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Avianca faz campanha para dizer que não é Avianca ( a quebrada)

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Avianca Colômbia pede apoio do trade para se reposicionar no País
19/06/2019 22:55 | Danilo Teixeira Alves
O trade será peça fundamental na retomada da confiança dos brasileiros pela marca Avianca após o desgaste na imagem que a companhia teve com a crise financeira da “irmã” Ocean Air Linhas Aéreas SA, conhecida como Avianca Brasil. Para isso, um longo plano de comunicação e marketing está sendo preparado pela liderança do conglomerado colombiano, e que inclui a abertura de um escritório em São Paulo, contratações e novas parcerias estratégicas.

Danilo Teixeira Alves
“Além da crise financeira da Ocean Air, que é de conhecimento público, nós temos um trabalho de reposicionamento de marca muito grande pela frente. Esse trabalho começou hoje, com uma reunião muito proveitosa com representantes da Braztoa, Air Tkt e Abracorp, além de encontros com executivos da CVC e de outras empresas do mercado. Nosso trabalho inicial será o de recuperar a confiança na marca Avianca Holdings” destaca o CEO interino da empresa, Renato Covelo. O brasileiro, que é ex-Azul, fica no cargo até 15 de julho, quando Anko Van der Werff assumirá o posto.

Para Covelo, por mais que seja do conhecimento de todo o trade que se trata (ou tratava-se) de duas empresas separadas por CNPJS diferentes, há ainda um vínculo muito forte entre as duas companhias na mente dos clientes. “Foram anos usando a mesma marca, a mesma pintura dos aviões, o mesmo check-in nos aeroportos e, em muitos casos, até o mesmo time comercial. Os agentes de viagens, por exemplo, nunca deixaram de vender Avianca Holdings, foram os consumidores que ficaram receosos em comprar nossos voos”, explica.

Reprodução/Avianca
Colombiana possui voos para Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo
Com a suspensão das atividades da Avianca Brasil, a holding volta a ter operação própria em solo brasileiro. Tudo o que era compartilhado com a Ocean Air, como empresas terceirizadas de catering e limpeza de aeronaves, não existe mais. "Fizemos novos contratos, com novos parceiros", explica Covelo.

Ter operação própria também pode ser traduzida na contratação de um time comercial, composto por 12 executivos e um gerente de Vendas, que ficarão baseados em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Os nomes ainda estão sob sigilo, pois segundo o diretor da Avianca Holdings para Brasil, Equador e Peru, Nissin Jabiles, as contratações ainda não foram encerradas. “Esse time se reportará diretamente a mim e juntos vamos intensificar a presença da Avianca no Brasil”, garante ele. A previsão é que até o próximo mês toda a equipe já esteja trabalhando. Com o time comercial a postos, a expectativa é que um aumento das vendas aconteça naturalmente. Atualmente, o Brasil é responsável por 5% das vendas internacionais da Avianca Holdings. Para Covelo, este é um número pequeno se comparado com mercados como Estados Unidos e Europa, mas importante em comparação com outros mercados sul-americanos.

Atualmente, a Avianca possui dois voos diários entre Bogotá, na Colômbia, e São Paulo, mais dois voos saindo do Rio de Janeiro, sendo um para Bogotá e outro para Lima, no Peru, e mais um de Porto Alegre para Lima. Todos eles, de acordo com os executivos, com ocupação média acima de 80%.

PREJUÍZO COM AVIANCA BRASIL E ACORDO COM GOL E AZUL De acordo com Covelo, a dívida da Ocean Air com as empresas da Avianca Holdings ultrapassa os US$ 3 milhões. Além deste montante, o grupo colombiano desembolsou cerca de mais US$ 5 milhões para reacomodar cerca de 5,2 mil passageiros da Colômbia em conexão com a aérea brasileira e vice-versa.

Artur Luiz Andrade

"Também temos clientes que não têm relação comercial com a Avianca Holdings, mas que estamos ajudando. É o caso dos passageiros que tinham passagens aéreas para Nova York ou Miami com a Ocean Air. Conseguimos uma autorização e estamos conseguindo endossar esses clientes em nossos voos. Estamos fazendo isso para mostrar que somos uma marca séria, responsável e que tem o passageiro como foco da operação", disse o CEO interino.

Covelo disse ainda que, com o fim das operações da Ocean Air, a Avianca recorreu a acordos de interline com Gol e Azul para continuar conectando clientes dentro do território brasileiro. Segundo ele, a colombiana já trabalha em futuros acordos de compartilhamento de voos com as duas aéreas brasileiras. "Já iniciamos os trâmites comerciais para a implantação das parcerias de codeshare com Gol e Azul , agora é aguardar as autorizações dos órgãos competentes do Brasil e da Colômbia", avaliou.

CAPITAL ESTRANGEIRO Questionado sobre a abertura de capital estrangeiro em aéreas nacionais e um possível interesse da Avianca Holdings em ter sua própria companhia no Brasil, Covelo é enfático: não há possibilidade. "Para isso seria preciso montar uma empresa do zero, com custos elevados, pagando um dos combustíveis mais caros do mundo. Faz mais sentido eu ter boas parcerias de codeshare para distribuir os meus passageiros do que montar minha própria operação. Essa intenção existiu no passado, quando pensamos em incorporar a Ocean Air à Avianca Holdings".

 

Fonte: Panrotas

 

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Só agora que estão se posicionando?? Meio tarde, a marca pro leigo que não sabe a diferença e o rolo todo por tras desse emprestimo de nome vai continuar achando que é a mesma empresa.

 

Deviam ter feito isso lá em dezembro quando a maionese começou a desandar...

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Só agora que estão se posicionando?? Meio tarde, a marca pro leigo que não sabe a diferença e o rolo todo por tras desse emprestimo de nome vai continuar achando que é a mesma empresa.

 

Deviam ter feito isso lá em dezembro quando a maionese começou a desandar...

 

O problema é que só agora tiraram o Efromovich do CA.

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Uma baita babaquice unificar marcas em todos países, levaram ferro! Grupos tem que tocar o barco como IAG e AFKL

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Uma baita babaquice unificar marcas em todos países, levaram ferro! Grupos tem que tocar o barco como IAG e AFKL

A LAN não achou isso.

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A LAN não achou isso.

 

A LAN ousou muito mais, enterrou duas marcas fortes para criar uma nova do zero, no caso Avianca usaram a marca mais antiga do planeta para usar em todas empresas do grupo

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A LAN não achou isso.

 

E foi uma babaquice sem tamanho, criaram um dos nomes mais ridiculos da história, ganhou o apelido no Brasil de LATÃO... enquanto podia ter ido de LAN para tudo e TAM no BR e pronto...

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A LAN ousou muito mais, enterrou duas marcas fortes para criar uma nova do zero, no caso Avianca usaram a marca mais antiga do planeta para usar em todas empresas do grupo

Avianca marca antiga é fato, mas não foi usada em todas as do grupo. A O6 não fazia parte, tinha apenas sócios em comum. E do mesmo jeito que houve resistência em em unificar as operações com a brasileiras, aposte sem medo de errar que rãs e liberação do uso do nome também teve resistência pra liberar lá por BOG.

 

Complicado ceder o nome para outro criar uma imagem negativa, que foi o que deu ao final de tudo.

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Avianca marca antiga é fato, mas não foi usada em todas as do grupo. A O6 não fazia parte, tinha apenas sócios em comum. E do mesmo jeito que houve resistência em em unificar as operações com a brasileiras, aposte sem medo de errar que rãs e liberação do uso do nome também teve resistência pra liberar lá por BOG.

 

Complicado ceder o nome para outro criar uma imagem negativa, que foi o que deu ao final de tudo.

Mas quem ia imaginar que a O6 iria queimar, foi uma aposta para criar uma grande marca global.

 

Qual das filiais não recebeu o nome Avianca, citada por ti?

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Mas quem ia imaginar que a O6 iria queimar, foi uma aposta para criar uma grande marca global.

 

Qual das filiais não recebeu o nome Avianca, citada por ti?

 

Todas, mas que faziam parte do gripo.A brasileira, que não fazia parte do grupo, tinha sócios em comum e mais nada.

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Mas quem ia imaginar que a O6 iria queimar, foi uma aposta para criar uma grande marca global.

 

Qual das filiais não recebeu o nome Avianca, citada por ti?

Acho que só a Aeromar do México.

 

A Aerogal do Equador virou Avianca Equador?

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E foi uma babaquice sem tamanho, criaram um dos nomes mais ridiculos da história, ganhou o apelido no Brasil de LATÃO... enquanto podia ter ido de LAN para tudo e TAM no BR e pronto...

já que nãoo ia usar o TAM, poderia ficar Lan Brasil, afinal, quem manda é o Chile mesmo.

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Uma baita babaquice unificar marcas em todos países, levaram ferro! Grupos tem que tocar o barco como IAG e AFKL

É relativo e não podemos generalizar. Os grupos europeus preferiram manter as identidades porque já pensou um francês embarcando no KLM France ou um inglês embarcando em um avião Iberia of Britain? A questão de identidade destas companhias com seus países é muito forte. Aqui a TAM não tinha este apelo, ao contrário da Varig. A LanChile virou LAN e depois LATAM mas lá ela era uma empresa que dominava mais de 80% do mercado doméstico.

 

Por outro lado temos a Air Asia, Jetstar, Easyjet e as diversas regionais subcontratadas pelas majors americanas com single brand, que é importante do ponto de vista do marketing, dá mais visibilidade e fortalecimento da marca.

 

O que aconteceu com a ONE/AVA foi sui generis e serve de casos similares, se houver.

 

 

Avianca marca antiga é fato, mas não foi usada em todas as do grupo. A O6 não fazia parte, tinha apenas sócios em comum. E do mesmo jeito que houve resistência em em unificar as operações com a brasileiras, aposte sem medo de errar que rãs e liberação do uso do nome também teve resistência pra liberar lá por BOG.

 

Complicado ceder o nome para outro criar uma imagem negativa, que foi o que deu ao final de tudo.

O pior de tudo: não pagava royalties :facepalm: Tomaram cajú sem ter ganho nada.

 

Acho que só a Aeromar do México.

 

A Aerogal do Equador virou Avianca Equador?

A Aeromar era investimento do Efromovich não ligado com a AVH, mas possivelmente viraria Avianca quando ele assumisse de fato a empresa.

 

A AeroGal virou Avianca Ecuador, a TACA Perú Avianca Perú e as antigas subsidiárias da TACA na América Central viraram Avianca Centroamerica. E a Avianca "original" virou Avianca Colombia (alguns já chamavam ela assim) ou Avianca Internacional.

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A questão de identidade destas companhias com seus países é muito forte. Aqui a TAM não tinha este apelo, ao contrário da Varig. A LanChile virou LAN e depois LATAM mas lá ela era uma empresa que dominava mais de 80% do mercado doméstico.

 

 

Mas a marca TAM tinha muito apelo aqui no Brasil, era associada a bom serviço, mesmo na época em que a qualidade começou a cair. O medo da LATAM era a marca LAN ser rejeitada no mercado doméstico.

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Mas a marca TAM tinha muito apelo aqui no Brasil, era associada a bom serviço, mesmo na época em que a qualidade começou a cair. O medo da LATAM era a marca LAN ser rejeitada no mercado doméstico.

Sim, ela tem ainda, mas não há uma conotação forte que liga ela ao país e ao seu público.

 

Eu acho que tiveram culhões para alterar a LAN e TAM, há alguns erros que não faria neste rebranding, mas aí prevaleceu a lógica do dinheiro sobre a de marketing.

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O pior de tudo: não pagava royalties :facepalm: Tomaram cajú sem ter ganho nada.

 

Certeza que não pagava royalties? Isso pode ser um elo fraco, juridicamente falando, na questão de dizer que a O6 não pertencia à holding do grupo.

 

Seria tipo fazer aluguel de boca com alguém, não receber o aluguel e ainda tomar um processo de uso capiao.

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Certeza que não pagava royalties? Isso pode ser um elo fraco, juridicamente falando, na questão de dizer que a O6 não pertencia à holding do grupo.

 

Seria tipo fazer aluguel de boca com alguém, não receber o aluguel e ainda tomar um processo de uso capiao.

Então, eu vi em alguma reportagem que colocaram no CR. Não só ela mas como a Avianca Argentina também.

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Então, eu vi em alguma reportagem que colocaram no CR. Não só ela mas como a Avianca Argentina também.

Em uma situação de normalidade, esse tipo de negociação acaba por trazer economia tributária, também chamada de elisão fiscal.

Até onde sei, enquanto a AVA cedia a marca pra AVB, a AVB cedia o time de solo e equipe de vendas para viabilizar a AVA.

Na prática, provavelmente, a AVB, por não pagar pela marca, não pagava os impostos que devem ser pagos quando se faz uma remessa de valores para o exterior, principalmente imposto de renda (mas também IOF).

A AVA, por sua vez, evitava ter despesas fixas de gerentes e pessoal de terra (que são ocupados por poucas horas do dia) e equipe de vendas (que até seria full time, mas era mais vantajoso ter a equipe compartilhada com a AVB pelas sinergias).

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Uma baita babaquice unificar marcas em todos países, levaram ferro! Grupos tem que tocar o barco como IAG e AFKL

Quer melhor exemplo que a LH?

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Quer melhor exemplo que a LH?

Melhor em que sentido? Fostes sarcástico né?

 

A Germanwings que opera agora como Eurowings que tem voos com Sun Express, Brüssel Airlines e outras marcas fazendo voos Eurowings?? Baita confusão isso....fora as outras marcas ,estas sim, vão melhor posicionaras na mente dos consumidores,Lufthansa,Swiss e Austrian Airlines

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