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Avianca Brasil entra com pedido de recuperação judicial [PARTE 2]

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Tem um vídeo no YouTube "Avianca Brasil - Aos seus funcionários". Avião pousando, avião decolando, uma música triste tocando, e no final uma comissária fecha a porta de um avião. Não entendi o que quer dizer aos seus funcionários...

Nada... não foi a AVB que fez... é um tributo de entusiasta apenas

 

Sobre a frota, hoje continuou inalterada:

 

Frota no dia 27/04
A318 - 4 operacionais
PR-AVJ - Airbus Financial Services
PR-AVL - Airbus Financial Services
PR-ONC - Airbus Financial Services
PR-ONI - Airbus Financial Services
A319 - 2 operacionais
PR-AVB - Wells Fargo Bank Northwest (previsão de parar 30/04 até 29/05 para manutenção)
PR-AVC - Aerovias Del Continente Americano S.A. AVIANCA (parado em SJK desde 03/03)
PR-AVD - Aerovias Del Continente Americano S.A. AVIANCA
A320 - 2 operacionais
PR-OBB - Vermillion Aviation (Three) Limited (Devolução nos próximos dias)
PR-OCQ - Vermillion Aviation (Four) Limited (Devolução nos próximos dias)
Total: 8 operacionais no dia de hoje 27/04

 

 

Acho que há algum engano aí. FO do ATR com 2 anos e meio de casa indo pro Airbus deve ser previsão e não fato ocorrido. Sei de colegas há 4 anos no avião que começaram a ir agora. Ainda assim, a conta é bem simples: se há previsão de contratação direta no A320 e no ERJ, a transição do ATR para o A320 vai diminuir consideravelmente ao final das entregas e dificilmente atingirá os que entraram recentemente, e aí dependerá de uma nova expansão ou rotatividade.

Sobre os salários da Azul, obviamente os valores expostos se referem a Cmte de ATR, que teve aumento sim esse ano, aproximandamete 10%.

 

Sobre a progressão dos copilas do ATR, os ultimos 2 que voei estavam nos últimos voos para mudarem pro 330, aprox 4 anos de casa.

 

Os salarios de copilotos continuam vergonhosamente defasados, menos de 50% do que um cmte ganha, diferença que vai aumentando de acordo com os equipamentos, no 330 devem esstar ganhando menos de 40%.

Edited by Uptrim

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ATR na azul entre 13 a 15. 16 a 18 sao meses excepcionais, sem cargo de instr ou chec.

Se atualiza , tá longe

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Tem um vídeo no YouTube "Avianca Brasil - Aos seus funcionários". Avião pousando, avião decolando, uma música triste tocando, e no final uma comissária fecha a porta de um avião. Não entendi o que quer dizer aos seus funcionários...

 

"Adeus tb foi feito pra se dizer, bye bye, so long, farewell..."

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Já tem gente aí sendo chamado para trabalhar na azul mas batendo no peito e dizendo que prefere ficar em casa do que voar ATR. Nessa hora eu prefiro nem comentar uma cabeça dessa!

Melhor que esse tipo de gente fique em casa mesmo e não voando por aí, pra ficar reclamando de tudo...

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Melhor que esse tipo de gente fique em casa mesmo e não voando por aí, pra ficar reclamando de tudo...

Pois é, até parece um conhecido meu, precisando urgente de emprego, desempregado há mais de 2 anos, qdo consegui uma entrevista com grandes chances de contratação pra ele, ele dispensou dizendo que não se interessava.

 

Tá facinho de arrumar emprego hj no Brasil, aliás, sempre foi.

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Tchurma, temos um subfórum específico para falar de salários, CHT, condições de trabalhos, etc...

 

Vamos nos focar no assunto Avianca Brasil e as comparações ocm X, Y e Z ficam para o outro subfórum :thumbsup:

 

Voltando pra Avianca...

 

Vi um post afa no FB que a QATAR tinha comprado tudo e a galera faceira achando que agora iria sair do buraco... Mas mesmo que hipoteticamente alguém tivesse essa grana toda pra investir, não seria mais fácil abrir uma empresa nova?

Sim. Gastar centenas de milhões para uma empresa que deve bilhões?

 

Ou fazer como Dilson Fonseca e comprar por R$ 1 + dívidas;

 

 

Até que ponto a derrocada da AVB pode afetar vendas da Avianca Colômbia nas rotas que partem do Brasil? Será o consumidor comum consegue diferenciar que são empresas distintas?

Duas pessoas que vão para GUA ia pagar mais caro para ir via MEX ou MIA pois a "Avianca quebrou", só mudaram de ideia quando falei que uma é Colombia e a outra é a brasileira.

 

Está na hora da Avianca Colombia fazer um alarde na mídia para dizer que ela não tem relação com a Avianca Brasil, ou Oceanair Linhas Aéreas.

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Melhor que esse tipo de gente fique em casa mesmo e não voando por aí, pra ficar reclamando de tudo...

Exato, é um favor que ele faz!

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Está na hora da Avianca Colombia fazer um alarde na mídia para dizer que ela não tem relação com a Avianca Brasil, ou Oceanair Linhas Aéreas.

Viva a sinergia (sem trocadilhos), acho é pouco! Essa babaquice de nome igual em todo canto (apesar de que meu ranço com isso são os funcionários que acham que são da matriz rs, só pq usam o mesmo nome).

 

O Brasileiro adora pagar pau para nome gringo, vide a euforia aqui de alguns com a JetSmart Brasil rs...

 

Empresas sem capilaridade como uma Latão tem que conservar sua identidade, no máximo uma pintura copiada e pronto! O estrago é menor.

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Está na hora da Avianca Colombia fazer um alarde na mídia para dizer que ela não tem relação com a Avianca Brasil, ou Oceanair Linhas Aéreas.

Com o Efromovich lá dentro? Com a maioria das ações? Pela entrevista que ele deu para um jornal da imprensa colombiana, debatida em outro tópico, parece que a holding está apenas com um "probleminha" e seu presidente saiu por questões pessoais. A narrativa é bem semelhante a da O6 antes da RJ. Não sei se vão fazer algum esclarecimento, mas o nome Avianca está mesmo bem prejudicado por estas bandas.

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Tem um vídeo no YouTube "Avianca Brasil - Aos seus funcionários". Avião pousando, avião decolando, uma música triste tocando, e no final uma comissária fecha a porta de um avião. Não entendi o que quer dizer aos seus funcionários...

 

Assisti a poucos vídeos de despedida que funcionários fizeram nas bases REC e MCZ... Muito triste...

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No espólio da Avianca, a briga pela Ponte Aérea

 

O maior ativo da Avianca são seus slots em Congonhas, e o desaparecimento da empresa deve favorecer todos os seus concorrentes, redistribuindo seus 13% de participação de mercado.

É por isso que o leilão – desenhado pelo maior credor da empresa, o fundo Elliott – tem despertado paixões e uma troca de acusações entre os principais players do setor.

 

Enquanto isso, o querosene está começando a faltar, e a Avianca corre o risco de parar antes do leilão de recuperação judicial, marcado para 7 de maio.

Desde que firmaram um acordo com o Elliott, comprometendo-se a participar do leilão, Latam e GOL já injetaram US$ 13 milhões cada uma para manter a Avianca no ar. Ambas também estão arcando com os custos de acomodar mais de 15 mil passageiros que tiveram seus voos cancelados.

 

Antes do acordo, quando sua proposta estava na mesa, a Azul também injetou US$ 13 milhões.

Para minimizar sua queima de caixa, a Avianca devolveu 48 de seus 53 aviões desde o fim do ano passado. Só sobraram os voos da Ponte Aérea, Brasília e Salvador.

 

Se a Avianca parar antes do leilão, os slots serão redistribuídos pela ANAC. Pela regra, Latam, GOL e Azul ficariam com um terço cada uma. A regra também diz que, se aparecer um novo player que não atua no aeroporto, este teria direito a 50% dos slots.

Foi este cenário que a Azul quis evitar quando fez a proposta de US$ 105 milhões para ficar com os ativos da companhia no mês passado.

 

Para a Azul, arrematar os 268 slots da Avianca em Congonhas – 7,7% do total – seria a grande chance de colocar os dois pés no mercado mais atraente do país.

Hoje a Azul tem 4,9% dos slots de Congonhas mas não voa a Ponte, enquanto a Latam tem 44,6% e a GOL, 42%. Para entrar na Ponte, a Azul diz que precisaria ter frequência e horários de qualidade.

 

A rota Rio-SP garante margens de 20% para as companhias aéreas – e uma eventual entrada da Azul poderia pressionar um pouco essas margens num primeiro momento.

Mas, no médio e longo prazos, uma eventual entrada da Azul não significaria preços estruturalmente mais baixos. Estudos acadêmicos feitos no Brasil e lá fora mostram que em aeroportos congestionados há um limite para a queda de preços: a tendência é de acomodação.

 

Para a Azul, a Ponte oferece um outro upside: o acesso ao passageiro business, que tornaria seu programa de fidelidade muito mais atraente.

E, da mesma forma, foi este cenário que Latam e a GOL quiseram evitar quando apoiaram a proposta do Elliott, desta fez fatiando a empresa em sete Unidades Produtivas Isoladas – ampliando a concorrência pelo espólio e as chances de recuperação dos créditos.

A proposta da Azul, ao contrário, dificultava a entrada de novos competidores. A empresa propôs pagar US$ 105 milhões numa espécie de porteira fechada sem dívidas – mas queria descontar o valor dos empréstimos que fizera e faria para manter a empresa operando – o que deixaria os credores a ver navios.

 

Mas, segundo diversas fontes, seu maior erro estratégico foi não combinar com o Elliott, dono de quase 70% da dívida de R$ 2,7 bilhões, e um parceiro de mais de duas décadas dos Efromovich.

Antes de trazer Latam e GOL para a mesa, o Elliott procurou a Azul: pediu US$ 90 milhões – mas David Neeleman não aceitou. A Azul estava disposta a desembolsar outros US$ 130 milhões (além dos US$ 105 milhões), mas apenas para investir na operação, e não para resgatar o credor.

 

A postura da Azul não desagradou apenas o Elliott. Na visão dos Efromovich, segundo fontes próximas aos irmãos, Neeleman trabalhou com as empresas de leasing para asfixiar e tirar as aeronaves da Avianca, em um movimento que teria acelerado o pedido de recuperação judicial em dezembro. Duas das aeronaves do lessor BOC que foram retomadas na véspera do pedido de proteção judicial foram parar na frota da Azul, bem como outras 10 retomadas pela GECAS no mês seguinte.

 

A Azul diz que não é bem assim.

 

Diz que pediu às empresas de leasing que deixassem os aviões com a Avianca pois estava preparando uma proposta pela empresa – e que quando sua proposta foi descartada, os aviões passaram a ser devolvidos mais rapidamente.

GOL e Latam se comprometeram a apresentar lances mínimos de US$ 70 milhões cada uma por uma UPI da Avianca – sendo que metade desse valor, já adiantado, vai para o Elliott. Por ajudarem a viabilizar o leilão, Latam e GOL terão direito a um taxa de sucesso caso as UPIs sejam vendidas por mais de US$ 70 milhões.

 

Os interessados podem se habilitar para o leilão até cinco dias antes. Com a Azul sinalizando que está fora da disputa e no cenário provável de nenhum outsider aparecer, GOL e Latam devem ficar com as UPIs.

Se isso acontecer, o resultado será uma concentração ainda maior em Congonhas. GOL e Latam aumentariam sua participação nos slots disponíveis em cerca de três pontos percentuais cada.

 

A Azul poderia evitar esse cenário arrematando todas as UPIs, mas a empresa não quer pagar o preço de uma disputa lance a lance em que seus competidores não apenas estariam empenhados em barrá-la, como vão lucrar com o ágio que ela vier a pagar. (Parte do ágio ajudaria a pagar o empréstimo que a própria Azul fez para manter a Avianca operando.)

Por isso a Azul segue no jogo, mas aposta em outra estratégia: a de convencer o regulador dos riscos da concentração do mercado para o consumidor. O CADE não se manifestou no processo de Recuperação Judicial, mas emitiu nota técnica alertando sobre possíveis “efeitos extremamente deletérios” ao ambiente concorrencial caso haja uma maior concentração em Congonhas.

 

O CADE pode levar as empresas a abrir mão de slots adquiridos em leilão? “Seria uma decisão inédita no Brasil, mas muito comum nos EUA”, diz Alessandro Oliveira, professor de economia da aviação no ITA.

Nas fusões de US Airways com American e da United com a Continental, o Departamento de Justiça americano condicionou a aprovação à venda de slots em aeroportos específicos.



Fonte: https://braziljournal.com/no-espolio-da-avianca-a-briga-pela-ponte-aerea
Edited by Gteixeira08
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Viva a sinergia (sem trocadilhos), acho é pouco! Essa babaquice de nome igual em todo canto (apesar de que meu ranço com isso são os funcionários que acham que são da matriz rs, só pq usam o mesmo nome).

Não acho ruim a integração de nomes, mas o seu gerenciamento sim. E a AVA está seguindo bem os passos da coligada em cag** ao não fazer press releases.

 

Com o Efromovich lá dentro? Com a maioria das ações? Pela entrevista que ele deu para um jornal da imprensa colombiana, debatida em outro tópico, parece que a holding está apenas com um "probleminha" e seu presidente saiu por questões pessoais. A narrativa é bem semelhante a da O6 antes da RJ. Não sei se vão fazer algum esclarecimento, mas o nome Avianca está mesmo bem prejudicado por estas bandas.

Ele é dono, mas quem toca o dia-a-dia são os diretores. Como representantes dos acionistas eles têm que preservar os interesses dos mesmos. Paradoxalmente foi o board que vetou que a AVA incorporasse a ONE.

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Assisti a poucos vídeos de despedida que funcionários fizeram nas bases REC e MCZ... Muito triste...

No YouTube? Poderia compartilhar o link? Obrigado!

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No YouTube? Poderia compartilhar o link? Obrigado!

 

A maioria vi em grupos de whatzap. No youtube vi a despedida em MCZ...

 

 

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PR-OCQ pousando nesse momento no GIG, era o último A320 na empresa, restam 4 A318 e 2 A319.

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Informação simplória diante daquelas às quais vocês mais gabaritados têm acesso porém pode ser útil a alguém:

 

A O6 tem planejamento de voos até outubro e somente vai voar para os quatro destinos já sabidos: SSA, CGH, SDU e BSB.

 

Partindo de Salvador, por exemplo, só existirá um voo Avianca, o SSA-CGH com saída às 4:50h.

 

A página da empresa na internet encontra-se em manutenção, nada pode ser acessado.

 

Como disse, informação simplória porém pode ser útil a alguém ou dar indicativos.

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Informação simplória diante daquelas às quais vocês mais gabaritados têm acesso porém pode ser útil a alguém:

 

A O6 tem planejamento de voos até outubro e somente vai voar para os quatro destinos já sabidos: SSA, CGH, SDU e BSB.

 

Partindo de Salvador, por exemplo, só existirá um voo Avianca, o SSA-CGH com saída às 4:50h.

 

A página da empresa na internet encontra-se em manutenção, nada pode ser acessado.

 

Como disse, informação simplória porém pode ser útil a alguém ou dar indicativos.

Na sua opinião quais seriam os indicativos?

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Agora apenas 3 voos, 6004 no AVB, 6005 no AVL e um FOR-GRU 9409 no ONC. Por que esse número? Será translado?

Edited by MRN

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Agora apenas 3 voos, 6004 no AVB, 6005 no AVL e um FOR-GRU 9409 no ONC. Por que esse número? Será translado?

 

o FOR-GRU da madrugada não saiu. Acho que 'juntaram o povo' e jogaram nesse voo:

 

http://blogdoeliomar.com.br/2019/04/29/passageiros-da-avianca-dormem-no-aeroporto-apos-voos-cancelados/

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A chuva em GRU atrasou alguns voos. O TAM 3167, que sairia de NAT as 02:15, só saiu as 04:00, devido a chegada tardia da aeronave de GRU

Edited by MRN

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Pessoal qual foi a resposta das cias em relação a quase parada da Avianca? Não vi grandes movimentações de nenhuma delas para ocupar o espaço deixado.

Estão todas aguardando o dia 07 pra definir o curso das ações?

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Olá HammerHead, não tenho o conhecimento interno ou específico para ver nas entrelinhas o que essa ação quer dizer, isso cabe a vocês com mais gabarito, só quis dividir a informação.

 

No caso das outras empresas, vejo somente a Azul se mexendo com abertura de rotas claramente para cobrir acunas da O6. Veja o exemplo dos quatro voos diários partindo de GRU para FOR e SSA. A questão é que eles tê, horários esdrúxulos e não se encaixam para conexões nas chegadas dos voos da Star Alliance nas manhãs; quem pousa por volta de 6 da manhã com TP/UA/LH/LX ou qualquer outra teria de esperar até 14:40h para seguir em conexão pra Salvador, por exemplo!

 

Isso também imaginando a esperada entrada da Azul na aliança; alguém tem novidades? Perfeito seria se a GOL entrasse, mas suas ligações umbilicais com AF/KL/DL não o permitiriam.

 

O que acham?

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Pessoal qual foi a resposta das cias em relação a quase parada da Avianca? Não vi grandes movimentações de nenhuma delas para ocupar o espaço deixado.

Estão todas aguardando o dia 07 pra definir o curso das ações?

A única que vi anunciar alguns vôos foi a Azul, principalmente em mercados menores onde agora estará sozinha.

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A única que vi anunciar alguns vôos foi a Azul, principalmente em mercados menores onde agora estará sozinha.

 

Na verdade o que queriam era derrubar a Avianca, assim os voos lotam mais rápido e as tarifas como já estamos vendo, altas. Ninguém tem 50 aeronaves para preencher os espaço deixado pela Avianca, se fosse assim não teriam tanto medo na alta temporada.

Edited by SOUSA CPV

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Na verdade o que queriam era derrubar a Avianca.

Parei aqui! Ela foi mais uma que caiu por meios próprios, na gestão de inúmeras variáveis que já se falou aqui e impactou diretamente nos balanços por longos períodos, ainda se somada a uma expansão internacional destrambelhada.

Caiu por si só assim como fora a Varig.

 

E do vídeo de despedida de MCZ deu pra ver, como em outros casos de empresas que foram pra História, o emocional na cara dos colaboradores. Fazem a aviação por paixão, contaminados pelo bicho do aerococos.

Ao final do 2o vídeo a primeira coisa que me veio a mente é o pensamento na equipe de MCZ "fizemos nossa missão. Etapa cumprida. Vamos ver o que nos aguarda amanhã ".

É complicado isso, o time hora unido no trabalho, nos seus sonhos depositados numa empresa que sonham que cresça mais, e vai tudo por terra abaixo por uma gestão péssima.

Edited by José Castro

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