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B737-8EH

Air Europa apresenta pedido para operar voos domésticos no Brasil

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capacidade para 180 ou 144, quantos embarques e desembarques pode haver em Araçatuba ?

 

Um ATR está ótimo pra região de pouco movimento para o transporte aéreo de passageiros.

 

Sou a favor de um transporte adequado ao mercado local, em todo caso, me parece "querer marcar território" tipo cachorro com xixi no poste !

 

 

Bem modelo Brasil... pra ganhar ICMS menor eu aceito perder dinheiro na operação operando voos demais e o yield indo pro chão.

 

Um engana o outro. No fim os dois vão perder.

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O voo da Gol para Araçatuba será operado com o B737-700 (144pax)

A Gol só tem isso, 144 ou 186.

Os 737-700 da Gol são configurados com 138 assentos.

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Holding da Air Europa está planejando operações em Salvador e São Paulo


27 de maio de 2019


A Holding que administra a Air Europa, e que planeja começar voos domésticos em breve, já iniciou as negociações com pelo menos dois governos, da Bahia, através da Prefeitura de Salvador, e de São Paulo,secretário de Turismo e Cultura de Salvador, Cláudio Tinoco. através da Secretaria do Turismo.


A companhia aérea também está conversando com o Grupo Vinci Airports, que administra o terminal do Aeroporto de Salvador.


“Ela já tem três voos semanais, contratos de abastecimento e tripulação treinada aqui, além de ótima relação conosco, fruto de um trabalho que tocamos nos últimos anos”, disse o secretário de Turismo e Cultura de Salvador, Cláudio Tinoco, que negocia com a companhia novos voos da mesma no mercado doméstico.


No nordeste a GOL utiliza o Aeroporto de Fortaleza (CE) como hub, enquanto a Azul distribui seus voos através do Recife (PE). Antes de entrar em recuperação judicial, a Avianca utilizava Salvador como base regional no nordeste.


Salvador também está recebendo propostas da Norwegian Air Argentina e da chilena Sky Airlines, para voos internacionais. Enquanto isso, o Secretário de Turismo do estado de São Paulo está animado com a possibilidade da presença da Air Europa. O mais recente estímulo do estado foi a redução do ICMS no combustível de aviação, como forma de atrair mas voos regionais e também domésticos a partir do estado.


“A quebra de burocracia impulsiona uma melhora no Turismo. Com a redução do ICMS do combustível de aviação, por exemplo, mais voos devem ser oferecidos a partir de aeroportos paulistas”, disse Vinicius Lummertz em uma entrevista ao Panrotas.


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Engraçado

Foi so aprovar a MP acabou as notícias!

 

Engraçado é a outorga sair sem a empresa sequer ter um COA!

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Os 737-700 da Gol são configurados com 138 assentos.

Se não me engano,144 tem o A319 da JJ

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Norwegian Air Argentina, Air Europa Brasil rsrs que engraçado.. será q teremos uma Air France Brasil?

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345,

Pelo que entendi na sua análise, qual é o salvaguarda que teremos -- como a estabilidade da estrutura aérea e econômica no país, prestação contínua e estável de serviços, etc. -- se essas estrangeiras entrarem no país fazendo uso de um dumping danado, a ponto de enfraquecer empresas já estabelecidas, para, depois, deitar e rolar no nosso mercado, sem compromisso, e um dia pegam e boné e abandonam o barco, como exemplos diversos que vimos aqui nos trópicos latinos, como as espanholas na Venezuela e Argentina, e até mesmo a Vasp e seus tentáculos no mercado equatoriano e boliviano?

Abs

 

 

É deveras questionável a capacidade de uma empresa estrangeira praticar dumping no Brasil, a infraestrutura escassa, a legislação extremamente protetiva e a própria retração do mercado (falta passageiro), são obstáculos naturais a eventual tentativa destas empresas de "brigar" com o atual trio de ferro em terras brasílis.

[...]

Enfim como disse o 345, vai dar uma esquentada no começo, mas depois o mercado se acomoda, não há espaço físico e econômico para justificar um aumento de demanda que derrube os preços.

 

 

Estimados Longreach e WRT, apontamentos interessantes e pertinentes

 

Não teremos salvaguardas, posso arriscar que seria o cenário perfeito do capitalismo selvagem :lol:, mas podemos ter medidas que atenuam o impacto delas: manutenção realizada aqui, evitar o interchange de aeronaves como a LATAM está fazendo e até mesmo reter parte do lucro aqui com a condicionante de investir este valor no país (seja em MRO, centros de treinamento, capacitação), sei que este último item é polêmico :lol:, pois abriríamos mão de ter empresas nacionais que quebram de 5 a 5 anos a favor de criar um mercado aeronáutico que ajustaria a crescer o PIB e gerar empregos de alto valor agregado.

 

A Vasp Air System e a aventura da Iberia eu diria que foi um primeiro momento da abertura do mercado aéreo sulamericano, marcado por empirismo e sem planos de trabalharem em conjunto. Colocaria neste papel a relação Varig-Pluna, SAETA-LAPSA, Aerocontinente Peru e Chile. Hoje temos algo mais estruturado e sério, como a LATAM, Avianca Holdings, Jetsmart e Viva Air.

Ainda acho, WRT, que as empresas conseguem dumping, claro - como bem disse - temos nossas peculiaridades, mas diria hoje que uma empresa com ótimo capital, pode ter liberdade de praticar tarifas mais baixas, seja por isto, seja porque as empresas aéreas novatas nascem com CASK baixo, todas nascem LCLF, mas com o passar dos anos vai perdendo aquele vigor quando era mais nova
Abraços..
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Notícia no VALOR que a Globália vai apresentar seus planos ao presidente, na tarde de hoje (30/05).

 

Se algum assinante puder colar na íntegra para nós.

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Notícia no VALOR que a Globália vai apresentar seus planos ao presidente, na tarde de hoje (30/05).

 

Se algum assinante puder colar na íntegra para nós.

Não tem muito a acrescentar, sem detalhes:

- Investimento de R$ 5 bilhões, mas incluindo na conta a hotelaria;

- Segundo a SAC, entre a concessão e início das operações, pode levar 1 ano o processo;

- O Ministério do Turismo, junto com o CADE e ANAC, recomendará que o presidente barre a liberação da gratuidade das bagagens. Segundo o ministro: "isto inviabiliza as low costs".

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Ou seja, sobre os planos efetivos da globalia ainda tá tudo nebuloso!

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Uma semana depois de ter obtido concessão da Agência Nacional de Aviação

Civil (Anac) para operar voos regulares dentro do Brasil, a cúpula do grupo

espanhol Globalia vai apresentar seus planos pessoalmente para o presidente

Jair Bolsonaro, em uma reunião marcada para hoje à tarde no Palácio do Planalto.

 

Dona da Air Europa e de outras 17 empresas, que atuam em setores como o

hoteleiro e de call center, a Globalia foi o primeiro grupo a usufruir da MP das Aéreas. A medida provisória retira o limite para capital estrangeiro na aviação - antes havia um teto de 20% para ações com direito a voto - e foi aprovada pelo Congresso na semana passada.

 

O CEO da Globalia, Javier Hidalgo, e o diretor-geral de desenvolvimento internacional do grupo, Lisandro Menu-Marque, saíram ontem de Nova York para a reunião em Brasília. Eles serão levados a Bolsonaro pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que esteve recentemente na sede da companhia, em Madri, e foi o principal responsável pela aproximação entre os espanhóis e o governo brasileiro. Álvaro Antônio disse ao Valor que o plano da Globalia pode contemplar investimentos de até R$ 5 bilhões no Brasil, o que

incluiria não apenas a aquisição de aeronaves, mas também desembolsos em hotéis.

 

"Estamos conversando para que eles possam investir não apenas no setor aéreo, mas também em grandes resorts", afirmou. Na conversa de hoje, o ministro

espera receber informações sobre a expectativa do grupo para o início das operações e quais rotas aéreas tem interesse em dar prioridade.

 

Com faturamento de quase € 4 bilhões no ano passado e 15 mil empregados, a Globalia tem presença em mais de 20 países, com empresas como a Travelplan (operadora de turismo), a Be Live (rede hoteleira) e a Groundforce (serviços de 'handling' aeroportuário). A Air Europa, que integra a aliança de companhias aéreas Sky Team, transportou mais de 11 milhões de passageiros em 2018. No Brasil, faz a ligação entre Madri e três destinos: São Paulo, Salvador e Recife.

 

 

O ministro acredita que a experiência da Globalia em sua instalação no Brasil deverá balizar o interesse de outras empresas no futuro. Por isso, segundo ele, é importante que o grupo espanhol seja tratado sem burocracia e com o máximo de

agilidade possível pelo setor público. "Eles são muito criteriosos e, instalando-se no Brasil, vão dar uma sinalização para outros investidores."

 

Com base na constituição de outras empresas, como a Azul no fim da década passada, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) estima em cerca de um ano o tempo entre a concessão dada pela Anac e o início efetivo das operações. Álvaro Antônio disse que a equipe técnica do ministério deve enviar uma recomendação ao Palácio do Planalto pelo veto

presidencial ao artigo, incluído pelos parlamentares na MP das Aéreas, que garante a volta da franquia obrigatória de bagagem nas. De acordo com ele, pode ser impopular, mas é uma medida crucial para viabilizar a instalação de companhias "low cost".

 

Além do Turismo, a Anac pretende se somar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que enviou ofício à Presidência da República defendendo o veto. Para o órgão, "a volta da franquia de bagagem afetará negativamente os

investimentos no mercado de transporte aéreo".

 

O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou ontem que Bolsonaro analisará estudos técnicos para tomar a decisão sobre o tema. O posicionamento representa um recuo do mandatário, que sinalizou na semana passada, em mais

de uma oportunidade, que o "coração" mandava manter decisão contra cobrança de bagagem em voos.

"O presidente, ao posicionar-se, valeu-se de uma situação, de um sentimento pessoal. Não obstante, o presidente, para tomar as decisões, vale-se de estudos técnicos consolidados pelos órgãos que o assessoram. Então, é neste contexto que o

presidente vai tomar as decisões posteriores com relação ao tema que estamos tratando", disse Rêgo Barros.

 

 

Uma semana depois de ter obtido concessão da Agência Nacional de Aviação

Civil (Anac) para operar voos regulares dentro do Brasil, a cúpula do grupo

espanhol Globalia vai apresentar seus planos pessoalmente para o presidente

Jair Bolsonaro, em uma reunião marcada para hoje à tarde no Palácio do Planalto.

 

Dona da Air Europa e de outras 17 empresas, que atuam em setores como o

hoteleiro e de call center, a Globalia foi o primeiro grupo a usufruir da MP das Aéreas. A medida provisória retira o limite para capital estrangeiro na aviação - antes havia um teto de 20% para ações com direito a voto - e foi aprovada pelo Congresso na semana passada.

 

O CEO da Globalia, Javier Hidalgo, e o diretor-geral de desenvolvimento internacional do grupo, Lisandro Menu-Marque, saíram ontem de Nova York para a reunião em Brasília. Eles serão levados a Bolsonaro pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que esteve recentemente na sede da companhia, em Madri, e foi o principal responsável pela aproximação entre os espanhóis e o governo brasileiro. Álvaro Antônio disse ao Valor que o plano da Globalia pode contemplar investimentos de até R$ 5 bilhões no Brasil, o que

incluiria não apenas a aquisição de aeronaves, mas também desembolsos em hotéis.

 

"Estamos conversando para que eles possam investir não apenas no setor aéreo, mas também em grandes resorts", afirmou. Na conversa de hoje, o ministro

espera receber informações sobre a expectativa do grupo para o início das operações e quais rotas aéreas tem interesse em dar prioridade.

 

Com faturamento de quase € 4 bilhões no ano passado e 15 mil empregados, a Globalia tem presença em mais de 20 países, com empresas como a Travelplan (operadora de turismo), a Be Live (rede hoteleira) e a Groundforce (serviços de 'handling' aeroportuário). A Air Europa, que integra a aliança de companhias aéreas Sky Team, transportou mais de 11 milhões de passageiros em 2018. No Brasil, faz a ligação entre Madri e três destinos: São Paulo, Salvador e Recife.

 

 

O ministro acredita que a experiência da Globalia em sua instalação no Brasil deverá balizar o interesse de outras empresas no futuro. Por isso, segundo ele, é importante que o grupo espanhol seja tratado sem burocracia e com o máximo de

agilidade possível pelo setor público. "Eles são muito criteriosos e, instalando-se no Brasil, vão dar uma sinalização para outros investidores."

 

Com base na constituição de outras empresas, como a Azul no fim da década passada, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) estima em cerca de um ano o tempo entre a concessão dada pela Anac e o início efetivo das operações. Álvaro Antônio disse que a equipe técnica do ministério deve enviar uma recomendação ao Palácio do Planalto pelo veto

presidencial ao artigo, incluído pelos parlamentares na MP das Aéreas, que garante a volta da franquia obrigatória de bagagem nas. De acordo com ele, pode ser impopular, mas é uma medida crucial para viabilizar a instalação de companhias "low cost".

 

Além do Turismo, a Anac pretende se somar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que enviou ofício à Presidência da República defendendo o veto. Para o órgão, "a volta da franquia de bagagem afetará negativamente os

investimentos no mercado de transporte aéreo".

 

O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou ontem que Bolsonaro analisará estudos técnicos para tomar a decisão sobre o tema. O posicionamento representa um recuo do mandatário, que sinalizou na semana passada, em mais

de uma oportunidade, que o "coração" mandava manter decisão contra cobrança de bagagem em voos.

"O presidente, ao posicionar-se, valeu-se de uma situação, de um sentimento pessoal. Não obstante, o presidente, para tomar as decisões, vale-se de estudos técnicos consolidados pelos órgãos que o assessoram. Então, é neste contexto que o

presidente vai tomar as decisões posteriores com relação ao tema que estamos tratando", disse Rêgo Barros.

Edited by Cmte Schweinsteiger

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CEO da Air Europa se reúne com MTur e Bolsonaro em Brasília

30/05/2019 19:35 | Larissa Faria

 

 

 

 

O CEO da Globalia, responsável pela Air Europa, reuniu-se hoje em Brasília com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. A companhia, primeira aérea com capital 100% estrangeiro a obter autorização do governo federal para operar voos no Brasil, está analisando quais as rotas realizará no País.

 

 

"Teremos no menor tempo possível um plano de negócios e um estudo das possibilidades apresentadas com esta oportunidade", afirmou o CEO da Globalia, Javier Hidalgo. Ele também pretende investir na hotelaria brasileira, trazendo para cá o modelo de gestão que a empresa aplica na Europa e Caribe.

 

 

 

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, considera que “a entrada de uma nova empresa no nosso mercado permitirá redução dos custos das passagens aéreas e beneficiará os cidadãos brasileiros que desejam viajar”.

 

www.panrotas.com.br

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Vamos ver "mais do mesmo" mudando só a base central, eu apostaria numa AEABR operando SSA-GRU, SSA-GIG, SSA-XXX...

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Sexta-feira no globo repórter:

Quem são os futuros diretores da empresa no Brasil?

De onde eles vem?

São pilotos?

O que fazem atualmente?

 

A verdade é que por hora é muito fogo de palha e pouco braseiro!

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Sexta-feira no globo repórter:

Quem são os futuros diretores da empresa no Brasil?

De onde eles vem?

São pilotos?

O que fazem atualmente?

 

A verdade é que por hora é muito fogo de palha e pouco braseiro!

 

Espere algo como a Azul, área técnica toda brasileira e postos chaves no administrativo-financeiro estarão hablando outra lingua

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Vamos ver "mais do mesmo" mudando só a base central, eu apostaria numa AEABR operando SSA-GRU, SSA-GIG, SSA-XXX...

 

Pensei no mesmo. Porém SSA creio que por sua posição geográfica poderá ser um bom HUB.

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Pensei no mesmo. Porém SSA creio que por sua posição geográfica poderá ser um bom HUB.

Tem de ver para quando está programada a entrega da expansão do terminal. SSA como está não vai oferecer conforto se uma empresa nova estruturar hub por lá. Aliás, já não oferece, diante do movimento e do respeito que os soteropolitanos merecem.

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Press release da Globália https://www.globalia.com/es/noticia/GLOBALIA_LA_PRIMERA_COMPANIA_DE_CAPITAL_EXTRANJERO_EN_OBTENER_UNA_LICENCIA_PARA_VUELOS_DOMESTICOS_EN_BRASIL

 

 

“Vamos a tener en el menor tiempo posible un plan de negocio y un estudio de las posibilidades que se nos presentan con esta oportunidad. Estamos estudiando las rutas dentro de Brasil que nos permitan posicionarnos y, si todo sale como esperamos, tenemos la intención de empezar a operar antes de fin de año”, explicó Javier Hidalgo.

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A Air Europa ainda tem base de comissários em SSA? Lembro que há uns anos atrás eles estavam recrutando tripulantes de cabine para aquela base.

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A Air Europa ainda tem base de comissários em SSA? Lembro que há uns anos atrás eles estavam recrutando tripulantes de cabine para aquela base.

 

Acho que nunca tiveram, devem ter recrutado para voar na Espanha

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Tem de ver para quando está programada a entrega da expansão do terminal. SSA como está não vai oferecer conforto se uma empresa nova estruturar hub por lá. Aliás, já não oferece, diante do movimento e do respeito que os soteropolitanos merecem.

 

Verdade, mas creio que de inicio não serão tantos voos assim.

Creio que ela queira faze o que a Avianca não fez em SSA, vamos aguardar, até pq tem também de saber de onde virão as aeronaves.

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O press release cheira a bravata. Com todo o respeito.

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Não é bravata, gente.

Me deixa mais tranquilo ver que tem os pés no chão.

 

Eu ficaria preocupado se o CEO disesse que tinha algo pronto e que poderia rodar em 90 dias - seria caos a frente!

 

Acredito que todos nós queremos negócios sustentáveis, e esses só são obtidos com 50% de um bom planejamento e 50% de uma boa operacionalização. Agora convenhamos, começar com planejamento errado - tomar decisões precipitadas, dá no que já sabemos - empresas com capital negativo rodando trimestre após trimestre no vermelho, sob risco de em determinado momento algo dar muito errado e pronto, mais uma para a lista interminável de cias aéreas do passado.

 

Air Europa faz bem em planejar com calma.

 

Todos nós falamos que a demanda está aí com o fim da Avianca Brasil, mas a coisa mais fácil é TODAS acharem isso e cada uma sair adicionando 10-15 aviões... como estão fazendo, pra oferecer mais do mesmo.

 

Resultado no fim ? Não é que o lucro vai ser alcançado, mas vão acabar repartindo o prejuizo da Avianca !!!!!!!!!!!

 

Faz bem a AE de olhar... o mercado Brasileiro não é pra amadores e muito menos para apressados.

 

Meus 2c...

 

Vão começar fazendo parcerias com hotéis e abastecendo seus próprios hoteis ... com 4 a 6 aeronaves, rodando rotas consagradas ligando os hotéis a grandes centros. É o DNA do grupo, e como dizem em espanhol... oxala eles façam isso, pois vai criar a vantagem competitiva que tende a caracterizar a Air Europa Brasil.

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Uma coisa interessante a fazer, mas não sei se a ANAC liberaria, é a AEA fazer MAD-SSA-GRU, MAD-REC-GRU e MAD-GRU-XXX, onde a etapa brasileira seria operada pela "Globalia Linhas Aéreas", em wet-leasing com a matriz.

 

Não precisa de aviões.

 

Aproveita ao máximo as aeronaves (não sei se elas pernoitam).

 

Diluí os custos das 3 bases.

 

Lembrando que o DAC permitiu por um tempo a Vasp vender GRU-SSA pelos L1011 da TAP.

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Acho que nunca tiveram, devem ter recrutado para voar na Espanha

Sim tiveram, base SSA somente de comissários. Durou pouco tempo na época que os A330 faziam MAD-SSA-SCL e volta.

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