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A345_Leadership

Avianca Brasil entra com pedido de recuperação judicial [PARTE 2]

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Não sabia nem que era permitido estrangeiros fazerem voos dentro da Colômbia ou origem na Colômbia, em relação ao Chile, a Latam nunca conseguiu essa autorização, de chilenos virem para cá e fazerem voos da filial brasileira nem o contrário, da JJ poder usar tripulantes brasileiros no Chile, única autorizacao sao as aeronaves chilenas que rodam em Mia entre voos das filiais peruanas e brasileira, mas aí é voo JJ,Trip JJ usando apenas a aeronave CC que estaria parada em Mia

Houve uma época em que a Avianca Colombia alugava o A319 da Avianca Brasil que fazia GRU-BOG para o trecho BOG-PTY, com tripulação brasileira e tudo.

 

A legislação colombiana é mais liberal que a brasileira, permite que estrangeiros façam voos (só não sei se domésticos também), assim como permitem aeronaves de prefixo estrangeiro operem por empresas nacionais.

 

Na Tam era comum a gente fazer voos da PZ.

Eu já fui acionado para isso, era misturado, tipo toda tripualação era paraguaia e só eu brasileiro, fazendo um voo PZ, com aeronave PT/PR.

A ANAC brasileira tem acordo com a congênere paraguaia e, salvo engano, pilotos PZ podem voar na Tam.

 

A GOL tem zero interesse em comprar alguma das UPI, ela só está esperando a Avianca quebrar de vez e participar da redistribuição dos Slots (onde ela ficaria com 1/3 ou 1/4 dos Slots da Avianca em Congonhas), sem ter que bater na porta do CADE para pedir a bênção para qualquer transação.

Melhor ela ficar na dela, melhorar receita nas rotas existentes do que gastar o que não tem em slots que não precisa.

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Pessoal, até aí, o Brasil permite estrangeiras operarem e venderem trechos GRU-EZE, GRU-SCL, assim que não tem diferença nenhuma pra uma brasileira operar BOG-PTY (voo internacional, com quinta liberdade), mas com origem em GRU.

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Não existem virgens nessa história...

 

A Gol usa os mecanismos que o mundo capitalista permite.

Varig sempre usou quando pode.

Tam já foi a queridinha do governo...

O gringo da Azul de bom coração não tem nada...

 

Agora, como ex funcionário da Oxané (sem salario, diárias, férias, 13, V.A e afins) torcia pra um desfecho logo, pois é a mais remota chance que nós temos de receber.

 

Com essa briga de slots aí, perdem os funcionários.

O mercado se adapta ao fim da AVB com o tempo, Slots serão redistribuídos, pax realocados, tripulantes e funcionários, se recolocarão...

 

A incerteza é não receber os direitos...

Mas ninguém nessa história está nem aí pra isso... Logo, bola pra frente, e chega de torcida de CNPJ...

 

me desculpa, mas quem perde além dos funcionários é o passageiro que pagou.

 

 

em tempo!

Tive um funcionário aqui na agência q emitiu um bilhete da O6 no final de Março, do qual nem deveria pq estamos com stop de vendas desde dezembro, foi pagamento faturado pq era conta corporativa, pagamos a Avianca e dentro de 35 dias a partir do pedido do reembolso o valor já estava sem multas na nossa conta. m

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em tempo!

Tive um funcionário aqui na agência q emitiu um bilhete da O6 no final de Março, do qual nem deveria pq estamos com stop de vendas desde dezembro, foi pagamento faturado pq era conta corporativa, pagamos a Avianca e dentro de 35 dias a partir do pedido do reembolso o valor já estava sem multas na nossa conta. m

Que bom. Seria maravilhoso que esse tratamento fosse dado aos funcionários também...

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Passageiro perde quase nada em comparação aos funcionários. Aliás, credores pequenos estão sendo muito prejudicados também.

 

 

 

me desculpa, mas quem perde além dos funcionários é o passageiro que pagou.

 

 

em tempo!

Tive um funcionário aqui na agência q emitiu um bilhete da O6 no final de Março, do qual nem deveria pq estamos com stop de vendas desde dezembro, foi pagamento faturado pq era conta corporativa, pagamos a Avianca e dentro de 35 dias a partir do pedido do reembolso o valor já estava sem multas na nossa conta. m

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A atuação da OceanAir em favor da Avianca foi tipo GRU-BOG-XXX, onde o GRU-BOG era 06 e faziam em favor da AV o BOG-XXX, então com jeito pode ser entubado como trabalho para AV.

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Apesar de ser colaborador da empresa, não posso definir meu orgulho (ou a falta dele) de pertencer à empresa como algo condicionado às condutas empresariais de seus gestores.

 

Seria leviano eu tomar para mim a responsabilidade ou o sentimento de culpa por conta da gestão da companhia. Eu estaria me comportando igual aos caras que ficam se desculpando por ser homem quando conhecem uma garota. Seria patético...

 

Eu sou pago pra pilotar avião, simples assim. Enquanto eles servirem para mim, e sobretudo eu servir para eles, a coisa anda como deve andar.

 

Excelente seu comentário!

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Eu como ex-funcionário da Oceanair, tava até torcendo pela recuperação da Empresa, mas depois que esses dois fdm estão fazendo com os funcionários, quero mais é que se explodam! [AFA] "os irmãos encheram o porão dianteiro de um 30 com coisas pessoais e mandaram pra MIA".

Esses dois ainda vão ficar de boa, porque isso aqui é Brasil

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Pessoal, até aí, o Brasil permite estrangeiras operarem e venderem trechos GRU-EZE, GRU-SCL, assim que não tem diferença nenhuma pra uma brasileira operar BOG-PTY (voo internacional, com quinta liberdade), mas com origem em GRU.

Mas aí o voo tem origem no país da cia aérea, faz uma escala no Brasil antes de prosseguir e não é o que o colega falou

 

Ele disse que tripulantes Avb , estando na Colômbia pegavam aeronaves AVC e faziam um voo com origem na Colômbia para outro país, isso não é permitido aqui, os chilenos não podem pegar um A350 em Gru e simplesmente fazer algum voo da JJ

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Podem sim, a LA opera com tripulantes chilenos o SCL-GRU-TLV por exemplo, assim como por um tempo operaram MXP e MAD. O fato é que o "número de voo" começa em SCL, então o Brasil é somente uma escala. No mesmo modelo era operado o GRU-BOG-PTY e o BSB-BOG-SJO da Avianca, com número de voo ONE mas com número codeshare da AVA, aeronave sempre com prefixo brasileiro. Nunca tripulante da ONE voou em aeronave com matrícula AVA, ainda menos em voo regular com passageiro.

 

 

Mas aí o voo tem origem no país da cia aérea, faz uma escala no Brasil antes de prosseguir e não é o que o colega falou

Ele disse que tripulantes Avb , estando na Colômbia pegavam aeronaves AVC e faziam um voo com origem na Colômbia para outro país, isso não é permitido aqui, os chilenos não podem pegar um A350 em Gru e simplesmente fazer algum voo da JJ

Edited by Cmte. Mathias

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Podem sim, a LA opera com tripulantes chilenos o SCL-GRU-TLV por exemplo, assim como por um tempo operaram MXP e MAD. O fato é que o "número de voo" começa em SCL, então o Brasil é somente uma escala. No mesmo modelo era operado o GRU-BOG-PTY e o BSB-BOG-SJO da Avianca, com número de voo ONE mas com número codeshare da AVA, aeronave sempre com prefixo brasileiro. Nunca tripulante da ONE voou em aeronave com matrícula AVA, ainda menos em voo regular com passageiro.

 

 

 

Então o colega postou errado, disse aeronave colombiana, voo colombiana ,tripulantes brasileiro

 

Tu estás distorcendo o que eu disse, em momento algum falei que os chilenos não poderiam fazer um voo chileno com tripulantes chileno e aeronave chilena que pousasse no Brasil com escala para o destino final, o que disse é que os chilenos não podem fazer um voo JJ, aeronave JJ e começar aqui um voo para qualquer destino

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Ok, no caso foi a confusão inicial do colega que causou o mal entendido, o voo era operado pela ONE, aeronave brasileira, se tratava de uma extensão do GRU-BOG, operado em A319 na época.

 

Então o colega postou errado, disse aeronave colombiana, voo colombiana ,tripulantes brasileiro

Tu estás distorcendo o que eu disse, em momento algum falei que os chilenos não poderiam fazer um voo chileno com tripulantes chileno e aeronave chilena que pousasse no Brasil com escala para o destino final, o que disse é que os chilenos não podem fazer um voo JJ, aeronave JJ e começar aqui um voo para qualquer destino

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Eu tenho um processo na justiça contra uma empresa de conteiners.

Eu contratei um serviço com data de entrega pro inicio de Fevereiro, e até hoje não foi entregue.
A minha advogada entrou com um processo de arresto de bens, afim de levantar valores pra quitar os débitos.

Foi cavando, cavando e nada. O proprietário não tinha absolutamente nada no nome, até que um dia, ela descobriu que ele tem 2 barcos de pesca de camarão no nome de uma empresa que ele é sócio. Pronto. Os barcos estão apreendidos e serão leiloados pra levantar fundos e pagar os credores. Eu não sou o único.

Usando como exemplo a Oceanair, que o colega LipeGig postou lá atras:

"Os irmãos Efromovich são donos da Synergy Group, que tem 100% da Synergy Aerospace, dona de 100% da BRW LLC, proprietária de 55% da Avianca Holdings. O José Efromovich é dono da AVB Holdings, que detém 100% da Oceanair Linhas Aéreas.

A BRW foi instrumento criado para penhorar as ações da Synergy junto à United Continental Holdings."

A coisa mais fácil pra justiça é penhorar ações que pertecem ao José Efromovich, pra quitar os débitos de uma das empresas do grupo, que, apesar de serem separadas da Holding, tem um elo exatamente no nome de um dos sócios.

Se a minha advogada encontrou 2 barcos de pesca que um P.F tinha, mesmo disfarçado em nome de uma P.J, não creio que seja tão complicado assim levar as ações do mesmo da AVH, pagar os débitos e livrar a AVH desses pulhas.....

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Eu tenho um processo na justiça contra uma empresa de conteiners.

 

Eu contratei um serviço com data de entrega pro inicio de Fevereiro, e até hoje não foi entregue.

A minha advogada entrou com um processo de arresto de bens, afim de levantar valores pra quitar os débitos.

 

Foi cavando, cavando e nada. O proprietário não tinha absolutamente nada no nome, até que um dia, ela descobriu que ele tem 2 barcos de pesca de camarão no nome de uma empresa que ele é sócio. Pronto. Os barcos estão apreendidos e serão leiloados pra levantar fundos e pagar os credores. Eu não sou o único.

 

Usando como exemplo a Oceanair, que o colega LipeGig postou lá atras:

 

"Os irmãos Efromovich são donos da Synergy Group, que tem 100% da Synergy Aerospace, dona de 100% da BRW LLC, proprietária de 55% da Avianca Holdings. O José Efromovich é dono da AVB Holdings, que detém 100% da Oceanair Linhas Aéreas.

A BRW foi instrumento criado para penhorar as ações da Synergy junto à United Continental Holdings."

 

A coisa mais fácil pra justiça é penhorar ações que pertecem ao José Efromovich, pra quitar os débitos de uma das empresas do grupo, que, apesar de serem separadas da Holding, tem um elo exatamente no nome de um dos sócios.

 

Se a minha advogada encontrou 2 barcos de pesca que um P.F tinha, mesmo disfarçado em nome de uma P.J, não creio que seja tão complicado assim levar as ações do mesmo da AVH, pagar os débitos e livrar a AVH desses pulhas.....

 

Praticamente todos os bens e ações deles no Brasil encontram-se penhoradas, inclusive as quotas de da AVB holding.

A justiça Brasileira não tem poder para penhorar bens em outros países isso deve ser feito através de cooperação jurídica, quando existe, ou executando sentença estrangeira em outro país, o que não é acessível a grande maioria dos credores.

Alem disso seria preciso a desconstituição da personalidade jurídica e depois a desconstituição inversa, para se poder penhorar as quotas que uma holding possui em outra empresa (penhorar as quotas da holding não adianta nada).

Por fim, como a AVA é uma sociedade anônima, não é possível liquidar as quotas (receber o % da empresa que as quotas representam), apenas adjudica-las ou vende-las em bolsa de valores, o que nem sempre é possível, alem de custoso.

Agora os créditos trabalhistas possuem sim um caminho dos bois, através do grupo econômico e possibilidade de penhora de um bem muito importante para a empresa.

 

Abraço

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Lembrem-se, a BRW foi criada nos EUA no final de 2018 e todo o $$ transferido pra lá... no Brasil pouco, ou nada, restou.

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Resumo: A Elliot quer pegar a grana e os outros que se futriquem.

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E Gol e Latam tem que fazer os depósitos que se comprometeram.

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Depois desta longa história, haverá ou não leilão? O que virá ou acontecerá agora? Algum chute? Decretar direto falência e distribuir os slots? Já estamos quase metade do ano e ainda não acontece nada

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A LATAM foi para a briga nos autos, chegando até mesmo a insinuar que o agravo da Swissport foi obra de conluio com a Azul.

 

5ª série

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Enquanto isso a Avianca consulta tripulantes para Baseamento no Rio

Vai entender

 

E nem previsão de salário para os funcionários

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O que eu tenho achado mais impressionante a essa altura do campeonato é que a Avianca (só Deus sabe como) ainda está conseguindo honrar passagens compradas. Um amigo meu teria um voo da 06 (FOR-GRU-POA) na semana passada e retornando ontem. Ele foi de LA e voltou de G3.

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Avianca Brasil se posiciona contra nova proposta de compra feita pela Azul

 

A companhia aérea Avianca Brasil se posicionou nesta terça-feira (21) contra a nova proposta de compra de parte dos seus ativos feita pela rival Azul.

No documento enviado para 1ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo, a Avianca Brasil afirmou que a proposta da Azul não é juridicamente viável por não ter a aprovação dos credores. Também pontuou que o plano apresentado impede que a empresa mantenha alguma atividade operacional, mesmo após a realização do leilão de partes dos ativos.

Na proposta apresentada na semana passada, a Azul pediu a realização de um novo processo competitivo com a proposta de uma nova Unidade Produtiva Isolada (UPI) pelo valor mínimo de US$ 145 milhões (o equivalente a cerca de R$ 590 milhões).

A proposta da Azul previa uma nova UPI com 21 slots (autorizações de pouso e decolagem) que a Avianca detém atualmente no aeroporto de Congonhas, 14 no Santos Dumont e 7 em Brasília.

"Mais que razoável, portanto, que qualquer (ou quaisquer) UPI (s) que venham a ser constituídas e alienadas devem se atentar à intenção da Recuperanda de manter atividade remanescente, e que não implique no encerramento da companhia", afirmou a Avianca no documento enviado para a Justiça. A empresa está em recuperação judicial desde dezembro do ano passado.

Na prática, o pedido feito pela Azul representou um retorno da companhia na disputa pela Avianca Brasil, com uma oferta superior à apresentada inicialmente. Em março, a empresa fez uma proposta de US$ 105 milhões para comprar parte das operações da companhia, mas em abril anunciou a desistência, acusando Gol e Latam de agirem para evitar a concorrência da ponte aérea São Paulo-Rio de Janeiro, a mais cobiçada do país.

A Gol e a Latam só entraram na disputa no início de abril.

Os credores da Avianca já aprovaram um plano de recuperação judicial da companhia - se for adiante, a proposta prevê a divisão da companhia em sete UPIs. O leilão estava marcado para 7 de maio, mas foi suspenso por determinação da Justiça. A Avianca recorreu da decisão.

Nos últimos dias, a Gol e Latam questionaram a nova proposta feita pela Azul para a compra de parte dos ativos da Avianca Brasil.

Procurada, a Avianca Brasil disse que não iria comentar.

 

Fonte: g1.globo.com

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Difícil, hein... que novela!

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Deixei de tentar entender a Avianca Brasil, trocaram R$ 580 milhões por R$ 70 milhões.

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