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Boeing Brasil é o novo nome da Embraer na aviação comercial


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Boeing Brasil é o novo nome da Embraer na aviação comercial

23/05/2019 18:13 | Danilo Teixeira Alves

 

Boeing Brasil é o nome da empresa resultante da compra da unidade de aviação comercial da Embraer pela Boeing. A novidade foi divulgada na tarde desta quinta-feira (24) por meio do perfil oficial da fabricante americana no Twitter.

 

 

A joint venture contempla os negócios e serviços de aviação comercial da Embraer, estrategicamente alinhada com as operações de desenvolvimento comercial, produção, marketing e serviços de suporte da Boeing.

 

As empresas criaram um hotsite onde é possível obter as últimas informações da Boeing Brasil. Novos nomes para os jatos da família E-Jets deverão ser divulgados em breve.

 

As duas empresas assinaram, em julho do ano passado, um memorando de fim de estabelecer uma parceria estratégica, avaliada em em US$ 4,75 bilhões, que pudesse impulsionar o crescimento de ambas as empresas no mercado aeroespacial em âmbito global.

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Como será a divisão?

 

- São José dos Campos: Boeing Brasil (aviação comercial)

- Gavião Peixoto: Embraer (KC-390 e Saab Gripen)

- Fort Lauderdale: Boeing Brasil (aviação comercial)

- Jacksonville: Embraer/Sierra Nevada (Super Tucano)

- Melbourne: Embraer (aviação executiva)

- Botucatu: Embraer (Ipanema)

 

Algo Mais?

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Uma pena. Embraer era muito boa.

 

Espero que a filosofia nojenta de fazer aviões baratos da Boeing não apague o know how da Embraer.

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Uma pena. Embraer era muito boa.

 

Espero que a filosofia nojenta de fazer aviões baratos da Boeing não apague o know how da Embraer.

Sério que li isto ?

 

A Boeing foi fundada em 1916, produziu milhares de modelos que mudaram inclusive o curso de uma guerra mundial, participaram ativamente em todas as conquistas aeronáuticas da humanidade, criaram

grandes clássicos da aviação, criaram modelos que revolucionaram a aviação em seu tempo.

 

Claro que não foi a única, mas teve papel fundamental na história da aviação.

 

E venho ler um troço destes em um forum de aviação, por um momento pensei que estivesse lendo os comentários do UOL !

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Pode ser sido uma boa decisão para a Embraer, mas mesmo assim dá um aperto no coração. Só espero que as linhas de montagem não sejam transferidas para os EUA no longo prazo.

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Pode ser sido uma boa decisão para a Embraer, mas mesmo assim dá um aperto no coração. Só espero que as linhas de montagem não sejam transferidas para os EUA no longo prazo.

 

Tudo depende, a TAM não faliu graças aos chilenos que não só mantiveram como ampliaram os voos internacionais da JJ, ao invés de usarem as filiais chilen,Argentina e peruana para fazer os voos internacionais partindo daqui, torcer para Boeing valorizar a Embraer e seu incrível quadro de engenheiros

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Tudo depende, a TAM não faliu graças aos chilenos que não só mantiveram como ampliaram os voos internacionais da JJ, ao invés de usarem as filiais chilen,Argentina e peruana para fazer os voos internacionais partindo daqui, torcer para Boeing valorizar a Embraer e seu incrível quadro de engenheiros

Falou tudo! Lembrando que a Embraer terá poder de decisão sobre ações estratégicas como a transferência da linha de produção. Teoricamente, temos como fazer desse fato uma revolução na própria indústria aeronáutica brasileira.

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Tudo depende, a TAM não faliu graças aos chilenos que não só mantiveram como ampliaram os voos internacionais da JJ, ao invés de usarem as filiais chilen,Argentina e peruana para fazer os voos internacionais partindo daqui, torcer para Boeing valorizar a Embraer e seu incrível quadro de engenheiros

Porém transporte aéreo é bem diferente de uma linha de montagem. Um dos fatores que fez a Boeing se interessar foi a linha de produtos e a equipe de engenharia da Embraer, que facilmente podem transferidas para a matriz, ainda mais com a política "American First" do Trump. Seria a oportunidade perfeita para gerar milhares de empregos nós EUA.

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Porém transporte aéreo é bem diferente de uma linha de montagem. Um dos fatores que fez a Boeing se interessar foi a linha de produtos e a equipe de engenharia da Embraer, que facilmente podem transferidas para a matriz, ainda mais com a política "American First" do Trump. Seria a oportunidade perfeita para gerar milhares de empregos nós EUA.

 

Mas você acha que faz sentido se desfazer de toda uma infra-estrutura aqui só por conta do "American First"? Levar todo mundo e tudo pra lá seria um gasto descomunal que não creio que seja interessante pra nenhum investidor.

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Sério que li isto ?

 

A Boeing foi fundada em 1916, produziu milhares de modelos que mudaram inclusive o curso de uma guerra mundial, participaram ativamente em todas as conquistas aeronáuticas da humanidade, criaram

grandes clássicos da aviação, criaram modelos que revolucionaram a aviação em seu tempo.

 

Claro que não foi a única, mas teve papel fundamental na história da aviação.

 

E venho ler um troço destes em um forum de aviação, por um momento pensei que estivesse lendo os comentários do UOL !

 

Hehehe...

 

Concordo contigo Bonotto! Mas é como você mesmo citou, história! Tudo ficou na história. A Boeing era... A Boeing foi... Não é mais.

 

Mas minha questão é a seguinte... A Boeing dessa época já não existe mais. A Boeing do 737-200, do 747... A Boeing do Joseph Sutter já não existe mais. Infelizmente o legado que eles deixaram se dissolveu diante da pressa do baixo preço e da ambição de se manter no mercado a qualquer custo (nada a ver com o MAX).

 

Hoje em dia, a empresa gira com um monte de estagiários, funcionários desmotivados e pessoas que não dão a mínima para o que a empresa foi.

 

O controle de qualidade da empresa é péssimo!

 

Para mim, a Boeing sempre foi a melhor, o exemplo, até eu ter a experiência com ela e com as "outras". Enfim....Embraer ganha de longe!! Espero que mantenha a qualidade e filosofia ou então, espero que a Boeing siga o exemplo.

 

Abraço!!

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Mas você acha que faz sentido se desfazer de toda uma infra-estrutura aqui só por conta do "American First"? Levar todo mundo e tudo pra lá seria um gasto descomunal que não creio que seja interessante pra nenhum investidor.

Pois é, tem isso, mas considero levar a equipe de engenharia da Embraer um investimento, não um gasto, ainda mais quando vem surgindo o 797. O que poderia acontecer é a linha de montagem ficar EUA e o Brasil se tornar um centro de "pós produção", igual já acontece na China em parceria com a COMAC.

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Em um primeiro momento, continua em São José, pois transferir tudo pros EUA, envolve um grande gasto em montar uma nova fábrica, funcionários, etc, já que as fábricas da Boeing nos EUA estão lotadas.. São José dos Campos ainda tem a vantagem de ser perto do Porto de Santos, o que facilita bastante na logística.

 

Como a família E2 já está quase concluída (falta o E175), é muito provável que o pessoal da Engenharia da Embraer vai direto pro programa do Boeing 797, visto que depois da c*g*da do Max, ficou urgente a necessidade de um novo avião narrow para a Boeing.

 

E é possível (meu palpite) que ainda surja um E170 E2, visto que o E175 E2 está perdendo mercado para o E1, devido as scope clauses nos EUA.

https://airway.uol.com.br/embraer-e175-vira-rival-para-o-e175-e2-nos-eua/

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Será que agora o turboélice 70-100 sai do papel?

Eu acho muito difícil

Nem a atr que já estudou sobre a possibilidade do atr 92, que tem o mercado de turbohelices e expertise na área lançou algo maior

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Possivelmente poderá ter alguma cláusula que impeça a Embraer (o que sobrou) de projetar novos aviões comerciais. Uma espécie de quarentena.

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Possivelmente poderá ter alguma cláusula que impeça a Embraer (o que sobrou) de projetar novos aviões comerciais. Uma espécie de quarentena.[/quot

 

Mas para turbo-hélice tenho minhas dúvidas. No meu ponto de vista é que hélice para o futuro teria que ser híbrido, meio querosene, meio eletrico

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Uma pena. Embraer era muito boa.

 

Espero que a filosofia nojenta de fazer aviões baratos da Boeing não apague o know how da Embraer.

 

gezuis buda maome e tao amados, eu não li isso.

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Qual é atualmente o papel da Bombardeiro após a "compra/fusão" com a Airbus? Pelo que tenho visto o A220 Séries tem uma carteira recheada de encomendas!?

Pelo que entendi, a Bombardier não tem nada a ver com o a220 mais. Foi uma operação diferente da embraer: no caso da bombardier, comprou-se apenas o programa, enquanto a embraer formou uma terceira empresa com ownership majoritário da Boeing.

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Pelo que entendi, a Bombardier não tem nada a ver com o a220 mais. Foi uma operação diferente da embraer: no caso da bombardier, comprou-se apenas o programa, enquanto a embraer formou uma terceira empresa com ownership majoritário da Boeing.

 

Fora isso, a Bombardier tem o programa CRJ (que vai mal) Dash-8 (pior ainda) a aviação executiva (vai ok) e a indústria ferroviária (que ja viu dias melhores).

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É uma pena como o governo, seja o atual quanto o anterior, não soube aproveitar para potencializar o Brasil como um pólo aeronáutico. Não é questão de nacionalidade - na prática a Embraer já era empresa 51% estrangeira, mas a potencial perda de tecnologia e mão-de-obra.

 

Imaginemos o seguinte: a Boeing decide manter do jeito que está a EMB, com suas unidades fabris, organização e etc. Só que muda o cenário brasileiro (greve na RF, aumento dos custos para importar, etc.) ou até mesmo interno (nova cúpula na Boeing) ou uma crise no grupo, o que ele irão priorizar? EUA ou Brasil?

 

A Embraer só não transferiu sua linha de produção para fora porque o governo tinha veto. Por mim venderia toda a EMB, mas só estipulava que o governo manteria a golden-share e pediria algumas contrapartidas que, para a Boeing, não ia custar nada, mas para exportadores de laranjas significa muito.

 

Quanto a Bombardier, o programa C-Series custou muito para o grupo de tal modo que cogitam manter apenas a divisão ferroviária do grupo e a bizjet.

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Fora isso, a Bombardier tem o programa CRJ (que vai mal) Dash-8 (pior ainda) a aviação executiva (vai ok) e a indústria ferroviária (que ja viu dias melhores).

 

Os direitos do Dash 8 (Q400) foram vendidos para a Viking, que ja possuía os direitos de outros de Havilland Canada, como o DHC-6 Twin Otter.

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