na região. Uma fonte do mercado disse esperar até 10 concorrentes para o bloco, que tem o aeroporto de Recife como principal chamariz. O terminal recebeu, no ano passado, 8,3 milhões de passageiros, registrando um número recorde e um aumento de 9% na comparação com 2017. Vistos como menos interessantes, os blocos do Centro-Oeste (que engloba os terminais de Cuiabá, Sinop, Alta Floresta e Rondonópolis) e do Sudeste (Vitória e Macaé) não devem ficar sem ofertas. O perfil econômico das regiões onde eles estão instalados é o principal atrativo. O bloco do Centro-Oeste poderá atender ao agronegócio, enquanto o aeroporto de Vitória é um importante terminal de cargas e o de Macaé serve à indústria de óleo e gás. De acordo com uma fonte, a maior parte das ofertas deverá ser feita por grupos estrangeiros. Para ela, o fato de o governo ter retirado a exigência de a Infraero ser sócia nos aeroportos torna o leilão mais atraente para os investidores, que poderão operar os terminais de forma mais independente. "As novas condições, sem Infraero, investimento menor e novo cálculo de outorga tornaram as concessões mais atrativas", avalia Pablo Sorj, sócio do escritório de advocacia Mattos Filho. De acordo com Sorj, além de empresas estrangeiras que já atuam no Brasil, deverão aparecer algumas estreantes na disputa do dia 15 de março. "Há várias companhias que querem expandir os negócios para mercado com potencial de crescimento", acrescenta.

 

https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/cadernos/jc_logistica/2019/03/673110-dez-terminais-ja-concedidos-enfrentam-baixa-ocupacao.html

 

Na verdade o GIG opera 40% da capacidade, e 60% de ociosidade.

 

Se VCP não vai passar de 25 milhões até 2042, final da concessão, não vai ser preciso construir mais nada, de terminal ou segunda pista.

 

 

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Guarulhos renegociou o pagamento da outorga com o governo federal em 2017 Guarulhos, no ano passado, recebeu 41,1 milhões de passageiros, segundo a Anac. A capacidade, porém, é de 50,5 milhões - número que, pelos estudos preliminares de viabilidade econômica, deveria ter sido atingido em 2018.

 

Numeros Oficias

São Paulo Guarulhos * 42.230.432

Campinas * 9.223.074

GRU ja esta com 84% de uso da capacidade e deve sofrer nova ampliacao senao quando as obras estiverem prontas vai estrangular...
VCP tem bastante espaco para crescer

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Guarulhos renegociou o pagamento da outorga com o governo federal em 2017 Guarulhos, no ano passado, recebeu 41,1 milhões de passageiros, segundo a Anac. A capacidade, porém, é de 50,5 milhões - número que, pelos estudos preliminares de viabilidade econômica, deveria ter sido atingido em 2018.

 

Numeros Oficias

São Paulo Guarulhos * 42.230.432

Campinas * 9.223.074

GRU ja esta com 84% de uso da capacidade e deve sofrer nova ampliacao senao quando as obras estiverem prontas vai estrangular...
VCP tem bastante espaco para crescer

 

 

50 milhões era pra ter sido atingido antes das obras do pátio e do pier 4. Depois disso a nova meta de GRU é atingir 60 milhões ou mais até 2032. Vai sobrar muito pouco pra VCP/GIG/CNF/BSB nos próximos 10-15 anos. Não estou dizendo que não vão crescer, mas as taxas/volumes serão bem mais baixos. GRU precisa crescer aos milhões, os outros alguns milhares por ano.

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Todos os concedidos exceto VCP anteciparam parte da outorga de 2018, jogando a diferença pros últimos anos de concessão, e assim ter algum folego de caixa no curtíssimo prazo. No caso de GRU a moleza foi só pra 2018, esse ano eles voltam a pagar R$1.3bi, e com certeza não vão ter caixa pra isso, e vão ter que aportar mais dinheiro.

 

https://www.anac.gov.br/noticias/2017/anac-aprova-alteracao-no-contrato-de-concessao-de-guarulhos

 

R$810mil é o valor da parcela na data de assinatura do contrato em 2012. Com a correção acumulada do IPCA passa dos R$1.2bi.

Edited by TheJoker

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2rogldg.jpg

 

Var. +17,7% -4,8% +0,2% -8,4% -14,1% -6,7% -10,9% -8,4% -3,4% -34,1% +16,0% +18,4% +2,0%

 

total dos aeroportos acima 2017-18 585.211

previsão 2018-19 573.099 -2,1%

 

Planejamento do CGNA alta temporada 2018-19 (nov18 a mar19)

http://portal.cgna.gov.br/files/abas/2018-12-12/painel_eventos_especiais/1106-painel_eventos_especiais.pdf

Edited by TheJoker

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Aeroporto de Natal cai 9,81% em passageiros e 21,08% em voos

27/01/2020  15:52 | Antonio R. Rocha
  
Inaugurado em 2014, pouco antes de começar a Copa do Mundo no Brasil, o polêmico aeroporto internacional Aluízio Alves (primeira concessão particular do setor, no Brasil), localizado em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, a 40 quilômetros em média da Via Costeira e de Ponta Negra, principais corredores turísticos da capital potiguar, registra decréscimo no número de passageiros desde 2015.
 
Divulgação
A Inframérica, administradora do equipamento, alega que a falência da Avianca Brasil e a crise econômica mundial são os principais fatores para o fato
A Inframérica, administradora do equipamento, alega que a falência da Avianca Brasil e a crise econômica mundial são os principais fatores para o fato

Projetado para transportar 10 milhões de passageiros por ano, o terminal potiguar teve queda de 9,81% no volume de usuários nos últimos cinco anos (253.630 passageiros a menos). Já em pousos e decolagem, a diminuição foi maior de 2015 para cá: 21,08% de aviões a menos, o que significa 4.771 voos a menos. Os dados foram captados através de pesquisa no próprio portal do aeroporto. Já o número de pontos comerciais fechados nos cinco anos de meio de operação não foi disponibilizado.

A Inframérica, administradora do equipamento, alega que a falência da Avianca Brasil e a crise econômica mundial são os principais fatores para o fato de o aeroporto não estar cumprindo as previsões da Anac, que em 2014 estimou aumento de 11,4% por ano no número de passageiros no AluÍzio Alves. A agência de aviação civil também apostou que, de 2014 a 2024, o tráfego médio anual de passageiros no aeroporto que serve a Natal seria de 5,8 milhões, o que dificilmente se concretizará.
Fonte: www.panrotas.com.br
 

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Nenhum dado de Porto Alegre, Joker?

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2 hours ago, riclima said:

Aeroporto de Natal cai 9,81% em passageiros e 21,08% em voos

27/01/2020  15:52 | Antonio R. Rocha
  
Inaugurado em 2014, pouco antes de começar a Copa do Mundo no Brasil, o polêmico aeroporto internacional Aluízio Alves (primeira concessão particular do setor, no Brasil), localizado em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, a 40 quilômetros em média da Via Costeira e de Ponta Negra, principais corredores turísticos da capital potiguar, registra decréscimo no número de passageiros desde 2015.
 
Divulgação
A Inframérica, administradora do equipamento, alega que a falência da Avianca Brasil e a crise econômica mundial são os principais fatores para o fato
A Inframérica, administradora do equipamento, alega que a falência da Avianca Brasil e a crise econômica mundial são os principais fatores para o fato

Projetado para transportar 10 milhões de passageiros por ano, o terminal potiguar teve queda de 9,81% no volume de usuários nos últimos cinco anos (253.630 passageiros a menos). Já em pousos e decolagem, a diminuição foi maior de 2015 para cá: 21,08% de aviões a menos, o que significa 4.771 voos a menos. Os dados foram captados através de pesquisa no próprio portal do aeroporto. Já o número de pontos comerciais fechados nos cinco anos de meio de operação não foi disponibilizado.

A Inframérica, administradora do equipamento, alega que a falência da Avianca Brasil e a crise econômica mundial são os principais fatores para o fato de o aeroporto não estar cumprindo as previsões da Anac, que em 2014 estimou aumento de 11,4% por ano no número de passageiros no AluÍzio Alves. A agência de aviação civil também apostou que, de 2014 a 2024, o tráfego médio anual de passageiros no aeroporto que serve a Natal seria de 5,8 milhões, o que dificilmente se concretizará.
Fonte: www.panrotas.com.br
 

Trabalhei em Natal em 2016... Por volta das 20:00 o pátio ficava vazio, zero avião, nem parecia um aeroporto internacional de uma capital...

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59 minutes ago, PFB-CGH said:

Nenhum dado de Porto Alegre, Joker?

FraPOA https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/tcm-assets/fraport-porto-alegre-ptbr/media/content/attachments/source/20200128095808283-movimentação aeroportuaria _2019 POA.pdf

Dezembro  751.838   +0,58% 

12M19     8.217.044   -0,9%

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On 3/9/2019 at 9:23 AM, TheJoker said:

 

50 milhões era pra ter sido atingido antes das obras do pátio e do pier 4. Depois disso a nova meta de GRU é atingir 60 milhões ou mais até 2032. Vai sobrar muito pouco pra VCP/GIG/CNF/BSB nos próximos 10-15 anos. Não estou dizendo que não vão crescer, mas as taxas/volumes serão bem mais baixos. GRU precisa crescer aos milhões, os outros alguns milhares por ano.

GRU já cresceu pelos outros, e hoje enfrenta um quadro diferente de 4 anos atrás, não dá mais pra um player novo entrar lá e ser relevante. Então o crescimento do vacuo da Avianca (que operava GRU/BSB/SSA/GIG) tem seu efeito acabando nos próximos meses, e a partir daí a tendência é um crescimento bem mais marginal. 

 

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17 hours ago, LipeGIG said:

GRU já cresceu pelos outros, e hoje enfrenta um quadro diferente de 4 anos atrás, não dá mais pra um player novo entrar lá e ser relevante. Então o crescimento do vacuo da Avianca (que operava GRU/BSB/SSA/GIG) tem seu efeito acabando nos próximos meses, e a partir daí a tendência é um crescimento bem mais marginal. 
 

De 43 pra 60 milhões ainda tem muito pra crescer, 39,5%.

Dez19 "o recorde"  4.073.928 pax / 26.987 mov = 151 pax/ voo média

                       dom   2.838.298           20.701         =  137  

                       inter  1.235.630            6.286           =  197

55 mov/hora x 18 horas x 365 dias =  361.350 mov x 151 = 54.563.850  isso é o básico que a GRU apt almeja.

                                                                                           x 166  = 60.000.000 é o que ela espera no final da concessão com upgauge de equip/melhora de LF.

 

Já que o inter não cresce, vamos trazer conexões domésticas. Depois isso vai voltar pros outros aeros, e vão priorizar só conexões doméstico/inter, que é o que rende mais, taxas e receitas não tarifárias.

    

 

                                                                                                                                      

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On 1/28/2020 at 3:13 PM, MRN said:

Trabalhei em Natal em 2016... Por volta das 20:00 o pátio ficava vazio, zero avião, nem parecia um aeroporto internacional de uma capital...

Até hoje ainda acho que teria sido melhor ampliar/reformar o Augusto Severo

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De quem foi a ideia maledeta de construir um aeroporto do zero no meio do nada? Tá, ok - querem transformar num grande terminal de cargas, mas isso é coisa pra daqui mais de 1 década. Até lá, a localização é um enorme empecilho.

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O Augusto Severo tinha sido recém reformado, mas a ida de dois esquadrões de instrução da FAB, tornaria inviável a operação conjunta com a aviação civil em uma só pista

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3 minutes ago, naia said:

De quem foi a ideia maledeta de construir um aeroporto do zero no meio do nada?

Com certeza algum político. E ainda colocaram o nome de político, Governador Aluízio Alves...

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10 minutes ago, MRN said:

O Augusto Severo tinha sido recém reformado, mas a ida de dois esquadrões de instrução da FAB, tornaria inviável a operação conjunta com a aviação civil em uma só pista

Bem lembrado. Mas precisava ser em Amarante?? É muito longe. São 45km, não? 

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Era mais fácil mandar a base aérea para lá...

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2 hours ago, naia said:

Bem lembrado. Mas precisava ser em Amarante?? É muito longe. São 45km, não? 

Isso, no meio do nada...

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1 hour ago, giuli said:

Era mais fácil mandar a base aérea para lá...

Acho que não... Transferir uma estrutura de uma Base Aérea inteira não é fácil, sem contar que o terreno da Base é dela

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A bos/ta de SGA matou o turismo em Natal.

Matou matando e bebendo o sangue depois.

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Sério que a distância do aeroporto fez isso com o turismo da cidade?

Tanto aeroporto mais longe e, nem por isso, o turismo de outras cidades foi afetado.

Exemplo: aeroporto em POA, para turistas irem à Gramado.

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16 minutes ago, Leandrinho said:

Sério que a distância do aeroporto fez isso com o turismo da cidade?

Não foi só isso. Morei em Natal e posso falar, a violência é absurda. Um dado que pouca gente sabe, SGA é a 3ª cidade mais violenta do país 

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53 minutes ago, MRN said:

Não foi só isso. Morei em Natal e posso falar, a violência é absurda. Um dado que pouca gente sabe, SGA é a 3ª cidade mais violenta do país 

A distancia nao e responsavel pela queda mas o que voce sitou sim afugenta qualquer pessoa seja a turismo lazer ou negocio que queira conhecer visitar Natal fora a propria crise local....

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ASGA foi concebido e concedido, pra ser a porta de entrada da Europa e África para a Am. do Sul, aeroporto industrial e cargueiro semelhante a Dubai/Sharjah, blá-blá-blá....só devaneios como foi VCP, BSB, GIG, CNF, FOR....e agora REC.

https://contas.tcu.gov.br/etcu/ObterDocumentoSisdoc?seAbrirDocNoBrowser=true&codArqCatalogado=3693296&codPapelTramitavel=47464789

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