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Kripuna

[ATUALIZADO] Avianca Brasil pede falência

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17 hours ago, LipeGIG said:

Eu sinceramente acho que tem que mudar a legislação sobre cias aéreas. 

Como uma empresa quebra devendo ainda tanto dinheiro e sem ativos operacionais ? Que diabo de plano de recuperação foi esse que abriu mão da operação ? Que justiça (e que país é esse...) é essa que é incapaz de fazer planos de recuperação judicial serem executados com sucesso ?  Que mercado financeiro é esse , dito sofisticado, mas incapaz de recuperar que seja uma empresa com problemas. 

E quem são os "donos" desses créditos que nunca serão pagos ? Funcionários.... Governo.... Previdência Social................. Pequenos fornecedores.......  Infraero..........  

 

Mercado financeiro recuperar empresa no Brasil?

Com a nossa classe de bancos, quem está em apuros naufraga mesmo. Mas RJ de empresa aérea no Brasil sempre foi jaboticaba com essa história de UPIs, como foi com a Varig e Avianca Brasil.

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6 hours ago, x-varigvinny said:

Mercado financeiro recuperar empresa no Brasil?

Com a nossa classe de bancos, quem está em apuros naufraga mesmo. Mas RJ de empresa aérea no Brasil sempre foi jaboticaba com essa história de UPIs, como foi com a Varig e Avianca Brasil.

O problema vem do judiciário. 

1- Os bancos travam linhas de crédito - não deveriam fazer isso, deveriam manter o "oxigênio" circulando. Mas isso tem que vir do Judiciário, a manutenção das linhas de crédito existentes. 
2- UPIs foram uma boa idéia mas a estruturação delas a parte , não é nada inteligente. 

 

Minha visão de como RJ deveria acontecer: 

1- Para entrar em RJ a empresa tem que PATRIMONIO POSITIVO ou ... o PL NEGATIVO caso tenha sido o resultado dos últimos 2 trimestres. Impossível recuperar um negócio com R$ 2 bi de PL Negativo com R$ 2 bi de receita anual ! 
2- Judiciário precisa entender de NEGÓCIOS. Senão entende tem que nomear quem entende para ser o sindico da situação
3- Diretoria deixa de ter poderes IMEDIATAMENTE.
4- Linhas de Crédito tem que ser seguradas ANTES da empresa entrar na RJ. Bancos necessitam dar apoio ao processo - em troca, bancos teriam acesso a garantias de serem os líderes na reabertura de capital da empresa (com comissão pré-ajustada)
5- SINDICO tem que ter foco em chamar os contratos de prestadores de serviço, fornecedores de mercadorias, proprietários de ativos alugados/objeto de leasing e RENEGOCIAR contratos o mais RAPIDAMENTE POSSIVEL.  O Mesmo com financiamentos bancários - tem que ter poder de delinear descontos em taxa e mesmo nas situações mais criticas de PL NEGATIVO, negociar participações vs descontos na dívida. 
6- SINDICO tem que ter foco também em olhar para os custos com salários e custos trabalhistas.
7- SINDICO tem que olhar para a RECEITA... o que não gera resultado tem que ser cortado, e tem que mirar como incrementar receitas
8 - PRAZO.... não pode passar de 12 meses
9- TRANSPARÊNCIA.... tem que ter auditoria externa
10- TRANSFORMAR DÉBITO EM CAPITAL ................   O SINDICO precisa focar em fazer com que a empresa saia do processo com PATRIMONIO POSITIVO, e isso se consegue via conversão de divida em investimento (capital). 

No fim, se os funcionários convergem para aceitar redução de 20% nos salários, os mesmos funcionários vão sair com uma participação acionária na nova empresa.  Se os fornecedores dão desconto de 25%, recebem parte disso em participação acionária. 

 

No caso da FALIDA AVIANCA.................

Exemplo de Dividas (NÃO TENHO OS DADOS A MÃO):  Governo  R$ 600 mm  /  Funcionários R$ 700 mm / Fornecedores R$ 600 mm / Bancos R$ 800 mm
Margem :  -15% 
Receita Anual : R$ 3,5 bi 
PL Negativo: R$ 2,7 bi 

 

Funcionários converteriam R$ 400 milhões em débitos não pagos em participação acionária e concordariam em reduzir salários em 15%. 20-25% da força seria cortada.    Saldo de R$ 300 mm seria pago ao longo de 60 meses com juros de 6% ao ano.   Impacto mensal  R$ 5 mm

Fornecedores converteriam mínimo de R$ 200 milhões em débitos não pagos em participação acionária e concordariam em receber o restante em 72 meses com juros de 6% ao ano. Contratos de leasing seriam reduzidos em 40% demais contratos de 3% a 30%  

Bancos converteriam mínimo de R$ 400 milhões em débitos não pagos em participação acionária e concordariam em receber o restante em 120 meses com juros de 6% ao ano.  Bancos concederiam linha de crédito de R$ 1 bilhão em capital de giro com garantia de recebíveis. 

Governo converteria R$ 500 milhões em capital via BNDESPAR e receberia R$ 100 milhões relativos a Previdência Social em 36 meses com juros de 3% ao ano. 


Nova Avianca Transportes Aéreos S.A

Capital Social - R$ 1,5 bilhão 
BNDESPAR   33.33% 
Sociedade dos Bancos  26.67% 
Caixa dos Funcionários da Nova Avianca - 26.67%
Fornecedores - 13.33%

 

 

Receita Anual esperada pós RJ:  R$ 2,2 bilhões (sem rotas internacionais, sem rotas ruins)
                               Margem Operacional Liquida:  10-14%
Capital Social/PL:  R$ 1,5 bi
Dividas:             R$ 1,2 bi  

   Lucro Liquido esperado anual: R$ 100 milhões


Dai no ano seguinte, os bancos fazem o IPO da Nova Avianca.... e o SINDICO sai da empresa com a missão concluida, 75% dos empregos iniciais salvos, certamente a chance de repor uma parte dos 25% ao longo de 1-3 anos, pagando os funcionários, pagando os fornecedores, pagando os bancos e ao próprio GOVERNO. 

Na verdade em grandes empresas é GRANDE a chance de que o novo IPO traga potencial benefício econômico a TODOS. Ele pode ser inclusive superior ao DESÁGIO. 

 

Nota: Claro... tudo isso é o mundo perfeito, mas precisa se pensar que uma empresa precisa ser VIÁVEL. Se a empresa conseguir transformar uma operação deficitária em LUCRO, certamente o valor de mercado que será pago pela empresa será razoavelmente maior que o valor no momento da RJ. 

 

E se um exemplo for bem sucedido..... milhares de Brasileiros poderão ter seus empregos salvos, e o governo vai ver a cor do dinheiro das suas dívidas. 

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10 hours ago, LipeGIG said:

O problema vem do judiciário. 

1- Os bancos travam linhas de crédito - não deveriam fazer isso, deveriam manter o "oxigênio" circulando. Mas isso tem que vir do Judiciário, a manutenção das linhas de crédito existentes. 
2- UPIs foram uma boa idéia mas a estruturação delas a parte , não é nada inteligente. 

 

Minha visão de como RJ deveria acontecer: 

1- Para entrar em RJ a empresa tem que PATRIMONIO POSITIVO ou ... o PL NEGATIVO caso tenha sido o resultado dos últimos 2 trimestres. Impossível recuperar um negócio com R$ 2 bi de PL Negativo com R$ 2 bi de receita anual ! 
2- Judiciário precisa entender de NEGÓCIOS. Senão entende tem que nomear quem entende para ser o sindico da situação
3- Diretoria deixa de ter poderes IMEDIATAMENTE.
4- Linhas de Crédito tem que ser seguradas ANTES da empresa entrar na RJ. Bancos necessitam dar apoio ao processo - em troca, bancos teriam acesso a garantias de serem os líderes na reabertura de capital da empresa (com comissão pré-ajustada)
5- SINDICO tem que ter foco em chamar os contratos de prestadores de serviço, fornecedores de mercadorias, proprietários de ativos alugados/objeto de leasing e RENEGOCIAR contratos o mais RAPIDAMENTE POSSIVEL.  O Mesmo com financiamentos bancários - tem que ter poder de delinear descontos em taxa e mesmo nas situações mais criticas de PL NEGATIVO, negociar participações vs descontos na dívida. 
6- SINDICO tem que ter foco também em olhar para os custos com salários e custos trabalhistas.
7- SINDICO tem que olhar para a RECEITA... o que não gera resultado tem que ser cortado, e tem que mirar como incrementar receitas
8 - PRAZO.... não pode passar de 12 meses
9- TRANSPARÊNCIA.... tem que ter auditoria externa
10- TRANSFORMAR DÉBITO EM CAPITAL ................   O SINDICO precisa focar em fazer com que a empresa saia do processo com PATRIMONIO POSITIVO, e isso se consegue via conversão de divida em investimento (capital). 

No fim, se os funcionários convergem para aceitar redução de 20% nos salários, os mesmos funcionários vão sair com uma participação acionária na nova empresa.  Se os fornecedores dão desconto de 25%, recebem parte disso em participação acionária. 

 

No caso da FALIDA AVIANCA.................

Exemplo de Dividas (NÃO TENHO OS DADOS A MÃO):  Governo  R$ 600 mm  /  Funcionários R$ 700 mm / Fornecedores R$ 600 mm / Bancos R$ 800 mm
Margem :  -15% 
Receita Anual : R$ 3,5 bi 
PL Negativo: R$ 2,7 bi 

 

Funcionários converteriam R$ 400 milhões em débitos não pagos em participação acionária e concordariam em reduzir salários em 15%. 20-25% da força seria cortada.    Saldo de R$ 300 mm seria pago ao longo de 60 meses com juros de 6% ao ano.   Impacto mensal  R$ 5 mm

Fornecedores converteriam mínimo de R$ 200 milhões em débitos não pagos em participação acionária e concordariam em receber o restante em 72 meses com juros de 6% ao ano. Contratos de leasing seriam reduzidos em 40% demais contratos de 3% a 30%  

Bancos converteriam mínimo de R$ 400 milhões em débitos não pagos em participação acionária e concordariam em receber o restante em 120 meses com juros de 6% ao ano.  Bancos concederiam linha de crédito de R$ 1 bilhão em capital de giro com garantia de recebíveis. 

Governo converteria R$ 500 milhões em capital via BNDESPAR e receberia R$ 100 milhões relativos a Previdência Social em 36 meses com juros de 3% ao ano. 


Nova Avianca Transportes Aéreos S.A

Capital Social - R$ 1,5 bilhão 
BNDESPAR   33.33% 
Sociedade dos Bancos  26.67% 
Caixa dos Funcionários da Nova Avianca - 26.67%
Fornecedores - 13.33%

 

 

Receita Anual esperada pós RJ:  R$ 2,2 bilhões (sem rotas internacionais, sem rotas ruins)
                               Margem Operacional Liquida:  10-14%
Capital Social/PL:  R$ 1,5 bi
Dividas:             R$ 1,2 bi  

   Lucro Liquido esperado anual: R$ 100 milhões


Dai no ano seguinte, os bancos fazem o IPO da Nova Avianca.... e o SINDICO sai da empresa com a missão concluida, 75% dos empregos iniciais salvos, certamente a chance de repor uma parte dos 25% ao longo de 1-3 anos, pagando os funcionários, pagando os fornecedores, pagando os bancos e ao próprio GOVERNO. 

Na verdade em grandes empresas é GRANDE a chance de que o novo IPO traga potencial benefício econômico a TODOS. Ele pode ser inclusive superior ao DESÁGIO. 

 

Nota: Claro... tudo isso é o mundo perfeito, mas precisa se pensar que uma empresa precisa ser VIÁVEL. Se a empresa conseguir transformar uma operação deficitária em LUCRO, certamente o valor de mercado que será pago pela empresa será razoavelmente maior que o valor no momento da RJ. 

 

E se um exemplo for bem sucedido..... milhares de Brasileiros poderão ter seus empregos salvos, e o governo vai ver a cor do dinheiro das suas dívidas. 

Concordo, mas aqui os donos não querem largar o osso, os caras não fazem questão nenhuma de abrir mão da participação acionária. Além disso o mercado financeiro parece nunca ter tido interesse em investir em empresas aéreas, só perceber que aqui não temos nenhuma corporation, todas tem uma família como controlador majoritário, e os bancos abrirem uma linha de capital de giro não significa que a empresa será capitalizada, na verdade ela está adquirindo uma nova dívida.  Se for analisar, nunca nenhum socorro às aéreas passou por bancos privados, aqui no Brasil tem a cultura de que o salvador da pátria sempre tem que ser o BNDES. Ter banco no Brasil me parece muito fácil, um mercado altamente regulado, onde os players consolidados não gostam de correr riscos e contam com um dos maiores spreads bancários do mundo.

Sobre o IPO, várias vezes a Azul adiou o seu, até porque o mercado da aviação é muito volátil. Um dia, você tem o câmbio derrubando os números do seu balanço, em outro o barril do petróleo. Talvez isso explique o certo receio do mercado financeiro investir na expectativa de ter retorno do investimento com um IPO.

Soma-se isso ao fato de que quando pedem RJ, a água costuma já estar pelo nariz. O Brasil precisa evoluir muito em maturidade empresarial e visão de mercado, em especial de capitais, para termos exemplos de sucesso como foi a concordata da JAL. Por aqui, a mais bem sucedida RJ de aéreas foi a da Passaredo, mas sigo lendo relatos de encargos trabalhistas não recolhidos (não sei se procedem, mas colegas aqui do fórum devem conhecer bem).

 

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O erro está ai 

O dono tem que dar jeito no negócio enquanto ele está "vivo", com a empresa morta ela renasce e não são os mesmos donos mas sim os credores diretos que tem que ter a oportunidade, com redução de custos de todos os lados, que afinal vai sair do crédito de cada um deles. 
Se você dá oportunidade ao sócio controlador pra ser o agente do processo, acontece o que vemos hoje nas RJ's Brasileiras - ninguém quer ceder - e invariavelmente 99,9% das empresas, vão a falência.

 

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23 minutes ago, LipeGIG said:

O erro está ai 

O dono tem que dar jeito no negócio enquanto ele está "vivo", com a empresa morta ela renasce e não são os mesmos donos mas sim os credores diretos que tem que ter a oportunidade, com redução de custos de todos os lados, que afinal vai sair do crédito de cada um deles. 

Infelizmente Lipe aí que está o problema, o dono quer controlar e não ceder, talvez por temer que ele vire alvo de auditoria e ver seus eventuais podres.

Odeio intervenção estatal, mas deveria ter um mecanismo de exigir plano de recuperação para empresas que entrarem em PL negativo. Mas o que dizer de um país onde o ministro da fazenda disse que "dívida não se paga, se rola"?

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Deixou uma dívida de mais de R$ 2 bi na praça...

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10 hours ago, MRN said:

Deixou uma dívida de mais de R$ 2 bi na praça...

Dívida, viúvas, fãs, empresários com prejuízos (fornecedores), gente sem direitos trabalhistas e por aí vai

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2 hours ago, PT-KTR said:

Dívida, viúvas, fãs, empresários com prejuízos (fornecedores), gente sem direitos trabalhistas e por aí vai

Dívidas estatais da Varig, Vasp e Transbrasil em 2017:

Varig - R$ 8,7 bilhões, sendo R$ 4 bilhões só com INSS e FGTS;

Vasp - R$ 8,2 bilhões, sendo R$ 1,8 bilhão só com INSS e FGTS;

Não achei dados tão recentes das dívidas totais das empresas aéreas, mas em 2010 eram R$ 25,4 bilhões, atualizando seria algo próximo de R$ 43,8 bilhões, mais os R$ 2 bi da Avianca, chegando a cifra de R$ 45,8 bilhões.   

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A empresas de hoje devem INSS e FGTS também? Imagina se o Governo resolve cobrar isso? Ou não tem como?

Falando em Governo, o prazo pra MP 925 ser votada no Senado é amanhã, senão "volta pra trás"... 

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On 15/07/2020 at 11:15, MRN said:

A empresas de hoje devem INSS e FGTS também? Imagina se o Governo resolve cobrar isso? Ou não tem como?

Falando em Governo, o prazo pra MP 925 ser votada no Senado é amanhã, senão "volta pra trás"... 

Presidente do Senado já falou que vai deixar caducar.

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Não deixa de ser uma ajuda...

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On 15/07/2020 at 07:55, PT-KTR said:

Dívida, viúvas, fãs, empresários com prejuízos (fornecedores), gente sem direitos trabalhistas e por aí vai

Só pra meu ex-patrão, ficou devendo 9 milhões de reais.

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A administração central do Brasil está mais quebrada que o nosso "normal" que já vinha ruim ha vários anos.
Óbvio, com esta pandemia a economia fraquejou e arrecadação foi menor e teve os compromissos sociais maiores.

Tem industrias gigantescas pedindo as mesmas coisas. Os próximos dois anos vão ser tensos.

 

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On 15/07/2020 at 07:55, PT-KTR said:

Dívida, viúvas, fãs, empresários com prejuízos (fornecedores), gente sem direitos trabalhistas e por aí vai

Só como exemplo:

Abav-DF calcula prejuízo de agências com falência da Avianca Brasil
17/07/2020  11:30 | Artur Luiz Andrade
   
A notícia da falência da Avianca Brasil esta semana foi mais um triste capítulo na história da aviação brasileira, com prejuízos para toda a cadeia produtiva do Turismo, e para ex-colaboradores e os passageiros. O presidente da Abav-DF e do Grupo Voetur, Carlos Alberto de Sá, fez um levantamento com 13 agências de viagens que atendem contas governamentais na capital do País, para quantificar o prejuízo financeiro direto dessas agências com o fim da Avianca Brasil.

Segundo esse levantamento, essas 13 agências de viagens do Distrito Federal tiveram prejuízo de R$ 6,7 milhões com o fechamento da Avianca Brasil, sendo R$ 1,15 milhão com reembolsos não honrados pela empresa e R$ 5,55 milhões com valores retidos pela Lei Kandir e não restituídos pela companhia aérea. Pela Lei Kandir, de 1996, há retenção de impostos na compra de passagens aéreas por órgãos públicos, que devem ser devolvidos às agências pelas aéreas. Como a empresa faliu, esses valores não foram restituídos às agências.

A Abav-DF quer mostrar ao governo, via Secretaria de Aviação Civil (SAC), os altos prejuízos das agências de viagens nesses casos de quebras de empresas aéreas.

Segundo Carlos Alberto de Sá, o impacto dessas perdas nas agências de viagens é muito grande e quase insustentável, e vem acontecendo "há anos sem ninguém fazer nada". Ele promete continuar o levantamento em outras entidades, como AirTkt e Abracorp, das quais a Voetur é associada, e também com outras Abavs, para sensibilizar o governo em relação ao tema.

A Abav-DF só ouviu as principais agências que vendem para o governo, portanto esse número de R$ 6,7 milhões se torna bem maior. Por exemplo, no último balanço da CVC Corp, do terceiro trimestre de 2019, as perdas do grupo com a quebra da Avianca Brasil foram de mais de R$ 130 milhões.

_____________________________

Uma CVC consegue segurar o baque, mas agências pequenas não tem lastro financeiro. 

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Um rastro de calote e desgraça na vida de milhares, portanto, intolerável qualquer manifestação de amor ou peninha com está empresa!

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