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Boeing 737 MAX 8 da Ethiopian Airlines cai logo após a decolagem


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1 minute ago, Bonotto said:

Até onde sei ainda não certificado, acredito que a certificação ocorrerá em conjunto. Acho :rolleyes:

O Max 10 nem sequer voou, tem toda uma campanha de testes pra cumprir...

Mas tem comentários de que o Max 10 não tem o maldito MCAS, então não estaria impedido de voar...talvez porque, sendo um modelo novo, a Boeing aproveitou e alongou mais a seção traseira pra dar maior neutralidade ao modelo (já que os modelos 8 e 9 tiveram o centro de gravidade alterado devido aos motores maiores e mais pesados, que precisaram ser instalados mais a frente)...

Fico pensando se não teria sido melhor a Boeing alongar levemente o -8 pra mudar o centro de gravidade, e torná-lo capaz de transportar 200 passageiros sem ser uma configuração "lata de sardinha" da Ryanair - ou seja, alongar o suficiente pra uma fileira de assentos, aproximadamente...

Apesar de ficar mais pesado, acho que a maioria das companhias (especialmente as low cost) ficariam satisfeitas com o modelo...

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Não acredito que seja de bom tom alguém rir da tragédias que foram a morte de mais de 300 pessoas, mas enfim.... hard times we are living in.

Não vejo avião caindo aqui no Brasil, que tem gente com 200h totais indo do C152 para o A320.   Gente competente entra em processo interno ou externo com pouca hora, estuda, absorve conhecimento e d

My nickelback:   Comecei por várias vezes a escrever o texto para postar neste tópico....mas não consigo chegar a conclusão nenhum...e tenho que aceitar isso. Meu lado tecnólogo e piloto me faz pen

Só os trabalhadores da linha de montagem do 737 MAX são 12 mil. Não sei como a Boeing vai fazer pra realocar esses 12 mil trabalhadores em outras funções sem demissões ou férias coletivas enquanto a produção estiver interrompida.

Adicionando esses 12 mil aos trabalhadores que trabalham nos fornecedores de peças e equipamentos do 737 MAX que provavelmente terão que diminuir ou até paralisar a produção enquanto a produção do MAX estiver interrompida, acredito que em torno de 90-100 mil trabalhadores estão em risco de serem demitidos ou dispensados.

A crise atual lembra a Greve dos Maquinistas da Boeing em 2008, que paralisou totalmente a produção de aeronaves da empresa por quase dois meses e custou a Boeing US$100 milhões de prejuízo por dia de greve.

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3 hours ago, edu2703 said:

Só os trabalhadores da linha de montagem do 737 MAX são 12 mil. Não sei como a Boeing vai fazer pra realocar esses 12 mil trabalhadores em outras funções sem demissões ou férias coletivas enquanto a produção estiver interrompida.

Adicionando esses 12 mil aos trabalhadores que trabalham nos fornecedores de peças e equipamentos do 737 MAX que provavelmente terão que diminuir ou até paralisar a produção enquanto a produção do MAX estiver interrompida, acredito que em torno de 90-100 mil trabalhadores estão em risco de serem demitidos ou dispensados.

A crise atual lembra a Greve dos Maquinistas da Boeing em 2008, que paralisou totalmente a produção de aeronaves da empresa por quase dois meses e custou a Boeing US$100 milhões de prejuízo por dia de greve.

Tudo por conta da ganância da equipe de engenharia. Ao invés de fazerem algo certo, fizeram um remendo feito nas coxas. A Boeing deveria tirar esses prejuízos da equipe de engenharia 

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A engenharia segue diretrizes e protocolos, inclua aí os de aceitação e homologação via software de simulação e voos de testes, vc pode até colocar a conta neles, mas te garanto que a responsabilidade é bem mais extensa

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9 hours ago, chico said:

O Max 10 nem sequer voou, tem toda uma campanha de testes pra cumprir...

Mas tem comentários de que o Max 10 não tem o maldito MCAS, então não estaria impedido de voar...talvez porque, sendo um modelo novo, a Boeing aproveitou e alongou mais a seção traseira pra dar maior neutralidade ao modelo (já que os modelos 8 e 9 tiveram o centro de gravidade alterado devido aos motores maiores e mais pesados, que precisaram ser instalados mais a frente)...

Fico pensando se não teria sido melhor a Boeing alongar levemente o -8 pra mudar o centro de gravidade, e torná-lo capaz de transportar 200 passageiros sem ser uma configuração "lata de sardinha" da Ryanair - ou seja, alongar o suficiente pra uma fileira de assentos, aproximadamente...

Apesar de ficar mais pesado, acho que a maioria das companhias (especialmente as low cost) ficariam satisfeitas com o modelo...

Mas se o MAX 9 tem o mesmo problema que o MAX 8, e já é umas 3 fileiras mais longo, por que aumentar uma fileira no MAX 8 resolveria alguma coisa?

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21 minutes ago, Fabrício163 said:

Mas se o MAX 9 tem o mesmo problema que o MAX 8, e já é umas 3 fileiras mais longo, por que aumentar uma fileira no MAX 8 resolveria alguma coisa?

Também me faço a mesma pergunta 

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1 hour ago, Fabrício163 said:

Mas se o MAX 9 tem o mesmo problema que o MAX 8, e já é umas 3 fileiras mais longo, por que aumentar uma fileira no MAX 8 resolveria alguma coisa?

O max 8 e 9 tem o mesmo comprimento dos NG 800 e 900, que foram projetados com motores menores e mais leves, por isso possuem um centro de gravidade diferente...

Como os motores mais novos são maiores precisaram colocar eles mais pra frente e pro alto, afetando o CG do avião...

Só que alongar os aviões custaria mais, aí deu nisso... 

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Reitero o que disse meses atrás. O gerenciamento desta crise foi brutalmente amador e virou uma bola de neve por conta do CEO querer livrar o seu.

Ainda tenho a impressão que a Boeing não faz ideia do que está ocorrendo. A está altura já passou da hora do Muilenburg admitir isto e renunciar em seguida. O mesmo CEO que despachou que as diretrizes comerciais deveriam sobrepor as de engenharia, não deveria estar no comando do concerto da lambança.

O prejuízo de imagem da Boeing é inestimável por conta do orgulho de um homem, com o agravante de ser ratificado pelo board.

Como falei anteriormente, falta de transparência não é uma opção da Boeing desde o princípio da crise.

 

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5 hours ago, Bonz0 said:

Reitero o que disse meses atrás. O gerenciamento desta crise foi brutalmente amador e virou uma bola de neve por conta do CEO querer livrar o seu.

Ainda tenho a impressão que a Boeing não faz ideia do que está ocorrendo. A está altura já passou da hora do Muilenburg admitir isto e renunciar em seguida. O mesmo CEO que despachou que as diretrizes comerciais deveriam sobrepor as de engenharia, não deveria estar no comando do concerto da lambança.

O prejuízo de imagem da Boeing é inestimável por conta do orgulho de um homem, com o agravante de ser ratificado pelo board.

Como falei anteriormente, falta de transparência não é uma opção da Boeing desde o princípio da crise.

 

Infelizmente desde o primeiro acidente até o momento a Boeing não foi transparente em momento algum. Sempre tentando colocar panos quentes ou diminuir a seriedade do problema. 

Agora tem um ponto que temo muito : A FAA dava muita liberdade para a própria Boeing se enfiar no processo de certificação de suas aeronaves. Quem garante a nós que essa crise não está se desenrolando da mesma forma? E se os problemas não foram corrigidos mas sim "remendados"? Quem garante que em breve, em situações inesperadas e não calculadas ocorra outro acidente?

Posso soar radical, mas a melhor escolha era abandonar o projeto MAX, voltarem com os NG e pedir desculpas para as cias parceiras. 

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A Boeing entregou para a KLM o ultimo Boeing 737NG produzido. Este teve uma história complicada porque a fuselagem original foi danificada na linha de montagem num incidente pouco esclarecido. Precisou ser descartada e a Boeing encomendar uma nova fuselagem.

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Não duvido que alguns executivos da Boeing estão com planilhas calculando quanto custaria reativar a produção do NG enquanto o MAX está groudeado.

Edited by edu2703
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10 hours ago, edu2703 said:

Não duvido que alguns executivos da Boeing estão com planilhas calculando quanto custaria reativar a produção do NG enquanto o MAX está groudeado.

Também acho que estejam fazendo essas contas, ainda mais considerando a força de trabalho que ficará paralisada a partir de janeiro. A questão é quase todos que compraram o MAX não vão querer o NG, já que q eficiência não virá por tabela...

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1 hour ago, PedroVidal said:

Também acho que estejam fazendo essas contas, ainda mais considerando a força de trabalho que ficará paralisada a partir de janeiro. A questão é quase todos que compraram o MAX não vão querer o NG, já que q eficiência não virá por tabela...

A questão que muitas empresas fizeram planejamentos contando com operação dos MAX em suas frotas. Com as aeronaves grondeadas, esses planejamentos foram pro saco.

Acho que algumas empresas não se incomodariam de operar com uma aeronave menos eficiente, pelo menos para cumprir parte do planejamento e diminuir os prejuízos com cancelamentos de voos.

Outra questão é que a Airbus sozinha não tem capacidade de absorver todas as encomendas que seriam do 737 MAX.

Edited by edu2703
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37 minutes ago, edu2703 said:

A questão que muitas empresas fizeram planejamentos contando com operação dos MAX em suas frotas. Com as aeronaves grondeadas, esses planejamentos foram pro saco.

Acho que algumas empresas não se incomodariam de operar com uma aeronave menos eficiente, pelo menos para cumprir parte do planejamento e diminuir os prejuízos com cancelamentos de voos.

Outra questão é que a Airbus sozinha não tem capacidade de absorver todas as encomendas que seriam do 737 MAX.

Ok, mas o problema é que a produção é planejada com meses ou até anos de antecedência...a CFM não tem um monte de motores em estoque, e assim é com vários componentes 

Pra conseguir produzir novos NG provavelmente a Boeing levaria pelo menos uns 12 meses...

Até lá o problema do Max deve estar resolvido

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23 minutes ago, chico said:

Ok, mas o problema é que a produção é planejada com meses ou até anos de antecedência...a CFM não tem um monte de motores em estoque, e assim é com vários componentes 

Pra conseguir produzir novos NG provavelmente a Boeing levaria pelo menos uns 12 meses...

Até lá o problema do Max deve estar resolvido

Mas vale lembrar que a Boeing continua produzido e vendendo o P-8 Poseidon que é basicamente a versão militar do B737-800NG e que provalvelmente compartilha a grande maioria das peças com a versão civil.

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7 hours ago, edu2703 said:

Mas vale lembrar que a Boeing continua produzido e vendendo o P-8 Poseidon que é basicamente a versão militar do B737-800NG e que provalvelmente compartilha a grande maioria das peças com a versão civil.

Mas quantos mil destes aviões ela vendeu para representar algo significativo no faturamento da Boeing, sem o Max e o NG ela pode sobreviver só com esses  P-8?

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28 minutes ago, Luckert said:

Mas quantos mil destes aviões ela vendeu para representar algo significativo no faturamento da Boeing, sem o Max e o NG ela pode sobreviver só com esses  P-8?

Claro que não é significativo, mas acredito que se a Boeing resolver o caso MAX  de forma transparente ela sobrevive bem,.

Ficará uma mancha no currículo feia, mas não acredito na bancarrota da empresa.

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9 hours ago, Bonotto said:

Claro que não é significativo, mas acredito que se a Boeing resolver o caso MAX  de forma transparente ela sobrevive bem,.

Ficará uma mancha no currículo feia, mas não acredito na bancarrota da empresa.

Certamente não, mas a versão militar do 737NG não sustentará a empresa, vão ter que resolver logo essa questão do Max....e não adianta liberar a aeronave e ter um terceiro acidente 

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2 hours ago, Luckert said:

Certamente não, mas a versão militar do 737NG não sustentará a empresa, vão ter que resolver logo essa questão do Max....e não adianta liberar a aeronave e ter um terceiro acidente 

Pela falta de transparência da Boeing até o momento eu acredito que existe um grande risco de liberarem e acontecer um acidente sim, em condições não calculadas nem previstas em simulador. Por ora, não coloco meus pés nem minha família dentro de um 737 Max. 

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2 hours ago, deiv said:

Pela falta de transparência da Boeing até o momento eu acredito que existe um grande risco de liberarem e acontecer um acidente sim, em condições não calculadas nem previstas em simulador. Por ora, não coloco meus pés nem minha família dentro de um 737 Max. 

 Eu também não. Mesmo que tudo seja feito de forma correta e de fato o avião volte seguro (o que eu acredito que deve acontecer), prefiro esperar 1, 2 anos sem problemas pra entrar dentro de um 737 Max (ou 737-8, como estão vendendo desde o acidente)...

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1 hour ago, MissedApproach said:

Espero que a Gol não faça como a Rynair, e divulgue a aeronave que irá operar o vôo no ato da compra e dê opção do passageiro remarcar o vôo, se aeronave for trocada, sem custos.

Conhecendo a cia dos Constantinos como é, vão é pintar as aeronaves e suprimir a informação. 

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1 hour ago, deiv said:

Conhecendo a cia dos Constantinos como é, vão é pintar as aeronaves e suprimir a informação. 

Vide Avb com os Fokker 100?

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