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Dono da Havan comprou superavião de R$ 250 milhões, mas não consegue usar


jambock

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Meus prezados
Dono da Havan comprou superavião de R$ 250 milhões, mas não consegue usa-lo.
Aeronave está parada há três semanas por falta de autorização para voar
25252903.jpg?w=1400
Bombardier avaliado em R$ 250 milhões foi de Porto Alegre para Navegantes, mas segue parado no terminal.
O jato executivo Bombardier Global 6000, um dos maiores aviões particulares do mundo comprado há três semanas pelo dono da rede Havan, Luciano Hang, segue parado no hangar no aeroporto de Navegantes. Foi deslocado de Porto Alegre, onde havia chegado para o terminal mais próximo da base do empresário, que é em Brusque (SC), mas não consegue sair de lá. Conforme Hang relatou à coluna, falta um detalhe final para que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) conceda a autorização para que a aeronave possa ser movimentada.
– Estou com o avião parado há três semanas e não consigo usar por causa da burocracia. O Brasil é um país muito hostil para o investimento. Parece que tudo o que pode ser feito para atrapalhar os negócios acontece – reclamou.
A intenção de Hang é usar a aeronave, avaliada em R$ 250 milhões, dos quais 10% só em impostos, para acelerar seu processo de abertura de lojas pelo país. O empresário visita pessoalmente todos os pontos antes de confirmar uma unidade da rede, e faz questão de enxergar a localização de cima. No Rio Grande do Sul, seu plano segue sendo de abrir 10 megalojas até o final do ano.
Fonte: Marta Sfredo para Gaúcha ZH 19 jun 2019

O Luciano não está devendo uma nota preta para a Receita Federal?

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Meus prezados

Dono da Havan comprou superavião de R$ 250 milhões, mas não consegue usa-lo.

Aeronave está parada há três semanas por falta de autorização para voar

25252903.jpg?w=1400

Bombardier avaliado em R$ 250 milhões foi de Porto Alegre para Navegantes, mas segue parado no terminal.

O jato executivo Bombardier Global 6000, um dos maiores aviões particulares do mundo comprado há três semanas pelo dono da rede Havan, Luciano Hang, segue parado no hangar no aeroporto de Navegantes. Foi deslocado de Porto Alegre, onde havia chegado para o terminal mais próximo da base do empresário, que é em Brusque (SC), mas não consegue sair de lá. Conforme Hang relatou à coluna, falta um detalhe final para que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) conceda a autorização para que a aeronave possa ser movimentada.

– Estou com o avião parado há três semanas e não consigo usar por causa da burocracia. O Brasil é um país muito hostil para o investimento. Parece que tudo o que pode ser feito para atrapalhar os negócios acontece – reclamou.

A intenção de Hang é usar a aeronave, avaliada em R$ 250 milhões, dos quais 10% só em impostos, para acelerar seu processo de abertura de lojas pelo país. O empresário visita pessoalmente todos os pontos antes de confirmar uma unidade da rede, e faz questão de enxergar a localização de cima. No Rio Grande do Sul, seu plano segue sendo de abrir 10 megalojas até o final do ano.

Fonte: Marta Sfredo para Gaúcha ZH 19 jun 2019

 

"O Luciano não está devendo uma nota preta para a Receita Federal?"

 

 

 

Então, além disso ainda parcelou a divida para ser paga em 1000 anos... Brazil zil zil...

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Se pra ele que é amigo do governo demora, imagina para quem não é.

 

Ou alguém da Anac que não é amigo do governo rsrsr

 

 

Então, além disso ainda parcelou a divida para ser paga em 1000 anos... Brazil zil zil...

 

Se não me engano ele já postou um vídeo desmentindo essa informação.

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Ele tem uma dívida trabalhista enorme também.

 

Mas voltando ao assunto do tópico, a burocracia é um problema pra todos. Mas muito me admira comprar uma máquina desse porte pra rodar pelo país, principalmente porque eles abrem lojas em cidades que sequer tem estrutura/pista pra receber a máquina. Ele possui algum modelo menor?

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A intenção de Hang é usar a aeronave, avaliada em R$ 250 milhões, dos quais 10% só em impostos.

Talvez isto seja a "reclamação" dele.

 

O empresário visita pessoalmente todos os pontos antes de confirmar uma unidade da rede, e faz questão de enxergar a localização de cima.

De avião é ruim, acho que ele observa a partir do helicóptero.

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Ele tem uma dívida trabalhista enorme também.

 

Mas voltando ao assunto do tópico, a burocracia é um problema pra todos. Mas muito me admira comprar uma máquina desse porte pra rodar pelo país, principalmente porque eles abrem lojas em cidades que sequer tem estrutura/pista pra receber a máquina. Ele possui algum modelo menor?

1 AW109

1 Lear 45

1 Challenger 350

E o Global 6000

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1 AW109

1 Lear 45

1 Challenger 350

E o Global 6000

 

É, a pé ele não fica. E se já comprou todos esses, ele sabe mto bem como a música toca...

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1 AW109

1 Lear 45

1 Challenger 350

E o Global 6000

 

 

PQP, que frota... e o cara gosta da Bombardier mesmo, hein? Será que com a aquisição do Global, ele passa o Challenger pra frente? Porque as rotas mais curtas ele cumpre facilmente com o Lear e para as outras, o 6000.

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PQP, que frota... e o cara gosta da Bombardier mesmo, hein? Será que com a aquisição do Global, ele passa o Challenger pra frente? Porque as rotas mais curtas ele cumpre facilmente com o Lear e para as outras, o 6000.

O Lear está a venda, é 2009.

Challenger ainda é novo, chegou no Brasil em 2015.

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Não vejo muito sentido econômico para um grupo empresarial regional possuir tantas aeronaves assim, nem os grandes bancos brasileiros possuem uma frota desse tamanho.

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Se não me engano ele já postou um vídeo desmentindo essa informação.

 

 

 

Ele só esqueceu de um detalhe: o que aparece no vídeo é uma certidão positiva com efeito de negativa. Isto significa que ele tem dívida, sim, mas que tem acordo de parcelamento... rsrs.

 

Segue o barco...

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Se está vendendo o Learjet, pelo jeito o objetivo é ter sempre um avião a disposição (1 deles de reserva). Pelas postagens das redes sociais do Luciano, o helicóptero é usado para o deslocamento a partir da sede em Brusque, para Navegantes (onde fica o aeroporto), ou para as cidades mais próximas do Vale do Itajaí.

Se ter uma frota de aeronaves desse tamanho é necessário ou não, só o dono do negócio pode dizer, e a $$ é dele, e ele gasta como quiser.

O Banco Safra tem um 737 BBJ, se é necessário ou não, só eles podem dizer...

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Ele só esqueceu de um detalhe: o que aparece no vídeo é uma certidão positiva com efeito de negativa. Isto significa que ele tem dívida, sim, mas que tem acordo de parcelamento... rsrs.

 

Segue o barco...

Negativa de divida mas com parcelamento.... segue o barco, o cara é o demonio né. O cara deve ter feito muito mal para nosso país, um cara a ser extinto né.

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Não vejo muito sentido econômico para um grupo empresarial regional possuir tantas aeronaves assim, nem os grandes bancos brasileiros possuem uma frota desse tamanho.

 

Perfeito.

 

Depois fica usando capital de giro de terceiros pagando 15-20% ao ano...

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Perfeito.

 

Depois fica usando capital de giro de terceiros pagando 15-20% ao ano...

Vc tá brincando que eles são burros para não saberem o que estão fazendo !

Espertos somos nós !

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Como eu tenho um total de zero aviões (sequer fiz um voo internacional de executiva) não vou me manifestar sobre a necessidade / adequação da frota do Sr. Havan.

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Não vejo muito sentido econômico para um grupo empresarial regional possuir tantas aeronaves assim, nem os grandes bancos brasileiros possuem uma frota desse tamanho.

Neste caso a questão não é mais necessidade, é ostentação.

 

Um colega pode falar melhor, mas alguns pobres que têm aviões abrem empresa de táxi-aéreo para pagar menos impostos. Não sei se é verdade.

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Só eu acho que ele está investindo tudo apenas em uma cesta? Eita lojinha chumbrega, eu achei bem meh. Vamos ver até onde ele incrementa mais esse modelo exponencial.

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Que perseguição com o careca, ele não usa dinheiro público, então por mim pode voar em um 747 que eu não tô nem aí.

 

Só eu acho que ele está investindo tudo apenas em uma cesta? Eita lojinha chumbrega, eu achei bem meh. Vamos ver até onde ele incrementa mais esse modelo exponencial.

 

Pode ser um padrão de loja ultrapassado, mas funciona ainda, o foco não é competir com as grandes varejistas como B2W e GPA que vendem muito online, e sim venda de utensílios e quinquilharias que ninguém compra em site: Toalha, cortina, copo, talher, vestuário...

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Neste caso a questão não é mais necessidade, é ostentação.

 

Um colega pode falar melhor, mas alguns pobres que têm aviões abrem empresa de táxi-aéreo para pagar menos impostos. Não sei se é verdade.

Sim, faz sentido no planejamento tributário de uma empresa de grande porte. O CNPJ proprietário da frota "presta" serviço, ou faz leasing, gerando uma despesa para a Holding. Desta forma, abatendo da base de cálculo e pagando menos IR/CSLL.

 

Mas pode ter certeza que os responsáveis pelo tributário tem controle na vírgula, pois do outro lado tem imposto/custos operacionais sobre o faturamento do CNPJ proprietário.

 

Quando a Holding atinge faturamento na casa do bi,tem várias outras linhas de despesas que o mesmo conceito pode ser aplicado, um exemplo é o Pão de Açúcar. Quando o Diniz era controlador, a empresa que administra os bens dele (Family office) era, ou é ainda, proprietária dos imóveis e o GPA pagava aluguel para ele mesmo.

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Por curiosidade, pesquisei aqui o RAB do 737 dos Safra e o Lear do Hang.

 

Ambos são leasing. No primeiro, para uma empresa com sede em Luxemburgo, provavelmente os sócios são os próprios Safra.

 

Na frota da Havan, o leasing é feito com a UBS, então para o amigo que comentou do capital de giro. Pode ficar tranquilo, o Luciano desembolsou só uma fração dos 250mi e deve ter garantido uma linha de crédito farta por ter "fortalecido" o relacionamento com o banco suíço haha

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