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Após salvar Avianca Colombia, Efromovich corre risco de perder controle

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Ezra Fieser


23/05/2019 09h27


(Bloomberg) -- A Avianca era uma companhia aérea com 37 aviões antigos quando German Efromovich apostou na empresa e evitou sua falência em 2004. Ao longo de 15 anos, o empresário boliviano transformou o negócio em uma potência regional e na segunda maior companhia aérea da América Latina.


Mas, apesar de todo o sucesso, a empresa com sede em Bogotá enfrenta novamente um período turbulento. As ações da Avianca acumulam queda de quase 75% desde a abertura de capital em 2011, e seus títulos são negociados em território "distressed" diante da expectativa de que a aérea vai ter dificuldades para refinanciar a dívida. O prejuízo da Avianca no primeiro trimestre foi o maior desde 2015.


O maior responsável pela turbulência é o mesmo que, até pouco tempo, era tratado como herói: German Efromovich.


O milionário self-made colocou em risco o futuro da companhia aérea no ano passado, oferecendo sua participação de 51,5% na Avianca como garantia de um empréstimo da United Continental Holdings. Sua holding, a BRW Aviation, rapidamente violou os termos do contrato e, como resultado, o controle de Avianca poderia passar para as mãos da United.


Embora essa mudança provavelmente seja positiva para acionistas minoritários e detentores de bônus da Avianca, a atual incerteza criou uma miríade de problemas para a companhia, ao mesmo tempo em que um vencimento de US$ 550 milhões em bônus se aproxima no ano que vem.


"Estamos muito preocupados com a instabilidade da empresa no momento", disse Jaime Hernandez, presidente do sindicato de pilotos colombianos ACDAC, que em 2017 fizeram uma greve de quase dois meses para exigir melhores salários e benefícios. "Éramos uma ótima empresa e, recentemente, a administração tem sido muito ruim para nossas operações, nossa reputação."


Efromovich, que também é presidente do conselho da Avianca Holdings, disse em entrevista a uma rádio em Bogotá na terça-feira que não havia possibilidade de a United assumir o controle da empresa em breve. A situação da Avianca está "sob controle", disse à Blu Radio.


Em resposta por escrito às perguntas da Bloomberg, Efromovich negou que os problemas em seus outros negócios estejam trazendo riscos para a Avianca, que não faz parte do empréstimo. "Tudo está alinhado com a United conforme o contrato de empréstimo. Não há nada para corrigir ", escreveu.


A United disse que não assumiu o controle das ações da Avianca e que está trabalhando com a holding BRW.


Situação pode mudar a qualquer momento


Mas é uma opção que pode ser exercida a qualquer momento. A decisão acionaria cláusulas relacionadas à mudança de controle em vários empréstimos e que poderiam forçar a companhia a buscar US$ 1,5 bilhão para pagar credores, segundo analistas da corretora Corredores Davivienda, de Bogotá. O valor supera em mais de quatro vezes o montante que a empresa tinha em caixa no fim do primeiro trimestre.


Mesmo que a United não assuma o controle da companhia aérea, apenas o fato de poder fazê-lo complica os esforços da Avianca para operar e obter financiamento. Os investidores estão cautelosos em emprestar para uma empresa que, a qualquer momento, pode ficar na corda-bamba por não ter recursos para pagar credores.


A Avianca é apenas o mais recente desafio para Efromovich, que viu partes do conglomerado que construiu na América Latina com o irmão, José, ruir nos últimos anos. Seus estaleiros foram fechados. A Avianca Brasil entrou em recuperação judicial. E agora corre o risco de perder a Avianca Holdings.


Empresário salvou Avianca da falência


É uma reviravolta e tanto desde 2004, quando Efromovich era elogiado em toda a Colômbia por ter resgatado a segunda companhia aérea mais antiga do mundo. (O primeiro voo foi realizado em 1920, transportando passageiros entre os municípios de Barranquilla e Puerto Berrio.)


Anteriormente controlada pela família mais rica do país, começou a perder dinheiro na esteira dos ataques terroristas de 11 de setembro e da recessão global que se seguiu.


Efromovich comprou a Avianca, que estava em processo de falência, por US$ 64 milhões e assunção de dívida. Formado em engenharia mecânica e tendo estreado no ramo de aviação no Brasil, Efromovich dobrou o número de aeronaves operadas pela Avianca e logo começou a ter lucro. No ano passado, os 190 aviões da Avianca transportavam 30 milhões de passageiros, perdendo apenas para a Latam Airlines na região.


A sorte de Efromovich começou a virar em 2014, no início da pior recessão do Brasil. O empresário fez um empréstimo com a Elliott Management para financiar as operações de seus estaleiros, mas que acabaram fechando.


(Com a colaboração de Fabiola Moura e Pablo Gonzalez)



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Pelo visto o Efromovich vai sair da Avianca Holdings

 

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Agora a Avianca é da United?

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Avianca no le debe plata a United, se la deben los Efromovich, dice Roberto Kriete

 

Habla el nuevo poder en la junta directiva de la aerolínea, tras los movimientos hechos por United.

 

Por GDA/El Tiempo/Colombia

 

Publicada el 24/05/2019 - 11:18 HS

 

Roberto Kriete, quien fue cabeza de la aerolínea Taca y luego socio de Germán Efromovich en Avianca cuando acordaron unir las dos empresas, es el nuevo hombre fuerte de la aerolínea, una de las más importantes de la región.

 

United Airlines da golpe al poder de Germán Efromovich en Avianca

 

Kriete explica en entrevista exclusiva con EL TIEMPO el origen de esos cambios, el papel suyo y el de la aerolínea United en los mismos. También habla del futuro de Avianca y de sus dueños.

 

 

¿Qué fue lo que pasó hoy con Avianca, United y Kingsland?

 

United Airlines tomó una serie de medidas contractuales sobre BRW (accionista mayoritario de Avianca Holdings), debido al incumplimiento de ciertas obligaciones de este último en el acuerdo que establecieron entre las dos partes. Entre dichas medidas, Kingsland (holding de las compañías de Kriete), como el mayor accionista minoritario de Avianca, fue nombrado como tercero independiente en el proceso y obtuvo el derecho de voto que tienen las acciones de BRW en Avianca Holdings. Este es un día importante, pues es el escenario oportuno para construir un futuro prometedor para la compañía para que continuemos siendo la mejor aerolínea del país y una de las multilatinas más queridas de América Latina.

 

¿Cómo es la operación que le permite a usted, señor Roberto Kriete, tomar el mando de Avianca?

 

Para empezar, yo no estoy asumiendo el mando de Avianca y espero ser claro con eso. El derecho o la responsabilidad que a Kingsland ( le ha otorgado United, como tercera persona independiente, es el poder elegir a la junta directiva de Avianca Holdings. Mi responsabilidad es llevar a cabo ese proceso y escoger una junta directiva de clase mundial para Avianca Holdings, que tenga todas las características necesarias para convertirla en una empresa exitosa.

 

¿En qué circunstancias se tomaron esas decisiones que parecen sacadas de la popular serie Juegos de Tronos?

 

No he visto Juego de Tronos, pero puedo decirle que estas son circunstancias coyunturales. Como lo expresé anteriormente, United tiene ciertos derechos y ejerciéndolos en su relación con BRW, que es la empresa dueña del 78,1 por ciento de las acciones de Avianca, decidió escoger a Kingsland para que sea el tercero independiente que lleve a cabo este proceso. La labor de Kingsland, con más de 40 años de experiencia en la aviación, será continuar trabajando para lograr el mejor gobierno corporativo en Avianca Holdings, y asegurar la estabilidad y sostenibilidad financiera de la compañía en el largo plazo, así como generar un ambiente de trabajo enfocado en las personas.

 

Hace un par de años usted tuvo una disputa en las cortes norteamericanas y Germán Efromovich. ¿En qué paró este enfrentamiento?

 

Se llegó a un arreglo, a un entendimiento, en la cual tanto la parte de Germán Efromovich (Sinergy) como nosotros, desechamos los cargos.

 

Efromovich dijo que no se refería a usted porque el matrimonio de los dos era muy malo, ¿Qué le contesta a su socio en Avianca?

 

Yo en mis temas personales de matrimonio normalmente no hablo con los medios.

 

Usted, con un porcentaje minoritario, va a manejar una de las más importantes aerolíneas latinoamericanas y que se prepara a cumplir cien años. ¿Cómo se siente con ese desafío?

 

Es un reto complejo, pero mi función no es ser el héroe de este drama. Mi función es montar un equipo y una junta directiva de clase mundial muy capaz, que tenga las habilidades necesarias para liderar realmente la transformación de Avianca. Tenemos muchas oportunidades a futuro y trabajando juntos, estaremos a la altura de este desafío.

 

¿Impulsó usted la renuncia del anterior presidente de Avianca, Hernán Rincón?

 

No.

 

Para volver a la operación, la plata que debía Avianca a United, ¿quién la va a pagar?

 

Avianca no le debe plata a United. Quien le debe plata a United son las estructuras corporativas de Germán y José Efromovich, y la tienen que pagar ellos.

 

¿Ha habido malos manejos en Avianca?

 

No queremos ver al pasado sino al futuro y vemos un futuro muy positivo para todos los colaboradores, acreedores, proveedores, accionistas y especialmente para los clientes de Avianca.

 

¿Cuándo espera nombrar presidente en propiedad de la aerolínea?

 

Yo esperaría que esa sea una de las decisiones importantes que va a tomar esta nueva junta directiva.

 

¿Usted se viene a vivir a Colombia o va a seguir manejando las cosas desde El Salvador, su país de residencia?

 

Quiero reiterar que yo no soy quien va a manejar a Avianca. Voy a formar parte de una junta directiva y la empresa va a tener un CEO, quien realmente será el encargado. No es mi función administrar Avianca. Mi rol es el de asegurar que Avianca tenga la mejor junta directiva posible conformada con las personas con mayor experiencia y talento. A través de esta junta directiva de primer nivel esperamos poder impulsar a la compañía a tomar las mejores decisiones y así llevarla a ser la mejor aerolínea de América Latina, como también, la más querida por sus clientes.

 

¿Se podrá seguir diciendo que Avianca es una aerolínea colombiana?

 

Avianca siempre ha sido una aerolínea colombiana y continuará siéndolo. Su historia es colombiana y eso nada lo puede cambiar. También es parte de su historia que cuando se fusionó con Grupo Taca se convirtió en la línea aérea de la gente de El Salvador, Costa Rica, Guatemala, Nicaragua, Honduras, Perú, y Ecuador. Avianca seguirá siendo una de las marcas más queridas de Colombia y con su nuevo gobierno corporativo la convertiremos en una de las más queridas de América Latina.

 

¿Su nueva posición es un movimiento de United mediante el cual usted es una ficha de ese ajedrez?

 

Para ser claros, United Airlines no controla ni controlará Avianca. Nosotros nos mantenemos orgullosamente independientes. Nuestra junta directiva y nuestro equipo gerencial continuarán trabajando por Avianca, nuestros colaboradores y clientes.

 

¿Cambiará de alguna manera el servicio a los pasajeros de Avianca?

 

En caso de que cambien los servicios será para mejorarlos.

 

https://www.eleconomista.net/amp/economia/Avianca-no-le-debe-plata-a-United-se-la-deben-los-Efromovich-dice-Roberto-Kriete-20190524-0018.html?__twitter_impression=true

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E em menos de 24 hrs os irmãos conseguiram perder as duas Aviancas.

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Sorte da Avianca Colômbia, caiu na mão de gente séria.

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E em menos de 24 hrs os irmãos conseguiram perder as duas Aviancas.

 

A Avianca Argentina também não vai longe com um avião voando somente...

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E em menos de 24 hrs os irmãos conseguiram perder as duas Aviancas.

 

 

 

A Avianca Argentina também não vai longe com um avião voando somente...

 

Põem na conta a Aeromar também.

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Agora a Avianca é da United?

 

United vai ficar com as ações que a BRW (Efromovich) tinha da AVH, por quebra de obrigações contratuais (pagamento de juros/amortização). Com isso ela vai dar poder a Kingsland pra eleger uma nova diretoria pra a Avianca. Depois de algum tempo, a United pode vender (total ou parte) dessas ações, assim que elas recuperem valor de mercado.

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United vai ficar com as ações que a BRW (Efromovich) tinha da AVH, por quebra de obrigações contratuais (pagamento de juros/amortização). Com isso ela vai dar poder a Kingsland pra eleger uma nova diretoria pra a Avianca.

 

Como o mundo dá voltas...

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Na verdade o Efromovich perdeu o controle administrativo (direito ao voto no conselho de administração), mas não acionário (econômico).

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Na verdade o Efromovich perdeu o controle administrativo (direito ao voto no conselho de administração), mas não acionário (econômico).

 

Vai perder os dois, as ações dele (em poder da BRW) vão pra UA como pagamento do empréstimo.

 

http://s22.q4cdn.com/896295308/files/doc_downloads/2019/04/AVH-OWNERSHIP-STRUCTURE-ENG-March-31-2019.pdf

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Os irmãos estão fora da Avianca lá e cá.

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Vai perder os dois, as ações dele (em poder da BRW) vão pra UA como pagamento do empréstimo.

 

http://s22.q4cdn.com/896295308/files/doc_downloads/2019/04/AVH-OWNERSHIP-STRUCTURE-ENG-March-31-2019.pdf

 

A United destacou que não; o que foi exercido foi o direito contratual de indicar um terceiro independente para exercer o direito ao voto corresponde as ações da BRW Aviation no conselho de administração (51.5%), portanto, assumindo o controle administrativo. As ações (e o poder econômico) sobre elas, porém, continua nas mãos de Efromovich.

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A United destacou que não; o que foi exercido foi o direito contratual de indicar um terceiro independente para exercer o direito ao voto corresponde as ações da BRW Aviation no conselho de administração (51.5%), portanto, assumindo o controle administrativo. As ações (e o poder econômico) sobre elas, porém, continua nas mãos de Efromovich.

 

Isso que eu entendi também. O modo deles perderem as ações é o modo de vencimento antecipado da dívida, caso esteja elencado como um dos remédios do contrato - e, se constar, caso a Avianca/BRW tenham quebrado o covenant de tal maneira que ative tal remédio.

 

Aqui no Brasil, pra você acionar um vencimento antecipado tem que ter feito uma m* beeeeem grande ou os indicadores financeiros teriam de se mostrar MUITO ruins, o que acho que não é o caso.

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Os irmãos estão fora da Avianca lá e cá.

As vezes tarda, mas não falha. Só gostaria de ver os brothers responderem na justiça. E ressarcindo todos a quem causaram prejuízo, principalmente os funcionários da companhia.

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Os irmãos estão fora da Avianca lá e cá.

 

Cá não existe mais.

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A United destacou que não; o que foi exercido foi o direito contratual de indicar um terceiro independente para exercer o direito ao voto corresponde as ações da BRW Aviation no conselho de administração (51.5%), portanto, assumindo o controle administrativo. As ações (e o poder econômico) sobre elas, porém, continua nas mãos de Efromovich.

 

Ok, estava entendo que o contrato tinha sido quebrado por falta de pagamento de juros.

 

UA emprestou ao Synergy em nov18 $456 milhões, juros de 3% a.a. pagos trimestralmente. O principal vai ser amortizado em 5 parcelas, a primeira em 2021, e a última em 2025. Ainda diz que o Synergy pode capitalizar os juros (carência) até 2021 (3º ano do empréstimo).

 

http://ir.united.com/static-files/b7763dd6-5f85-4f1f-8a7b-f27b10fedb49

 

Então, se o Synergy descumpriu alguma cláusula, não foi por falta de pagamento de juros trimestrais. O Synergy só vai começar a perder as ações, se em nov21 eles não liquidarem a 1ª parcela+juros.

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Ok, estava entendo que o contrato tinha sido quebrado por falta de pagamento de juros.

 

UA emprestou ao Synergy em nov18 $456 milhões, juros de 3% a.a. pagos trimestralmente. O principal vai ser amortizado em 5 parcelas, a primeira em 2021, e a última em 2025. Ainda diz que o Synergy pode capitalizar os juros (carência) até 2021 (3º ano do empréstimo).

 

http://ir.united.com/static-files/b7763dd6-5f85-4f1f-8a7b-f27b10fedb49

 

Então, se o Synergy descumpriu alguma cláusula, não foi por falta de pagamento de juros trimestrais. O Synergy só vai começar a perder as ações, se em nov21 eles não liquidarem a 1ª parcela+juros.

Então nada vai mudar antes do fim de 2021..... e o 1,5bi que vence no curto prazo será renegociado ,de certo

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German Efromovich perde o controle da Avianca Holdings

24/05/2019 19:54 | Danilo Teixeira Alves

O empresário German Efromovich perdeu o controle e o cargo de presidente do conselho da Avianca Holdings. O motivo é o calote de um empréstimo dado pela United Airlines no ano passado, na ordem de US$ 456 milhões. German é irmão de José Efromovich, dono da Avianca Brasil, que hoje teve suas operações suspensas em todo o País.

 

 

Segundo nota da Kingsland, a empresa foi nomeada pela United como terceira interessada no processo e obteve "o direito de voto das ações da BRW na Avianca Holdings. A atuação da Kingsland será alinhar esforços com um novo conselho de administração de primeiro nível" para reestruturar a aérea.

 

A junta diretiva, agora sem os Efromovich, conta com Roberto Kriete como presidente e outros executivos, são eles: Richard Schifter, Sergio Michelsen, Fabio Villegas, Álvaro Jaramillo, Óscar Darío Morales, James Leshaw, Juan Emilio Posada, Jairo Burgos, Rodrigo Salcedo e Roberto Zamora. Segundo comunicado oficial enviado pela Avianca Holdings, "esta junta de primeiro nível conta com a presença de três ex-presidentes da Avianca e de vários profissionais renomados da indústria aeronáutica mundial".

 

"Vemos um futuro muito positivo para todos os colaboradores, credores, fornecedores, acionistas e especialmente para os clientes da Avianca. Minha função é promover uma equipe e um Conselho de Administração muito capaz, que tem as habilidades necessário para realmente liderar a transformação da Avianca", disse Roberto Kriete, novo presidente do conselho de administração da Avianca Holdings.

 

"Essa mudança é muito positiva para a nossa governança corporativa. É uma clara mostra da confiança dos acionistas na companhia aérea e no plano de transformação que está em andamento", afirmou Renato Covelo, CEO responsável pela aérea.

 

Em comunicado, a Avianca Holdings reiterou que a United Airlines não assumiu o controle do conglomerado, nem de sua operação e de suas decisões de negócios. "O que aconteceu foi uma mudança na governança corporativa do grupo, mas não em sua composição. As medidas anunciadas hoje não alteram o curso da aliança existente entre Avianca, United e Copa."

 

 

 

Em meio a essas polêmicas, a Anac suspendeu as operações da Avianca Brasil até que a empresa comprove capacidade operacional para manter as operações com segurança. E o leilão pelos ativos da Avianca Brasil, cobiçados por Azul, Gol e Latam, continua suspenso.

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Avianca replaces Efromovich with Kriete as board chairman

 

24 MAY, 2019 SOURCE: FLIGHT DASHBOARD BY: GHIM-LAY YEO WASHINGTON DC

 

Avianca has appointed Roberto Kriete as its new chairman, formally ousting its majority shareholder German Efromovich from the airline's board.

 

The Colombian airline's shareholders voted unanimously in an extraordinary meeting held via telephone conference today to appoint Kriete to head the board, says the Star Alliance carrier. Renato Covelo, who was appointed interim chief executive following the departure of Hernan Rincon in April, will remain in the position.

 

In a conference call, Covelo says the airline's strategic priorities remain unchanged. The airline will continue with its ongoing transformation plan to improve profitability, he adds.

 

Kriete, the former chief executive of Central American airline TACA before it merged with Avianca in 2010, is the owner of Avianca's second largest shareholder Kingsland Holdings. He is also a founder and board director of Mexico's Volaris.

 

Kingsland says in a statement that it will continue working to ensure the success and stability of Avianca. Efromovich's Synergy will remain the majority shareholder of Avianca. Synergy owns the majority stake in the airline through its subsidiary BRW Aviation.

 

However, Efromovich and his brother Jose Efromovich have been removed from the board, says Covelo. Other board members that were removed include former Airbus Latin America president Rafael Alonso, he adds.

 

The airline has appointed several new directors to its board, including former Avianca chief executives Fabio Villegas and Juan Emilio Posada.

 

The appointment of Kriete is a further blow to Efromovich, whose businesses are mired in financial difficulties. His wholly-owned Sao Paulo-based airline, Avianca Brazil, was grounded by Brazil's civil aviation authority today.

 

Earlier today, United disclosed that it had granted Kingsland the authority to manage Efromovich's BRW Aviation, which had defaulted on a $456 million loan from United made in November 2018. The loan is secured by BRW's shares in Avianca.

 

United says it and Kingsland are committed to offer up to $250 million in financing to Avianca, whose credit ratings and share price have suffered in the wake of Efromovich's financial troubles. The Chicago-based carrier says Avianca will remain independent, pointing to its labour agreements that will require union approval for a takeover of another carrier.

 

The ouster of Efromovich marks a dramatic end to a shareholder tussle between him and Kriete that began in 2017. Kriete's Kingsland had sued Synergy and Avianca, alleging that the carrier's majority shareholder chose United as a joint venture partner for its sole benefit, despite better offers from other airlines.

 

Lawsuits from that dispute were eventually settled by Avianca, Synergy and Kingsland.

 

Avianca remains in the process of forming a three-way joint venture with United and Panama's Copa Airlines.

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United paves path for Synergy ouster at Avianca

 

24 MAY, 2019 SOURCE: FLIGHT DASHBOARD BY: SOPHIE SEGAL NEW YORK

Avianca's second largest shareholder Kingsland Holdings has been granted authority to manage the airline's majority shareholder BRW Aviation, setting up a path to remove Synergy's German Efromovich from the Colombian carrier.

 

BRW, a subsidiary of Synergy, is in default on a $456 million loan extended by United in November 2016.

 

"In connection with the delivery by United of a notice of default to BRW, Kingsland Holdings Limited, AVH’s largest minority shareholder, has been granted independent authority to manage BRW, which remains the majority shareholder of AVH," says United in a stock exchange filing.

 

The loan from United to BRW was secured by the latter's equity in Avianca and 516 million shares of the airline's common stock.

 

In a move to protect the collateral, the US major is offering to loan Avianca up to $150 million if needed and requested by the airline.

 

"United is committed to the possibility of supporting Avianca Holdings by offering to loan it up to $150 million if needed and requested by Avianca Holdings, assuming certain commitments and waivers are made by other stakeholders," the carrier says in a stock exchange filing.

 

United says that in order to protect its collateral after S&P Global Ratings downgraded the credit ratings of Avianca and its frequent flier programme LifeMiles on 13 May, it "began to exercise remedies available to it under the terms of the loan agreement and related documents" on 24 May.

 

Kingsland is owned by Roberto Kriete, former chief executive of Central American carrier Taca which merged with Avianca in 2010.

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