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A345_Leadership

[ES] LATAM pode cancelar EZE-MIA se não houver acordo sobre interchange de aviões

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Entao poderia ocorrer EZE-GRU-MIA pelo lado brasileiro?

 

Sim, é permitido.

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A presidente da Latam Argentina fez questão de dizer que irão manter o despacho,tripulações tudo argentinos,só querem usar emprestado as aeronaves chilenas no caso somente os B767 mais novos e que se enquadrarão nos novos requisitos americanos

 

Entao poderia ocorrer EZE-GRU-MIA pelo lado brasileiro?

 

Sim, é permitido.

Segundo um user do A.net, argentino, o acordo bilateral ARG-EUA não permite quinta liberdade entre empresas não sediadas nestes países, ou seja, sem chance da SCL-EZE-MIA ou GRU-EZE-MIA.

 

Ou seja, a AR pode fazer EZE-GRU-MIA, como cogitou há uns 11 anos atrás, mas não pode a LATAM Brasil fazer. Liberdad, pero no mucho.

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Segundo um user do A.net, argentino, o acordo bilateral ARG-EUA não permite quinta liberdade entre empresas não sediadas nestes países, ou seja, sem chance da SCL-EZE-MIA ou GRU-EZE-MIA.

 

Ou seja, a AR pode fazer EZE-GRU-MIA, como cogitou há uns 11 anos atrás, mas não pode a LATAM Brasil fazer. Liberdad, pero no mucho.

Se o acordo de 5 liberdade existe entre Brasil e Argentina, Latam Br pode sim efetuar o voo. Só não poderá se houver o acordo somente entre EUA e Argentina.

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Não sei como postar aqui, mas na página da ANAC consta a lista com os acordos específicos de cada país. Argentina e Brasil possuem acordo de 5 liberdade, portanto é possível sim a Lata Br efetuar o voo.

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Se o acordo de 5 liberdade existe entre Brasil e Argentina, Latam Br pode sim efetuar o voo. Só não poderá se houver o acordo somente entre EUA e Argentina.

 

Não sei como postar aqui, mas na página da ANAC consta a lista com os acordos específicos de cada país. Argentina e Brasil possuem acordo de 5 liberdade, portanto é possível sim a Lata Br efetuar o voo.

Mas para tornar efetivo a quinta liberdade, sempre tem que ter a anuência do terceiro país. Não adianta dois países permitirem quinta liberdade se o terceiro não aprovar.

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Mas para tornar efetivo a quinta liberdade, sempre tem que ter a anuência do terceiro país. Não adianta dois países permitirem quinta liberdade se o terceiro não aprovar.

O terceiro país no caso é os EUA. Tb não existem restrições...

Edited by giuli

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O terceiro país no caso é os EUA. Tb não existem restrições...

Mas onde está escrito que o terceiro é os EUA,eu entendi que o colega quis dizer que os 3 tem que concordar,não especificou se uma ordem e sequência de aprovação, mas como não estou a par da norma argentina, me abstenho de afirmar

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Mas onde está escrito que o terceiro é os EUA [...]

Ora, é toda a discussão do tópico.

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Ora, é toda a discussão do tópico.

Não, o tópico é sobre a Argentina ser o único país que não autoriza o interchange de aeronaves de matrícula chilena para operar com tripulante argentino,voo da Argentina para os EUA, não é sobre 5.liberdade

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Pelo visto, o interchange vai ser desculpa perfeita pra 4M cancelar MIA, só que não. :lol:

 

DN pedindo voos Argentina-USA

D-Et-Wn-YWk-AAps-Tg.jpg

Edited by A345_Leadership

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O terceiro país no caso é os EUA. Tb não existem restrições...

Eu li o ASA entre Argentina e EUA e lá diz que as empresas podem operar frequências ilimitadas. No Artigo III fala que são empresas designadas pelos dois países que podem operar os voos. Neste artigo abre uma dúvida para brecha: uma empresa que não seja deste dois países podem operar os voos entre EUA e ARG? Acredito que não, pois o liberalismo argentino é peculiar.

 

Diante disso não adianta os bilaterais BRA-EUA e BRA-ARG preverem quinta liberdade ou escala intermediária sem que esteja acordado, de forma clara, no bilateral ARG-EUA.

 

Pelo visto, o interchange vai ser desculpa perfeita pra 4M cancelar MIA, só que não. :lol:

 

DN pedindo voos Argentina-USA

D-Et-Wn-YWk-AAps-Tg.jpg

Acho que é um passo maior que a perna fazer EZE-MIA.

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Não entendi porque tantas críticas a LATAM - ela está apenas buscando maior eficiência na operação, pois a subsidiária argentina só opera 3 widebodies, qual seria o problema de operar aeronaves com matrículas de países vizinhos se a tripulação continuará sendo argentina?

 

Pelo que li no Airliners, alguém estimou que os 767 mais antigos precisam de um investimento de aprox. US$ 1,5 - 2,0 milhões por aeronave para poderem voar para os EUA.

 

Então nota-se que é um investimento razoavelmente alto para um setor com margens baixas, e pra atender um país que está em crise com a economia em recessão...

 

Quanto a questão de terem encomendado 787, A350 e 777: fácil falar agora, quando foram encomendados a cerca de 10 anos atrás era difícil antever como a demanda estaria...e a TAM tinha encomendado o A350 Mk.1, que eram os A330-200 e -300 "modernizados", que basicamente se tornou o A330neo (que diga-se de passagem não está vendendo nada na versão menor -800)...

 

Na época a TAM tinha First, acho que o A350-900 estava previsto ter cerca de 300 assentos, que era exatamente o "buraco" na frota da TAM, visto que os A330-200 tinha cerca de 223 assentos e os 77W 365 aproximadamente...

 

E os 77W atenderam (e ainda atendem) muito bem certas rotas da LATAM, se renovaram o leasing é porque sabem / acreditam que são lucrativos em rotas como LHR, FRA, MAD, MIA e eventualmente CDG, JFK...

 

Quanto a ter um avião menor, a LATAM recebeu 10 787-8 e converteu o restante dos pedidos pra 787-9 - então obviamente o 787-8 não é muito eficiente pra tamanho / preço dele...

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Quanto a questão de terem encomendado 787, A350 e 777: fácil falar agora, quando foram encomendados a cerca de 10 anos atrás era difícil antever como a demanda estaria...e a TAM tinha encomendado o A350 Mk.1, que eram os A330-200 e -300 "modernizados", que basicamente se tornou o A330neo (que diga-se de passagem não está vendendo nada na versão menor -800)...

 

Na época a TAM tinha First, acho que o A350-900 estava previsto ter cerca de 300 assentos, que era exatamente o "buraco" na frota da TAM, visto que os A330-200 tinha cerca de 223 assentos e os 77W 365 aproximadamente...

 

E os 77W atenderam (e ainda atendem) muito bem certas rotas da LATAM, se renovaram o leasing é porque sabem / acreditam que são lucrativos em rotas como LHR, FRA, MAD, MIA e eventualmente CDG, JFK..

Sempre bato nessa tecla. A encomenda da então TAM era para o A350-800 (280-300 assentos). Com a Airbus cancelando essa versão, a TAM ficou meio perdida e acabou por converter para o -900 e depois alguns para o -1000.

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Não, o tópico é sobre a Argentina ser o único país que não autoriza o interchange de aeronaves de matrícula chilena para operar com tripulante argentino,voo da Argentina para os EUA, não é sobre 5.liberdade

 

Pega leve...

 

O assunto principal do tópico é o possível cancelamento das rotas entre ARG-EUA se não houver acordo de interchange. Nenhuma outra rota seria penalizada, é apenas entre ARG-EUA.

 

O que os colegas estão discutindo é a possibilidade de utilizar uma aeronave da filial brasileira na rota entre BRA-ARG-EUA. E um dos aspectos para discutir as possibilidades é sim falando sobre a 5ª liberdade, que como o A345 informou, todos os países devem autorizar a 5ª liberdade para fazer a rota possível.

 

É apenas ler com calma, interpretar e pegar leve. Não precisamos exaltar.

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A dúvida que tenho é, quanto tempo os EUA informou sobre a nova regulamentação e porque somente nos 40 do segundo tempo a LATAM começa dizer que não é viável?

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Pega leve...

 

O assunto principal do tópico é o possível cancelamento das rotas entre ARG-EUA se não houver acordo de interchange. Nenhuma outra rota seria penalizada, é apenas entre ARG-EUA.

 

O que os colegas estão discutindo é a possibilidade de utilizar uma aeronave da filial brasileira na rota entre BRA-ARG-EUA. E um dos aspectos para discutir as possibilidades é sim falando sobre a 5ª liberdade, que como o A345 informou, todos os países devem autorizar a 5ª liberdade para fazer a rota possível.

 

É apenas ler com calma, interpretar e pegar leve. Não precisamos exaltar.

 

Toda ação gera reação,avise o colega

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A dúvida que tenho é, quanto tempo os EUA informou sobre a nova regulamentação e porque somente nos 40 do segundo tempo a LATAM começa dizer que não é viável?

 

Sabemos como a LA atua pressionando, lembra a regulamentação brasileira? Eles querem extrair o máximo de tudo, então vejo um lobby político também para entubar os CC- realizando voos, na verdade a America do Sul já merecia meio que um "open skies" de matriculas, já que as DGAC são bem parecidas.

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Acordo de interchange firmado entre AR e CL, resta saber se os sindicatos vão encrencar, fazer greves.

 

https://www.desdescl.com/2019/07/anac-argentina-firma-memorandum-con.html

Com o interchange os postos de trabalho na Argentina serão preservados. Sindicatos deveriam é apludir o acordo. A não ser que o sindicato trabalhe para Aerolíneas...

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Com o interchange os postos de trabalho na Argentina serão preservados. Sindicatos deveriam é apludir o acordo. A não ser que o sindicato trabalhe para Aerolíneas...

Por acaso vc já viu sindicalismo peronista lutar por trabalhador?

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Vão falar que a aeronave, por não ter prefixo argentino, deixará de recolher impostos importantes para o país.

 

Argentina não é para amadores.

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