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gqueiroz

Avião cai com cantor Gabriel Diniz em Sergipe

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Então bastaria o aeroclube tirar esta autorização ? eles podem tirar ?

Lógico que nunca usando os aviões cedidos mas sim os de propriedade deles.

 

Talvez não tenha ficado claro Bonotto:

 

Art. 9º A autorização para realização de voos panorâmicos por Centros de Instrução de Aviação Civil - CIAC tipos 2 e 3 perdurará apenas enquanto durar a validade da autorização atualmente vigente e até que sobrevenha regulamentação específica que disciplinará o voo panorâmico como serviço aéreo especializado público.

 

 

Quando a autorização vencer, o aeroclube não poderá mais tirar outra. Pois a mesma é restrita para SAE. Os que possuem esta autorização, são devido ao antigo RBAC 140, que permitia isso.

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Uma reportagem da Globo alegou ontem que parte de uma das asas foi encontrada a 5km do local da queda.

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Uma reportagem da Globo alegou ontem que parte de uma das asas foi encontrada a 5km do local da queda.

Acho que alguém ou se empolgou ou se enganou na matéria, li aqui neste post mesmo e em outros locais que foi encontrada entre 400 e 500 metros.

Até porque 5km é impossível nas altitudes que s voam este tipo de ACFT.

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Acho que alguém ou se empolgou ou se enganou na matéria, li aqui neste post mesmo e em outros locais que foi encontrada entre 400 e 500 metros.

Até porque 5km é impossível nas altitudes que s voam este tipo de ACFT.

Também tinha lido o mesmo. Pensei que pudesse se tratar de outra parte, mas sendo impossível pela altitude, deve ter sido engano da matéria mesmo.

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Amigos alguém sabe a capacidade do avião que caiu, entre passageiros e tripulantes?

 

Como um colega acima falou, a aeronave em si tem capacidade de até 4 pessoas (1 piloto + 3 pax ou 2 pilotos + 2 pax).

 

Porém, como a categoria de registro da aeronave é "PRIVADA INSTRUÇÃO", na prática a capacidade da aeronave na prática cai para 2 pessoas* (que devem necessariamente ser tripulantes, no caso, pilotos).

 

Explicação:

 

Aeronaves "PRIVADA INSTRUÇÃO" precisam ter seguro de responsabilidade civil apenas para as Classes II, III e IV:

 

CLASSE I - Passageiros e respectivas bagagens de mão

CLASSE II – Tripulantes
CLASSE III- Pessoas e bens no solo
CLASSE IV - Colisão ou abalroamento
CLASSE V - Cargas e bagagens despachadas

 

Obviamente as escolas/aeroclubes não vão pagar por um seguro maior do que o mínimo obrigatório e tenho absoluta certeza (mesmo sem consultar nada) que esse é o caso da aeronave acidentada.

 

Classe I (passageiros e bagagem de mão) não está segurada, então se transportar alguém dessa classe, por não tem seguro, está cometendo infração ao CBA, pois deve haver seguro adequado para todas as pessoas a bordo, o que na prática impõe que apenas 2 pessoas, que devem ser necessariamente tripulantes, poderão estar a bordo da aeronave.

 

Definição de tripulante, conforme CBA: pessoas devidamente habilitadas que exercem função a bordo de aeronaves.

 

Como é impossível que um 3º piloto exerça função a bordo de um Piper, como não tem motivação para haver um flight/engenheiro de voo para compor tripulação de um Piper, e como mecânico de manutenção não é tripulante, é impossível ter mais que 2 pessoas a bordo sem infringir o CBA.

 

Link sobre categorias e classes de seguro: https://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/aeronaves/rab/perguntas-frequentes#repostas25

 

Edit:

 

* A única possibilidade de uma terceira pessoa a bordo seria um examinador credenciado ou checador da ANAC, pois ele seria um tripulante (exerce função a bordo), supondo um voo de cheque com 2 pilotos a bordo, por algum motivo.

Edited by aerobronco

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Como um colega acima falou, a aeronave em si tem capacidade de até 4 pessoas (1 piloto + 3 pax ou 2 pilotos + 2 pax).

 

Porém, como a categoria de registro da aeronave é "PRIVADA INSTRUÇÃO", na prática a capacidade da aeronave na prática cai para 2 pessoas* (que devem necessariamente ser tripulantes, no caso, pilotos).

 

Explicação:

 

Aeronaves "PRIVADA INSTRUÇÃO" precisam ter seguro de responsabilidade civil apenas para as Classes II, III e IV:

 

CLASSE I - Passageiros e respectivas bagagens de mão

CLASSE II – Tripulantes
CLASSE III- Pessoas e bens no solo
CLASSE IV - Colisão ou abalroamento
CLASSE V - Cargas e bagagens despachadas

 

Obviamente as escolas/aeroclubes não vão pagar por um seguro maior do que o mínimo obrigatório e tenho absoluta certeza (mesmo sem consultar nada) que esse é o caso da aeronave acidentada.

 

Classe I (passageiros e bagagem de mão) não está segurada, então se transportar alguém dessa classe, por não tem seguro, está cometendo infração ao CBA, pois deve haver seguro adequado para todas as pessoas a bordo, o que na prática impõe que apenas 2 pessoas, que devem ser necessariamente tripulantes, poderão estar a bordo da aeronave.

 

Definição de tripulante, conforme CBA: pessoas devidamente habilitadas que exercem função a bordo de aeronaves.

 

Como é impossível que um 3º piloto exerça função a bordo de um Piper, como não tem motivação para haver um flight/engenheiro de voo para compor tripulação de um Piper, e como mecânico de manutenção não é tripulante, é impossível ter mais que 2 pessoas a bordo sem infringir o CBA.

 

Link sobre categorias e classes de seguro: https://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/aeronaves/rab/perguntas-frequentes#repostas25

 

Edit:

 

* A única possibilidade de uma terceira pessoa a bordo seria um examinador credenciado ou checador da ANAC, pois ele seria um tripulante (exerce função a bordo), supondo um voo de cheque com 2 pilotos a bordo, por algum motivo.

 

Precisa falar mais alguma coisa que o cantor não podia tá a bordo? Ah, foi uma carona... ah, são meus amigos... Nesse tipo de avião, não

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É preciso lembrar, porém, que toda aeronave privada, antes de ser privada instrução, privada serviço especializado, privada transporte não regular ou privada qualquer outra coisa, ela é privada e, portanto, pode ser utilizada para locomoção do seu próprio proprietário, e isto não decorre da regulamentação específica aeronáutica, mas sim da simples prerrogativa de uso que decorre da propriedade privada e tem por fundamento exclusivo a constituição e o código civil.

 

Continuando, neste caso a propriedade não é de uma sociedade, mas sim de uma associação (o aeroclube) que é uma pessoa jurídica que não tem sócio (dono), mas sim associados, em que são todos donos em conjunto do patrimônio da associação. Certamente o estatuto da associação prevê o uso pessoal das aeronaves pelos associados (licenciados) e a instrução (aos que ainda galgam a licença), afinal essa é em regra as finalidades comuns aos aeroclubes.

 

Portanto, se ela não estiver em atividade de instrução, mas sim em uso pessoal pelo seu dono (no caso de aeroclube, por seus pilotos associados), pode sim ter passageiro.

 

A questão do seguro não é requisito para a construção desse raciocínio jurídico. Isto é consequência. Ao aeroclube cujas aeronaves são usadas nestas duas modalidades cabe contratar o seguro total ou contratar seguro de forma que, no uso pelos associados, a cobertura inclua passageiro e, nos voos de instrução, não cubra, se preferir contratar com essa especialidade.

 

O uso de aeronave de aeroclube para passeio particular dos associados, com ou sem carona, não é ilegal. Ilegal é a cobrança para levar a carona, seja em instrução ou em passeio. O mais importante neste caso concreto é saber se a instituição do aeroclube estava prestando o ilegal táxi aéreo ou se os pilotos associados requisitaram o avião a pretexto de fazer um voo particular e cobraram diretamente do artista, sem o conhecimento da instituição.

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É preciso lembrar, porém, que toda aeronave privada, antes de ser privada instrução, privada serviço especializado, privada transporte não regular ou privada qualquer outra coisa, ela é privada e, portanto, pode ser utilizada para locomoção do seu próprio proprietário, e isto não decorre da regulamentação específica aeronáutica, mas sim da simples prerrogativa de uso que decorre da propriedade privada e tem por fundamento exclusivo a constituição e o código civil.

 

Continuando, neste caso a propriedade não é de uma sociedade, mas sim de uma associação (o aeroclube) que é uma pessoa jurídica que não tem sócio (dono), mas sim associados, em que são todos donos em conjunto do patrimônio da associação. Certamente o estatuto da associação prevê o uso pessoal das aeronaves pelos associados (licenciados) e a instrução (aos que ainda galgam a licença), afinal essa é em regra as finalidades comuns aos aeroclubes.

 

Portanto, se ela não estiver em atividade de instrução, mas sim em uso pessoal pelo seu dono (no caso de aeroclube, por seus pilotos associados), pode sim ter passageiro.

 

A questão do seguro não é requisito para a construção desse raciocínio jurídico. Isto é consequência. Ao aeroclube cujas aeronaves são usadas nestas duas modalidades cabe contratar o seguro total ou contratar seguro de forma que, no uso pelos associados, a cobertura inclua passageiro e, nos voos de instrução, não cubra, se preferir contratar com essa especialidade.

 

O uso de aeronave de aeroclube para passeio particular dos associados, com ou sem carona, não é ilegal. Ilegal é a cobrança para levar a carona, seja em instrução ou em passeio. O mais importante neste caso concreto é saber se a instituição do aeroclube estava prestando o ilegal táxi aéreo ou se os pilotos associados requisitaram o avião a pretexto de fazer um voo particular e cobraram diretamente do artista, sem o conhecimento da instituição.

A ANAC mesmo Ja se posicionou sobre isso. Depende mais da denúncia do que investigação... Nao é tao simples assim pegar um TACA. O pai do cantor disse que houve acordo financeiro para transporte. A Agência também disse que a aeronave não podia fazer "taxi aéreo"

 

Não sei quem fala a verdade, mas Espero que tudo seja resolvido e esclarecido.

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É preciso lembrar, porém, que toda aeronave privada, antes de ser privada instrução, privada serviço especializado, privada transporte não regular ou privada qualquer outra coisa, ela é privada e, portanto, pode ser utilizada para locomoção do seu próprio proprietário, e isto não decorre da regulamentação (...)ilegal táxi aéreo ou se os pilotos associados requisitaram o avião a pretexto de fazer um voo particular e cobraram diretamente do artista, sem o conhecimento da instituição.

Ufa, achei que ensacar uma horinha com os amigos pra aprender um pouco tinha virado crime.

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