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'Skiplagging': o truque para comprar passagem de avião mais barata que as companhias aéreas odeiam


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'Skiplagging': o truque para comprar passagem de avião mais barata que as companhias aéreas odeiam
Por que as empresas estão reprimindo o chamado 'skiplagging’ – tática usada por viajantes experientes para economizar.
Por BBC 07/05/2019 11h09 Atualizado há uma hora
Talvez você não conheça - mas existe um truque para comprar passagens de avião que permite aos passageiros economizar um bom dinheiro em tarifas.
E as companhias aéreas estão fazendo de tudo para acabar com essa prática de uma vez por todas.
Conhecida como "skiplagging", a estratégia funciona da seguinte maneira: digamos que alguém queira voar de Boston para Houston, mas a tarifa é muito cara.
A pessoa compra então uma passagem de Boston para Las Vegas com escala em Houston, porque custa menos do que o voo direto. E desembarca em Houston, sem utilizar o trecho final da passagem.
Desta forma, o passageiro não completa a jornada inteira que reservou, mas economiza dinheiro fazendo isso - e é bom lembrar que isso só funciona para quem não despachou bagagem, pois esta só pode ser retirada no destino final.
A prática virou notícia no início deste ano, quando a companhia aérea alemã Lufthansa processou um passageiro que economizou dinheiro pulando um trecho de uma passagem de ida e volta.
As companhias aéreas odeiam quando os passageiros tentam burlar o sistema. E, apesar do fato de processos como este tenham fracassado no passado, a Lufthansa pede uma indenização de mais de US$ 2 mil ao passageiro.
Enquanto isso, as empresas tentam conter a onda de passageiros que conseguem tarifas mais baratas comprando passagens com as chamadas "cidades ocultas".
"A emissão de bilhetes com 'cidades ocultas' é um problema que as próprias companhias aéreas estão criando", diz Henry Harteveldt, fundador da empresa de consultoria de viagens Atmosphere Research.
"Entendo perfeitamente, como analista de companhias aéreas e empresário, por que as companhias aéreas tiram o máximo que podem onde têm vantagem. É disso que se trata o negócio", diz Harteveldt.
"Mas quando uma companhia aérea coloca preços estúpidos e a tarifa em um hub [aeroporto] é absurdamente alta, é quase como se as empresas fizessem um convite às reservas com 'cidade oculta'."
Não se trata da distância
A questão, diz Harteveldt, é a lógica que sustenta os preços das companhias aéreas, o que pode parecer incompreensível para os clientes.
"Se a companhia aérea A tiver um concorrente de baixo custo, ela vai equiparar (a tarifa); se não, cobra um ágio. Tudo depende da concorrência, e é por isso que as companhias aéreas reduzem estrategicamente as tarifas em alguns mercados, e em outros não. Nas minhas discussões com as empresas, elas dizem que não querem perder participação de mercado e vão correr um risco calculado. "
Peter Belobaba, principal pesquisador do Centro Internacional de Transporte Aéreo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), diz que esse tipo de tarifação é encontrado em todo o mundo.
"Por exemplo, Boston-Las Vegas é uma rota de lazer que é mais sensível ao preço. Já Boston-Houston é um mercado empresarial, o que significa tarifas mais altas. São mercados muito diferentes quando se trata de concorrência e sensibilidade aos preços", explica.
"Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido cobrar tarifas mais baixas na rota Boston-Las Vegas, mesmo que seja mais longe do que Houston em termos de milhas, especialmente se a concorrência estiver cobrando US$ 199 por um voo sem escalas ", acrescenta.
Tony Webber, diretor-executivo da empresa de pesquisa de aviação Air Intelligence e ex-economista-chefe da companhia aérea Qantas, diz que processos judiciais contra passageiros, como o apresentado pela Lufthansa, são uma tática assustadora.
Ele explica que o 'skiplagging' tem impacto na receita das companhias aéreas à medida que elas não conseguem maximizar seus ganhos - se tivessem vendido o assento para o voo direto, teria sido provavelmente a uma tarifa mais alta.
Assim, a emissão de passagens para 'cidades ocultas' reduz o lucro que a empresa teria por cada assento e dificulta o que já é um negócio com margem reduzida.
Mas, argumenta Harteveldt, as companhias aéreas praticam overbooking (venda de mais passagens do que assentos disponíveis) porque sabem que alguns passageiros não vão aparecer, então é improvável que o assento fique vazio.
Dilema ético
Ainda assim, passageiros frequentes fustigados pelas altas taxas, serviços ruins, atrasos e cancelamentos de voos tendem a não se importar muito com os problemas das empresas aéreas.
Os 'skiplaggers' são geralmente os viajantes mais experientes, que costumam ser os melhores clientes da companhia.
E a única maneira de descobrir quantas pessoas estão recorrendo à prática é perguntando ao Skiplagged, site que facilita a busca por 'cidades escondidas' em conexões.
O fundador do site, Aktarer Zaman, não respondeu aos questionamentos feitos pela BBC. Mas o fato é que ele parece ter muitos simpatizantes.
Quando a companhia aérea americana United tentou processá-lo sem sucesso em 2015, uma campanha de financiamento coletivo arrecadou mais de US$ 80 mil para sua defesa.
Mas até que ponto essa prática pode ser questionada? Afinal, a companhia aérea ofereceu um assento a um determinado preço e recebeu esse valor.
A coluna The Ethicist, que debate questões éticas no jornal americano New York Times, não vê problema com o skiplagging. Nos comentários, os leitores concluem que fazer uma compra não obriga você a usar o produto.
"Sim, as companhias aéreas foram remuneradas, mas geralmente essa remuneração proporcional é menor do que o valor de mercado das tarifas para o trecho que o passageiro perdeu de propósito", explica Webber.
Ou seja, embora a companhia aérea tenha sido paga pelo passageiro, o valor é inferior ao que a empresa teria recebido se o passageiro não tivesse recorrido ao 'skiplagging'.
Na verdade, os contratos de transporte aéreo, que definem unilateralmente o acordo entre a empresa e o passageiro na hora da compra da passagem, muitas vezes proíbem a emissão de bilhetes para 'cidades escondidas' e prometem tomar uma série de medidas em caso de suspeita de violação por parte dos passageiros.
É compreensível, no entanto, que os passageiros tenham aversão a contratos de transporte, uma vez que as companhias aéreas recorram a eles como uma desculpa para não prestar serviços quando algo dá errado.
Negócio arriscado
Como o processo aberto pela Lufthansa mostra, a prática pode ser arriscada para o passageiro. Se você tentar abandonar o voo em uma conexão, pode ser descoberto e até mesmo impedido de sair do aeroporto.
"Requer esforço e tempo para fazer isso", diz Harteveldt.
"Reservar itinerários incomuns pode levantar bandeiras vermelhas, alguém pode sinalizar e monitorar você enquanto voa. Em alguns casos, você pode receber uma carta ou ser recepcionado por um segurança da empresa no portão de embarque. A intenção das companhias aéreas é intimidar e recuperar o que elas consideram ser perda de receita. "
Webber acredita, no entanto, que é quase impossível rastrear passagens para 'cidades escondidas'. Mas com a adoção de novas tecnologias, isso não vai durar muito tempo.
As companhias aéreas já têm muitas informações que podem extrair dos registros de passageiros frequentes. E, de fato, muitas empresas aguardam o desembarque dos passageiros e os acompanham até o portão de embarque do próximo trecho.
Ser pego, acrescenta Harteveldt, pode significar comprar uma passagem de última hora que custa mais do que o valor que você estava tentando economizar.
As agências de viagem, por sua vez, podem perder a possibilidade de emitir bilhetes para determinada companhia aérea se reservarem bilhetes para 'cidades escondidas'.
Além disso, as empresas aéreas podem compartilhar os nomes dos passageiros que adotam esta prática com seus parceiros ou simplesmente bani-los.
Na opinião da jornalista Benét Wilson, que escreve sobre viagens, é algo que os passageiros devem fazer por sua própria conta e risco.
"Eu entendo como os viajantes se sentem em relação aos preços das passagens e o fato de que estão tentando roubá-los. Mas isso realmente depende de onde você mora. Se você mora em um hub, os preços são mais altos. Isso se chama capitalismo."
"Também entendo a tentação de compensar isso, mas você precisa entender que pode ser processado, pode perder todas as suas milhas de passageiro frequente. Podem cancelar sua adesão."
Em resumo, diz ela:
"Não odeie o adversário. Odeio o jogo."
Fonte: G1

 

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Vou ter que apelar para isso.

 

Estou com um MIA-LIM-GRU-FOR da Latam (ida FOR-MIA é de boa), pretendo desembarcar em GRU e pegar um voo GRU-BSB ao invés de ir até Fortaleza e então fazer o FOR-BSB. Além de mais barato vou economizar algumas horas.

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Você que é da MARAVILHOSA BSB, onde eu morei 7 anos e tenho um filho candango, quando quiser ir pro SDU, compra BSB-CGH com escala em SDU (ao invés de pagar por volta de R$ 1.700,00 pro SDU, paga R$ 1.200,00 pra CGH e desce na conexão... Já são 500 conto...)

**Valores para o dia 14/MAI**

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Vou ter que apelar para isso.

 

Estou com um MIA-LIM-GRU-FOR da Latam (ida FOR-MIA é de boa), pretendo desembarcar em GRU e pegar um voo GRU-BSB ao invés de ir até Fortaleza e então fazer o FOR-BSB. Além de mais barato vou economizar algumas horas.

Só fica esperto com a bagagem.
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Quando li o titulo fiquei curioso! O que será? pensei que seria alguma "novidade"...

 

 

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Quando li o titulo fiquei curioso! O que será? pensei que seria alguma "novidade"...

 

 

 

Nada de novo, apenas uma matéria "comprada" para assustar passageiros que se utilizam da prática, mas que na prática terá o efeito contrário.

Exceção feita as agências de viagem, que podem de fato sofrer retaliações, os passageiros não são punidos.

Segurança da empresa indo buscar no portão? Para que? Te obrigar a embarcar no outro voo? Te prender? Te constranger a pagar a diferença de tarifa, para ser liberado?

Basta um pouco de bom senso para saber que isso é crime na maioria dos países e se não for geraria indenizações por dano moral aos passageiros??

Lista negra de praticantes de "skiplagging" compartilhada nas empresas? Tao de sacanagem....

Perder milhas? Só se for a do próprio voo.

 

Abraços

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Se as regras tarifárias não fossem bizonhas a ponto de você pegar o voo X +1 e pagar mais barato do que só o voo X, isso não aconteceria. No mais, a cia ainda economiza em catering e no peso do PAX que não embarcou.

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Feita pra assustar mesmo.

 

Banimento não existe, pelo menos no Brasil, em que o serviço aéreo é público, operado sob autorização estatal.

 

Barrar alguém na saída do finger, querer que volte pra dentro do avião ou exigir que permaneça dentro do voo são medidas inconstitucionais, pois atentam contra a liberdade de locomoção.

 

A prática é errada, mas, além de amedrontar, o máximo que conseguem fazer é entrar com ação judicial posterior, como fez a Lufthansa, mas raramente o farão e dificilmente ganharão.

 

Não haverá economia de catering (algo em extinção, inclusive) pois os alimentos são encomendados e embarcados e se o passageiro não estiver lá para consumir não são reaproveitados no dia seguinte. Mas a questão por detrás dessa má-fé contratual do passageiro vai muito além do preço da comida.

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Só fica esperto com a bagagem.

 

Voo internacional com conexão nacional em GRU você sempre precisa pegar a bagagem, passar na PF e despachar novamente. Então sem problema.

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O Brasil, o brasileiro e as companhias não devem se preocupar com isso pois aqui ainda não encontraram uma maneira de fazer isso virar um comércio paralelo (como o site americano fez).

O mercado das milhas é outro exemplo em que as aéreas tentaram coibir, mas pelo visto até hoje não surtiu nenhum efeito prático.

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O Brasil, o brasileiro e as companhias não devem se preocupar com isso pois aqui ainda não encontraram uma maneira de fazer isso virar um comércio paralelo (como o site americano fez).

O mercado das milhas é outro exemplo em que as aéreas tentaram coibir, mas pelo visto até hoje não surtiu nenhum efeito prático.

 

Mas deram um jeito sim, estão começando a limitar o número de bilhetes emitidos porque quem tem níveis mais baixos no programas.

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Vou ter que apelar para isso.

 

Estou com um MIA-LIM-GRU-FOR da Latam (ida FOR-MIA é de boa), pretendo desembarcar em GRU e pegar um voo GRU-BSB ao invés de ir até Fortaleza e então fazer o FOR-BSB. Além de mais barato vou economizar algumas horas.

 

Tenho um voo praticamente igual (só não tem a perna de LIM), e ja ate comprei a passagem de GRU para CGR. A passagem saiu metade do valor que se tivesse comprado saindo de GRU.

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Acredito que tudo isso envolve a segurança do voo também, no vôo da RAM CMN-GRU-GIG avisaram que era necessário apresentar o ticket para desembarcar em GRU, e penso eu que mais pela segurança, para evitar que o algum pax tenha despachado bagagem, faça ela voar sem a presença dele.

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LH está processando um passageiro que fez isso. Li no site One Mile at a Time tempos atrás.

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Acredito que tudo isso envolve a segurança do voo também, no vôo da RAM CMN-GRU-GIG avisaram que era necessário apresentar o ticket para desembarcar em GRU, e penso eu que mais pela segurança, para evitar que o algum pax tenha despachado bagagem, faça ela voar sem a presença dele.

Fiz istanbul - São Paulo pela turkish recentemente e ao desembarcar tinha 2 funcionários conferindo cada passageiro

Fiquei me perguntando se era para conferir se tinha alguém que tinha comprado até Buenos Aires querendo desembarcar em gru

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Fiz istanbul - São Paulo pela turkish recentemente e ao desembarcar tinha 2 funcionários conferindo cada passageiro

Fiquei me perguntando se era para conferir se tinha alguém que tinha comprado até Buenos Aires querendo desembarcar em gru

 

Fico pensando qual seria o procedimento se um passageiro for desembarcar nesta escala: Informar ao passageiro que ele não pode sair do avião? ameaçar com algum procedimento como pagamento de multa, por exemplo? Informar que sofrerá alguma outra penalidade?

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Fiz istanbul - São Paulo pela turkish recentemente e ao desembarcar tinha 2 funcionários conferindo cada passageiro

Fiquei me perguntando se era para conferir se tinha alguém que tinha comprado até Buenos Aires querendo desembarcar em gru

Acredito que essa prática ocorra em voos domésticos.

Imagina você comprar um BR-US-CA e desembarcar nos EUA e a imigração de pedir a cópia do bilhete?!

Nos voos domésticos essa prática está sendo muito usada aqui nos EUA principalmente quando a passagem é pela United, a diferença é gritante.

 

As empresas aéreas não podem alegar prejuízo, e sim deixou de ganhar uma receita.

Ela de qualquer forma recebeu o bilhete do passageiro, e sim, de certa forma economizou no segundo trecho (mesmo que seja com peso do passageiro).

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Acredito que essa prática ocorra em voos domésticos.

Imagina você comprar um BR-US-CA e desembarcar nos EUA e a imigração de pedir a cópia do bilhete?!

Nos voos domésticos essa prática está sendo muito usada aqui nos EUA principalmente quando a passagem é pela United, a diferença é gritante.

 

As empresas aéreas não podem alegar prejuízo, e sim deixou de ganhar uma receita.

Ela de qualquer forma recebeu o bilhete do passageiro, e sim, de certa forma economizou no segundo trecho (mesmo que seja com peso do passageiro).

Prejuízo não existe já que o trecho está pago. No Brasil mesmo nenhuma empresa ganha na justiça, já que o consumidor pagou portanto é direito dele usar ou não o serviço.

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Uns dois anos atrás, fizemos (em grupo) um MAO - VCP - BPS pela Azul.

Uns dois dias antes da viagem, um casal de amigos nos disse que precisaria ficar em SAO para resolver algumas situações e que comprariam SP-BPS para o dia seguinte. Quando chegamos em VCP, o casal se dirigiu à atendente e comunicou a ela que não seguiriam viagem, que desembarcariam em VCP. A agente solicitou, pelo rádio, que fossem localizadas as bagagens despachadas. Uns 30 min depois estava na esteira, sem nenhum problema.

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Acredito que essa prática ocorra em voos domésticos.

Imagina você comprar um BR-US-CA e desembarcar nos EUA e a imigração de pedir a cópia do bilhete?!

Nos voos domésticos essa prática está sendo muito usada aqui nos EUA principalmente quando a passagem é pela United, a diferença é gritante.

 

As empresas aéreas não podem alegar prejuízo, e sim deixou de ganhar uma receita.

Ela de qualquer forma recebeu o bilhete do passageiro, e sim, de certa forma economizou no segundo trecho (mesmo que seja com peso do passageiro).

 

Aqui no norte acontece muito!!! Com os altos preços das tarifas, todas as formas possíveis e imagináveis para encontrar menores preços são pesquisadas!!! Exemplo: RBR/MAO via BSB pode ser bem mais barato que RBR/BSB. Quem vai só com bagagem de mão, desembarca em BSB...

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Exemplos clássicos que vi no passado sempre one way, BH - lis C preço 4.200, BH - lis - mad preço 2.800. Buenos Aires - BH preço 985,00, BUE - BH - Sdu preço 420,00. Como não fazer... Mesmos voos, mesmas datas.

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Aqui no Brasil eu conheço mais de uma pessoa que faz isso, há uns três anos pelo menos.

 

Compram passagem para o destino mais barato, sempre com conexão em CGH (na maioria das vezes, pq é o destino com tarifas mais caras por causa do corporativo) e GRU, e descem em São Paulo. ;)

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