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Boeing 737 MAX 8 da Ethiopian Airlines cai logo após a decolagem


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Não acredito que seja de bom tom alguém rir da tragédias que foram a morte de mais de 300 pessoas, mas enfim.... hard times we are living in.

Não vejo avião caindo aqui no Brasil, que tem gente com 200h totais indo do C152 para o A320.   Gente competente entra em processo interno ou externo com pouca hora, estuda, absorve conhecimento e d

My nickelback:   Comecei por várias vezes a escrever o texto para postar neste tópico....mas não consigo chegar a conclusão nenhum...e tenho que aceitar isso. Meu lado tecnólogo e piloto me faz pen

Só fazer igual a Oxané fez com o F100. Chama de "Boeing MX 38", que para 80% dos passageiros não será o 737 Max.

...é o desfecho que faltava para a era 737 na aviação

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Basta fazerem como a Gol: passa a ser Boeing 737-8

 

O público geral desconhece qual o modelo de acft em que viaja, mais ainda a imprensa. Um exemplo disso é uma notícia recente que relatava o governador do DF viajando embriagado em um "Boeing da TAP", que na verdade era um A330...

 

Outro exemplo é de uma comissária da G3 que sigo no Instagram. Ela faz diversas postagens sobre a vida de tripulante, abriu um espaço para perguntas essa semana e recebeu uma que perguntava se os "Boeings 737-800" já tinham voltado a voar. Coube a ela explicar que não eram os NGs e sim os MAXs que estavam groundeados...

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Basta fazerem como a Gol: passa a ser Boeing 737-8

 

O público geral desconhece qual o modelo de acft em que viaja, mais ainda a imprensa. Um exemplo disso é uma notícia recente que relatava o governador do DF viajando embriagado em um "Boeing da TAP", que na verdade era um A330...

 

Outro exemplo é de uma comissária da G3 que sigo no Instagram. Ela faz diversas postagens sobre a vida de tripulante, abriu um espaço para perguntas essa semana e recebeu uma que perguntava se os "Boeings 737-800" já tinham voltado a voar. Coube a ela explicar que não eram os NGs e sim os MAXs que estavam groundeados...

A história do DC-10 mostra que o povo rapidamente esquece.

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A história do DC-10 mostra que o povo rapidamente esquece.

Concordo, quando voltarem a operar ninguém vai lembrar dos acidentes, só nos mesmos entusiastas da aviação e quem é da área

 

Lembro que na época do acidente da Tam em Congonhas um monte de gente ficou com medo de voar nos Airbus da Tam, hoje ninguém liga.

 

Edited by Cassio.Fernandes
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A história do DC-10 mostra que o povo rapidamente esquece.

 

 

Não em tempos de redes sociais, YouTube e afins.

 

É só um desses vloggers chatos de viagens com um mínimo de expressão e uns cem mil seguidores fazer um vídeo dizendo que "está voando em um 737-8, nome dado para o 737 MAX 8 após os acidentes" que a informação espalha.

 

Aí a vida da equipe de comunicação e marketing das empresas vira um inferno apagando incêndios todos os dias.

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Não em tempos de redes sociais, YouTube e afins.

 

É só um desses vloggers chatos de viagens com um mínimo de expressão e uns cem mil seguidores fazer um vídeo dizendo que "está voando em um 737-8, nome dado para o 737 MAX 8 após os acidentes" que a informação espalha.

 

Aí a vida da equipe de comunicação e marketing das empresas vira um inferno apagando incêndios todos os dias.

Pelo contrário, em tempos de mídias sociais rapidamente a notícia vira "notícia de ontem" e o povo ignora.

 

No fim o povo sempre vai se preocupar com o preço da passagem, se o avião tem "tablet" atrás do "banco" e "se dão comida".

 

Quem se preocupa com modelo de avião somos nós, apaixonados por essas máquinas.

 

E eu mesmo voaria de boa no Max hoje.

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Eu não voaria hoje não, prefiro que ele seja ajeitado o seu problema :lol: :lol:

 

Brincadeiras a parte, concordo 100% com você!

 

Pelo contrário, em tempos de mídias sociais rapidamente a notícia vira "notícia de ontem" e o povo ignora.

No fim o povo sempre vai se preocupar com o preço da passagem, se o avião tem "tablet" atrás do "banco" e "se dão comida".

Quem se preocupa com modelo de avião somos nós, apaixonados por essas máquinas.

E eu mesmo voaria de boa no Max hoje.

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Pelo contrário, em tempos de mídias sociais rapidamente a notícia vira "notícia de ontem" e o povo ignora.

 

No fim o povo sempre vai se preocupar com o preço da passagem, se o avião tem "tablet" atrás do "banco" e "se dão comida".

 

Quem se preocupa com modelo de avião somos nós, apaixonados por essas máquinas.

 

E eu mesmo voaria de boa no Max hoje.

 

 

Eu não voaria hoje não, prefiro que ele seja ajeitado o seu problema :lol: :lol:

 

Brincadeiras a parte, concordo 100% com você!

 

 

Exatamente o que ia dizer.

A esmagadora maioria dos passageiros não escolhe nem a empresa que vai voar, vai na mais barata e ponto. Imagina escolher avião...

 

Mas o que a Boieng fez é inacreditável.. Veremos, muito provavelmente, as maiores indenizações da história da aviação!!

 

Abs

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Exatamente o que ia dizer.

A esmagadora maioria dos passageiros não escolhe nem a empresa que vai voar, vai na mais barata e ponto. Imagina escolher avião...

 

Mas o que a Boieng fez é inacreditável.. Veremos, muito provavelmente, as maiores indenizações da história da aviação!!

 

Abs

O que pega é exatamente essa parte, a imagem da Boeing junto das empresas aéreas ficou arranhada.

 

Mesmo pagando as despesas enquanto os aviões estão parados, o impacto foi grande nas malhas.

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Ethiopian Airlines unsure if it will resume MAX ops - CEO

 

15.05.2019 - 22:36 UTC

Ethiopian Airlines (ET, Addis Ababa) is unsure whether it will resume B737-8 operations even once the type is cleared for reactivation by the relevant aviation authorities, CEO Tewolde GebreMariam told NBC News.

 

"It may if we are fully convinced and if we are able to convince our pilots, if we are ever to convince our travelling public," GebreMariam said.

 

The fatal crash of an Ethiopian Airlines B737 MAX 8 on March 10, 2019, directly prompted aviation authorities and airlines around the world to ground the type pending the redesign of the MCAS (Maneuvering Characteristics Augmentation System) software, which is believed to have led to the accident.

 

The Ethiopian flag carrier still has four grounded MAX 8s and a further twenty-five units on order from Boeing. The airline's narrowbody fleet also includes four B737-700s and fifteen B737-800s.

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Boeing has FINALLY completed its software fix for the 737 MAX

Boeing says it's completed a software update for its 737 MAX jets, which have been grounded worldwide since March after they were involved in two fatal crashes across a five-month period.

The airplane manufacturer said on Thursday that it would also be providing additional information on the software to address requests from the Federal Aviation Administration (FAA).

Such details are set to include more rigorous instructions for how pilots should interact with controls and displays in different flight scenarios.

Once the requests are addressed, Boeing will then work with the FAA to schedule its certification test flight and submit final certification documentation, the company said.

The FAA is planning a meeting on May 23 in Fort Worth, Texas, with air regulators from around the world to update them on reviews of Boeing's software fix and new pilot training.

The aviation regulator said Boeing had not yet submitted its final software package to the agency for approval.

On Wednesday, acting FAA Administrator Dan Elwell said he expected Boeing to make its formal submission for its software update in the next week or so.

The 737 MAX was grounded following a fatal Ethiopian Airlines crash that killed all 157 on board, just five months after a similar crash of a Lion Air flight that left 189 people dead in Indonesia.

Boeing hopes the software upgrade and associated pilot training will add layers of protection to prevent erroneous data from triggering an anti-stalling system called MCAS, which was activated in both crashes.

Boeing said it has completed associated simulator testing and its engineering test flight and developed training and education materials that are now being reviewed by the FAA, global regulators and airline customers so that the jets can be returned to service.

To date, Boeing has flown the 737 MAX with updated software for more than 360 hours on 207 flights, the company said.

...

Boeing predicts the 737 MAX will take to the skies worldwide again by August.

https://www.dailymail.co.uk/news/article-7038429/Boeing-says-completed-software-update-737-MAX-jets.html

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Esclareçam-me uma dúvida: o MCAS original se baseia na informação de apenas um AOA sensor ou mais? Ele não faz um crosscheck entre mais de um sensor?

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Esclareçam-me uma dúvida: o MCAS original se baseia na informação de apenas um AOA sensor ou mais? Ele não faz um crosscheck entre mais de um sensor?

É exatamente isso. Apenas um sensor AOA.

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É exatamente isso. Apenas um sensor AOA.

 

Obrigado!

 

Conversando com um colega, tinha impressão que era isso, mas ele disse que não poderia ser assim!

 

Acho que vão mudar isso.

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Minhas questões giram em torno do tempo que essa atualização estará disponível em toda a frota de Max já entregue. É "apenas" atualização de software ou hardware será alterado também? Quanto tempo levaria essa atualização? Em quanto tempo uma frota, de por exemplo, G3 estaria airbone totalmente operacional e "segura" ? Eu não creio que seja algo pra antes de 2020 não. Já existem números acerca de quanto a Boeing gastará em indenizações a cias aéreas e a famílias de passageiros envolvidos nos acidentes?

Com relação a vocês, possíveis pilotos e passageiros, se sentem 100% seguros em embarcar nessa aeronave?

Edited by thgsr08
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Obrigado!

 

Conversando com um colega, tinha impressão que era isso, mas ele disse que não poderia ser assim!

 

Acho que vão mudar isso.

É inacreditável que o ser humano aprendeu tantas lições sobre como construir aviões e uma delas é a redundância, e simplesmente esqueceram de aplicar no MCAS dos Max.

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Não esqueceram não.

 

Decidiram não aplicar com foco no lucro, para não atrasarem/encarecerem o projeto e perderem mercado para a concorrente

 

É inacreditável que o ser humano aprendeu tantas lições sobre como construir aviões e uma delas é a redundância, e simplesmente esqueceram de aplicar no MCAS dos Max.

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Não esqueceram não.

 

Decidiram não aplicar com foco no lucro, para não atrasarem/encarecerem o projeto e perderem mercado para a concorrente

 

Quando usei a palavra 'esqueceram' não foi no sentido literal dela. Foi justamente no sentido de que decidiram não aplicar, mesmo sabendo que nas aeronaves modernas todos os sistemas são redundantes. Vão pagar um grande preço por essa decisão.

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Quando usei a palavra 'esqueceram' não foi no sentido literal dela. Foi justamente no sentido de que decidiram não aplicar, mesmo sabendo que nas aeronaves modernas todos os sistemas são redundantes. Vão pagar um grande preço por essa decisão.

 

Criminoso! Ou será que foi excesso de confiança?

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Agora os simuladores entram na berlinda...

 

 

Boeing 737 Max Simulators Are in High Demand. They Are Flawed.

 

By Natalie Kitroeff

 

May 17, 2019

 

Since the two fatal crashes of the Boeing 737 Max, airlines around the world have moved to buy flight simulators to train their pilots.

They don’t always work.

Boeing recently discovered that the simulators could not accurately replicate the difficult conditions created by a malfunctioning anti-stall system, which played a role in both disasters. The simulators did not reflect the immense force that it would take for pilots to regain control of the aircraft once the system activated on a plane traveling at a high speed.

The mistake is likely to intensify concerns about Boeing, as it tries to regain credibility following the crashes of Lion Air and Ethiopian Airlines flights. In the months since the disasters, Boeing has faced criticism for serious oversights in the Max’s design. The anti-stall system was designed with a single point of failure. A warning light that Boeing thought was standard turned out to be part of a premium add-on.

“Every day, there is new news about something not being disclosed or something was done in error or was not complete,” said Dennis Tajer, a spokesman for the American Airlines pilots union and a 737 pilot.

The training procedures have been a source of contention. Boeing has maintained that simulator training is not necessary for the 737 Max and regulators do not require it, but many airlines bought the multimillion-dollar machines to give their pilots more practice. Some pilots want continuing simulator training.

The flight simulators, on-the-ground versions of cockpits that mimic the flying experience, are not made by Boeing. But Boeing provides the underlying information on which they are designed and built.

“Boeing has made corrections to the 737 Max simulator software and has provided additional information to device operators to ensure that the simulator experience is representative across different flight conditions,” said Gordon Johndroe, a Boeing spokesman. “Boeing is working closely with the device manufacturers and regulators on these changes and improvements, and to ensure that customer training is not disrupted.”

In recent weeks, Boeing has been developing a fix to the system, known as MCAS. As part of that work, the company tried to test on a simulator how the updated system would perform, including by replicating the problems with the doomed Ethiopian Airlines flight.

It recreated the actions of the pilots on that flight, including taking manual control of the plane as outlined by Boeing’s recommended procedures. When MCAS activates erroneously, pilots are supposed to turn off the electricity to a motor that allows the system to push the plane toward the ground. Then, pilots need to crank a wheel to right the plane. They have limited time to act.

On the Ethiopian flight, the pilots struggled to turn the wheel while the plane was moving at a high speed, when there is immense pressure on the tail. The simulators did not properly match those conditions, and Boeing pilots found that the wheel was far easier to turn than it should have been.

 

Regulators are now trying to determine what training will be required.

 

When the Max was introduced, Boeing believed that pilots did not need experience on the flight simulators, and the Federal Aviation Administration agreed. Many pilots learned about the plane on iPads. And they were not informed about the anti-stall system.

The limited training was a selling point of the plane. It can cost airlines tens of millions of dollars to maintain and operate flight simulators over the life of an aircraft.

After the first crash, Boeing gave airlines and pilots a full rundown of MCAS. But the company and regulators said that additional training was not necessary. Simply knowing about the system would be sufficient.

In a tense meeting with the American Airlines pilots union after the crash, a Boeing vice president, Mike Sinnett, said he was confident that pilots were equipped to deal with problems, according to an audio recording review by The New York Times. A top Boeing test pilot, Craig Bomben, agreed, saying, “I don’t know that understanding the system would have changed the outcome of this.”

 

[before Ethiopian crash, Boeing resisted pilots’ calls for aggressive steps on 737 Max.]

 

Since the Ethiopian Airlines disaster in March, lawmakers and regulators are taking a closer look at the training procedures for the 737 Max, and whether they should be more robust. At a congressional hearing this week, the acting head of the F.A.A., Daniel Elwell, testified that MCAS should “have been more adequately explained.”

Boeing said on Thursday that it had completed its fix to the 737 Max. Along with changes to the anti-stall system, the fix will include additional education for pilots.

The company still has to submit the changes to regulators, who will need to approve them before the plane can start flying again. The updates are not expected to include training on simulators, but the F.A.A. and other global regulators could push to require it.

 

“The F.A.A. is aware that Boeing Company is working with the manufacturers of Boeing 737 Max flight simulators,” a spokesman for the agency said in an emailed statement. “The F.A.A. will review any proposed adjustments as part of its ongoing oversight of the company’s efforts to address safety concerns.”

Airlines have already been pushing to get more simulators and develop their own training.

Pilots at American Airlines, which began asking for simulators when they started flying the planes, ratcheted up their requests after the Lion Air crash. Regardless of what the F.A.A. requires, the union believes pilots should get the experience. A spokesman for the airline said it had ordered a simulator that would be up and running by December.

“We value simulators in this situation,” said Mr. Tajer. “It’s not a condition of the Max flying again, but it is something we want.”

David Gelles contributed reporting.

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https://www.cnbc.com/amp/2019/05/21/boeing-shares-rise-after-report-that-a-bird-strike-may-have-caused-737-max-crash.html

 

Boeing shares rise after report that a bird strike may have caused 737 Max crash
Leslie Josephs | @lesliejosephs
Published 42 Mins Ago Updated 8 Mins Ago
CNBC.com
Boeing shares rose Tuesday after a Wall Street Journal report said U.S. aviation officials believe a bird strike may have caused the crash of a 737 Max in Ethiopia in March.
The fast-selling Boeing 737 Max airplanes have been grounded since shortly after that accident, which came less than five months after a similar crash in Indonesia. Together, both crashes killed a combined 346 people.
Boeing shares were up 2.1% in premarket trading.
Crash investigators have indicated that bad sensor data triggered an anti-stall system aboard the Ethiopian Airlines Boeing 737 that went down shortly after takeoff in March, a similar scenario to a crash of the same type of plane in Indonesia in October. The system automatically pushes the nose of the plane down if it perceives the aircraft is in a stall, the normal way to recover from such a position. That can be fatal if the plane is not in a stall, however.
U.S. aviation officials think a bird strike is the likely culprit in erroneous sensor data that fed the anti-stall system in the Ethiopian Airlines crash, according to the Wall Street Journal report, which cited sources familiar with the crash investigation.
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AAAH TÁ um bird strike agora num AoA sensor justifica um crash, tá tudo bem agora então galera

 

É como justificar a queda do AF447 com o simples congelamento do pitot

 

Essa é a versão oposta do "não houve feridos" numa arremetida (mas como opinião de leigo tá fora da casinha)

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Guest
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