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Lufthansa posts 257 million EUR loss in Q119


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Lufthansa Posts 257 Million EUR Loss in Q119

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LONDON – On Monday 15th April 2019, Lufthansa announced a black hole and we’re not just talking the baggage handling centre at Frankfurt; we are talking about the first quarter 2019 financial results.

Deutsche Lufthansa AG reported an EBIT of EUR -336 million, compared to EUR 52 million in the same period the previous year.

All arms of the Deutsche Lufthansa AG group reported losses, with the exception of LSG and Lufthansa Cargo. Eurowings saw its adjusted EBIT decline to EUR -257 against EUR -212 the previous year.

Lufthansa Cargo reported an EBIT of EUR 24 million down from EUR 67 million for the comparable period in 2018. LSG reported at EBIT of EUR 2 million up when compared to an EBIT EUR 1 million for the 2018 period. I never knew an airline cheese and ham panini was in such high demand.

At the end of 2017 German airline Air Berlin ceased to trade and Eurowings the low cost arm and Lufthansa mainline absorbed a large portion of the former carriers operations.

This led to increased competition especially in the regional market and on intra-European routes.

A decline in revenue was predicted when compared to the results of the previous year.

Citing over capacity in European markets and sharply rising fuel costs, there is also a considerable amount of uncertainty across the continent due to Brexit and various other pockets of political instability.

Ulrik Svensson, Chief Financial Officer of Deutsche Lufthansa AG said “We are seeing good booking levels for the quarter ahead, at the same time; we have substantially reduced our own capacity growth.”

“And with a reduction in growth also projected for the European market as a whole, we expect unit revenues to increase again in the second quarter. This should be further buoyed by the still-strong demand on our long-haul routes, especially to Asia and North America.”

Lufthansa is one of the last major European airlines offering a full service on intra-European flights.

Competing airlines such as British Airways, Ukraine International, Iberia and Aer Lingus for example have moved to a low cost model within Europe. Other airlines such as Swiss and Austrian have adopted a hybrid model.

We have to ask is the full service model sustainable within Europe, and with each moon that passes, I regret to say the answer is most likely to be no.

For Lufthansa, this is likely to be complicated as group member Eurowings leaves very little room for Lufthansa to move in terms of migrating to a low-cost model. I think there will be changes to the business model in the coming years, but where and how, remains more of mystery.

 

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Que pancada.....mas a nota não fala quanto cada filial deu de prejuízos

 

On a preliminary basis, the Network Airlines achieved an Adjusted EBIT of EUR -160 million (prior year: EUR 128 million) for the first quarter of 2019, while Eurowings saw its Adjusted EBIT for the period decline to EUR -257 million (prior year: EUR -212 million). First-quarter Adjusted EBIT for Lufthansa Cargo amounted to EUR 24 million (prior year: EUR 72 million), a 67-percent decline that is attributable to downward airfreight market trends, especially on routes between Europe and Asia. Lufthansa Technik reports a first-quarter Adjusted EBIT of EUR 125 million (prior year: EUR 107 million), while LSG achieved an Adjusted EBIT for the period of EUR 2 million (prior year: EUR 1 million). Adjusted EBIT for the Other Businesses amounted to EUR -59 million (prior year: EUR -29 million).

 

https://investor-relations.lufthansagroup.com/en/news/financial-news/investor-relations-financial-news/date/2019/04/15/lufthansa-groups-adjusted-ebit-declines-to-eur-336-million-in-the-first-quarter.html

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Seria bom saber por filiais, a grosso modo falam quem a LX é a galinha dos ovos de ouro, OS e SN no zero-a-zero e a Lufthansa é volátil.

 

E confirma como o braço de serviços da LH é forte, apesar que a LSG vem perdendo seu peso no grupo e já cogitam de vender a unidade.

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On a preliminary basis, the Network Airlines achieved an Adjusted EBIT of EUR -160 million (prior year: EUR 128 million) for the first quarter of 2019, while Eurowings saw its Adjusted EBIT for the period decline to EUR -257 million (prior year: EUR -212 million). First-quarter Adjusted EBIT for Lufthansa Cargo amounted to EUR 24 million (prior year: EUR 72 million), a 67-percent decline that is attributable to downward airfreight market trends, especially on routes between Europe and Asia. Lufthansa Technik reports a first-quarter Adjusted EBIT of EUR 125 million (prior year: EUR 107 million), while LSG achieved an Adjusted EBIT for the period of EUR 2 million (prior year: EUR 1 million). Adjusted EBIT for the Other Businesses amounted to EUR -59 million (prior year: EUR -29 million).

 

https://investor-relations.lufthansagroup.com/en/news/financial-news/investor-relations-financial-news/date/2019/04/15/lufthansa-groups-adjusted-ebit-declines-to-eur-336-million-in-the-first-quarter.html

Não fala da Austrian,da Swiss,da Brüssel Aurlines nem mesmo da Lufthansa matriz

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Seria bom saber por filiais, a grosso modo falam quem a LX é a galinha dos ovos de ouro, OS e SN no zero-a-zero e a Lufthansa é volátil.

 

E confirma como o braço de serviços da LH é forte, apesar que a LSG vem perdendo seu peso no grupo e já cogitam de vender a unidade.

Li em outro local que a eurowings tá dando bastante prejuízo

Se isso for verdade é mais um caso de filial lcc dentro da major que não dá certo, vide air Canada zip/tango, song da delta , ted da united, joon da air France , só pra citar alguns

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Li em outro local que a eurowings tá dando bastante prejuízo

Se isso for verdade é mais um caso de filial lcc dentro da major que não dá certo, vide air Canada zip/tango, song da delta , ted da united, joon da air France , só pra citar alguns

Isso que a Eurowings abrsorveu mais de 50% da Air Berlin, tomou slots e aeronaves e não tem concorrência em muitas rotas,mesmo assim dá prejuízo atrás de prejuízos

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Não fala da Austrian,da Swiss,da Brüssel Aurlines nem mesmo da Lufthansa matriz

 

Network Airlines é como o LH Group chama a sua divisão de empresas Legacy, e suas subsidiárias: LH/LX/OS

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A Eurowings que está matando a LH....

 

 

Talvez seria a hora de repensar a estratégia? Inacreditável uma empresa com base em Cologne, Dusseldorf e Berlin ter prejuízos tão fortes, mesmo com a queda de sua principal concorrente.

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Tem excesso de oferta no short-haul.

 

3M19 EW 75% outras 69,8%

 

https://investor-relations.lufthansagroup.com/fileadmin/downloads/en/financial-reports/traffic-figures/lufthansa/2019/LH-Investor-Info-2019-03-e.pdf

 

A FR teve 91% em jan19 (o mês mais fraco) e 96% em fev-mar.

 

https://investor.ryanair.com/traffic/

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Network Airlines é como o LH Group chama a sua divisão de empresas Legacy, e suas subsidiárias: LH/LX/OS

Mas eu teria curiosidade em saber como cada divisão, cia aérea se saiu, pelo visto o grande tombo é na Eurowings,mas e as demais?

Sempre divulgam em separado

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"

 


We have to ask is the full service model sustainable within Europe, and with each moon that passes, I regret to say the answer is most likely to be no.

For Lufthansa, this is likely to be complicated as group member Eurowings leaves very little room for Lufthansa to move in terms of migrating to a low-cost model. I think there will be changes to the business model in the coming years, but where and how, remains more of mystery.

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Não entendo porque o autor do texto questiona o modelo full service da LH se a maior contribuição para o prejuízo foi na EuroWings -€336MM vs um prejuízo do grupo de -€257MM.

 

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Eu, pessoalmente acredito que só vale a pena criar uma subsidiária low cost se os custos trabalhistas da empresa-mãe forem mais altos. E olha que mesmo assim, deu ruim na França.

 

Ou, se o plano para a EuroWings, fosse virar uma empresa pan-européia como a EasyJet e a Ryanair.

A cada dia mais acredito que é mais simples e mais flexível criar tarifas super econômicas na própria empresa mãe.

 

Você pode ter um voo Frankfurt-Bangkok com Primeira, Business, Premium Economy, Economy e Economy super barata sem direito reembolso, remarcação, mala despachada, check-in com humanos, etc. Só ficaria esquisito não dar refeição num voo tão longo.

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Mas eu teria curiosidade em saber como cada divisão, cia aérea se saiu, pelo visto o grande tombo é na Eurowings,mas e as demais?

Sempre divulgam em separado

 

Isso foi uma prévia para investidores, os resultados do 1º trim saem 30/04.

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A cada dia mais acredito que é mais simples e mais flexível criar tarifas super econômicas na própria empresa mãe.

 

Você pode ter um voo Frankfurt-Bangkok com Primeira, Business, Premium Economy, Economy e Economy super barata sem direito reembolso, remarcação, mala despachada, check-in com humanos, etc. Só ficaria esquisito não dar refeição num voo tão longo.

Bom a BA intra-Europa está praticamente no nível FR, Iberia "express" também tem uns vôos assim

 

Mas acho que o modelo ultra-low-cost é difícil de funcionar com long haul, os passageiros aguentam a falta de "mimos" no short haul, mas no long é mais tenso

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A cada dia mais acredito que é mais simples e mais flexível criar tarifas super econômicas na própria empresa mãe.

 

Você pode ter um voo Frankfurt-Bangkok com Primeira, Business, Premium Economy, Economy e Economy super barata sem direito reembolso, remarcação, mala despachada, check-in com humanos, etc. Só ficaria esquisito não dar refeição num voo tão longo.

É o que aparentemente as majors americanas aprenderam a fazer, e parece que está dando certo.

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É muito difícil ter estruturas LCC dentro de FSC porque há vícios da última que afetam a primeira ou então a novata usa toda a estrutura da empresa-mãe.

 

As americanas nos anos 90 mostraram bem que não dava para ter esta estrutura: Metrojet, Continental Lite, Delta Express e United Shuttle. Mas era algo como criar um braço limpo dentro de uma empresa suja. Depois a UA e DL tentaram com a TED e a Song quando elas estavam no Chapter Eleven, mas fecharam quando as matrizes fecharam acordos com os sindicatos reduzindo os salários das empresas-mãe, foi quando todas as majors perceberam que tinham que se reestruturar para serem competitivas.

 

Com a Europa é a mesma coisa, não vejo errado a estratégia da Eurowings pela LH, só acho que não deve ter um braço longhaul, pois é onde a sangria é maior, mesmo que os A340 estejam amortizados.

 

É estranho, pois lembro ter visto que o Lufthansa Group teve 2018 como um dos melhores anos em termos de lucratividade.

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A Eurowings está dando prejuízo, porque ainda é uma colcha de retalhos, sendo que, desde a falência da Air Berlin, a expansão desenfreada, na verdade, tornou a operação ainda menos regular. O resultado é um monte de problemas que geram pedidos de reembolso e indenização.

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A Eurowings já tem uma atividade bem robusta,representando quase um terço da frota da LH e mesmo assim está tão problemática?

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  • 2 weeks later...

Um a.netters postou os resultados por unidades, com EBIT ajustado. Em milhões de Euros, Q119:

 

LH -102
LX +40
OS -99
EW -257
Interessante é ver a Austrian Airlines ter um prejuízo tão próximo quanto da Lufthansa, apesar de ter nem 1/3 do tamanho da Lufty.

 

https://investor-relations.lufthansagroup.com/fileadmin/downloads/en/financial-reports/interims-reports/LH-QR-2019-1-e.pdf

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Um a.netters postou os resultados por unidades, com EBIT ajustado. Em milhões de Euros, Q119:

 

LH -102

LX +40

OS -99

EW -257

 

Interessante é ver a Austrian Airlines ter um prejuízo tão próximo quanto da Lufthansa, apesar de ter nem 1/3 do tamanho da Lufty.

 

https://investor-relations.lufthansagroup.com/fileadmin/downloads/en/financial-reports/interims-reports/LH-QR-2019-1-e.pdf

Mas como pode a Eurowings não sair do prejuízo e pior, mesmo com a mega-concentração nas mãos do Grupo LH na Alemanha 🇩🇪 e mesmo assim todas deram prejuízos

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A competição com outros modais dentro da Rammsteinland deve ter grande participação nesse preju todo. Apesar da concentração no aéreo, tem-se que considerar tbm, por exemplo, o ferroviário que tem uma p8t# de uma malha.

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Lufthansa CFO: 1Q2019 earnings ‘substantially depressed’ due to fuel costs, overcapacity in Europe

May 2, 2019


Lufthansa Group reported (30-Apr-2019) its 1Q2019 adjusted EBIT “substantially” declined to a EUR336 million loss for the period. The key drivers were a EUR202 million increase in fuel costs and a deterioration in unit revenues in Europe, with a continued reduction of unit costs only partially offsetting the decrease. Group net income declined from a loss of EUR39 million to a loss of EUR342 million. Lufthansa Group CFO Ulrik Svensson stated: “Overcapacities, especially on short and medium haul European routes, substantially depressed our first quarter earnings”. He noted the group is “confident” a recovery in unit revenues can be achieved as early as 2Q2019 based on favourable booking levels in the coming months.



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  • 2 months later...

https://investor-relations.lufthansagroup.com/fileadmin/downloads/en/financial-reports/interims-reports/LH-QR-2019-2-e.pdf

 

No 2Q19, lucro 226 milhões de euros (-70% em relação ao 2Q18), no semestre o prejuízo acumulado é de 116 milhões, contra lucro de 713 milhões em 2018. Até a FR teve queda nos lucros.

 

Prejuízo operacional (Ebit) no semestre da OS -55 milhões e EW -274 milhões

Lucro idem LH 402 LX 215

 

A única região a perder faturamento foi Am. Sul&Central, de 271 milhões em 2018 pra 235 em 2019 -13,3%.

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