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TheJoker

Passaredo pede slots em Congonhas (SP): “queremos o que é nosso”

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Mas estaria afim de assumir o passivo? Só se for aquelas comprar de R$ 1,00.

 

O passivo não era tão grande assim, na época da Recuperação, algo em torno de 100 milhões de reais.

Ela renegociaria fácil contratos de leasing, combustível e até mesmo os encargos financeiros....

Trabalhista e tributário deduz do valor a ser pago....enfim deve gastar bem menos do que na compra da UPI da Avianca, até porque no longo prazo os funcionários e os contratos herdados da AVB representariam um custo muito maior do que o da Passaredo.

 

O difícil mesmo é o custo "Felicio" este não sei se tem preço...

 

Abaço

Edited by PT-WRT
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Não entendi a revolta ao meu post feito na página anterior. Acho que nós precisamos debulhar alguns fatos, com uma visão puramente mercadológica e lúcida, para entender melhor toda essa disputa por Congonhas que possui como principal protagonista a Azul. Se não fosse por ela, a Passaredo nunca tocaria nessa ferida e entraria na briga com tanta altivez. Vejamos:

 

1) Quando vislumbrou a hipótese de abocanhar os slots em Congonhas, a Azul iniciou uma campanha de marketing induzindo seus clientes ao fato da companhia ser vítima de uma suposta "concentração de mercado";

 

2) Não obstante, soltou uma nota pública dias atrás reafirmando ser contra a "concentração de mercado" dentro de Congonhas e especialmente na ponte aérea RJ-SP, citando um aumento no preço do bilhete na rota na casa dos -- salvo engano -- 65% desde o apagar das luzes da Avianca;

 

3) Em entrevistas à mídia impressa ou para a TV, o presidente da Azul -- somente ele, vale ressaltar -- apresenta a empresa como uma entrante, ou seja, dá o entendimento notório de que a empresa possui participação ínfima em Congonhas e que o aeroporto é, salvo a exceção feita à sua empresa, monopolizado pelo fato das concorrentes serem sempre muito malvadonas;

 

4) Se esquece porém que a TAM, agora Latam, opera em Congonhas desde o final dos anos 70 e a Gol desde o comercinho da década de 2000, esta última com crescimento no aeroporto central acelerado por conta do sumiço da TransBrasil e posteriormente VASP/Varig do mapa. Ninguém chegou lá ontem e sentou na janelinha. A própria Oceanair já tinha operações consolidadas em CGH, se bem me recordo, desde 2001/2002, com E120 e Fokker 50;

 

5) Respondendo à Sonia Racy na TV Band o presidente da Azul justifica a compra da Avianca como uma "medida para salvar os empregos". Me soa tão falso quanto a entrevista da pistoleira do Neymar ao Roberto Cabrini! O interesse na Avianca deu-se, senão pela possibilidade de acelerar a renovação de frota com aviões novos, justamente pela possibilidade de entrar em Congonhas cortando o caminho de todo o imbróglio que cerca a concessão de slots naquele aeroporto. Acharam que seriam os únicos interessados porém as concorrentes, defendendo suas posições de mercado, traçaram estratégias para impedir esse crescimento. Ainda que com estratégias para barrar a Azul, fizeram aportes generosos na Oceanair para manter a UTI em que esta estava internada em funcionamento e, não obstante, reacomodaram -- sabendo que nunca receberiam -- milhares de clientes desamparados nos dias que antecederam e sucederam a paralização. Não o fizeram por caridade ou por dó dos coitadinhos da Oceanair: o fizeram como estratégia comercial, buscando cercar seus postos mais lucrativos.

 

6) Supondo que Viracopos fosse um "aeroporto coordenado", onde as operações só ocorrem com os que possuem slots, e as outras duas maiores empresas do mercado conseguissem lá operar: qual seria a postura da Azul ao ver dois concorrentes de peso abocanhando um mercado que antes era exclusivo dela? Não falo de operações pulverizadas em dois ou três voos de cada concorrente dentro do HUB como acontece hoje e certamente sequer fazem cócegas nos voos da Azul, mas sim, de 40 a 50 operações diárias para cada uma das concorrentes dentro de um "território exclusivo". Simples resposta: a postura seria A MESMA adotada agora por Gol e Latam em referência à Congonhas. Teriam campanhas nas redes sociais, marketing provocativo, reclamações ao CADE, à ANAC, ao Cabrini, à Sonia Racy, ao Correio Popular de Campinas...

 

7) Se a empresa é favorável à abertura de mercado, que não utilize a postura da "farinha pouca, meu pirão primeiro": que defenda a abertura de cima até lá em baixo. Da MAP à Passaredo, da ASTA à TWO Flex. Não existe nada mais estúpido do que bradar em todos os cantos possíveis uma postura vitimista e, no final das contas, agir da mesma forma que as concorrentes agem: querendo concentrar para si os pares de slots que poderiam ser redistribuídos servir a todas as outras empresas. Seria brilhante uma campanha de marketing pedindo que Congonhas tivesse opções além de Latam, GOL e Azul. Enquanto os discursos os colocar como suposta vítima da opressão alheia, ao meu ver, continuará soando como hipocrisia barata.

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Já estou sonhando com Congonhas-Varginha pela Passaredo. Rsrsrs.

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Não entendi a revolta ao meu post feito na página anterior. Acho que nós precisamos debulhar alguns fatos, com uma visão puramente mercadológica e lúcida, para entender melhor toda essa disputa por Congonhas que possui como principal protagonista a Azul. Se não fosse por ela, a Passaredo nunca tocaria nessa ferida e entraria na briga com tanta altivez. Vejamos:

 

1) Quando vislumbrou a hipótese de abocanhar os slots em Congonhas, a Azul iniciou uma campanha de marketing induzindo seus clientes ao fato da companhia ser vítima de uma suposta "concentração de mercado";

 

2) Não obstante, soltou uma nota pública dias atrás reafirmando ser contra a "concentração de mercado" dentro de Congonhas e especialmente na ponte aérea RJ-SP, citando um aumento no preço do bilhete na rota na casa dos -- salvo engano -- 65% desde o apagar das luzes da Avianca;

 

3) Em entrevistas à mídia impressa ou para a TV, o presidente da Azul -- somente ele, vale ressaltar -- apresenta a empresa como uma entrante, ou seja, dá o entendimento notório de que a empresa possui participação ínfima em Congonhas e que o aeroporto é, salvo a exceção feita à sua empresa, monopolizado pelo fato das concorrentes serem sempre muito malvadonas;

 

4) Se esquece porém que a TAM, agora Latam, opera em Congonhas desde o final dos anos 70 e a Gol desde o comercinho da década de 2000, esta última com crescimento no aeroporto central acelerado por conta do sumiço da TransBrasil e posteriormente VASP/Varig do mapa. Ninguém chegou lá ontem e sentou na janelinha. A própria Oceanair já tinha operações consolidadas em CGH, se bem me recordo, desde 2001/2002, com E120 e Fokker 50;

 

5) Respondendo à Sonia Racy na TV Band o presidente da Azul justifica a compra da Avianca como uma "medida para salvar os empregos". Me soa tão falso quanto a entrevista da pistoleira do Neymar ao Roberto Cabrini! O interesse na Avianca deu-se, senão pela possibilidade de acelerar a renovação de frota com aviões novos, justamente pela possibilidade de entrar em Congonhas cortando o caminho de todo o imbróglio que cerca a concessão de slots naquele aeroporto. Acharam que seriam os únicos interessados porém as concorrentes, defendendo suas posições de mercado, traçaram estratégias para impedir esse crescimento. Ainda que com estratégias para barrar a Azul, fizeram aportes generosos na Oceanair para manter a UTI em que esta estava internada em funcionamento e, não obstante, reacomodaram -- sabendo que nunca receberiam -- milhares de clientes desamparados nos dias que antecederam e sucederam a paralização. Não o fizeram por caridade ou por dó dos coitadinhos da Oceanair: o fizeram como estratégia comercial, buscando cercar seus postos mais lucrativos.

 

6) Supondo que Viracopos fosse um "aeroporto coordenado", onde as operações só ocorrem com os que possuem slots, e as outras duas maiores empresas do mercado conseguissem lá operar: qual seria a postura da Azul ao ver dois concorrentes de peso abocanhando um mercado que antes era exclusivo dela? Não falo de operações pulverizadas em dois ou três voos de cada concorrente dentro do HUB como acontece hoje e certamente sequer fazem cócegas nos voos da Azul, mas sim, de 40 a 50 operações diárias para cada uma das concorrentes dentro de um "território exclusivo". Simples resposta: a postura seria A MESMA adotada agora por Gol e Latam em referência à Congonhas. Teriam campanhas nas redes sociais, marketing provocativo, reclamações ao CADE, à ANAC, ao Cabrini, à Sonia Racy, ao Correio Popular de Campinas...

 

7) Se a empresa é favorável à abertura de mercado, que não utilize a postura da "farinha pouca, meu pirão primeiro": que defenda a abertura de cima até lá em baixo. Da MAP à Passaredo, da ASTA à TWO Flex. Não existe nada mais estúpido do que bradar em todos os cantos possíveis uma postura vitimista e, no final das contas, agir da mesma forma que as concorrentes agem: querendo concentrar para si os pares de slots que poderiam ser redistribuídos servir a todas as outras empresas. Seria brilhante uma campanha de marketing pedindo que Congonhas tivesse opções além de Latam, GOL e Azul. Enquanto os discursos os colocar como suposta vítima da opressão alheia, ao meu ver, continuará soando como hipocrisia barata.

A Azul fez o dever de casa, lutar por todos os lados por mais espaço.

O que ela deveria fazer ?

Esperar ?

 

Mas o assunto é Passaredo.

Segue o tópico.

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Engraçado que semanas atrás corria uma AFA de que o Felicio pai iria fundar uma empresa chamada PAZ, que seria a sequencia natural da defunta Passaredo, não duvido nada uma das 3 estarem por trás, a Passaredo surge em CGH, é vendida e por fim dá gás financeiro a PAZ para surgir.

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A Azul fez o dever de casa, lutar por todos os lados por mais espaço.

O que ela deveria fazer ?

Esperar ?

 

Mas o assunto é Passaredo.

Segue o tópico.

 

 

Deve aguardar a perda definitiva dos slots por parte da Oceanair, adequar-se às regras para concessão dos slots (já que não é entrante faz tempo) e aguardar a distribuição dos slots remanescentes, após outorga às reais entrantes, conforme a porcentagem estabelecida pelo órgão regulador.

 

O mesmo vale para Latam e GOL.

 

A reivindicação da Passaredo é bem embasada. Resta aguardar.

 

Sou igualmente favorável à abertura de mercado. Congonhas pode muito bem ter operações da Passaredo ou de qualquer outra empresa 121 que queira se aventurar por lá. Só não acho que a abertura deve valer somente para um lado, mas sim, para todos.

 

É válido ressaltar que Congonhas só possui a operação coordenada por limitações estruturais de pista/pátio/posições, logo, não há outra maneira de aumentar as operações por lá dentro do seu horário de funcionamento. Ontem mesmo nós ficamos quase 20 minutos após o pouso aguardando autorização para prosseguir nosso taxi até a posição - e da-lhe fazer speech aos passageiros...

 

A não ser que as operações durante a madrugada, com um limite X de operações por hora. Mas aí as associações dos bairros e a tia de Moema entrarão em surto psicótico.

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Deve aguardar a perda definitiva dos slots por parte da Oceanair, adequar-se às regras para concessão dos slots (já que não é entrante faz tempo) e aguardar a distribuição dos slots remanescentes, após outorga às reais entrantes, conforme a porcentagem estabelecida pelo órgão regulador.

 

O mesmo vale para Latam e GOL.

 

A reivindicação da Passaredo é bem embasada. Resta aguardar.

 

Sou igualmente favorável à abertura de mercado. Congonhas pode muito bem ter operações da Passaredo ou de qualquer outra empresa 121 que queira se aventurar por lá. Só não acho que a abertura deve valer somente para um lado, mas sim, para todos.

 

É válido ressaltar que Congonhas só possui a operação coordenada por limitações estruturais de pista/pátio/posições, logo, não há outra maneira de aumentar as operações por lá dentro do seu horário de funcionamento. Ontem mesmo nós ficamos quase 20 minutos após o pouso aguardando autorização para prosseguir nosso taxi até a posição - e da-lhe fazer speech aos passageiros...

 

A não ser que as operações durante a madrugada, com um limite X de operações por hora. Mas aí as associações dos bairros e a tia de Moema entrarão em surto psicótico.

Entendo e concordo. Mas os americanos são muito intensos nos seus business. Acho que faz parte da cultura deles serem agressivos no mercado.

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Os turbohelices da Passaredo e da Azul são silenciosos o suficiente para não infringir as regras de ruídos. A campanha da PAZ e da Azul poderia ser essa: operar noturnos e RPN direto de CGH em horários alternativos aos jatos das demais cias.

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O mais incrivel do mercado de aviação comercial Brasileiro é que ele se auto destroi com um formato de regeneração de fazer inveja a qualquer cometa. A orbita das coisas passa sempre pelos mesmos lugares e fatos.

 

Quebra um player , corrida maluca atras de slots e aviões, o que se adiciona é mais do que o que foi retirado do mercado.

 

Todas acham que tem um motivo. Todas acham que sabem a rota perfeita.

 

E uma vez mais a ampla maioria segue no cheque especial....

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Já estou sonhando com Congonhas-Varginha pela Passaredo. Rsrsrs.

CGH-VGA abriria as portas para PLU também, de forma muito mas muito mais racional e sustentável que o CGH-IZA-PLU da GOL.

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Se conseguir fazer CGH-PLU vai ajudar muito o caixa da empresa.

 

Sonhando: Se fosse há uns anos poderia ter CGH-Bacacheri.

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Passaredo é quase uma fênix, está meio que na sua terceira encarnação. De repente esta é mais uma cartada para se reestruturar e fazer sua quarta encarnação.

 

E fazendo uma abrangência um pouco maior, talvez saindo do foco da Passaredo, mas ainda foco em CGH, slots e novos players. Acho que estes próximos capítulos vão pegar fogo. Declararam interesse em CGH: Sideral, Passaredo, Globalia, Gol, Latam e Azul. Quem mais será que aparece?

 

Com a quase certa falência da Avianca Brasil (infelizmente) e as liberações dos slots, agora independente das sete UPIs propostas no plano de recuperação da AVB, para quem realmente quer participação em CGH, especialmente novos players, ficou interessante. Afinal, por que pagar por slots se com um pouco de paciência eu consigo de graça?

 

Caso role leilão, Passaredo não teria cacife para levar uma das UPIs, visto que eles mesmos ficaram (ou ainda estão) em Recuperação Judicial. Sideral, teria slots em CGH para operar não-regular? E com aquele plano maluco? E quão interessante seria algo do tipo a eles, agora? BRA que o diga. Da charter que voava com avião lotado, mas esperando avião lotar para a regular voando no prejuízo. E 737-500, custo de operação dele deve diluir pelo leasing a preço de banana. Globalia? Acho forte candidata a arrematar algo, já que demonstraram interesse em operar CGH e ponte aérea. Com estes potenciais players para disputar o espaço da Avianca, capaz de eles (Globalia) quererem garantir uma fatia maior.

 

Lembrando que em menos de dez anos, CGH tivemos a Pantanal (tanto que a TAM comprou ela de vez mais pelos slots do que porque morria de vontade de voar ATR e fomentar os voos regionais) e a NHT também, de LET410. Eles tinham um ou dois voos para CGH no dia. A saída da NHT permitiu as primeiras operações da Azul em CGH, voando ATR72 para BPS, se não me engano.

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O mais incrivel do mercado de aviação comercial Brasileiro é que ele se auto destroi com um formato de regeneração de fazer inveja a qualquer cometa. A orbita das coisas passa sempre pelos mesmos lugares e fatos.

 

Quebra um player , corrida maluca atras de slots e aviões, o que se adiciona é mais do que o que foi retirado do mercado.

 

Todas acham que tem um motivo. Todas acham que sabem a rota perfeita.

 

E uma vez mais a ampla maioria segue no cheque especial....

Isto não é só para aviação, é recorrente a maioria das empresas de todos os ramos.

Se parar para pensar em grandes corporações que sumiram nos últimos 30/40 anos verá que é reciclo de quem não se adapta a novos mercados, e também a herdeiros que não tem o felling dos fundadores.

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Vai ter campanha da Azul com #PassaredoNaPonteAerea?

 

Ou a abertura de mercado só vale para eles?

Vai ter formação de empresas para barrar a investida da passaredo tb?

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Vai ter formação de empresas para barrar a investida da passaredo tb?

 

No fim o regulador vai ter que criar uma formula, que só espero eu, seja factível.

A pulverização dos slots vai ser inevitável com tanta gente se apresentando, e com isso os maiores ganhadores tendem a ser a Gol e a Latam, pois ninguém vai conseguir relevância e as operações da ponte aérea ficarão protegidas.

 

Adoraria ver a Anac mudando sua visão - deveriam cobrar de players justamente o estabelecimento de produtos diferentes e não pensar que um terceiro player na ponte aérea seja a solução.

 

Primeiro creio que a regra de cancelamento em CGH deveria ser alterada pois todo mundo aprendeu a arbitrar a regra... cancelo no limite 12:00, cancelo no limite 12:30 e cancelo no limite 13:00 para manter 3 horários ruins que são insustentáveis juntos.

Nessas horas que penso que o regulador deveria intervir no regulatório - poderiamos muito bem ter entre 10 e 15h voos de ponte aérea a cada 45 minutos e só aí se abririam 4-5 slots em cada uma das duas grandes cias.

 

Por essas e outras eu sou contra Gol e Latam ter mais slots.

 

Mas ai vem a burrice da ANAC... deveria exigir pra quem quer mais slots, 100% de voos operados ou que os cancelamentos sejam feitos somente por motivos meteorológicos. Cancelou por razões operacionais ? OK, mas não me peça mais slots!

 

É uma coisa que eu sempre defendo - o regulador tem que ser inteligente e cirurgico - ele tem que atuar onde o mercado falha na sua auto-regulação ou na sua auto-organização. Quando o mercado aproveita brechas do regulador, esse tem a obrigação de ajustar suas regras.

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No passado a operaçao de Congonhas era voltada para regionais e voos mais curtos como Ponte Aerea,Belo Horizonte Brasilia,Curitiba,Porto Alegre,etc Acho que faz muito mais sentido um passageiro com voo curto embarcar em Congonhas do que Guarulhos.O passageiro que for a Fortaleza,Manaus,etc pode ir a Guarulhos,o que for a Araçatuba,Ribeirao Preto,etc precisa da opçao do aeroporto central ou nao compensa o aviao

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No passado a operaçao de Congonhas era voltada para regionais e voos mais curtos como Ponte Aerea,Belo Horizonte Brasilia,Curitiba,Porto Alegre,etc Acho que faz muito mais sentido um passageiro com voo curto embarcar em Congonhas do que Guarulhos.O passageiro que for a Fortaleza,Manaus,etc pode ir a Guarulhos,o que for a Araçatuba,Ribeirao Preto,etc precisa da opçao do aeroporto central ou nao compensa o aviao

Falou tudo amigo, voos curtos , não compensa ir até Gru pra voos de curta duração, eu vi 737 saindo pra Fortaleza decolando de Congonhas em dia quente, o bichinho sai de arrastando literalmente, operação parece condição bem marginal

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Falou tudo amigo, voos curtos , não compensa ir até Gru pra voos de curta duração, eu vi 737 saindo pra Fortaleza decolando de Congonhas em dia quente, o bichinho sai de arrastando literalmente, operação parece condição bem marginal

 

 

Meu Deus... :anta:

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Pela ANAC, aproveitamento (RPK/ASK):

4M19 12M18

CGH Emb. Desemb. Emb. Desemb.

AD 78,7% 80,4% 79,1% 78,4%

G3 78,4% 81,5% 78,4% 79,1%

JJ 80,7% 82,1% 79,3% 80,0%

O6 71,3% 74,4% 74,9% 75,6%

 

Não deve ser o fator determinante, mas o aproveitamento dos voos (produtivos) deveria ser levado em consideração como critério de avaliação/manutenção de slots. Pra administradora do aeroporto, +pax = +receitas tarifárias/não tarifárias. Pros passageiros, talvez tarifas mais baixas já que as empresas teriam que se esforçar pra encher os voos.

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Falou tudo amigo, voos curtos , não compensa ir até Gru pra voos de curta duração, eu vi 737 saindo pra Fortaleza decolando de Congonhas em dia quente, o bichinho sai de arrastando literalmente, operação parece condição bem marginal

 

SFP mandou lembranças

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Na minha opinião pode ter mais coisa atrás dessa solicitação.

 

Se por alguma motivo o leilão não se realizar, a regra atual da ANAC fala que os slots são divididos 50% entre os operadores atuais (G3, LA e AD) e os outros 50% para uma nova entrante, que nesse caso seria a Passaredo.

 

Ou a Passaredo está tentando dar um último respiro, valorizando a marca com slots e operação em CGH ou uma outra possibilidade é dela estar com um acordo com uma das três grandes...... fala que vai voar, é vendida e uma das três e a empresa da união das cias ficaria com mais de 50% dos slots da AVB

Fico aqui impressionado como tem gente, e sempre teve, torcendo contra a Passaredo.

Precisam entender que quanto mais empresas melhor para todos, mercado concentrado não fica bom pra ninguém, temos que pensar como Pilotos que somos.

Lembro que num pretérito recente a Avianca era a "menina dos olhos" de muito aviador aqui, nem sonhavam que a empresa iria desaparecer em poucos meses, mas sempre se falou mal da Passaredo, não se esqueçam srs, que a Passaredo já saiu da recuperação judicial, portanto é uma empresa vencedora e pronta para voltar a crescer numa nova e melhor fase da economia.

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CGH-VGA abriria as portas para PLU também, de forma muito mas muito mais racional e sustentável que o CGH-IZA-PLU da GOL.

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Nem todos o são.

E exatamente por isso que aqueles que nao sao, nao operam em CGH..

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Nem todos o são.

 

Na frota atual, só dois não são (GIU e GOP).

 

Todos os outros -800 têm o pacote SFP. São muitos, viu?!

 

Quanto aos ex-Jet Airways, já não sei.

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