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TheJoker

"Preço do bilhete no Brasil não é caro", diz CEO da Latam no Fórum Panrotas

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20/03/2019

Por Danilo Teixeira Alves

 

A abertura do capital estrangeiro nas companhias aéreas norteou boa parte de um dos painéis mais aguardados em todas as edições do Fórum PANROTAS: o que reúne as principais lideranças da aviação comercial brasileira. Durante a sua participação no debate deste ano, o presidente da Latam Brasil, Jerome Cadier, disse que não considera alta a tarifa do bilhete aéreo no Brasil. “O preço caiu muito nos últimos 15 anos. Nosso preço é barato se comparado ao resto do mundo, os custos das empresas é que são altos”.

Segundo ele, a abertura do capital por si só não é algo que vai fazer com que novas aéreas operam no País, como especula alguns especialistas do setor. “O capital estrangeiro não é suficiente para aumentar a concorrência. Se fizermos um balanço da tarifa média e dos custos que são cobrados para operar no Brasil, veremos que no fim o resultado não é tão positivo assim. Podemos ter novas companhias? Sim, podemos. Nos resta saber se elas serão sustentáveis”, disse.

Também presente no debate, o presidente da Azul, John Rodgerson, não entrou na questão do preço da tarifa, apenas se limitou aos custos de operação de uma empresa no País. “O que deve ser combatido são os preços altíssimos que pagamos em taxas aeroportuárias, processos trabalhistas, combustível e em muitas outras coisas”, afirmou o executivo.

 

CONCESSÕES E INTERNACIONAL

Rodgerson elogiou a iniciativa do governo em entregar os aeroportos brasileiros à iniciativa privada, mas ponderou que o dinheiro obtido com os leilões deve ser revertido em investimentos na infraestrutura. Segundo ele, esse investimento, se houver, reduziria a quantidade de voos cancelados no Sul do País por questões meteorológicas, por exemplo.

“Eu quero que esse dinheiro seja para melhorar a nossa infraestrutura. Eu quero não precisar ter que mudar toda a malha aérea durante o inverno. A concessão é legal, mas é menos importante do que os investimentos que precisam acontecer nas áreas técnicas e operacionais dos terminais”, comentou.
Questionado sobre a isenção de vistos para quatro países, incluindo os EUA, anunciada nesta semana pelo presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Azul mostrou otimismo. “Obviamente que voar para o Exterior com dólar a 3,80 é muito mais difícil do que viajar com ele a 3. A capacidade foi ajustada e, mesmo com alguns empecilhos, acredito na volta do crescimento.

Bem mais cético do que o executivo da Azul, Cadier vê o mercado internacional mais desaquecido do que anteriormente. A própria Latam, que começaria a voar para Munique neste ano, já anunciou a suspensão do lançamento por tempo indeterminado. “Eu estou mais motivado com o mercado doméstico, que está muito mais aquecido do que o mesmo período no ano passado. A aviação tem disso, são ciclos que vão e voltam. Espero chegar no final do ano com uma visão mais positiva em relação ao internacional”, concluiu.

 

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2019/03/preco-do-bilhete-no-brasil-nao-e-caro-diz-ceo-da-latam_163115.html

Edited by TheJoker

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US says airfares hit new lows after factoring inflation

FEB 22 2019

 

The average fare for airline travel within the United States has hit the lowest level since the government started keeping track in 1995, after adjusting for inflation.

However, that doesn’t count fees that airlines add for things like checking a bag, getting a better seat, or moving up in the boarding line.

Airlines get an increasing share of their revenue from those fees and from deals with credit-card providers, helping them remain profitable.

The Bureau of Transportation Statistics said Thursday that the average domestic itinerary was $343 in the third quarter of last year. The average round trip was $417, and the average one-way ticket was $249.

The overall figure of $343 is down $2 from the third quarter of 2017 and $7 lower than the second quarter of 2018.

https://www.cnbc.com/2019/02/22/us-says-airfares-hit-new-lows-after-factoring-inflation.html

A tarifa média da AD (doméstico +inter) foi de R$380 no 3T18. $96.20

G3 idem R$312 $78,98

LTM idem $118 :uhm:

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Meus prezados

O preço dos bilhetes até pode não ser caro, nós é que ganhamos pouco.

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Tinha uma

Professora que era gerente comercial na Varig que falava que passagem aérea no Brasil e caro para

Passageiro e

Barata para a cia!

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Deve ter algum equívoco,Latam com tíquete médio 118 dólares e Azul 96?

 

2017 era 400 e pouco da Azul e 269 na Latam, inverteu isso ou o repórter cometeu um equívoco?

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Mas uma passagem de um trecho nos USA de x milhas custa 100 trumps e o mesmo aqui 90 trumps; só faltou acrescentar que eles ganham em média salários por volta de 4 a 5 vezes o do brasileiro.

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Deve ter algum equívoco,Latam com tíquete médio 118 dólares e Azul 96?

 

2017 era 400 e pouco da Azul e 269 na Latam, inverteu isso ou o repórter cometeu um equívoco?

 

Informação dos resultados do 3T18.

 

LTM receita de passageiros $2,107,168,000 / 17,834,000 pax transportados = $118.15

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Acho estranho quando o CEO da Tam fala passagens mais baratas mas com os custos mais caros do mundo? Ué, teoricamente a passagem tem que cobrir os custos, problema é que não vende o que esperam cobrir. Eu tenho a mesma lógica de alguns colegas, o problema é que nossa renda é baixa.

 

Claro que há jabuticabas brasileiras, como aeroportos fechados por meteorologia, fornecimento de refeição e até hotel para voos atrasados - mesmo que o problema seja mal tempo, taxa de conexão, etc.

 

Eles reclamam das taxas aeroportuárias, mas se o governo não fixar os termos de ajuste (não li o edital para ver com quem fica esta responsabilidade), mas concessões têm a tendência de aumentar os valores.

 

Agora, sobre os EUA, os valores das passagens caíram, mas deixaram bem claro que é apenas a passagem em si, e que possivelmente não é a mesma composição de 1995. Então a análise é relativa.

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Informação dos resultados do 3T18.

 

LTM receita de passageiros $2,107,168,000 / 17,834,000 pax transportados = $118.15

Mas esses 118 aí são incluindo todas filiais e voos internacionais, me referi a tarifa média nacional,senão não tem como comparar a base de preços

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Acho estranho quando o CEO da Tam fala passagens mais baratas mas com os custos mais caros do mundo? Ué, teoricamente a passagem tem que cobrir os custos, problema é que não vende o que esperam cobrir. Eu tenho a mesma lógica de alguns colegas, o problema é que nossa renda é baixa.

 

Claro que há jabuticabas brasileiras, como aeroportos fechados por meteorologia, fornecimento de refeição e até hotel para voos atrasados - mesmo que o problema seja mal tempo, taxa de conexão, etc.

 

Eles reclamam das taxas aeroportuárias, mas se o governo não fixar os termos de ajuste (não li o edital para ver com quem fica esta responsabilidade), mas concessões têm a tendência de aumentar os valores.

 

Agora, sobre os EUA, os valores das passagens caíram, mas deixaram bem claro que é apenas a passagem em si, e que possivelmente não é a mesma composição de 1995. Então a análise é relativa.

 

Sabias palavras,

 

Me permita acrescentar...

 

Aviação é uma industria problemática pois o avião é um bem muito caro - e requer gente qualificada para opera-lo. Então o custo fixo associado ao avião tende a ser parecido, salvo impostos.

 

O que eu acho mais incrivel é o presidente de uma cia aérea reclamar que a passagem é barata, mas será que ele não se pergunta se a OFERTA que ele tem não é muito maior do que aquilo que seria plausivel para buscar uma receita mais alta ?

 

Eu sempre tenho a percepção que o Brasil é um pais que deveria ter Airbus A321 ou mesmo Boeing 777-200 fazendo Rio-Sao Paulo com 320 assentos e com menor frequencia. Temos voos demais entre poucos mercados!

 

A historia de multi frequencia é linda, mas só deve funcionar com tarifa alta.

 

Eu vejo cias operando aqui nos EUA com Chicago-Nova York, Nova York-Boston e outros pares "robustos" com voos a cada 1 hora, e de vez em quando rola um A321, e tarifa de US$ 400-600 (ida e volta).

 

Obvio que parte da culpa vai para a infra-estrutura (que não permite SDU-CGH nem com B738 Full) mas que as cias tem sua culpa...ahhh tem!

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Sempre me questionei se não daria certo um GRU-MAO com a330.

 

Sabias palavras,

 

Me permita acrescentar...

 

Aviação é uma industria problemática pois o avião é um bem muito caro - e requer gente qualificada para opera-lo. Então o custo fixo associado ao avião tende a ser parecido, salvo impostos.

 

O que eu acho mais incrivel é o presidente de uma cia aérea reclamar que a passagem é barata, mas será que ele não se pergunta se a OFERTA que ele tem não é muito maior do que aquilo que seria plausivel para buscar uma receita mais alta ?

 

Eu sempre tenho a percepção que o Brasil é um pais que deveria ter Airbus A321 ou mesmo Boeing 777-200 fazendo Rio-Sao Paulo com 320 assentos e com menor frequencia. Temos voos demais entre poucos mercados!

 

A historia de multi frequencia é linda, mas só deve funcionar com tarifa alta.

 

Eu vejo cias operando aqui nos EUA com Chicago-Nova York, Nova York-Boston e outros pares "robustos" com voos a cada 1 hora, e de vez em quando rola um A321, e tarifa de US$ 400-600 (ida e volta).

 

Obvio que parte da culpa vai para a infra-estrutura (que não permite SDU-CGH nem com B738 Full) mas que as cias tem sua culpa...ahhh tem!

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Saiu na Infomoney um tempo atrás que as tarifas domésticas no Brasil eram as mais baratas do mundo.

 

https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/consumo/noticia/6610769/paises-com-passagens-aereas-mais-baratas-mais-caras-mundo

 

O valor dos serviços infelizmente não é baseado no salário minimo. A aviação brasileira seria muito maior se o poder aquisitivo fosse maior também. Quase metade da população vive na miséria e nunca nem sonharão em andar de avião, enquanto em países de primeiro mundo, passagens de avião chegam a ser mais baratas que de trem, transporte teoricamente muito mais barato de se operar. A aviação só será gigante por aqui, quando a roubalheira acabar e o dinheiro que nos é "tomado" em forma de imposto seja revertida em beneficios pra nós mesmos.

Seria utopia imaginar que esse dia chegará?

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Sabias palavras,

 

Me permita acrescentar...

 

Aviação é uma industria problemática pois o avião é um bem muito caro - e requer gente qualificada para opera-lo. Então o custo fixo associado ao avião tende a ser parecido, salvo impostos.

 

O que eu acho mais incrivel é o presidente de uma cia aérea reclamar que a passagem é barata, mas será que ele não se pergunta se a OFERTA que ele tem não é muito maior do que aquilo que seria plausivel para buscar uma receita mais alta ?

 

Eu sempre tenho a percepção que o Brasil é um pais que deveria ter Airbus A321 ou mesmo Boeing 777-200 fazendo Rio-Sao Paulo com 320 assentos e com menor frequencia. Temos voos demais entre poucos mercados!

 

A historia de multi frequencia é linda, mas só deve funcionar com tarifa alta.

 

Eu vejo cias operando aqui nos EUA com Chicago-Nova York, Nova York-Boston e outros pares "robustos" com voos a cada 1 hora, e de vez em quando rola um A321, e tarifa de US$ 400-600 (ida e volta).

 

Obvio que parte da culpa vai para a infra-estrutura (que não permite SDU-CGH nem com B738 Full) mas que as cias tem sua culpa...ahhh tem!

Pois é, não da pra querer comparar uma competição de mercado com os EUA, com um PIB quase 11x superior ao nosso. Pior ainda sabendo que do nosso, 11x menor, 60% dele é gerado na região Sudeste.

 

Como você disse, os custos fixos são altos e, levando isso em consideração, nossa política fiscal caminha no sentido de deixar a rentabilidade do setor ainda pior. Definitivamente não há espaço para tantas empresas no mercado doméstico. Capital estrangeiro investido aqui em novas empresas só me leva a crer em especulação.

 

Um mercado mais regulado, com menos empresas, seria benéfico para vendedores e compradores.

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Custos mais altos do mundo? Quanto os nobres foristas pilotos estão ganhando?? Quer dizer, melhor não falar: vai que rola uma invasão de pilotos americanos aqui atrás de nossos salários e de nossa CLT.

Ahhh entendi: o problema é dar um voucher de 20 reais na meia dúzia de voos que atrasam por questões meteorológicas. Nossa, que caro.

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Em tempo: aviação é dos setores menos tributados do país. E cada vez é menos, com essas isenções de ICMS em troca de quase nada que muitos estados oferecem.

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Varig operou mais de uma década o 204/205, MAO-BSB-GIG, com um DC-10-30 e, às vezes, com 747.

 

Sempre me questionei se não daria certo um GRU-MAO com a330.

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Há algum tempo, li uma entrevista com algum dirigente da Azul criticando os direitos dos passageiros no BR.

 

Quando o passageiro chega atrasado pro embarque ou resolve alterar a data do voo, como as companhias agem? Estuprando-o.

 

Recentemente, tivemos o exemplo de passageiros que compraram FOR-MCO direto e, agora, terão que ir pra BSB e Punta Cana antes.

 

 

 

Custos mais altos do mundo? Quanto os nobres foristas pilotos estão ganhando?? Quer dizer, melhor não falar: vai que rola uma invasão de pilotos americanos aqui atrás de nossos salários e de nossa CLT.

Ahhh entendi: o problema é dar um voucher de 20 reais na meia dúzia de voos que atrasam por questões meteorológicas. Nossa, que caro.

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Varig operou mais de uma década o 204/205, MAO-BSB-GIG, com um DC-10-30 e, às vezes, com 747.

 

 

 

A Varig também já operou o RG200/201 (depois 2200/2201), GRU-MAO-GRU, com 747, 767-300, DC-10, MD-11 e até o 772.

 

A TAM operou o JJ3290/3291 (GRU-MAO-GRU), e posteriormente o JJ3748/3749 com A330 por alguns anos.

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Sempre me questionei se não daria certo um GRU-MAO com a330.

E dava, pelo volume de cargas e a distância, mas a concorrência e a mudança do mercado para aeronaves menores fizeram que as operações domésticas wide para MAO ficassem restritas.

 

Varig operou mais de uma década o 204/205, MAO-BSB-GIG, com um DC-10-30 e, às vezes, com 747.

 

Chegou a mandar o MD 11 e B777-200.

 

Recentemente, tivemos o exemplo de passageiros que compraram FOR-MCO direto e, agora, terão que ir pra BSB e Punta Cana antes.

Convenhamos que este caso é mais fator externo do que da própria companhia. Podemos criticar porque não fazer FOR-PUJ-MCO.

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Pois é, não da pra querer comparar uma competição de mercado com os EUA, com um PIB quase 11x superior ao nosso. Pior ainda sabendo que do nosso, 11x menor, 60% dele é gerado na região Sudeste.

 

Como você disse, os custos fixos são altos e, levando isso em consideração, nossa política fiscal caminha no sentido de deixar a rentabilidade do setor ainda pior. Definitivamente não há espaço para tantas empresas no mercado doméstico. Capital estrangeiro investido aqui em novas empresas só me leva a crer em especulação.

 

Um mercado mais regulado, com menos empresas, seria benéfico para vendedores e compradores.

 

Ele poderia ate ter o numero de players atuais, mas eles teriam que se entender sobre quem atua em qual mercado.

 

As cias se matam entre si - veja o exemplo do Nordeste - bastou a Avianca investir em SSA e a Azul em REC para a Gol e a Latam invadirem a região. Comprei Latam FOR-MIA-FOR a US$ 800 na executiva, isso é sustentável ? Claro que não !

 

O mercado podia ser menos regulado, se as cias soubessem viver em harmonia, mas não sabem

 

Temos São Paulo com uma pujança impressionante, Rio com um potencial turistico hibernado e um mercado secundário de negócios - e mesmo assim nossas cias perdem dinheiro pra caramba !

 

Mas penso também que isso é normal... no Mexico, Colombia, agora na Argentina, Canada... todo mercado que se apresenta rentável vai fazer com que apareçam novos players. Isso é inevitável.

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Varig operou mais de uma década o 204/205, MAO-BSB-GIG, com um DC-10-30 e, às vezes, com 747.

 

Eu sei, estava questionando sobre hoje em dia. :lol:

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Tarifa aérea doméstica sobe 1% em 2018 na comparação com ano anterior

 

27/03/2019

 

A tarifa aérea média doméstica real (atualizada pela inflação) subiu 1% em 2018 na comparação com o ano anterior, atingindo o valor de R$ 374,12. No último trimestre do ano, a elevação da tarifa aérea média foi de 2,1% em relação ao mesmo período de 2017. O yield tarifa aérea médio, indicador que mede o preço pago pelo passageiro por quilômetro voado, caiu 0,8% em 2018, em relação a 2017, para R$ 0,31693.

Os dados constam do Relatório Tarifas Aéreas Domésticas – 4º Trimestre de 2018 divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) nesta quarta-feira (27/3). De janeiro a dezembro de 2018, 6,7% das passagens foram comercializadas com tarifas aéreas abaixo de R$ 100,00 e 50,9% abaixo de R$ 300,00. As passagens acima de R$ 1.500,00 representaram 0,8% do total.

O ano de 2018 foi marcado pela alta dos indicadores atrelados aos custos mais significativos da indústria: combustível e câmbio. O querosene de aviação (QAV), que corresponde a cerca de 30% dos custos e despesas operacionais dos serviços de transporte aéreo¹ prestados pelas empresas brasileiras no período, registrou alta de 37,3%² em relação a 2017.

Já a taxa de câmbio do real frente ao dólar, que tem forte influência sobre os principais itens da cesta de custos do setor, subiu 14,5% no mesmo período de comparação (2018 em relação a 2017). A taxa de câmbio tem forte influência nos custos de combustível, arrendamento, manutenção e seguro de aeronaves, que, em conjunto, representam cerca de 50% das despesas dos serviços aéreos.

No quarto trimestre, combustível e dólar registraram altas de 41,4% e 17,3%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2017.

Tarifa por empresa

Entre as principais empresas brasileiras, em 2018 houve aumento da tarifa aérea média doméstica real da Azul (+7%) e da Avianca (+4,2%) na comparação com o ano anterior. As aéreas Gol e Latam registraram queda de 3,5% e 0,8% na tarifa aérea média, respectivamente, em relação a 2017. No quatro trimestre, as tarifas de Avianca, Azul e Latam apresentaram aumento de 7,3%, 3,5% e 4,3%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior. A da Gol apresentou queda de 2,1% na mesma base de comparação.

Em relação aos dados por unidade da Federação, o valor médio por quilômetro pago pelo passageiro em voos domésticos (yield tarifa aérea médio) no período de janeiro a dezembro registrou aumento em 17 unidades da Federação e queda em 10 na comparação com o mesmo período do ano anterior. O aumento mais expressivo foi no Tocantins, de 6,3%, e a redução mais significativa (-17,3%) foi para os passageiros domésticos com origem ou destino no Acre.

A menor tarifa aérea média doméstica real foi observada nos voos com origem ou destino no Espírito Santo (R$ 317,65, para uma distância média de 854 Km, a segunda menor entre todas as unidades da Federação). A maior tarifa foi em Roraima (R$ 646,70, para uma distância média de 2.365 Km, a maior entre as 27 UFs).

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Não é caro mesmo não, vide a margem de lucro (quando existe) que é sempre apertada.

 

Para se dizer se o preço final é caro ou não, é preciso estudar sua composição e, ao vermos o peso do custo Brasil (combustível, direitos trabalhistas, tributos etc) e a fraqueza da nossa moeda (na hora de pagar o leasing em dólar), o que se cobra é algo super camarada.

 

Caro é o custo Brasil. O preço final não é.

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Falou falou mas a reportagem não fala qual foi a tarifa média de cada empresa em 2018

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