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A345_Leadership

Acusações da Azul são mentiras que levam setor aéreo ao descrédito, diz presidente da Latam

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Para acabar com o chororô, deveriam sortear os slots.

 

No primeiro par de slot a ser concedido, participariam todas as postulantes;

No segundo par, participaria todas, menos a vencedora do primeiro;

No terceiro par, todas menos a primeira e a segunda;

No quarto, voltariam ser todas.

 

Não seria o melhor dos mundos, mas evitaria favoritismo e o resultado é objetivo.

 

Mas vejo alguns operadores reclamarem que o sorteio de slots não seria viável...

Foi assim que NHT ganhou um par de slots em CGH e num espaço que cabia um 737-800 foi usado um Let410 que ninguém comprava passagem.

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Foi assim que NHT ganhou um par de slots em CGH e num espaço que cabia um 737-800 foi usado um Let410 que ninguém comprava passagem.

ZAP, concordo que um 737 aproveita melhor a infra de CGH que um LET-410, mas diante da p*taria que pode virar estes slots, o sorteio é a forma mais neutra possível de não beneficiar ou prejudicar alguém.

 

Ou então comecemos a leiloar os slots e eles passam a virar um ativo das empresas.

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Para acabar com o chororô, deveriam sortear os slots.

 

No primeiro par de slot a ser concedido, participariam todas as postulantes;

No segundo par, participaria todas, menos a vencedora do primeiro;

No terceiro par, todas menos a primeira e a segunda;

No quarto, voltariam ser todas.

 

Não seria o melhor dos mundos, mas evitaria favoritismo e o resultado é objetivo.

 

Mas vejo alguns operadores reclamarem que o sorteio de slots não seria viável...

 

 

Considerando o número de pares e que não há vício no sorteio, é matemáticamente equivalente a dividir por 3....

 

 

Bem observado,afinal de contas a Azul não é entrante para pleitear esse direito

 

 

Quem tem menos de 5% dos slots quando os concorrentes, em duopólo, tem mais de 45% não é entrante??

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Na falta de ter havido de pagamento, e ser uma concessão, o usuário, contribuinte, cliente é quem de fato deveria arbitrar pelos slots. Neste caso é o usuário o beneficiário e também o legítmo concedente e que por sua vez tem o interesse que exista um 3a companhia competindo com mais de 5% dos slots no aeroporto. Não vejo de outra forma, claro que se fosse um direito oneroso a coisa mudaria de figura e o mercado tenderia a ajustar discrepâncias, mas não o é.

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Considerando o número de pares e que não há vício no sorteio, é matemáticamente equivalente a dividir por 3....

 

 

 

 

Quem tem menos de 5% dos slots quando os concorrentes, em duopólo, tem mais de 45% não é entrante??

 

Estávamos falando de entrante não de cia com menor percentual de slots no referido aeroporto.

A Azul já se beneficiou da regra de entrante, agora ela compete com as demais,independentemente de seu percentual.

A TAM não entrou com 45% dos slots no aeroporto,foi crescendo aos poucos durante seus mais de 50 anos de existência.....a Gol foi pelo caminho mais rápido,adquiriu a VRG

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Estávamos falando de entrante não de cia com menor percentual de slots no referido aeroporto.

A Azul já se beneficiou da regra de entrante, agora ela compete com as demais,independentemente de seu percentual.

A TAM não entrou com 45% dos slots no aeroporto,foi crescendo aos poucos durante seus mais de 50 anos de existência.....a Gol foi pelo caminho mais rápido,adquiriu a VRG

 

Caro Lukert, É uma situação ridícula que uma empresa com mais de 30% de market share em passageiros corporativos, tenha menos de 5% dos slots do principal aeroporto de negócios do país, por causa do corporativismo. Chega a ser vegonhoso, o usuário pagante não ter uma 3a empresa, para incentivar a competição, porque o orgão regulador foi incapaz de estruturar regras de negócio para permitir a compra e venda de slots.

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Corporativismo? Não entendi.

 

As empresas que tem mais slots hoje operam há mais tempo que a Azul e foram, aos poucos, construindo esse portfólio. Trouxeram aviões, tripulações, contrataram, mantém um rigor operacional elevado (Congonhas tem a exigência de regularidade mais alta do país e a maior do mundo - 90%, versus 80% dos demais aeroportos) com aviões/tripulação reserva, etc. Situação ridícula é uma empresa que atua em mercados exclusivas de Campinas e cobra 3x a 4x mais caro que os preços de Congonhas/Guarulhos fazer campanhas que Congonhas precisa de mais competição (vejam a nota técnica da ANAC no processo de tomada de subsídios/ANAC - VCP-POA é 3x mais caro que GRU/CGH-POA)... mas enfim, segue o baile.

 

Acho sinceramente que a Azul deve aumentar sua presença em Congonhas, que devemos dar mais espaço para entrantes e, por fim, que as empresas atuantes (Latam e GOL) ganhem alguns slots da Avianca. Espero que a ANAC encontre uma calibragem de parâmetro que atenda aos nossos interesses como clientes e de toda a indústria.

Discordo que o melhor seja sortear slots. Há uma regra vigente desde 2014 e alinhada às melhores práticas mundiais, parece trazer mais segurança jurídica do que um simples sorteio.

 

 

Caro Lukert, É uma situação ridícula que uma empresa com mais de 30% de market share em passageiros corporativos, tenha menos de 5% dos slots do principal aeroporto de negócios do país, por causa do corporativismo. Chega a ser vegonhoso, o usuário pagante não ter uma 3a empresa, para incentivar a competição, porque o orgão regulador foi incapaz de estruturar regras de negócio para permitir a compra e venda de slots.

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Corporativismo? Não entendi.

 

As empresas que tem mais slots hoje operam há mais tempo que a Azul e foram, aos poucos, construindo esse portfólio. Trouxeram aviões, tripulações, contrataram, mantém um rigor operacional elevado (Congonhas tem a exigência de regularidade mais alta do país e a maior do mundo - 90%, versus 80% dos demais aeroportos) com aviões/tripulação reserva, etc. Situação ridícula é uma empresa que atua em mercados exclusivas de Campinas e cobra 3x a 4x mais caro que os preços de Congonhas/Guarulhos fazer campanhas que Congonhas precisa de mais competição (vejam a nota técnica da ANAC no processo de tomada de subsídios/ANAC - VCP-POA é 3x mais caro que GRU/CGH-POA)... mas enfim, segue o baile.

 

Acho sinceramente que a Azul deve aumentar sua presença em Congonhas, que devemos dar mais espaço para entrantes e, por fim, que as empresas atuantes (Latam e GOL) ganhem alguns slots da Avianca. Espero que a ANAC encontre uma calibragem de parâmetro que atenda aos nossos interesses como clientes e de toda a indústria.

Discordo que o melhor seja sortear slots. Há uma regra vigente desde 2014 e alinhada às melhores práticas mundiais, parece trazer mais segurança jurídica do que um simples sorteio.

 

Comparar a Azul em VCP com a situação de Congonhas não faz sentido algum.

 

1- VCP tem slots para quem quiser entrar

 

2- Rotas exclusivas da Azul existem porque ela foi a única que se dispôs a ter as aeronaves adequadas para operar tais rotas (Embraer e ATRs)

 

3- VCP-POA é 3x mais caro que GRU/CGH-POA porque existe uma estratégia de direcionamento dos passageiros entre os aeroportos de SP. Nas praças onde a Azul opera voos para VCP e mais um dos dois aeroportos de SP(GRU ou CGH), os voos diretos para VCP são mais caros justamente para incentivar o passageiro O/D de São Paulo a usar os aeroportos mais próximos da cidade (GRU e CGH), deixando VCP mais para o passageiro de conexão (já que para ele não importa se VCP é perto ou longe de SP). Fazendo uma pesquisa rápida aqui, isso se verifica para POA, CWB, CNF, REC, SSA, etc.

 

Não estou dizendo que deva-se dar todos os slots de CGH para a Azul e pronto, mas algo que não dá para negar é que a situação de duopólio em CGH é incomparável com a situação de qualquer outro aeroporto, por qualquer companhia que seja.

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Corporativismo? Não entendi.

 

As empresas que tem mais slots hoje operam há mais tempo que a Azul e foram, aos poucos, construindo esse portfólio. Trouxeram aviões, tripulações, contrataram, mantém um rigor operacional elevado (Congonhas tem a exigência de regularidade mais alta do país e a maior do mundo - 90%, versus 80% dos demais aeroportos) com aviões/tripulação reserva, etc. Situação ridícula é uma empresa que atua em mercados exclusivas de Campinas e cobra 3x a 4x mais caro que os preços de Congonhas/Guarulhos fazer campanhas que Congonhas precisa de mais competição (vejam a nota técnica da ANAC no processo de tomada de subsídios/ANAC - VCP-POA é 3x mais caro que GRU/CGH-POA)... mas enfim, segue o baile.

 

Acho sinceramente que a Azul deve aumentar sua presença em Congonhas, que devemos dar mais espaço para entrantes e, por fim, que as empresas atuantes (Latam e GOL) ganhem alguns slots da Avianca. Espero que a ANAC encontre uma calibragem de parâmetro que atenda aos nossos interesses como clientes e de toda a indústria.

Discordo que o melhor seja sortear slots. Há uma regra vigente desde 2014 e alinhada às melhores práticas mundiais, parece trazer mais segurança jurídica do que um simples sorteio.

 

 

Vou explicar meu ponto de vista então. O usuário quer uma 3a opção viável na ponte. Ele, usuário, é o cliente do sistema não as empresas e os funcionários. E o regulador deveria ter regras que estimulasse a competição e não o contrário. Absolutamente não faz sentido a Azul ter menos de 5% dos slots enquanto LATAM e GOL com 95%, não faz sentido um concorrente sair do mercado, AVIANCA, e 95% dos slots serem alocados para os dois concorrentes que operaram 95% dos voos.

 

As outros rotas que citou não tem a restrição de operações e a Azul opera nas rotas sozinha por conta da incapacidade dos concorrentes em competir com produto adequado, não há mão do estado para perpetuar essa situação e se o preço é mais alto ou não é a dinâmica de mercado que permite, da mesma forma que não imagino a empresa cobrando 2x mais com dois concorrentes fortes na ponte-aérea.

Edited by Seahawk
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1 - Ninguém falou que há barreira de entrada em VCP. Só mencionei que ironicamente a empresa que cobra mais caro no país e tem o maior CASK das empresas brasileiras listadas na bolsa defende que mais um competidor em Congonhas vai melhorar a competição. Aliais, basta ver os comentários do povo na campanha #Azulnaponteaerea do Instagram, Feice, etc. Muita gente reclamando de preços.

 

2 - Quantas rotas exclusivas da Azul não podem ser operados pela família A320 ou B737? O quanto representa isso em assentos sobre o total de assentos que a Azul oferece? Assim entendemos a escala de impacto das rotas exclusivas embraer/ATR para a Azul. Que, por sinal, ventila aos quatro cantos o quão bom é ter 320 Neo (e com total razão). No começo dos voos da Azul o "right sizing" foi fundamental para estimular o mercado mas isso hoje ainda é válido para a maioria das rotas? Sei não.

 

3 - Não há negação de duopólio em Congonhas. O que está em discussão (pelo menos eu estou discutindo) é que mais uma empresa, notoriamente a Azul (que tem o maior CASK e maior tarifa média do país), não necessariamente garantirá melhores preços em Congonhas. Ah, e se a tarifa média de VCP-POA tem considera muita conexão, pelo próprio pró rateio, o valor da passagem deveria ser menor comparada às praças onde tem O&D alto (que deveriam ter a tarifa maior por menor divisão da receita em conexão). Ou seja, alegar isso sem dados mais granulares das tarifas voadas (e não vendidas como há disponíveis na ANAC) é complicado.

 

Comparar a Azul em VCP com a situação de Congonhas não faz sentido algum.

 

1- VCP tem slots para quem quiser entrar

 

2- Rotas exclusivas da Azul existem porque ela foi a única que se dispôs a ter as aeronaves adequadas para operar tais rotas (Embraer e ATRs)

 

3- VCP-POA é 3x mais caro que GRU/CGH-POA porque existe uma estratégia de direcionamento dos passageiros entre os aeroportos de SP. Nas praças onde a Azul opera voos para VCP e mais um dos dois aeroportos de SP(GRU ou CGH), os voos diretos para VCP são mais caros justamente para incentivar o passageiro O/D de São Paulo a usar os aeroportos mais próximos da cidade (GRU e CGH), deixando VCP mais para o passageiro de conexão (já que para ele não importa se VCP é perto ou longe de SP). Fazendo uma pesquisa rápida aqui, isso se verifica para POA, CWB, CNF, REC, SSA, etc.

 

Não estou dizendo que deva-se dar todos os slots de CGH para a Azul e pronto, mas algo que não dá para negar é que a situação de duopólio em CGH é incomparável com a situação de qualquer outro aeroporto, por qualquer companhia que seja.

 

Seahawk,

Novamente ninguém disse que em VCP há barreiras de entrada. O que estou dizendo é que achar que uma empresa que tem um dos maires CASKs do país vai baratear passagens é contra intuitivo.

 

Abraços e agradeço o bom debate!

 

 

Vou explicar meu ponto de vista então. O usuário quer uma 3a opção viável na ponte. Ele, usuário, é o cliente do sistema não as empresas e os funcionários. E o regulador deveria ter regras que estimulasse a competição e não o contrário. Absolutamente não faz sentido a Azul ter menos de 5% dos slots enquanto LATAM e GOL com 95%, não faz sentido um concorrente sair do mercado, AVIANCA, e 95% dos slots serem alocados para os dois concorrentes que operaram 95% dos voos.

 

As outros rotas que citou não tem a restrição de operações e a Azul opera nas rotas sozinha por conta da incapacidade dos concorrentes em competir com produto adequado, não há mão do estado para perpetuar essa situação e se o preço é mais alto ou não é a dinâmica de mercado que permite, da mesma forma que não imagino a empresa cobrando 2x mais com dois concorrentes fortes na ponte-aérea.

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Acho improvável os preços não baixarem com a chegada da Azul na ponte. Na mesma nota técnica vejam que as tarifas de VCP e GRU em rotas onde estão as 3 empresas (exemplo de BSB) a tarifa é mais baixa que CGH. A Azul cobra caro onde está sozinha mas onde ela compete com os demais o preço está mais em conta.

É benéfico sim dar slots pra Azul, como fazer e em qual quantidade que é o X da questão.Só acho que se for igualitário nada acrescenta ao consumidor a G3 ou LA terem mais 5 voos por dia lá em CGH pois não vai mudar nada; só fortalece o duopólio.

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Acho improvável os preços não baixarem com a chegada da Azul na ponte. Na mesma nota técnica vejam que as tarifas de VCP e GRU em rotas onde estão as 3 empresas (exemplo de BSB) a tarifa é mais baixa que CGH. A Azul cobra caro onde está sozinha mas onde ela compete com os demais o preço está mais em conta.

É benéfico sim dar slots pra Azul, como fazer e em qual quantidade que é o X da questão.Só acho que se for igualitário nada acrescenta ao consumidor a G3 ou LA terem mais 5 voos por dia lá em CGH pois não vai mudar nada; só fortalece o duopólio.

Eles devem é seguir a regra na minha opinião, 50% para as entrantes e os outros 50% divide entre as 3 viúvas, não vai beneficiar Gol e Latam,nem de fato privilegiar a vítima Azul e sim ,privilegiar a concorrência com a chegada de novos competidores,iria amar voltar a ver Atr em Cgh

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1 - Ninguém falou que há barreira de entrada em VCP. Só mencionei que ironicamente a empresa que cobra mais caro no país e tem o maior CASK das empresas brasileiras listadas na bolsa defende que mais um competidor em Congonhas vai melhorar a competição. Aliais, basta ver os comentários do povo na campanha #Azulnaponteaerea do Instagram, Feice, etc. Muita gente reclamando de preços.

 

2 - Quantas rotas exclusivas da Azul não podem ser operados pela família A320 ou B737? O quanto representa isso em assentos sobre o total de assentos que a Azul oferece? Assim entendemos a escala de impacto das rotas exclusivas embraer/ATR para a Azul. Que, por sinal, ventila aos quatro cantos o quão bom é ter 320 Neo (e com total razão). No começo dos voos da Azul o "right sizing" foi fundamental para estimular o mercado mas isso hoje ainda é válido para a maioria das rotas? Sei não.

 

3 - Não há negação de duopólio em Congonhas. O que está em discussão (pelo menos eu estou discutindo) é que mais uma empresa, notoriamente a Azul (que tem o maior CASK e maior tarifa média do país), não necessariamente garantirá melhores preços em Congonhas. Ah, e se a tarifa média de VCP-POA tem considera muita conexão, pelo próprio pró rateio, o valor da passagem deveria ser menor comparada às praças onde tem O&D alto (que deveriam ter a tarifa maior por menor divisão da receita em conexão). Ou seja, alegar isso sem dados mais granulares das tarifas voadas (e não vendidas como há disponíveis na ANAC) é complicado.

 

 

Seahawk,

Novamente ninguém disse que em VCP há barreiras de entrada. O que estou dizendo é que achar que uma empresa que tem um dos maires CASKs do país vai baratear passagens é contra intuitivo.

 

Abraços e agradeço o bom debate!

 

@Dinamica,

 

O CASK é função do trecho, quanto mais curto o trecho mais alto o CASK, e da aeronave, aeronave maior, menor CASK, guardando observações quanto a questões tecnológicas, propulsão, ciclos de manutenção, etc.. Então, uma empresa pode ter um CASK médio alto, e perfeitamente ser competitiva nas rotas que compete com congêneres de CASK médio mais baixo.

 

Eu li e reli, atentamente suas observações, você acredita então que é justo, do ponto de vista do usuário e do regulador, que após a saída da AVIANCA, que 95% slots sejam, na ausência de um novo entrante, distribuídos para GOL e LATAM?

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Eles devem é seguir a regra na minha opinião, 50% para as entrantes e os outros 50% divide entre as 3 viúvas, não vai beneficiar Gol e Latam,nem de fato privilegiar a vítima Azul e sim ,privilegiar a concorrência com a chegada de novos competidores,iria amar voltar a ver Atr em Cgh

O que na sua opinião agrega mais ao consumidor? Meia dúzia de voo de ATR (onde cabe 737,A320) para RAO e algum outro destino ou a ponte voltar a 3 competidores?

E não é pra ser uma pergunta retórica ou com tom de ironia, se for o ATR ok...Cada um com sua opinião.

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Sea,

 

O CASK varia do trecho e tamanho do avião, mas esse mesmo efeito ocorre no RASK. Ou seja, o rask de uma rota voada de embraer 195 x A320 varia em função do tamanho do avião. Ou seja, alguns pontos que trouxe como etapa e tamanho do avião afetam o custo e a receita unitária, não sendo balizadores para destacar diferenças. O ponto é que em Congonhas o RASK é mais pressionado do que em Viracopos (dados mostrados pela a ANAC), dado o nível de tarifário para rotas "equivalentes" serem bem diferentes.

 

Se leu e releu os meus comentários, viu que acho justo a ANAC encontrar um equilíbrio no qual todas as entidades peguem slots. Em um cenário extremo, apresentado pela a ANAC na "tomada de subsídios", a Latam e GOL não pegam nada. A ANAC mostrou que em todos os cenários 100% dos slots vão para as entrantes e em todos os cenários a Azul foi classificada como entrante, diferente dos parâmetros atuais. Ou seja, se as entrantes pedirem todos os slots disponíveis não sobra nada para Latam e GOL. Isso é injusto com quem investiu anos para manter uma operação redonda em Congonhas.

 

Em tempo, a regra atual diz que 50% dos slots novos serão divididos igualmente entre Azul, Latam e GOL. Os outros 50% ficariam entre as empresas entrantes interessadas (Sideral, Passaredo, etc). De onde tirou que 95% vai para Latam e GOL? Não entendi.

 

@Dinamica,

O CASK é função do trecho, quanto mais curto o trecho mais alto o CASK, e da aeronave, aeronave maior, menor CASK, guardando observações quanto a questões tecnológicas, propulsão, ciclos de manutenção, etc.. Então, uma empresa pode ter um CASK médio alto, e perfeitamente ser competitiva nas rotas que compete com congêneres de CASK médio mais baixo.

Eu li e reli, atentamente suas observações, você acredita então que é justo, do ponto de vista do usuário e do regulador, que após a saída da AVIANCA, que 95% slots sejam, na ausência de um novo entrante, distribuídos para GOL e LATAM?

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Sea,

 

O CASK varia do trecho e tamanho do avião, mas esse mesmo efeito ocorre no RASK. Ou seja, o rask de uma rota voada de embraer 195 x A320 varia em função do tamanho do avião. Ou seja, alguns pontos que trouxe como etapa e tamanho do avião afetam o custo e a receita unitária, não sendo balizadores para destacar diferenças. O ponto é que em Congonhas o RASK é mais pressionado do que em Viracopos (dados mostrados pela a ANAC), dado o nível de tarifário para rotas "equivalentes" serem bem diferentes.

 

Se leu e releu os meus comentários, viu que acho justo a ANAC encontrar um equilíbrio no qual todas as entidades peguem slots. Em um cenário extremo, apresentado pela a ANAC na "tomada de subsídios", a Latam e GOL não pegam nada. A ANAC mostrou que em todos os cenários 100% dos slots vão para as entrantes e em todos os cenários a Azul foi classificada como entrante, diferente dos parâmetros atuais. Ou seja, se as entrantes pedirem todos os slots disponíveis não sobra nada para Latam e GOL. Isso é injusto com quem investiu anos para manter uma operação redonda em Congonhas.

 

Em tempo, a regra atual diz que 50% dos slots novos serão divididos igualmente entre Azul, Latam e GOL. Os outros 50% ficariam entre as empresas entrantes interessadas (Sideral, Passaredo, etc). De onde tirou que 95% vai para Latam e GOL? Não entendi.

 

Entendi, que a divisão seria feita pro-rata aos slots existentes. Se for isso eu concordo pois é um critério melhor. Quanto às entrantes, não há condição com a quantidade de slots ofertados que ofereçam um serviço competitivo.

 

Como usuário, quero ter uma 3a opção viável, com frequência mínima que me permita considerar a empresa como alternativa à Gol. Azul operando com 10-15 voos na ponte seria uma alternativa, sim, sem duvida.

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O que na sua opinião agrega mais ao consumidor? Meia dúzia de voo de ATR (onde cabe 737,A320) para RAO e algum outro destino ou a ponte voltar a 3 competidores?

E não é pra ser uma pergunta retórica ou com tom de ironia, se for o ATR ok...Cada um com sua opinião.

As entrantes podem definir a operação e tipo de aeronaves que quiserem,é um direito delas, apenas citei que o ATR por ser uma aeronave tão charmosa e um ronco belo das hélices, não falei do lado comercial,etc

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As entrantes podem definir a operação e tipo de aeronaves que quiserem,é um direito delas, apenas citei que o ATR por ser uma aeronave tão charmosa e um ronco belo das hélices, não falei do lado comercial,etc

ATR charmoso?!?? Pode ser eficiente, baixo custo, etc. mas charmoso é forçar muito a barra...

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ATR charmoso?!?? Pode ser eficiente, baixo custo, etc. mas charmoso é forçar muito a barra...

Eu tenho direito de opinar, se tu não vê nada de diferente,tb é tua e unicamente tua opinião, simples assim

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...ATR por ser uma aeronave tão charmosa e um ronco belo das hélices, não falei do lado comercial,etc

Concordo, aviação lucro é uma coisa; aviação quem ama estas águias é outra.

Lembro dos E110 iniciando uma decolagem....que coisa mais linda aquele ronco.

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Mas quem tanto defende consumidor, defender ATR em CGH é sacanagem, reduz oferta de assentos. Direito de operarem ATR? OK, mas isso não é estimulo a competição.

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Na moral, acho que a questão não é nem preço, é qualidade do serviço. Fiz GRU-REC de Latam e REC-GRU de Azul. Que diferença gritante de serviço, espaço e com preços similares. Ambos até o talo de passageiros.

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Na moral, acho que a questão não é nem preço, é qualidade do serviço. Fiz GRU-REC de Latam e REC-GRU de Azul. Que diferença gritante de serviço, espaço e com preços similares. Ambos até o talo de passageiros.

Certeza. A interna de alguns aviões da latam é de dar medo. A última NAT-GRU que fiz o braço da minha poltrona tava caindo, tray table toda suja... Duvido acontecer isso num avião da Azul

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Latam hoje certamente é a empresa que oferece o pior produto, de longe!

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Não é à toa que estão perdendo share no mercado interno. No mercado corporativo o diferencial da LATAM é usualmente preço.

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