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Dinämica da Operação

Azul assina acordo para adquirir nova empresa com ativos da Avianca Brasil

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Fora do Brasil? Será?

Sim. Hoje mesmo foi anunciada uma transação dessas nos USA no setor de varejo. A lógica parte do pressuposto que o negócio em operação, vale mais do que a soma dos seus ativos. De fato, as empresas em operação valem um multiplo dos seus ativos, por consequência o valor arrecadado pelos credores é maior vendendo a empresa, marca, etc. do que deixando parar e vender a sucata.

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Será curioso observar se a Azul vai entrar na briga da Ponte de fato. Ela tem tudo para complementar as as frequências com slots próprios seus.Veremos a a Azul dobrar a oferta atual da O6 na Ponte? Eu diria que ela conseguiria seduzir muitos. Faz todo sentido que seja agressiva.

Concordo com você. A rota mais importante do país está praticamente nas mãos das duas líderes. A chegada da AD fará muito bem à concorrência, pelo lado dos consumidores, obviamente. Também deve dar uma sacudida em algumas rotas muito rentáveis em GRU, onde a AD vem aumentando suas operações e até usando mais seus 320.

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Lógico, ele comprou ativos, em teoria livre de passivos e ainda deixou claro no comunicado que se não for do jeito dele não rola!

Cedo ainda pra especular. Afinal, só foi um comunicado dizendo a intenção da Azul. Muita coisa vai rolar ainda.

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Como fica a questão ds Star Alliance, visto que TAP é Azil e Azul é United?

 

Seria uma passagem de bastão imediata? A Azul tem o sistema, por ter duas empresas-membro como parceiras simbióticas, da aliança?

 

Por ter feito solicitações anteriories de integração à aliança, essa passagem não seria mais rápida, por já haver uma certa preparação sistêmica e de treinamento?

 

O hub dela Star Alliance teria de ser obrigatoriamente GRU ao invés de VCP?

 

Quem tem bilhetes de parceiros com trechos Avianca Brasil fará como? Perderá essas milhas?

 

O Tudo Azul oferecerá ao migração e equiparação de estatuto aos membros Amigo?

 

Também são muitas dúvidas neste tópicos, alguém tem ideia de respostas?

Posso estar enganado, mas creio que o acordo da Star Alliance não vá ser levado pela Azul. A não ser que ela queira, lógico.

 

Digo isso pq ela não comprará a Avianca em si, portadora do contrato com a aliança global, mas apenas ativos operacionais produtivos que irão para a UPI.

 

Entretanto, surge uma outra dúvida: a Avianca não possui nenhum A320 próprio, são todos em leasing. Provavelmente, a Azul não vai herdar essas aeronaves diretamente. Deve refazer os contratos com os lessors, nos seus patamares financeiros e reincorporar a frota, semelhante ao que já fez como alguns Neos.

 

Abs

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Posso estar enganado, mas creio que o acordo da Star Alliance não vá ser levado pela Azul. A não ser que ela queira, lógico.

 

Digo isso pq ela não comprará a Avianca em si, portadora do contrato com a aliança global, mas apenas ativos operacionais produtivos que irão para a UPI.

 

Entretanto, surge uma outra dúvida: a Avianca não possui nenhum A320 próprio, são todos em leasing. Provavelmente, a Azul não vai herdar essas aeronaves diretamente. Deve refazer os contratos com os lessors, nos seus patamares financeiros e reincorporar a frota, semelhante ao que já fez como alguns Neos.

 

Abs

 

E os lessors farão de bom grado, já que resolve o problema do avião estar "preso" sem ser pago. Mas a Azul deve fazer leasing curtos, para ir aposentando esses A320 conforme os Neos encomendados forem chegando. Não faz sentido mante-los. Outra coisa que vejo é a possibilidade da operação da "nova OceanAir" usar E190 e ATR para fortalecer suas bases no regional no nordeste, onde a empresa é forte.

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E os lessors farão de bom grado, já que resolve o problema do avião estar "preso" sem ser pago. Mas a Azul deve fazer leasing curtos, para ir aposentando esses A320 conforme os Neos encomendados forem chegando. Não faz sentido mante-los. Outra coisa que vejo é a possibilidade da operação da "nova OceanAir" usar E190 e ATR para fortalecer suas bases no regional no nordeste, onde a empresa é forte.

Além de fazerem de bom grado, tenho muita convicção de que esse acordo pode ter sido promovido, incentivado e até patrocinado pelos lessors.

 

O DN não entraria nessa sabendo exatamente onde está colocando os pés e o quanto gastará de grana além dos US$ 105 mi.

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E os lessors farão de bom grado, já que resolve o problema do avião estar "preso" sem ser pago. Mas a Azul deve fazer leasing curtos, para ir aposentando esses A320 conforme os Neos encomendados forem chegando. Não faz sentido mante-los. Outra coisa que vejo é a possibilidade da operação da "nova OceanAir" usar E190 e ATR para fortalecer suas bases no regional no nordeste, onde a empresa é forte.

A Oceanair morreu,com a transferência da única coisa boa que tinha,os slots,não vai se reerguer devendo milhões e sem receita alguma e ainda por cima tentar alugar aeronaves depois de tudo que aprontou com os lessors

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Uncle Di Én esperou calmamente a agonia como um abutre. Pegou a carne no ponto: morta mas não podre. Os 30 A320ceo garantirão a manutenção dos serviços da Oxané mas deverão ser trocados rapidamente por novos A320neo já encomendados. Não vejo nenhuma vantagem na Azul ingressar na Star Alliance, antes disso, seria interessante uma expansão internacional. Criar um VCP-EWR, assumir o VCP-ORY e criar um VCP-BRU, e VCP-VIE pra começar. E quanto aos A330 que são relativamente novos. Não houve interesse?

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De onde você tirou que os funcionários vão embora? A Azul ou nova empresa vai tirar mão de obra de onde?

Eles vão demitir sem pagar e a Azul recontrata com metade do valor do salário Avianca

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Número de decolagens (malha doméstica apenas):

 

GRU:

LA 32%

G3 30%

O6 (22%) + AD (14%) = 36%

 

CGH:

G3 44%

LA 43%

O6 (8%) + AD (5%) = 13%

 

BSB:

LA: 40%

G3: 38%

O6 (14%) + AD (7%) = 21%

 

SSA:

LA: 17%

G3: 27%

O6: (29%) + AD (22%) = 51%

 

Em seats varia um pouco para cima para G3 e LA.

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Número de decolagens (malha doméstica apenas):

 

GRU:

LA 32%

G3 30%

O6 (22%) + AD (14%) = 36%

 

CGH:

G3 44%

LA 43%

O6 (8%) + AD (5%) = 13%

 

BSB:

LA: 40%

G3: 38%

O6 (14%) + AD (7%) = 21%

 

SSA:

LA: 17%

G3: 27%

O6: (29%) + AD (22%) = 51%

 

Em seats varia um pouco para cima para G3 e LA.

Ou seja, um mercado mais concentrado, com menos opções para passageiros e tripulantes.

Momentaneamente é uma esperança para os colegas da O6, porém no fim é ruim pra gente, pax e trips, mas claro, mais saudável para as empresas.

Edited by Airbus-FA

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E os salários e VR, já foram pagos? Deram alguma previsão?

 

 

Salários Nada! Só para uma parte.

VR - OK!

Edited by robadv

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Sera que a OceanAir deve continuar com uns 10/15 aviões ou realmente fechar? Digo isso pq o German sempre gostou de ter sua linha aérea.

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Número de decolagens (malha doméstica apenas):

 

GRU:

LA 32%

G3 30%

O6 (22%) + AD (14%) = 36%

 

CGH:

G3 44%

LA 43%

O6 (8%) + AD (5%) = 13%

 

BSB:

LA: 40%

G3: 38%

O6 (14%) + AD (7%) = 21%

 

SSA:

LA: 17%

G3: 27%

O6: (29%) + AD (22%) = 51%

 

Em seats varia um pouco para cima para G3 e LA.

BSB e SSA nao entram na jogada. Ela comprou so os slots de GRU, CGH e 50% do SDU.

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Exato! Inclusive com aviões Azul "a serviço da Life Air"

Mas será que a AZUL vai operar essas 30 aeronaves e a estrutura adquirida como AD ou um novo nome?

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BSB e SSA nao entram na jogada. Ela comprou so os slots de GRU, CGH e 50% do SDU.

 

Mas nesses aeroportos slots não são problema.

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Uma duvida, alguma outra empresa pode vir e oferecer o mesmo que a Azul para tentar ficar com esses ativos da Avianca.

Digo isso porque nada ainda foi fechado, depende da aprovação dos acionista, eles poderiam negar e fechar com outro investidor?

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Uma duvida, alguma outra empresa pode vir e oferecer o mesmo que a Azul para tentar ficar com esses ativos da Avianca.

 

Digo isso porque nada ainda foi fechado, depende da aprovação dos acionista, eles poderiam negar e fechar com outro investidor?

 

Sim, pois ainda terá um leilão. Outra empresa pode aumentar o valor da UPI, e assim, a ONE ressarce o empréstimo feito pela Azul.

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USD 105 milhões por 30 aviões A320, uns 6% do mercado e slots em CGH, GRU, saiu barato.

 

Mas pessoal, é uma carta de intenções, muita água vai passar ainda. A Azul disse que a compra só vai para frente se os credores aprovarem, a due dilligence que ela for fazer não aparecer nenhum abacaxi e o governo tem que aprovar a transferência de slots para a Azul, além da questão do CADE.

 

DN fez uma jogada boa e pergunto se a LATAM ou até mesmo a Gol não faria caso não tivessem arrumando suas casas.

 

Azul entra no jogo cara a cara com a Gol e LATAM.

 

O que percebi no comunicado da ONE é que ela pretende alterar o PRJ, o que os Efromovichs irão aprontar?

 

E este dinheiro, USD 105 milhões, irão para os Efromovich/credores, ou é depois da Elliot?

 

 

Fora do Brasil? Será?

Teve o caso do Citibank, que criou um banco bom e um ruim.

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Eles vão demitir sem pagar e a Azul recontrata com metade do valor do salário Avianca

 

Mas a Azul não vai contratar todos automaticamente, somente uma parte, sem levar em consideração antiguidade ou outros requisitos, fará seleção normal.

E todos sabemos que a Azul tem salários mais baixos em relação a Avianca

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USD 105 milhões por 30 aviões A320, uns 6% do mercado e slots em CGH, GRU, saiu barato.

 

.....

 

Mas os A320 entram como asssets? Não são leasing operacional?

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USD 105 milhões por 30 aviões A320, uns 6% do mercado e slots em CGH, GRU, saiu barato.

 

Mas pessoal, é uma carta de intenções, muita água vai passar ainda. A Azul disse que a compra só vai para frente se os credores aprovarem, a due dilligence que ela for fazer não aparecer nenhum abacaxi e o governo tem que aprovar a transferência de slots para a Azul, além da questão do CADE.

 

DN fez uma jogada boa e pergunto se a LATAM ou até mesmo a Gol não faria caso não tivessem arrumando suas casas.

 

Azul entra no jogo cara a cara com a Gol e LATAM.

 

O que percebi no comunicado da ONE é que ela pretende alterar o PRJ, o que os Efromovichs irão aprontar?

 

E este dinheiro, USD 105 milhões, irão para os Efromovich/credores, ou é depois da Elliot?

 

Teve o caso do Citibank, que criou um banco bom e um ruim.

 

Elliot está descartada. O acordo com eles não evoluiu.

 

Os USD 105M serão um aporte inicial, como um empréstimo, para manter as operações da O6 até o dia do leilão. Se a AD arrematar no leilão, terá vantagem em caso de empate e esse aporte inicial será descontado. Não há ainda definição dos slots e frota, como no comunicado da O6.

 

A tendência é haver uma separação da O6. A venda da parte boa financiará as dívidas da parte ruim, que poderá seguir seu caminho ou fechar, sem dívidas.

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A Avianca Brasil esclarece que a notícia divulgada hoje fala sobre uma intenção de compra, por parte da Azul Linhas Aéreas, de uma UPI (Unidade Produtiva Isolada) que será criada pela Avianca Brasil, e cuja estrutura ainda será definida. A empresa reforça que nenhuma venda foi concretizada. A companhia esclarece também que o número exato de aeronaves e de slots que irá compor esta nova empresa está em processo de definição.

A Avianca Brasil explica ainda que o acordo assinado prevê um DIP Financing, empréstimo com caráter de investimento prévio, para que possa manter sua operação até a realização do leilão de venda da UPI, que será agendado pela 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.”

 

Esse comunicado da Avianca da entender que, a OceanAir continua depois com algumas aeronaves.

Edited by SOUSA CPV

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Uma dúvida: Os slots não teriam de ser devolvidos pela Avianca Brasil e redistribuídos conforme interesse das outras? O fato dela criar uma nova empresa permite ela simplesmente transferir esses slots para a nova AVB?

 

Em tese sim....mas existem decisões anteriores do judiciário (VGR) em que os slots ficaram com quem adquiriu a parte produtiva.

Se as coisas no Brasil tivessem um mínimo de coerência, a ANAC deveria oferecer resistência, mas na prática, eu duvido que o faça.

 

 

Não, apenas slots, certificado aviões e alguns outros ativos menores.

 

Garantido, mesmo, só os slots, os aviões teriam que ser negociados com os lessors em novos contratos e quanto ao cheta, não vejo necessidade de usar o da AVB, que ao menos em tese, teriam que manter seus certificados para continuar operando (na lógica da RJ).

Os ativos menores , sequer foram definidos no Plano de recuperação.

 

De onde você tirou que os funcionários vão embora? A Azul ou nova empresa vai tirar mão de obra de onde?

 

Em tese, de onde ela quiser, mas dado ao exemplo da VRG (em que a JT deu a continuidade do vínculo), os funcionários da AVB vão ser um "problema" para AD.

 

 

Vão recontratar, até mesmo porque a realidade salarial da Azul é menor que a da Avianca. Causaria automaticamente um aumento de custo já que a CLT obriga que peso na mesma função receba o mesmo salário.

 

O problema é que a JT possui uma tendência de reconhecer a continuidade do trabalho nestes casos, criando um passivo trabalhista para a AD. Não duvido que o RH da AD só aceite funcionário demitido da AVB que tiver assinado carta de quitação de débitos anteriores (instrumento que ganhou validade com a reforma trabalhista), eu pelo menos faria isso.

 

 

 

 

Na minha opinião vai ser mais parecido com a Pantanal. Compra, mantém como isolada e vai aos poucos absorvendo a empresa

 

Acho que se acontecer, vai ser um hibrido de VGR e Pantanal.

O edital da Pantanal era bem claro no sentido de "forçar" a compra para uma incorporação lenta e gradual.

 

Mais ou menos. Os ativos podres não sei exatamente ao que vc se refere, pois os passivos nunca foram assumidos. Os slots de Tóquio, por exemplo, foram negociados no mercado tendo em vista que a GOL não tinha como voar para o Japão.

 

Até onde eu sei não há como comprar uma marca e se beneficiar dela sem honrar suas dívidas. Manobra esta que só foi vista até hoje no Brasil uma vez, e aparentemente será vista pela segunda.

 

E a Flex Aviation LLC segue viva, né?

 

A GOL não assumiu os débitos sujeitos ao concurso de credores, mas os demais ela teve que assumir, como dividas com aeroportos, taxas de aeronavegação no exterior, dividas feitas depois da aprovação da RJ, alem de algum passivo trabalhista de funcionários que continuaram na GOL (na pratica isso foi bem mitigado, reduzido aos casos em que a demissão na GOL se deu em menos de 5 anos de trabalho).

Marca é um bem imaterial que pode ser monetizado, por "marca" você deve ter em mente como os elementos distintivos de determinado produto, que obteve proteção do INPI ou por força de Lei.

Uma "marca" pode ser comercializada de forma separada da pessoa jurídica que possui os seus direitos, aliais pode pertencer até mesmo a uma pessoa física.

A marca não se confunde com a empresa, portanto pode ser adquirida sem "honrar as dívidas", pode até mesmo ser objeto de leilão em um RJ, por ser um "ativo".

Em geral uma empresa em RJ, a "marca" quase não tem valor, pois esta associada aos problemas operacionais que antecederam o estado quase falimentar.

Mesmo marcas fortes como Varig (varig, varig, estrela brasileira de norte a sul), Mappin (chegou a hora mappin, venha correndo mappin) ou Mesbla (não lembro de jingle da mesbla), foram tão surradas que chegaram a ficar disponíveis apra registro e ninguém quis.

 

Uma coisa é comprar ativos. Outra, completamente diferente, é comprar as marcas. A Varig possui credores até hoje aguardando o pagamento das dívidas que não viram 1 centavo da venda dos ativos, por exemplo.

 

A marca "varig" é supervalorizada no meio da aviação (e com razão), mas não tem valor comercial.

Até a própria referência ao serviço de excelência do passado, não é mais compatível com o que se oferece atualmente.

 

Nunca entendi isso como dividem empresa em duas e sua principal função é vendida,slots e transportes e dívidas e funcionários ficam numa empresa fictícia que não pagará nada e ninguém

 

É uma forma de tentar "tirar leite de pedra" e que se bem feita, no tempo correto, pode salvar os empregos e a função social da empresa.

Vendem a parte operacional da empresa, sem as dívidas, e este dinheiro entra para satisfazer os credores, ao mesmo tempo que a empresa volta a produzir, mantendo empregos e fornecedores.

O resto é uma ficção jurídica em que todos vão brigar pelo pouco dinheiro que entrar.

 

 

Pelo menos FGTS e recisão tão garantidos. Assim espero.

Dos males o menos pior, difícil é sair com uma mão na frente, e outra atráz, mercado brasileiro é pródigo em picaretas, lembremos de finadas: VASP, TransBrasil, Puma Air, BRA, NOAR, TEAM.

A pressão no grupo está altíssima, colegas antes "exemplos" padrão, dando D.M psiquiatria. Enfim, para os PDV é a grantia de receber.

Sinceramente, é de se pensar 10 vezes, dar um tempo e esperar novas oportunidades que ir para Azul, é atraso de carreira, digo pois entrar no rabo da fila, "se entrar", é osso. Tenho conhecidos ex Tam e Trip voando ATR desde a fusão, com nego tendo type do 20.

Pro velhos, é uma m**da, para os novos, Deus abençõe vocês, é o que temos de marmita pra hoje.

Para os comissários, mesmo pensamento em muitos casos.

Para os Aeroviários, que logo surja uma boa oportunidade, tenho conhecidos mecânicos voltando a fazer free lancer, socorro. Enfím, sucesso, mesmo sabendo que mais núvens negras virão.

 

Infelizmente não estão não.

Se fosse hoje, o FGTS e as recisões não entraria nos créditos concorrenciais e teriam prioridade e seriam pagos com estes recursos.

Mas se a AVB continuar existindo e as rescisões forem empurradas para depois.....o dinheiro vai para para pagar credores e o ultimo que sair não vai nem precisar apagar a luz, pois já vai estar cortada por falta de pagamento.

 

 

Comprou ativos e vai injetar dinheiro na quebrada Avianca, que irá direto para pagamento de salários, rescisões e credores.

 

Não tem ninguém chorando por isso...

 

O desemprego momentâneo de parte dos colaboradores da Avianca não é algo desesperador. As empresas estão com problema de pessoal e essa aquisição é uma luz no final do túnel. Daqui a pouco todos (se assim o quiserem) estarão no mercado da aviação novamente.

 

Como eu disse acima, não necessariamente...é preciso ficar atento aos próximos movimentos dos tabuleiros....

 

Além de fazerem de bom grado, tenho muita convicção de que esse acordo pode ter sido promovido, incentivado e até patrocinado pelos lessors.

 

O DN não entraria nessa sabendo exatamente onde está colocando os pés e o quanto gastará de grana além dos US$ 105 mi.

 

Os lessors acho que são a parte menos interessada nisso, pois de um jeito ou de outro, vão receber e recolocar a maioria dos aviões.

 

Eles vão demitir sem pagar e a Azul recontrata com metade do valor do salário Avianca

 

COm requintes de crueldade como disse acima

 

USD 105 milhões por 30 aviões A320, uns 6% do mercado e slots em CGH, GRU, saiu barato.

 

Mas pessoal, é uma carta de intenções, muita água vai passar ainda. A Azul disse que a compra só vai para frente se os credores aprovarem, a due dilligence que ela for fazer não aparecer nenhum abacaxi e o governo tem que aprovar a transferência de slots para a Azul, além da questão do CADE.

 

DN fez uma jogada boa e pergunto se a LATAM ou até mesmo a Gol não faria caso não tivessem arrumando suas casas.

 

Azul entra no jogo cara a cara com a Gol e LATAM.

 

O que percebi no comunicado da ONE é que ela pretende alterar o PRJ, o que os Efromovichs irão aprontar?

 

E este dinheiro, USD 105 milhões, irão para os Efromovich/credores, ou é depois da Elliot?

 

Teve o caso do Citibank, que criou um banco bom e um ruim.

 

Eles precisam alterar o PRJ, pq não vão mais precisar do Elliot, e do jeito que estava ninguem iria aprovar.

Agora precisam criar um mecanismo de quanto maior o desconto, mais rapido recebe e deixar os credores "se matarem" pelo valor.

 

 

 

Mas os A320 entram como asssets? Não são leasing operacional?

 

São leasing, os direitos até poderiam ser transferidos......mas dificilmente a AD, vai pagar a mesma coisa que a AVB.

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A Avianca Brasil esclarece que a notícia divulgada hoje fala sobre uma intenção de compra, por parte da Azul Linhas Aéreas, de uma UPI (Unidade Produtiva Isolada) que será criada pela Avianca Brasil, e cuja estrutura ainda será definida. A empresa reforça que nenhuma venda foi concretizada. A companhia esclarece também que o número exato de aeronaves e de slots que irá compor esta nova empresa está em processo de definição.

 

A Avianca Brasil explica ainda que o acordo assinado prevê um DIP Financing, empréstimo com caráter de investimento prévio, para que possa manter sua operação até a realização do leilão de venda da UPI, que será agendado pela 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.”

 

Esse comunicado da Avianca da entender que, a OceanAir continua depois com algumas aeronaves.

 

Eu acho engraçado... é comunicado pra todo lado, mas nenhum dizendo quando vão pagar os salários... Se pagaram agora a tarde, tudo bem, mas pelo menos até as 13:00 nada. Só recebeu quem ganha até R$ 2.000,00

A companhia não tá nem aí pros funcionários

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