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Os misteriosos enjoos e vómitos de tripulantes e passageiros no novo avião da TAP


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Os misteriosos enjoos e vómitos de tripulantes e passageiros no novo avião da TAP

 

O problema poderá estar no sistema de renovação do ar dentro do A330Neo. Há uma investigação em curso.

 

PÚBLICO e Lusa

25 de Junho de 2019, 8:58 actualizada às 11:47

 

Ao longo dos últimos meses, vários membros da tripulação e alguns passageiros da TAP têm apresentado queixas de enjoos e vómitos em ligações de longo curso com os novos aviões A330Neo os mais recentes aviões ao serviço da companhia portuguesa. O caso está a ser investigado pela TAP e pela Airbus.

 

No último episódio, relatado pela TSF nesta terça-feira, a tripulação começou a sentir-se mal na recta final de um voo com destino ao Brasil e os pilotos foram vistos a usar uma máscara. De acordo com a estação de rádio, tal terá acontecido para garantir que respiravam o ar adequado.

 

O problema poderá estar no sistema de renovação do ar dentro do avião e mais especificamente, na forma como está a ser feita a passagem do ar captado pelo motor para dentro da aeronave o que, sendo insuficiente, faz com que este se degrade, avança a TSF. Os sintomas são sentidos de forma mais aguda no final de viagens grandes, como as intercontinentais.

 

Os casos já foram comunicados à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), que está a trabalhar com a empresa. As denúncias foram também reencaminhadas para a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA), que avalia e certifica a segurança das aeronaves no espaço aéreo europeu.

 

A presidente do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), Luciana Passo, confirma à TSF ter recebido cerca de dez relatos de tripulantes e ter questionado a empresa sobre o assunto. É evidente que há tripulantes e passageiros que enjoam em determinadas fases de voo com turbulência mais moderada ou mais severa, mas os relatos que temos não têm que ver com isso e sim com o decurso normal de voos de longa duração e longo curso operados neste tipo de equipamento, detalha Luciana Passo.

 

TAP confirma indisposições pontuais, mas afasta risco para saúde

 

A TAP confirmou casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições em alguns voos dos seus A330neo, eventualmente associados a alguns odores do equipamento de ar condicionado, garantindo ser uma situação normal em aeronaves novas.

 

Relativamente ao facto de, em algumas unidades novas do A330neo, poderem ter sido detectados alguns odores provenientes do equipamento de ar condicionado é um facto considerado normal em aeronaves novas e que desaparece logo após as primeiras utilizações, sustenta a companhia aérea, garantindo que nunca colocaria os seus clientes e trabalhadores numa situação de risco para a sua saúde.

 

A companhia confirma ter registo de relatos de casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições, contudo, garante que os testes já realizados tanto pela TAP, como pela Airbus não permitem estabelecer qualquer correlação entre estes episódios e uma hipotética, mas não demonstrada, deficiência na circulação e renovação de ar.

 

O A330neo é um avião com todas as certificações por parte das autoridades nacionais e internacionais e totalmente apto para o serviço de transporte de passageiros em total segurança, refere a companhia de bandeira portuguesa, salientando que as cabinas da Airbus são projectadas e fabricadas de forma a prevenir qualquer tipo de contaminação do ar.

 

A TAP diz ter comunicado à Airbus os relatos de tripulantes relativos a odores e indisposições pontuais e destaca que imediatamente realizou uma reunião com áreas técnicas da TAP, o sindicato de pilotos e o sindicato dos tripulantes de cabina de forma a partilhar com total transparência os dados disponíveis.

 

No entanto, diz, todas as análises feitas pela Airbus com o apoio de laboratórios independentes indicam que os parâmetros de qualidade do ar estão dentro do normal na indústria, sendo que, nos vários testes realizados pela Airbus no chão e em voo, quanto a possíveis fontes de desconforto, como fluxo e distribuição de ar ou controlo de temperatura, os resultados obtidos foram de total conformidade. A experiência e conforto relativamente à circulação do ar no A330neo é igual à da anterior geração A330, garante a TAP.

 

TAP foi a primeira a usar avião

 

A TAP foi a primeira operadora comercial do mundo a voar o novo A330Neo, que, de acordo com a empresa é consideravelmente mais eficiente e consumindo em média menos 17% de combustível por cadeira que a geração anterior de aeronaves, resultando ainda numa redução muito significativa das emissões de CO2 e ruído.

 

Para além disso, o interior deste modelo estreia o conceito Airspace by Airbus, desenvolvido pelo fabricante e que promete renovar a experiência da viagem a bordo. A TAP encomendou 14 exemplares deste modelo para renovação da frota.

 

Notícia actualizada às 11h47 com informações prestadas pela TAP em comunicado

 

Fonte: Público

https://www.publico.pt/2019/06/25/sociedade/noticia/relatos-enjoo-vomitos-novo-a330-tap-1877533

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TAP Desvaloriza “Casos Pontuais” De Indisposições De Passageiros E Tripulantes Nos A330-900neo

25/06/2019No Comments285 ViewsAcidentes/Incidentes, Aviação Comercial, Destaques 1 Pagina, Portugal - Aviação Comercial, Portugal – Acidentes/IncidentesRedacção 2

A TAP Air Portugal confirmou nesta terça-feira, dia 25 de junho, “casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições” em alguns voos dos novos aviões Airbus A330-900neo, eventualmente associados a “alguns odores do equipamento de ar condicionado”, garantindo ser uma situação “normal em aeronaves novas”, informa a agência de notícias portuguesa ‘Lusa’.

 

“Relativamente ao facto de, em algumas unidades novas do A330neo, poderem ter sido detetados alguns odores provenientes do equipamento de ar condicionado, é um facto considerado normal em aeronaves novas e que desaparece logo após as primeiras utilizações”, sustenta a companhia aérea, garantindo que “nunca colocaria os seus clientes e trabalhadores numa situação de risco para a sua saúde”.

 

Numa declaração escrita enviada à ‘Lusa’ nesta terça-feira, dia 25 de junho, na sequência de relatos – noticiados pela rádio TSF – de casos de má disposição e vómitos em tripulantes e passageiros em vários voos da TAP no novo avião Airbus A330neo, a companhia confirma ter “registo de relatos de casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições”.

 

Contudo, garante, “os testes já realizados tanto pela TAP, como pela Airbus não permitem estabelecer qualquer correlação entre estes episódios e uma hipotética, mas não demonstrada, deficiência na circulação e renovação de ar”.

 

“O A330neo é um avião com todas as certificações por parte das autoridades nacionais e internacionais e totalmente apto para o serviço de transporte de passageiros em total segurança”, refere a companhia de bandeira portuguesa, salientando que “as cabinas da Airbus são projetadas e fabricadas de forma a prevenir qualquer tipo de contaminação do ar”.

 

Na declaração divulgada, a TAP diz ter comunicado à Airbus os “relatos de tripulantes relativos a odores e indisposições pontuais” e destaca que “imediatamente realizou uma reunião com áreas técnicas da TAP, o sindicato de pilotos e o sindicato dos tripulantes de cabina de forma a partilhar com total transparência os dados disponíveis”.

 

No entanto, diz, “todas as análises feitas pela Airbus com o apoio de laboratórios independentes indicam que os parâmetros de qualidade do ar estão dentro do normal na indústria”, sendo que, “nos vários testes realizados pela Airbus no chão e em voo, quanto a possíveis fontes de desconforto, como fluxo e distribuição de ar ou controlo de temperatura, os resultados obtidos foram de total conformidade”.

 

“A experiência e conforto relativamente à circulação do ar no A330neo é igual à da anterior geração A330”, garante a TAP.

 

A TAP foi a primeira operadora comercial do mundo a voar o novo A330neo, tendo encomendado 14 exemplares deste modelo que diz ser “consideravelmente mais eficiente e consumindo em média menos 17% de combustível por cadeira do que a geração anterior de aeronaves, resultando ainda numa redução muito significativa das emissões de dióxido de carbono e ruído”.

 

www.newsavia.com

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Enjoos no A330: TAP e Airbus afastam deficiência na renovação do ar, tripulantes querem ação rápida

ECONOMIA 25.06.2019 às 12h36

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DR/TAP

Os resultados finais dos testes feitos aos aviões associados a relatos de alegadas indisposições deverão ser conhecidos no final de julho, diz sindicato dos tripulantes, que pede medidas imediatas para mitigar os sintomas detetados.

 

Paulo Zacarias Gomes

PAULO ZACARIAS GOMES

Jornalista

A TAP admite ter recebido relatos de indisposições de tripulantes dos voos operados com o novo avião Airbus A330-900neo, mas garante que são casos pontuais de indisposições ligeiras e que os testes feitos até ao momento não permitem ligar esses episódios a deficiência nos sistemas de circulação e renovação do ar. Mas o sindicato dos tripulantes, que recebeu mais de uma dezena de relatos de membros da cabine e passageiros, pede uma ação corretiva rápida.

 

A resposta da companhia e a reação do sindicato surgem depois da notícia avançada esta manhã pela TSF de que, nos últimos meses, se registaram vários casos de má disposição e de vómitos a bordo do novo avião que a TAP foi a primeira companhia no mundo a operar. Segundo aquela rádio, há suspeitas de que os sintomas possam estar relacionados com renovação insuficiente do ar dentro do avião.

 

À VISÃO, a presidente do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil confirmou ter tido conhecimento de cerca de 12 relatos por parte de nove tripulantes de cabine. Estes casos, que segundo Luciana Passo foram transmitidos à TAP, motivaram uma deslocação de membros do sindicato às instalações da Airbus em Toulouse no passado dia 27 de maio, onde um avião esteve parado cerca de um mês para inspeções. Mas segundo os testes feitos na altura pelo fabricante, não havia nada de irregular, refere a responsável.

 

O relatório final das inspeções, acrescenta, é esperado para o final do mês de julho, mas a persistência destas situações leva a responsável a insistir numa ação corretiva rápida e na mitigação imediata das causas para os problemas identificados. Luciana Passo refere que as indisposições não se verificam apenas nas fases finais dos voos como tinha sido inicialmente reportado e que houve passageiros a vomitar em algumas destas viagens.

 

Na resposta enviada à VISÃO, a responsável da comunicação corporativa da TAP concede que podem ter sido detetados alguns odores provenientes do equipamento de ar condicionado, mas que este é um fato considerado normal em aeronaves novas e que desaparece logo após as primeiras utilizações. E acrescenta que todos os testes realizados pela Airbus a possíveis fontes de desconforto, em terra e no ar, obtiveram resultados em total conformidade.

 

Numa declaração por escrito, enviada pela Airbus à VISÃO, o fabricante europeu repete o argumento do cliente no que diz respeito à existência de odores invulgares nos primeiros tempos de utilização e diz que as cabines dos A330neo são desenhadas para evitar a contaminação do ar. Adiciona que tem equipas a trabalhar para identificar soluções e minimizar quaisquer problemas.

 

Luciana Passo recorda que o sindicato tem no Parlamento uma petição relacionada com a classificação das profissões de comissários e assistentes de bordo, chefes de cabine e supervisores de cabine como de desgaste rápido e que uma das questões que consta do documento é exatamente a qualidade do ar na cabine ("contaminação do ar da cabine por meio de organofosfatos"). É preciso verificar que a qualidade é normal e saudável, alerta.

 

 

A responsável refere que, depois da reunião em Toulouse, uma das indicações deixadas pela Airbus passava pela colocação de todos os sistemas de ar condicionado no máximo, uma recomendação que, diz, está a ser seguida.

 

A VISÃO tentou ainda contactar o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil mas fonte da organização referiu que, para já, o sindicato não faz comentários sobre o assunto.

 

A TAP começou a receber os A330-900N (dos quais encomendou 21 exemplares) em novembro do ano passado, depois de um atraso na entrega dos aparelhos que obrigou a dois adiamentos devido a problemas com os motores. O avião, com 298 lugares, promete uma poupança de 15% nos gastos de combustível, menor poluição sonora e operará as rotas de longo curso entre Portugal e as Américas.

 

Em meados de junho a companhia anunciava já ter recebido 10 exemplares do aparelho. Cada Airbus A330neo da TAP contribui com mais de 24 milhões de euros para a economia portuguesa e traz mais de 600 postos de trabalho para o País, lia-se no comunicado da empresa no passado dia 14.

 

Logo em fevereiro, dois meses depois do início dos voos com a aeronave, o jornal Sol dava conta da existência de problemas, nomeadamente de limitações no uso dos motores Rolls-Royce Trent 7000, que nos voos de longo curso obrigariam a aliviar a carga e impedir a lotação esgotada, situações que a TAP negou na altura, garantindo que os aparelhos estavam aptos a fazer voos com a lotação máxima.

 

As notícias sobre má disposição a bordo do A330 Neo surgem na véspera de a comissão executiva da TAP, liderada por Antonoaldo Neves, ir à comissão de Economia no Parlamento para falar sobre a situação financeira da companhia. A audição acontece na sequência do caso dos 1,17 milhões em prémios pagos a alguns colaboradores, relativos a 2018, um ano que foi de prejuízos na transportadora.

 

A empresa europeia recebeu recentemente mais 24 intenções de compra para este aparelho, durante o Salão de Aviação de Paris, entre encomendas (8) e compromissos de aquisição (16). A brasileira Azul, detida por David Neeleman um dos acionistas privados da TAP foi também uma das primeiras a receber este novo aparelho, realizando em maio o seu primeiro voo comercial.

Fonte: sapo.pt

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Será que não tem relação com aquele problema da fumaça à bordo no Neo da Azul (que causou o atraso na entrega)?

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Isso é preocupante!

 

Se for redução na concentração de oxigênio ou elevação do CO2 é muito grave! Ao nivel do mar temos em média 21% de oxigênio e a bordo de uma aeronave em voo de cruzeiro cerca de 18%. Mas baixo que isso é perigoso.

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Um colega que trabalha na tap disse que os tripulantes chegam passando mal a vera!!

Acho que não é aquela fumaça que sai pelo respirador na partida, e sim algum problema interno que está causando esse odor na cabine

Edited by MRN
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Essas respostas padrões da Airbus e da TAP não convencem. Tem que haver uma investigação minuciosa para descobrir a causa desses relatos de enjoos

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A queixa é somente de uma aeronave ou outras também estão com esse problema?

Tb fiquei na dúvida se eram todos A330neo, como nota sugere, ou apenas um

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Gosto muito do tema, acompanho à alguns anos, é importante que as novas gerações saibam e os velhos rememorem.

 

Recomendo a leitura e estudo sobre Síndrome Aerotóxica, pra vocês observarem o abismo de desconhecimento sobre o tema; "0" mensão disso nas palestras de saúde do trabalhador na aviação(aeroviários e aeronáutas), aquele óleo Mobil dos motores ou a graxa universal da Shell(lubrificação de algumas partes móveis, que já foi até encontrado resíduo nas cabines), o Frekote, alguns tipos de adesivos que ficam resíduos nas portas dentre muitas outras cositas que ninguém se interessa muito, só quando perde o Cma. Por órdem de grandeza, os aviões mais venenosos devido Fumes on board e baixa qualidade dos filtros:

BAe 146,

757( em especial RR),

A320! (em especial motores Cfm, pack e mixer unit)

e 737-200

Lamentávelmente tenho uma amiga com câncer na laringe, na pesquisa do sangue foram encontrados altíssimos índices de alumínio, (Vaspiana)

 

*O Douglas DC 8 éra extremamente moderno, usava gás freon no sistema de Ar condicionado, aqueles "furos" no nariz são turbocompressores

 

Uma pena não poder anexar os PDF, segue link das páginas:

 

tp://bleedfree.eu/documentation/a/airbus/

 

http://unfilteredbreathedin.com/

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"Menção", perdoem o erro no Português.

Abs e voem concientes, isso atinge a todos.

Gosto muito do tema, acompanho à alguns anos, é importante que as novas gerações saibam e os velhos rememorem.

 

Recomendo a leitura e estudo sobre Síndrome Aerotóxica, pra vocês observarem o abismo de desconhecimento sobre o tema; "0" mensão disso nas palestras de saúde do trabalhador na aviação(aeroviários e aeronáutas), aquele óleo Mobil dos motores ou a graxa universal da Shell(lubrificação de algumas partes móveis, que já foi até encontrado resíduo nas cabines), o Frekote, alguns tipos de adesivos que ficam resíduos nas portas dentre muitas outras cositas que ninguém se interessa muito, só quando perde o Cma. Por órdem de grandeza, os aviões mais venenosos devido Fumes on board e baixa qualidade dos filtros:

BAe 146,

757( em especial RR),

A320! (em especial motores Cfm, pack e mixer unit)

e 737-200

Lamentávelmente tenho uma amiga com câncer na laringe, na pesquisa do sangue foram encontrados altíssimos índices de alumínio, (Vaspiana)

 

*O Douglas DC 8 éra extremamente moderno, usava gás freon no sistema de Ar condicionado, aqueles "furos" no nariz são turbocompressores

 

Uma pena não poder anexar os PDF, segue link das páginas:

 

tp://bleedfree.eu/documentation/a/airbus/

 

http://unfilteredbreathedin.com/

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