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riclima

Boeing Brasil é o novo nome da Embraer na aviação comercial

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O Twitter otter ela fábrica do zero, os direitos do cl415 e 215 snm ela tem posse tem, agora em relação aos dashes acho eu que não vai dar conta, incluindo aí a parte de suporte

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Porém transporte aéreo é bem diferente de uma linha de montagem. Um dos fatores que fez a Boeing se interessar foi a linha de produtos e a equipe de engenharia da Embraer, que facilmente podem transferidas para a matriz, ainda mais com a política "American First" do Trump. Seria a oportunidade perfeita para gerar milhares de empregos nós EUA.

Só citei porque era outro exemplo de empresas brasileiras adquiridas por estrangeiros, mas quando há interesse os empregos e investimentos são preservador,vide JJ....preferiram ampliar aqui no Inter ao invés de usar a estrutura mais barata das filiais vizinhas.....vamos torcer para Boeing Brasil ser mantida aqui como a Latam Brasil foi

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A Bombardier está abrindo uma linha de montagem do A-220 (ex CSeries) em Mobile, no Alabama. Não duvidem q

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Continuando..... não duvidem que a Boeing transfira parte da linha de montagem dos EJets para os Estados Unidos, principalmente para as aeronaves vendidas a empresas norte-americanas.

Vejam também o caso dos Super Tucanos. Os que são comercializados através de programas militares dos Estados Unidos são montados em Jacksonville, na Flórida. Se os KC-390 também fizerem parte de programas miliares dos Estados UNidos certamente haverá a exigência de uma linha de montagem por lá.

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A Bombardier está abrindo uma linha de montagem do A-220 (ex CSeries) em Mobile, no Alabama. Não duvidem q

 

Essa fábrica é da Airbus.

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Deesculpe a falha: a fábrica é da Airbus, o que não invalida o meu raciocínio sobre a transferência de uma linha de montagem de EJets para os Estados Unidos.

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Essa fábrica é da Airbus.

Porém para se fabricar o A220 também.

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Deesculpe a falha: a fábrica é da Airbus, o que não invalida o meu raciocínio sobre a transferência de uma linha de montagem de EJets para os Estados Unidos.

 

Mais o principal motivo da compra do CSeries pela Airbus foi por que Boeing consegui fazer o governo americano taxar em 300% os aviões que a Delta tinha comprado, após o CSeries vencer a disputa com o 737-700.

 

Transferindo a produção para fabrica deles no Alabama eles conseguiriam evitar de pagar essa tarifa absurda. Esse pedido da Delta foi o que salvou o programa, com isso a Airbus também prejudicaria um concorrente direto.

 

Além disso o Cseries tem um produção bem internacional. A assa é feita na Irlanda e mais da metade dos componentes, incluindo o motor, é feito dos Estados Unidos.

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Meus prezados

Voltando à Boeing e Embraer...

VÍDEO: Boeing Brasil – Commercial
Boeing-Embraer.jpg
Boeing Brasil – Commercial é o nome da empresa que resultou da fusão entre a companhia brasileira e a empresa aérea norte-americana. O nome foi anunciado pela Boeing na tarde desta quinta-feira (23).
A fusão entre as duas empresas foi formalizada em janeiro. A Boeing Brasil – Commercial terá 80% de controle americano e 20%, da Embraer. A compra da linha civil custou US$ 4,2 bilhões (cerca de R$ 17 bilhões) à empresa norte-americana, que também terá 49% de uma joint-venture para comercialização do cargueiro KC-390 da Embraer.
Em São José dos Campos, a marca Embraer continua na unidade de Eugênio de Melo, onde fica o setor de engenharia. A empresa brasileira continua também com as fábricas de Gavião Peixoto, Botucatu, Eugênio de Melo, OGMA (Portugal) e Melbourne (EUA).
A empresa fundada em São José em agosto de 1969 continuará existindo no Brasil e no mundo, atuando nos mercados de defesa e segurança, aviação executiva, aviação agrícola e serviços, além de participações em outras joint venture.
A aquisição do setor de aviação comercial da Embraer pela Boeing foi aprovada pelos acionistas da fabricante brasileira em fevereiro. A fusão ainda depende da aprovação dos órgãos regulatórios de mercado. A expectativa é que isso ocorra até o final deste ano.


Fonte: site Poder Aéreo 24 mai 2019

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Porém transporte aéreo é bem diferente de uma linha de montagem. Um dos fatores que fez a Boeing se interessar foi a linha de produtos e a equipe de engenharia da Embraer, que facilmente podem transferidas para a matriz, ainda mais com a política "American First" do Trump. Seria a oportunidade perfeita para gerar milhares de empregos nós EUA.

 

Essa potencial fabrica aqui nos EUA teria um fim bem rápido... falta de gente qualificada para colocar na fabrica.

 

Com o fato dos EUA não dar vistos, seria muito dificil e eu diria quase impossivel fazer isso funcionar. Eu diria que é mais fácil a Boeing no futuro aproveitar a plataforma da Embraer para projetos maiores já que no Brasil ela consegue adicionar Indianos, Japoneses, Coreanos, Alemães, Britanicos e pessoas qualificadas de qualquer outra nação que possam ser importantes para um projeto impactante.

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Aparentemente a linha de montagem da Airbus em Mobile, no estado do Alabama, está indo muito bem. Já entregou mais de 100 unidades das aeronaves 320. E e a linha para os 220 foi muito bem recebida pelo governador do estado, que citou a criação de mais de 400 empregos na área. A Airbus poderia ter continuado apenas com a montagem dos 220 em Mirabel, uma vez que o USTC já havia decidido que o 220 (ou CSeries) não é ameaça aos aviões da Boeing e portanto não havia razão para a taxação extra.

Outro caso é a Mitsubishi que tem mais de 600 técnicos (mais da metade japoneses) trabalhando na certificação do MRJ em Lake Moses, no estado de Washington e pode até partir para colocar nos Estados Unidos também uma linha de montagem.

E finalmente, as linhas de montagem dos aviões executivos da Embraer, em Melbourne, e dos Tucanos, em Jacksonvile, parece que estão se desenvolvendo a contento.

Além do mais, uma quantidade expressiva de equipamentos dos EJets vêm dos Estados Unidos. Uma linha de montagem por lá evitaria o passeio desses equipamentos, diminuindo problemas com a importação, burocracia de "draw back" etc.

Se os acionistas da Embraer decidiram vender a empresa para a Boeing, segundo consta para manter sua sobrevivência, tenho certeza que não hesitarão em levar a montagem dos Ejets nos Estados Unidos (pelo menos os que foram negociados com companhias de aviação norte-americanas)caso isso seja melhor para a Boeing.

Bom, mas só o futuro dirá se esse raciocínio é lógico.

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Acredito que a decisão de colocar o nome Boeing é uma chancela para o time comercial da Boeing vender os EJETs e assim terem os ganhos de escala pretendidos com o negócio. 20% de participação é bem melhor que 100% de nada.

 

A Embraer vai continuar praticamente sem dívidas e com 4bi em usd no caixa, com as portas da USAF e do mundo abertas para o KC. A nova Embraer tem potencial de ser ainda maior que a atual, principalmente pela área militar.

 

Um ponto que reforça a improbabilidade da transferência da produção dos EJets para os EUA, é que os custos de produção para a Boeing aqui é em Reais. Acredito que isto compense o custo-brasil e o investimento para adequação da planta nos EUA com folga no patamar cambial atual.

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Embraer progresses with divesting its commercial aircraft unit

 

 

14 AUGUST, 2019

SOURCE: FLIGHTGLOBAL.COM

Embraer is well into the work of splitting off its commercial aircraft division into a joint venture controlled by Boeing – and the costs of the separation are now hitting Embraer's bottom line.

The Brazilian company logged $19.5 million in "separation costs related to the strategic partnership between Embraer and Boeing" during the second quarter, it reports on 14 August.

Those costs add to related first quarter expenses, bringing to $31.8 million the total cost of the separation during the first six months of 2019.

Embraer still earned a profit of $7.2 million in the second quarter, which sharply reverses its $131 million loss in the same period last year.

Last year's loss, however, reflected a $127 million charge stemming from additional costs for developing the KC-390 transport.

The pending Boeing deal calls for the US manufacturing giant to buy 80% of Embraer's commercial aircraft division, which makes the E-Jets line of regional jets, for $4.2 billion. Boeing and Embraer also plan to form a joint venture to promote KC-390 sales.

Embraer will retain its business aircraft unit. The companies expect the deal will close by year end.

Speaking during Embraer's second quarter earnings call, chief financial officer Nelson Salgado says Embraer has already shouldered expenses related to separating the commercial unit.

The costs stem from information technology work, and relate to transferring employees and infrastructure from Embraer's Sao Jose dos Campos site to its new headquarters in Eugenio de Melo, which is in the same district as Sao Jose dos Campos.

Boeing is retaining Embraer's prime Sao Jose dos Campos E-Jet production site and will rename the operation Boeing Brasil – Commercial, the companies have said.

Embraer's other expenses related to the deal include those of moving its Praetor business jet production line from Sao Jose dos Campos to a site in Gaviao Peixoto. Those cities are about 170nm (315km) apart.

www.panrotas.com.br

 

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