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Boeing 737 MAX 8 da Ethiopian Airlines cai logo após a decolagem


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Não acredito que seja de bom tom alguém rir da tragédias que foram a morte de mais de 300 pessoas, mas enfim.... hard times we are living in.

Não vejo avião caindo aqui no Brasil, que tem gente com 200h totais indo do C152 para o A320.   Gente competente entra em processo interno ou externo com pouca hora, estuda, absorve conhecimento e d

My nickelback:   Comecei por várias vezes a escrever o texto para postar neste tópico....mas não consigo chegar a conclusão nenhum...e tenho que aceitar isso. Meu lado tecnólogo e piloto me faz pen

Pergunta de leigo...

 

Quanto tempo vcs acham que vão levar para identificar o problema, consertar/atualizar e as aeronaves voltar a voar?

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Pergunta de leigo...

 

Quanto tempo vcs acham que vão levar para identificar o problema, consertar/atualizar e as aeronaves voltar a voar?

Depende do que for o problema

 

Se for um problema de software, basta uma atualização do sistema, revisão de treinamento da tripulação e pronto

Edited by edu2703
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Especialista na CNN disse que a linha principal de interesse do FAA é uma falha de calibragem do sensor AoA, antes mesmo de uma falha de software.

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A AC afirmou em comunicado que transporta 9000 a 12 mil pessoas por dia em seus MAXs, o que é um enorme impacto que afetará todo o sistema deles. Eu me pergunto como eles podem realocar tantos passageiros?
Cancelando os voos MAX, ou eles têm aeronaves estacionadas de reposição, ou eles trariam de volta as aeronaves paradas? Alguma ideia de quanto tempo isso poderia levar?

 

 

O problema é que considerando os mais de 350 aviões em operação. Não há aviões de wet-leasing para todas as empresas, a GOL já escolheu 4 wides da Delta.

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No mais, parabéns GOL por ter decidido preventivamente parar os aviões. Nos EUA a determinação ocorreu enquanto muitos voos ainda estavam no ar. Só imagino os pax recebendo mensagem pelo wifi no avião...

 

Achei também ter faltado um pouco de empatia da Southwest, American e United com as demais operadoras do mundo. Se um MAX tivesse caído nos EUA provavelmente o avião já estaria no chão e com a solução implantada.

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No mais, parabéns GOL por ter decidido preventivamente parar os aviões. Nos EUA a determinação ocorreu enquanto muitos voos ainda estavam no ar. Só imagino os pax recebendo mensagem pelo wifi no avião...

 

Achei também ter faltado um pouco de empatia da Southwest, American e United com as demais operadoras do mundo. Se um MAX tivesse caído nos EUA provavelmente o avião já estaria no chão e com a solução implantada.

 

CNPJ não tem sentimentos... empresas não visam nada disso. Só acho que o FAA demorou foi para tomar a frente da causa.

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No mais, parabéns GOL por ter decidido preventivamente parar os aviões. Nos EUA a determinação ocorreu enquanto muitos voos ainda estavam no ar. Só imagino os pax recebendo mensagem pelo wifi no avião...

 

Achei também ter faltado um pouco de empatia da Southwest, American e United com as demais operadoras do mundo. Se um MAX tivesse caído nos EUA provavelmente o avião já estaria no chão e com a solução implantada.

 

Realmente. Tenho certeza que se qualquer acidente tivesse acontecido sob matricula americana o tratamento seria diferente. Mas que bom que a melhor decisão tardou mas não faltou.

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Daqui a pouco vão proibir copilotos com poucas horas de voo de voar :)

 

 

Por mim tudo bem a pessoa "ficar sabendo" que o copiloto do acidente tinha menos de 300 horas de voo e daí querer que não exista mais nenhum piloto com menos de 500 horas voando na linha aérea. Mas só acho bom observar que praticamente todo comandante de linha aérea com 10 mil horas de voo em jatos, em algum momento na vida já foi um simples copiloto na linha aérea com 200-300 hrs de voo, das quais quase todas em monomotor à pistão.

 

Ninguém soma centenas de horas de voo de experiência em jato pagando hora de voo em escola de aviação.

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Até os MAX 9 foram groundeados! E realmente, pra Trump fazer isso, algo tem.

Na verdade ontem aqui nos EUA diversos jornais noticiaram quanto a uma intensa pressão ao Governo por parte dos democratas e alguns repúblicanos, no que tange a atitude da FAA perante ao acidente, o que mais se foi comentado foi a decisão da China e Europa quanto ao ground das aeronaves.

 

Como os colegas falaram. Boeing e FAA deveriam ter se posicionado anteriormente por precaução, por isso houve uma atuação por parte do governo.

 

Em resumo, para mim, é mais política sendo feita.

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Satellite company provided data to FAA and NTSB 2 days ago

From CNN's Ellie Kaufman

The company that provided the satellite data that informed the FAA's decision to ground Boeing's Max 737 planes did so on Monday, according to Jessie Hillenbrand, director of Public Relations at Aireon.

 

Transport Canada received it Tuesday evening.

 

Hillenbrand said Aireon provided the data, which shows Ethiopian plane's flight position data, to authorities who requested it. The company does not analyze the information, she said, they just provide it.

 

Hillenbrand said they don't have any information about the crash itself. But the data sent shows the flight's path as captured by satellites as it travels. She said the "aircraft transmits its position twice a second, our satellites catch it. We have caught that data in real time and provided that to authorities."

 

 

https://edition.cnn.com/world/live-news/boeing-737-max-8-ethiopia-airlines-crash/h_f0698d6a27a790878a4a4a4c461fbdd5

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O último Max em voo está para pousar agora, trata-se de um Max 8 C-FSIP da Air Canada cumprindo o voo ACA 7094.

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Daqui a pouco vão proibir copilotos com poucas horas de voo de voar :)

 

 

 

Meus dois centavos, 200hs totais é muito pouco.

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Meus dois centavos, 200hs totais é muito pouco.

O que seria suficiente? 1.000h de Aeroboero fazendo TGL com aluno em aeródromo não controlado pra lá de onde o Judas perdeu as meias? 1.000h anotadas, sendo 400 voadas, no meio da Amazônia em operação ilegal e sem padronização e segurança?
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Sorry, mas quem defende a proficiência de um piloto de 200 horas, para operar um avião de transporte, na minha opinião, chega a desrespeitar até a profissão. Como é que se pode esperar airmanship de quem não teve tempo de formar um??? Ou então não precisa ter airmanship para voar. Tá errado, muuuuito errado. O cara para poder sentar numa cadeira daquelas precisa ter BAGAGEM, se não tira logo os pilotos. Você se submeteria a um procedimento cirúrgico que requer 2 profissionais em coordenação, e que ambos podem ter que assumir a qualquer momento tarefas vitais, principalmente face a possíveis complicações, sendo um deles aprendiz, com um curso teórico e 6 meses de prática???

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Acredito que ainda é muito cedo para conclusões, e nesse momento todas as hipóteses são consideradas, mas certamente ninguém quer ficar com a "batata quente" nas mãos, inclusive o operador.

 

O 737, na sua origem, sempre foi um avião dócil e foi a "escola" de muitas gerações de pilotos pelo mundo todo. No Brasil, inclusive, ter no assento da direita pilotos com 200h totais na CIV, e na esquerda um piloto na faixa dos 24 aos 28 anos de idade era corriqueiro. Isso no tempo que não havia FMS, GPS, linha magenta e selfie. Voava-se na mão e treinava-se no simulador cenários inconcebíveis nos programas de treinamento "modernos", como panes acumuladas -- por exemplo, manual reversion, monomotor e procedimento NDB, tudo ao mesmo tempo -- e treinamento de voo local, no avião, em voos noturnos, com falha de motor na decolagem (redução de potência de forma intencional e sem aviso) ou aproximação flaps up com arremetida antes do toque na pista. Essa era a rotina no 737-200, onde, antes de tudo, o essencial era criar nos pilotos segurança e confiança no equipamento que operavam.

 

Veio a evolução, e o modernismo cobriu uma lacuna, mas ao mesmo tempo gerou uma complacência enorme. Além do cobertor que obviamente ficou curto, a quantidade de band-aid eletrônico que a Boeing incorporou nos seus produtos, para torná-los atrativos (baratos) aos seus clientes, está enviando a conta ao pessoal de Seattle/Chicago num golpe que pode desnortea-los consideravelmente.

 

Confirmando certas evidências, possuir 200h ou 15,000h de voo serão irrelevantes, a partir do momento que continuarem com esse treinamento deficiente e insuficiente, que deveria primordialmente reforçar a confiança e a segurança naqueles que se dispõem a levar um avião de A para B, faça chuva ou faça sol. Voltamos ao 737-200.

 

Além disso, que por pior que seja a pane enfrentada, os pilotos possam ser capazes de "voar" o avião, ter domínio pleno da situação, característica que sempre foi tradição nos aviões da Boeing, e não levá-los a um beco sem saída e depois continuar fazendo "curativos" ao custo de vidas humanas, reputações e credibildade, daqueles que operam seus produtos e da própria Boeing.

 

Fly safe.

Além desse brilhante post do colega, gostaria de adicionar meus dois cents nessa discussão de pouca ou muita hora na 121.

 

Meu exemplo é prático, a família ERJ-145 entrou em operação em 1996 e desde então são 23 anos de operações em sua maioria nas regionais americanas onde em geral se entra com pouca experiência na posição de FO, a rotatividade é grande e o upgrade para comandantes dependendo do mercado também é rápido. Ou seja, muitas vezes temos relativamente pouca experiência dos dois lados do cockpit em um jato regional que tem automação básica para os dias atuais e não tem autothrottle por exemplo.

 

E o avião nunca matou ninguém, certamente o treinamento é eficiente mas acima de tudo o avião exige atenção e consciência situacional dos aviadores, principalmente na aproximação e pouso. Coisas que vão sendo aos poucos perdiadas para quem se apoia excessivamente em aviões cada vez mais automatizados e operações amarradas demais. complacência na aviação mata, e muito.

 

Mas voltando ao tópico... não acho que a experiência tenha sido fator determinante nos dois acidentes do MAX. Foram possívelmente surpreendidos com as indicações de unreliable airspeed, imagine a confusão de sons no cockpit (overspeed "clacker" e stick shaker ao mesmo tempo) enquanto toda essa confusão acontece a baixa altura e tentam voar por atitude o MCAS trima nose down sem que se tenha tempo hábil para perceber e desligar a energia do Stab trim... E mesmo que se perceba, vai ser possivel reverter a atuação com trimagem manual a baixa altura? (não voo 737)

 

Enfim, só minha opinião.

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Você se submeteria a um procedimento cirúrgico que requer 2 profissionais em coordenação, e que ambos podem ter que assumir a qualquer momento tarefas vitais, principalmente face a possíveis complicações, sendo um deles aprendiz, com um curso teórico e 6 meses de prática???

 

 

Isso acontece e até pior nos hospitais brasileiros. Já vi Neurocirurgião operando com um residente que estava no primeiro dia. Só os dois, detalhe estavam abrindo a cabeça do sujeito com uma Black and Decker que compraram na Leroy Merlin por falta de equipamento.

 

Em algumas profissões, tendo um com experiencia, 200 horas são suficientes.

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Sorry, mas quem defende a proficiência de um piloto de 200 horas, para operar um avião de transporte, na minha opinião, chega a desrespeitar até a profissão. Como é que se pode esperar airmanship de quem não teve tempo de formar um??? Ou então não precisa ter airmanship para voar. Tá errado, muuuuito errado. O cara para poder sentar numa cadeira daquelas precisa ter BAGAGEM, se não tira logo os pilotos. Você se submeteria a um procedimento cirúrgico que requer 2 profissionais em coordenação, e que ambos podem ter que assumir a qualquer momento tarefas vitais, principalmente face a possíveis complicações, sendo um deles aprendiz, com um curso teórico e 6 meses de prática???

Eu entendi que ele tinha 200 horas de B737. Se for isso, não há o que se questionar, pois pra ter 1 hora de voo em jato precisa começar a voar. E todos começam com zero.

 

Imaginem um copiloto com 2000 horas de voo em teco teco, mono e bimotor, começa hoje a voar num jato. Vai sair na imprensa que o copiloto tinha zero hora de voo, se o avião cair. É uma sacanagem enorme com a classe.

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Isso acontece e até pior nos hospitais brasileiros. Já vi Neurocirurgião operando com um residente que estava no primeiro dia. Só os dois, detalhe estavam abrindo a cabeça do sujeito com uma Black and Decker que compraram na Leroy Merlin por falta de equipamento.

 

Em algumas profissões, tendo um com experiencia, 200 horas são suficientes.

Exatamente!!! Você põe um experiente com um calouro, pra que este aprenda com aquele e seja experiente um dia.

 

Não tô entendendo essa forçação de barra com as horas voadas do copila.

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ANAC suspendeu as operações do MAX 8, incluindo sobrevoo no espaço aéreo brasileiro

 

Antes tarde do que nunca...

 

Padrão Brasil, proibiram quando não tem nenhum MAX voando mais.

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Não podemos fazer análises com variáveis diferentes, como 200h de Paulistinha no interior de SP, 500h de 210 no garimpo... comparar dessa maneira desconecta o resultado. Como em economia, nesse caso deveríamos utilizar o conceito ceteris paribus, analisamos a quantidade de horas e todas as outras inúmeras variáveis permanecerão constantes.

 

O mesmo indivíduo, voando no mesmo local, o mesmo avião, alterando a quantidade de horas. No tempo 1 com 200h, no tempo 2 com 500h. A curva de aprendizagem/experiência pode até apresentar oscilações mas acho que é bastante óbvio que a tendência é crescente. Dessa ótica, é inquestionável a relação entre horas e experiencia.

 

Trazendo para a função a bordo de uma aeronave complexa, como co-piloto, acho que a inexperiência pode ser fator contribuinte mas pouco relevante de uma maneira geral. O piloto em comando como pilot flying e tomador de decisões tem que estar apto a conduzir a operação cabendo ao co-piloto o assessoramento. Este assessoramento eu acredito que alguém com 200h e estudo é capaz de entregar numa maneira satisfatória. Um co-piloto mais voado poderá assessorar de maneira mais preditiva ao passo que o menos voado agirá reativamente.

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Isso acontece e até pior nos hospitais brasileiros. Já vi Neurocirurgião operando com um residente que estava no primeiro dia. Só os dois, detalhe estavam abrindo a cabeça do sujeito com uma Black and Decker que compraram na Leroy Merlin por falta de equipamento.

 

Em algumas profissões, tendo um com experiencia, 200 horas são suficientes.

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