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Rio tem aval para reduzir ICMS sobre o querosene de aviação

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Rio tem aval para reduzir ICMS sobre o querosene de aviação

 

RIO - O Estado do Rio obteve autorização do Conselho Nacional de Política Fazendária ( Confaz ) para reduzir o ICMS sobre o querosene de aviação (QAV) de 12% para 7%. A medida foi antecipada nesta quinta-feira pelo colunista do GLOBO Ancelmo Gois .

O Rio não será o único estado a ter a redução do ICMS no QAV. O combustível é um dos principais custos para as companhias aéreas. Segundo o presidente do Confaz, Rafael Fonteneles, que é secretário de Fazenda do Piauí, todos os estados poderão diminuir a alíquota para 7%. A exceção, diz ele, são os estados da Região Norte, onde o piso pode ficar em 3%.

Em São Paulo, o patamar foi definido em 10% — o percentual hoje é de 12%, resultado de uma redução anunciada em fevereiro com a perspectiva de atrair mais voos para o estado.

— O convênio já está valendo. O que foi estabelecido foi a possibilidade com piso fixado. Mas os estados reduzem se quiserem — explicou Fonteneles.

Segundo Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), a iniciativa é importante para o Rio, pois deve elevar a quantidade de voos entre o estado e o resto do Brasil. Isso, disse ele, é essencial para atrair o interesse de empresas internacionais de aviação. Segundo Sampaio, o Brasil recebeu ano passado 5,8 milhões de turistas, dos quais 1,5 milhão entraram pelo Rio:

— A redução do ICMS vai permitir aumentar o número de voos no Galeão e no Santos Dumont, o que tende a atrair mais turistas e eventos.

Ele cita o início de operações recentes no Rio de companhias aéreas como a Flybond (da Argentina), a Sky (Chile) e as europeias Air Europa e a Norwegian.

— Esse movimento tende a aumentar com o ICMS menor. Além disso, como o querosene é o maior custo para as companhias, o ICMS menor pode se refletir em queda no preço do bilhete — afirmou Sampaio.

Gol e Latam informaram, em nota, que consideram a medida positiva. A Latam afirma estar atenta às necessidades dos clientes para elevar o total de frequências no Rio. Procurada, a Secretaria de Fazenda do Rio não comentou.

Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/ri...iacao-23801576

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O cidadão citou os novos voos internacionais de empresas estrangeiras, mas que eu saiba o ICMS não incide sobre o QAV para voos internacionais.

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O cidadão citou os novos voos internacionais de empresas estrangeiras, mas que eu saiba o ICMS não incide sobre o QAV para voos internacionais.

Exatamente, ou o jornal cortou trechos, pois parece que ele aproveita o gancho do ICMS para falar dos novos voos, ou entao mostra desconhecimento dele.

 

De qualquer forma, um estado quebrado, precisa reduzir? Como bem dito, Sky, Norwegian e Flybondi ja voa ou voara para a cidade.

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De qualquer forma, um estado quebrado, precisa reduzir? Como bem dito, Sky, Norwegian e Flybondi ja voa ou voara para a cidade.

 

Sky, Norwegian e Flybondi não pagam o ICMS sob combustível, então não há relação. A redução precisa ser feita pois o maior problema do RIO é a conectividade doméstica, que impacta diretamente no feed do internacional por tanto a redução precisa sim ser feita.

 

Só é um pouco tarde, os hubs já estão todos estabelecidos então duvido que, a menos que haja uma exigência, GIG e SDU não fique com migalhas, pra variar.

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Alguém sabe se algum estado tb reduziu o ICMS para o AVGAS ?

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Sky, Norwegian e Flybondi não pagam o ICMS sob combustível, então não há relação. A redução precisa ser feita pois o maior problema do RIO é a conectividade doméstica, que impacta diretamente no feed do internacional por tanto a redução precisa sim ser feita.

 

Só é um pouco tarde, os hubs já estão todos estabelecidos então duvido que, a menos que haja uma exigência, GIG e SDU não fique com migalhas, pra variar.

 

Esse é o principal problema do GIG: precisa ser main hub de alguma companhia aérea. E não é reduzindo o ICMS sobre o combustivel que isso vai se resolver. Ela pode até ajudar a captar algum voo novo mas não na quantidade necessária e sim o GERJ precisa fazer alguma exigência para incidir a nova aliquota do imposto senão vai adiantar menos ainda.

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Esse é o principal problema do GIG: precisa ser main hub de alguma companhia aérea. E não é reduzindo o ICMS sobre o combustivel que isso vai se resolver. Ela pode até ajudar a captar algum voo novo mas não na quantidade necessária e sim o GERJ precisa fazer alguma exigência para incidir a nova aliquota do imposto senão vai adiantar menos ainda.

 

Do ponto de vista contrato de concessão,

 

Se AD transferisse toda a operação de VCP pro GIG seriam +10 milhões/ano, e não resolveria o problema de outorga. G3 + JJ transferindo todas as conexões domésticas de CGH e GRU talvez chegue nos 12 milhões.

GIG atual 15 + 10 de VCP + 12 CGH+GRU = +/- 37 milhões/ano que seria a capacidade atual, nem assim conseguiria pagar +1 bi de outorga, porque conexões pagam tarifa menor e o consumo dos pax é mínimo. O que rentabiliza um aeroporto é O&D e principalmente o internacional.

Pra passar disso e justificar investimentos em novo terminal e 3ª pista, tem que pegar as de CNF e BSB também. Oh loko meu! :suicide_anim:

Edited by TheJoker
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Alguém sabe se algum estado tb reduziu o ICMS para o AVGAS ?

 

No Norte quase todos os Estados tiveram algum tipo de redução na tentativa de atrair mais voos...

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[...] a menos que haja uma exigência[...]

 

Me desculpe mas espero que isso NUNCA aconteça por parte deste ou de qualquer outro governo... :suicide_anim:

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Esse é o principal problema do GIG: precisa ser main hub de alguma companhia aérea. E não é reduzindo o ICMS sobre o combustivel que isso vai se resolver. Ela pode até ajudar a captar algum voo novo mas não na quantidade necessária e sim o GERJ precisa fazer alguma exigência para incidir a nova aliquota do imposto senão vai adiantar menos ainda.

 

A questão do GIG passa por uma demonstração forte do poder publico (segurança publica) acompanhada de capacidade de reunir empresários/investidores.

 

Não se discute o potencial do Rio como indutor de turismo e atividades ligadas ao turismo, mas infelizmente a incapacidade do poder público de fazer o que é necessário.

 

Existe total oportunidade para se montar um hub no GIG com 40-60 aeronaves, focado em trazer turistas ao país e sim, brigar também por conexões. Ha 5 anos o Rio não tinha a base de tudo, hoje tem. Só falta (!) a parte da segurança pública.

 

O ICMS ajuda, pois faz com que as cias atuais foquem em usar o benefício, que representa uma economia de mais de 40% na conta de impostos sobre combustiveis. Em uma conta anual de R$ 1 bilhão, acesso a ICMS de 7% salvaria R$ 50 milhões frente aos estados que cobram 12%

Todavia, podemos esperar que outros estados migrem para o 7%

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A questão do GIG passa por uma demonstração forte do poder publico (segurança publica) acompanhada de capacidade de reunir empresários/investidores.

 

Não se discute o potencial do Rio como indutor de turismo e atividades ligadas ao turismo, mas infelizmente a incapacidade do poder público de fazer o que é necessário.

 

Existe total oportunidade para se montar um hub no GIG com 40-60 aeronaves, focado em trazer turistas ao país e sim, brigar também por conexões. Ha 5 anos o Rio não tinha a base de tudo, hoje tem. Só falta (!) a parte da segurança pública.

 

O ICMS ajuda, pois faz com que as cias atuais foquem em usar o benefício, que representa uma economia de mais de 40% na conta de impostos sobre combustiveis. Em uma conta anual de R$ 1 bilhão, acesso a ICMS de 7% salvaria R$ 50 milhões frente aos estados que cobram 12%

Todavia, podemos esperar que outros estados migrem para o 7%

 

Com todo o respeito ao colega, mas não é muita viagem?

 

No Chile com todos os incentivos em 2 anos, JA tem 8 320 e H2 descontando a troca de frota +11 319/20.

Na Argetina com todo o oba-oba, FO 5 738, DN 3 738 e WJ 3 320.

Edited by TheJoker

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Esse é o principal problema do GIG: precisa ser main hub de alguma companhia aérea. E não é reduzindo o ICMS sobre o combustivel que isso vai se resolver. Ela pode até ajudar a captar algum voo novo mas não na quantidade necessária e sim o GERJ precisa fazer alguma exigência para incidir a nova aliquota do imposto senão vai adiantar menos ainda.

Adoraría ver a GOL montar seu principal hub para voos internacionais próprios desde GIG para JFK, MIA, MCO (aproveitando a saída da AA, JJ e DL) ASU, MVD, EZE, SCL, ROS, COR e destinos europeios com 763 ou 772 com interiores reformulados e não aqueles logo a compra da VARIG em 2007. Fazer o trabalho como Azul fez com os A332
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Adoraría ver a GOL montar seu principal hub para voos internacionais próprios desde GIG para JFK, MIA, MCO (aproveitando a saída da AA, JJ e DL) ASU, MVD, EZE, SCL, ROS, COR e destinos europeios com 763 ou 772 com interiores reformulados e não aqueles logo a compra da VARIG em 2007. Fazer o trabalho como Azul fez com os A332

A Gol tem uma forte parceria com a DL, AF e KL, que atende aos mercados Americano e Europeu. Não irá se aventurar em comprar widebodies para competir com suas parceiras, dentre outros motivos. Com o Rio voltando a crescer, principalmente na atração de negócios e turistas destas duas regiões, veremos uma maior adição de assentos no inter por estas e outras cias, já que a G3 possui acordos com cias fora da Skyteam também.

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Com todo o respeito ao colega, mas não é muita viagem?

 

No Chile com todos os incentivos em 2 anos, JA tem 8 320 e H2 descontando a troca de frota +11 319/20.

Na Argetina com todo o oba-oba, FO 5 738, DN 3 738 e WJ 3 320.

 

Nobre The Joker, não seria no primeiro momento.

 

Pequei por não ter mostrado uma linha de tempo. Isso é algo pra 5 anos de desenvolvimento com um Rio "seguro".

E com foco hibrido: wide + narrow

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Sky, Norwegian e Flybondi não pagam o ICMS sob combustível, então não há relação. A redução precisa ser feita pois o maior problema do RIO é a conectividade doméstica, que impacta diretamente no feed do internacional por tanto a redução precisa sim ser feita.

 

Só é um pouco tarde, os hubs já estão todos estabelecidos então duvido que, a menos que haja uma exigência, GIG e SDU não fique com migalhas, pra variar.

Ficou ambiguo o que eu escrevi. Disse que as estrangeiras ja vem para o Brasil de qualquer jeito, mostrando que a cidade tem sim atratividade, apesar de tudo, logo baixar o ICMS para as domesticas tera efeitos limitados, principalmente porque outros estados seguirao o mesmo. Se o RJ fosse o unico, seria sim uma vantagem.

 

 

A questão do GIG passa por uma demonstração forte do poder publico (segurança publica) acompanhada de capacidade de reunir empresários/investidores.

 

Não se discute o potencial do Rio como indutor de turismo e atividades ligadas ao turismo, mas infelizmente a incapacidade do poder público de fazer o que é necessário.

 

Existe total oportunidade para se montar um hub no GIG com 40-60 aeronaves, focado em trazer turistas ao país e sim, brigar também por conexões. Ha 5 anos o Rio não tinha a base de tudo, hoje tem. Só falta (!) a parte da segurança pública.

 

O ICMS ajuda, pois faz com que as cias atuais foquem em usar o benefício, que representa uma economia de mais de 40% na conta de impostos sobre combustiveis. Em uma conta anual de R$ 1 bilhão, acesso a ICMS de 7% salvaria R$ 50 milhões frente aos estados que cobram 12%

Todavia, podemos esperar que outros estados migrem para o 7%

Acredito que so vai sair da estagnacao se o pais crescer e ter uma politica de Estado (coisa que nao temos ha decadas).

 

Talvez uma LCC com 10 aeronaves iniciais poderia fazer um bom trabalho.

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Nobre The Joker, não seria no primeiro momento.

 

Pequei por não ter mostrado uma linha de tempo. Isso é algo pra 5 anos de desenvolvimento com um Rio "seguro".

E com foco hibrido: wide + narrow

 

Ditadura/democracia ou direita/esquerda, não resolveram os problemas do Brasil nos últimos 55 anos, não vai ser em 5...

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Ditadura/democracia ou direita/esquerda, não resolveram os problemas do Brasil nos últimos 55 anos, não vai ser em 5...

Antes de ficar esperando pela melhora efetiva da nossa economia e da segurança no Rio, as autoridades deveriam zelar pelo mínimo que um turista merece: o conserto imediato dos elevadores e escadas rolantes (paradas há 3 meses) do Cristo Redentor e a matéria do Globo de hoje sobre os postos de atendimento ao turistas fechados permanentemente ou abertos das 08:30 as 14hs somente nos dias de semana no GIG. Deve ser caso único no mundo. Ou seja, quem desembarca a tarde, a noite ou nos fds fica na mão. Ineficiência total! Que vergonha.

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O turista que se aventura no Brasil é um herói - ou louco.

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No médio e curto prazo, a não ser que haja uma profunda reforma administrativa, financeiramente falando, não há futuro para o estado do Rio.

O caso da violência é ainda pior e, nesse particular, com os atuais gestores públicos, não vejo saída nos próximos 50 anos.

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Esquecemos o principal: o estado está quebrado. Vão tirar de onde o dindin?

 

Devemos considerar o aumento do trafego decorrente da decisao e assim a arrecadação é compensada por isso. Se o RJ se mantiver fora dessa guerra vai continuar perdendo voos e, por conseguinte, arrecadação.

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Esquecemos o principal: o estado está quebrado. Vão tirar de onde o dindin?

 

De bons exemplos.

 

Em 2009 o Governo dos EUA estava quebrado, a maioria dos estados Americanos na "pindaiba", cidades na "bacia das almas".

 

O que foi feito ? De onde tiraram o dindin ?

Poucos lembram ou sabem com detalhes, mas a maior parte do dinheiro que faltava na economia Americana veio do mundo.... do Brasil, da America Latina, da Asia, da Africa...

 

Infelizmente no Brasil inexiste foco em fazer algo inteligente.

 

FinancialCrisis-WEB-Table1.png

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