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Air Europa apresenta pedido para operar voos domésticos no Brasil


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O que precisa crescer é MERCADO. Não adianta 15 empresas com o mesmo mercado, tem que crescer bastante para começar a viabilizar uma quarta empresa. Mesmo assim, com 70% do tráfego concentrado entre Brasília, Rio, BH e SP, aí é que não cabe mesmo mais uma grande. Mas serve de bravata para o governo e sonhar sonhar ainda é de graça.

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O Rio não esta facil, isso é verdade. A economia do estado vem patinando faz tempo além de toda a questão de segurança mas o Rio ainda é a principal cidade turistica do Brasil e a segunda em negocios.

Dos 3, o que eu achei mais sensato nas colocações, foi o Kakinof (não sei se é assim que se escreve)

O Brasil tem espaço pra uma 4ª empresa sim.   Mas do que o mercado está precisando é uma estilo TUI, Rouge, Air Asia.   Uma cia próxima dos operadores de turismo com metade de sua operação voltada

Mas isso somente se ela fosse adquirir a Avb, de outra forma ela entra comendo pelas beiradas

 

 

Não vale a pena adquiria a AVB. Paga-se caro pelos ativos que no momento atual passam a ser meramente ilustrativos. Você compra as rotas mas para operar no primeiro dia depois da compra, você vai ter que pagar caro (avião vazio).

 

Melhor você começar planejando sua operação - ter um período de vendas antecipadas e ja começar com 50-70% do avião cheio.

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O Rio de janeiro tem muito dever de casa interno ainda para se fazer e voltar a se tornar competitivo

A questão ali no estado não são apenas as reformas nacionais para resolver

 

No momento atual pouco importa onde você estabelece uma nova cia.

Existe oportunidade no tocante a conectividade da malha como um todo. Não precisa esperar encher 100% do avião no Rio, pode captar facilmente 50% a 70% de conexões.

A Avianca deixou espaços em POA, CWB, IGU, FLN, CNF, VIX, SSA, REC, FOR, BEL, AJU, MCZ, CGB, CGR...

 

Seria muito bom para a aviação nacional se um player vier a se estabelecer no Rio de Janeiro neste momento.

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Se a economia destravar e a política se acalmar de vez, o GIG é um prato cheio de oportunidade pra voos domésticos.

 

Hub Natural e concorrente de GRU

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O que precisa crescer é MERCADO. Não adianta 15 empresas com o mesmo mercado, tem que crescer bastante para começar a viabilizar uma quarta empresa. Mesmo assim, com 70% do tráfego concentrado entre Brasília, Rio, BH e SP, aí é que não cabe mesmo mais uma grande. Mas serve de bravata para o governo e sonhar sonhar ainda é de graça.

O Brasil tem espaço para uma quarta empresa aérea sim. Está a Avianca para mostrar isso, sempre teve ocupação alta, infelizmente foi mal administrada, mas tinha demanda.

E a demanda da Avianca não fazia a ocupação das demais abaixarem, demonstrando que há espaço sim para 4 empresa.

 

O cenário atual com 3 reforçou isso, a tarifa média subiu muito, voos estão cheios, e muita gente desistindo de voar de avião por conta dos preços.

 

Esse negócio que muitos defendem aqui que preferem 3 cias consolidadas do que 4 ou mais mal das pernas, não entendem que o cenário com essas 3 cias somente, fará o número de viajantes diminuir, e voltar a cultura do transporte rodoviário.

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Parece fogo de palha. O ideal seria primeramente esperar LATAM, GOL e AZUL recuperarem suas margens, e se a economia voltar a crescer (o que aparentemente não vai acontecer a curto prazo), novas empresas serão bem vindas.

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Acho mais fácil a lei não passar no congresso em função do tempo mínimo para isso, sem falar no lobby das empresas atuais para que isso não aconteça, impedindo assim a entrada de outros players...

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O Brasil tem espaço pra uma 4ª empresa sim.

 

Mas do que o mercado está precisando é uma estilo TUI, Rouge, Air Asia.

 

Uma cia próxima dos operadores de turismo com metade de sua operação voltada pros sazonais, cujas oportunidades são inúmeras, como CUN, CPT, LAS, ATH, MRS... e ao mesmo tempo vendendo pela internet.

 

No doméstico pode focar em horários secundários, já que não há aeroportos secundários. Todos os aeroportos têm horários ociosos. Os 8-10 maiores mercados já dão um bom retorno.

 

Em GRU, por ex, o mais congestionado, ela pode operar no terminal da Azul quando esta se mudar pro T2. Na madrugada dá pra montar um grande banco de conexões.

 

O GIG pode ser Hub nos horários premium.

 

SSA tem grande potencial pra Hub regional.

 

Há opções, precisa é o país sair da estagnação/provável depressão.

Edited by Delmo
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O Brasil tem espaço pra uma 4ª empresa sim.

 

Mas do que o mercado está precisando é uma estilo TUI, Rouge, Air Asia.

 

Uma cia próxima dos operadores de turismo com metade de sua operação voltada pros sazonais, cujas oportunidades são inúmeras, como CUN, CPT, LAS, ATH, MRS... e ao mesmo tempo vendendo pela internet.

 

No doméstico pode focar em horários secundários, já que não há aeroportos secundários. Todos os aeroportos têm horários ociosos. Os 8-10 maiores mercados já dão um bom retorno.

 

Em GRU, por ex, o mais congestionado, ela pode operar no terminal da Azul quando esta se mudar pro T2. Na madrugada dá pra montar um grande banco de conexões.

 

O GIG pode ser Hub nos horários premium.

 

SSA tem grande potencial pra Hub regional.

 

Há opções, precisa é o país sair da estagnação/provável depressão.

 

O Brasil tem espaço pra 10-20 empresas, mas de pequeno porte como nos países vizinhos. O problema é que não tempos empresários/capital interessados pra isso.

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A maioria delas deveria ser regional, mas AD praticamente monopolizou esse mercado. Passaredo não tem capital/competência, apesar de estar nos mercados mais fáceis. MAP sobrevive sabe-se lá como. E vamos ver se esses novos voos regionais "bancados" com a redução de ICMS vão dar certo. Depois isso, quem sabe novas empresas se aventurem.

Edited by TheJoker
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O 738 da UX tem 186 assentos igual da G3, as 3 primeiras fileiras com 33" e assento bloqueado, que ela chama de Business.

 

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O serviço começa aos 5min.

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Na minha opinião, no cenário atual, é mais complicado uma cia iniciante bater de frente com a AD no regional do que bater de frente com todas nas rotas tronco.

 

Edit: A menos que a cia iniciante venha com uma frota considerável de um modelo de aeronave mais eficiente que o ATR 72-600 para mercados de baixa densidade (e não sei se existe tal modelo).

Edited by diasfly
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O Brasil tem espaço pra uma 4ª empresa sim.

 

Mas do que o mercado está precisando é uma estilo TUI, Rouge, Air Asia.

 

Uma cia próxima dos operadores de turismo com metade de sua operação voltada pros sazonais, cujas oportunidades são inúmeras, como CUN, CPT, LAS, ATH, MRS... e ao mesmo tempo vendendo pela internet.

 

No doméstico pode focar em horários secundários, já que não há aeroportos secundários. Todos os aeroportos têm horários ociosos. Os 8-10 maiores mercados já dão um bom retorno.

 

Em GRU, por ex, o mais congestionado, ela pode operar no terminal da Azul quando esta se mudar pro T2. Na madrugada dá pra montar um grande banco de conexões.

 

O GIG pode ser Hub nos horários premium.

 

SSA tem grande potencial pra Hub regional.

 

Há opções, precisa é o país sair da estagnação/provável depressão.

Mas tui, rouge e air Asia são totalmente diferentes no meu ver

Tui uma empresa altamente vinculada às agências de turismo do mesmo grupo com foco em destinos leisure

Rouge uma empresa dentro de uma legacy feito para diminuir custos internos

Air Asia uma low cost/low fare de verdade

No meu ver no Brasil não caberia uma empresa tipo tui ou no formato da rouge , caberia sim uma low cost low fare, mas Gol e azul já tentaram o modelo e depois tornaram empresas normais ....

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O problema é que o perfil do Brasil(eiro) é diferente.

LCC lá fora cobra por tudo, marcação de assento, bagagem, alimentação, venda em cartão de crédito, não tem parcelamento, muito menos programa de milhagem. Então, não dá pra ter LCC/ULCC aqui.

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O problema é que o perfil do Brasil(eiro) é diferente.

LCC lá fora cobra por tudo, marcação de assento, bagagem, alimentação, venda em cartão de crédito, não tem parcelamento, muito menos programa de milhagem. Então, não dá pra ter LCC/ULCC aqui.

As cias que operam no Brasil, ja esta fazendo quase tudo isso...

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