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ATR 42 da MAP faz pouso de barriga em Manaus


PR-FHI

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Alguém sabe por que as aeronaves estavam alternando pra STM e não pra Ponta Pelada?

 

SBMN é um aeródromo militar

 

 

INFOTEMP AZ0333R/19
OPS ACFT CIVIL somente com CLR prévia do Comandante da ALA 8, com no MNM 48 horas de antecedência, por meio dos TEL (92) 98818-4274 (Oficial de Permanência Operacional) ou (92) 98429-2256 ( Oficial de Comando e Controle).

Duração: 31/05/19 15:35 a 31/12/19 23:59 UTC | Divulgação: 31/05/2019 15:40

N0186 | 08/12/16 DADOS DE AERÓDROMO

- Aeródromo utilizado como alternativa técnica de SBEG por aeronaves civis de pequeno ou médio portes, quando da suspensão das operações IFR e/ou impraticabilidade do aeródromo SBEG acima de 04 horas precisa de autorização prévia do comandante do COMAR VII. Não será disponibilizado como alternativa técnica no caso das condições meteorológicas (teto e visibilidade) de SBEG estiverem abaixo dos mínimos operacionais previstos nas IAC.

Período: De 08 de dezembro de 2016, 0000 UTC até 31 de dezembro de 2019, 2359 UTC.

Ref: AIP AD 2.2 SBEG (RPLC N149/14)

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Eu já pousei lá num A-320 quando o Eduardo Gomes estava fechado.

 

De repente nessa época era permitido... De E-145 BSB-MAO, só se iniciava a descida sabendo que iria tá aberto, porque geralmente fechava por meteoro SBEG, fechava SBMN, e fazer o procedimento lá e arremeter, pra ir pra "Santoharém", já ficava crítico de combustível, por isso nem descia, já ia direto pra STM se EG estivesse fechado. Na Amazônia não pode dá mole...

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Tem um áudio do piloto solicitando retorno para a do vento e reportando falha elétrica. Não tenho curso do ATR, mas o trem não desce em emergência com falha elétrica? Ou seria uma falha na indicação? Alguém se arriscaria explicar? Uptrim?

Tambem achei estranho pois o sistema de trem de pouso do Atr vc consegue baixar por gravidade, mesmo não tendo energia elétrica

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De fato, não é habitual que uma aeronave com algum problema no sistema elétrico não consiga estender o trem de pouso. Conversando com um colega que voou esse tipo de avião, entendi que em condições normais o sistema é operado hidraulicamente, e em situação de emergência, mecanicamente, através de uma alavanca para destravamento do conjunto como um todo, que cairá por gravidade, auxiliado por força aerodinâmica para o seu travamento.

 

De qualquer forma, geralmente, em qualquer tipo de avião, num cenário em condições de impossibilidade de baixar o conjunto completo ou parcialmente, há uma boa sequência de procedimentos que devem ser seguidos, antes de iniciar a aproximação e, principalmente, o pouso. Será interessante descobrir mais detalhes para sabermos o que ocorreu com aquela aeronave. No final, sempre será uma forma de aprendizado para todos.

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O elec sys do ATR é um pouco diferente do que estamos acostumados a ver por aí. As bombas hidráulicas do avião são todas elétricas, não existem engine driven pumps que nem na maioria dos aviões. No entanto, o avião possui 2 geradores em cada motor: DC e ACW.

Em condição normal, seria algo como: ENG 2 -> ACW GEN 2 -> ACW BUS 2 -> GREEN HYD PUMP -> LDG GEAR

Em condição anormal, poderia ser: ENG 1 -> ACW GEN 1 -> ACW BUS 1-> ACW BUS 2 -> GREEN HYD PUMP -> LDG GEAR

Ou ainda: ENG 1 -> ACW GEN 1 -> ACW BUS 1 -> BLUE HYD PUMP -> HYD X-FEED -> LDG GEAR


Se falharem as duas ACW buses, ou as duas Main HYD pumps, ainda dá pra estender mecanicamente...


E antes disso (não é algo exatamente previsto, mas possível) ainda dá pra usar a AUX DC Pump pra estender o trem, mas tem que ser feito devagar, de forma bem antecipada, e lembrar de fechar a X-FEED, pois ela não deve agüentar recolher trem e flap ao mesmo tempo durante a arremetida.

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Se falharem as duas ACW buses, ou as duas Main HYD pumps, ainda dá pra estender mecanicamente...

A grande questão é o porque não conseguiram estender mecanicamente, só tendo mais dados do que aconteceu pra saber.

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O elec sys do ATR é um pouco diferente do que estamos acostumados a ver por aí. As bombas hidráulicas do avião são todas elétricas, não existem engine driven pumps que nem na maioria dos aviões. No entanto, o avião possui 2 geradores em cada motor: DC e ACW.

 

Em condição normal, seria algo como: ENG 2 -> ACW GEN 2 -> ACW BUS 2 -> GREEN HYD PUMP -> LDG GEAR

 

Em condição anormal, poderia ser: ENG 1 -> ACW GEN 1 -> ACW BUS 1-> ACW BUS 2 -> GREEN HYD PUMP -> LDG GEAR

 

Ou ainda: ENG 1 -> ACW GEN 1 -> ACW BUS 1 -> BLUE HYD PUMP -> HYD X-FEED -> LDG GEAR

 

 

Se falharem as duas ACW buses, ou as duas Main HYD pumps, ainda dá pra estender mecanicamente...

 

 

E antes disso (não é algo exatamente previsto, mas possível) ainda dá pra usar a AUX DC Pump pra estender o trem, mas tem que ser feito devagar, de forma bem antecipada, e lembrar de fechar a X-FEED, pois ela não deve agüentar recolher trem e flap ao mesmo tempo durante a arremetida.

Belo resumo, finalmente conseguiu entrar na Azul e voar o ATR ou passaredo?

 

Se foi só estudo particular parabéns tb!

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Belo resumo, finalmente conseguiu entrar na Azul e voar o ATR ou passaredo?

 

Se foi só estudo particular parabéns tb!

Acho que vc está me confundindo... Não tenho nem CHT de PP!! :anta:

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Eu já pousei lá num A-320 quando o Eduardo Gomes estava fechado.

Já pousei lá de 737 também, mas já faz um bom tempo que não pode mais. O aeroporto também não tem infraestrutura como escadas, salas para os passageiros, etc. quando operava lá, tinha que aguardar chegar tudo de EG, era complicado...

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O elec sys do ATR é um pouco diferente do que estamos acostumados a ver por aí. As bombas hidráulicas do avião são todas elétricas, não existem engine driven pumps que nem na maioria dos aviões.

 

Pois é, pra mim é diferente mesmo, nunca trabalhei com avião sem EDP...

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Deve ser com recovery kit, mas estimar a retirada é difícil. Amanhã à noite to tentando ir pra MAO, vamos ver...

Até tempos atrás, sòmente a TAM possuia um recovery kit

http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/95776-exercicio-em-sao-carlos-sp-simula-incidente-para-remocao-de-aeronave/

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Alguém tem imagens da retirada dessa aeronave da pista?

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