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Silva

Preço de passagens aéreas deve cair em setembro, afirma governo

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Preço de passagens aéreas deve cair em setembro, afirma governo

 

15/07/2019 15:19 | Larissa Farias

Elza Fiúza/Agência Brasil
default.jpgO ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, prevê queda nos preços

 

A partir de setembro, o aumento da oferta de voos da Gol e Latam deve causar uma queda nos preços das passagens, segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. Outros motivos que podem influenciar as vendas no setor são a chegada de novas aeronaves e empresas, como a Air Europa. Freitas fez o anúncio nesta segunda-feira (15), junto com o balanço dos primeiros 180 dias do plano de infraestrutura do governo. Ele destacou também a liberação de capital estrangeiro em aéreas e as reduções da regulamentação do setor e do imposto sobre o querosene de aviação.

 

AVIANCA INFLUENCIOU AUMENTO

 

Com o encerramento das operações da Avianca Brasil, as companhias aéreas que permaneceram no País subiram os preços dos bilhetes. Segundo a Anac, de abril de 2018 a abril de 2019, as passagens no Brasil ficaram 30,9% mais caras. O número é ainda mais alto em rotas que a Avianca deixou de operar, que encareceram 39,9%.

 

fonte: https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2019/07/preco-de-passagens-aereas-deve-cair-a-partir-de-setembro_166009.html

 

Será?!!

 

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Engraçado o governo emitindo previsões sobre algo que ele possui ZERO controle

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Esse Ministro Tarcísio Freitas é bom no que faz e entende o assunto muito mais do que ministros anteriores, então não duvido que ele tenha alguma carta na manga para dar uma declaração dessas. Vamos ver o que vai acontecer após setembro.

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Sei lá, eles deram uma salgada violenta nos últimos meses... Mas nem adianta comentar, que logo vem uma galera falando em custo Brasil de cá, ICMS de lá, prejuízo de acolá e assim segue o barco...

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O que fizeram as aéreas foi pegar a oportunidade da Avianca e usar de pretexto para elevar os preços das passagens, não acredito que caia muito além da baixa normal pela temporada.

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Eu não entendo a sanha de baixar tarifas. Aviação é um negócio caro, onde um 737-800 pode custar mais de R$ 100 milhões, custo de treinamento, custo de segurança, custo de manutenção, taxa aeroportuária, não é algo que R$ 100 cobre os custos.

 

"Ah... mas antes voava por este valor". Sim, mas temos uma Avianca quebrada e outras duas penando para serem lucrativas.

 

Ninguém tem a sanha de baixar o preço de um smartphone ou laptop de boa qualidade.

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O que fizeram as aéreas foi pegar a oportunidade da Avianca e usar de pretexto para elevar os preços das passagens, não acredito que caia muito além da baixa normal pela temporada.

BSB-GRU-BSB que o Diga, baita de um impacto nos preços e oferta que a quebra da Avianca ocasionou como o Duopólio (GOL e LATAM)

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Sem dúvida os preços aumentaram muito

E parece que foi de um mês para o outro , de uma forma quase súbita

 

Entendo as dificuldades do setor mas as empresas sempre olham uma forma de faturar mais ....

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Não vejo nada demais nas declarações do ministro e parece coerente.

 

As passagens subiram devido a queda na oferta (quebra da Avianca). As companhias remanescentes estão ampliando a oferta com a introdução de mais aviões (o que não é instantâneo no setor, leva tempo trazer avião...), o que deve fazer o preço cair (se a demanda não acelerar mais que a expansão da oferta). Microeconomia 1.

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Eu não entendo a sanha de baixar tarifas. Aviação é um negócio caro, onde um 737-800 pode custar mais de R$ 100 milhões, custo de treinamento, custo de segurança, custo de manutenção, taxa aeroportuária, não é algo que R$ 100 cobre os custos.

 

"Ah... mas antes voava por este valor". Sim, mas temos uma Avianca quebrada e outras duas penando para serem lucrativas.

 

Ninguém tem a sanha de baixar o preço de um smartphone ou laptop de boa qualidade.

 

A questão é que o mundo inteiro (exceto EUA e Canadá que também possuem mercados protecionistas) consegue viabilizar empresas aéreas LCLF, mesmo em países de alta intervenção estatal como a Argentina, várias empresas do tipo estão abrindo, a UE não é um mar de liberdade econômica, e temos players como a Easy Jet, Vueling, Nowergian, sem falar na Ryanair que sempre é o primeiro exemplo...

 

Acho que é muito simplista jogar a culpa de possíveis prejuízos das nossas ''M3'' em baixas tarifas, afinal existem outras condicionantes, inclusive erros de gestão, más escolhas, decisões equivocadas, pois diferente do que pregam aos quatros ventos, o Brasil não possui a maior carga tributária do mundo (não está nem no top 30), não é o país mais intervencionista do mundo (está em uma posição mediana no Ranking Heritage), não tem o AV gás mais caro do mundo nem os funcionários mais caros do mundo, muitos dos países que possuem LCLF operando possui condições mercadológicas piores que as nossas, e isso eu nem estou colocando a Ásia na jogada senão o tombo é grande.

 

Então eu acho válido sim questionar por que me cobram R$ 2200,00 em um CWB - JPA - CWB, e exatamente nas mesmas datas, a Air Europa cobra de um primo meu que vai passar o final de ano em FRA R$ 1950,00 no REC - FRA - REC... Algo errado não está certo... e nem dá pra dizer que é por que há mais turistas e demanda pra JPA que para FRA, como muitos aqui usam para justificar tarifas mais caras em alguns lugares.

Edited by mr_loner
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Precificação de passagem aérea é um negócio que só as empresas entendem, e olhe lá. Principalmente em voos que envolvam conexões e etc.

 

É impossível saber qual a tarifa base para analisar se o preço cobrado hoje é caro ou barato.

 

No Brasil, o problema é grande. As companhias que não dão lucro tem, na opinião dos consumidores, tarifas muito caras. A companhia que dá lucro tem tarifas extremamente caras, na opinião de quem paga.

Sinal de que nunca teremos passagens a um preço razoável (para consumidores) e lucrativas para as companhias.

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Na minha opinião, o ministro está apenas tentando ganhar tempo, para que a Câmara deixe de lado a hipótese de derrubar o veto presidencial relacionado à gratuidade de bagagem. Não há cartas na manga, pois nenhuma empresa será constituída da noite para o dia, tampouco receberá o certificado de operador aéreo e ainda vender passagens em um número de rotas suficientes para causar impacto nos valores das passagens praticados pelas demais empresas.

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Na minha opinião, o ministro está apenas tentando ganhar tempo, para que a Câmara deixe de lado a hipótese de derrubar o veto presidencial relacionado à gratuidade de bagagem. Não há cartas na manga, pois nenhuma empresa será constituída da noite para o dia, tampouco receberá o certificado de operador aéreo e ainda vender passagens em um número de rotas suficientes para causar impacto nos valores das passagens praticados pelas demais empresas.

 

Verdade

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A questão é que o mundo inteiro (exceto EUA e Canadá que também possuem mercados protecionistas) consegue viabilizar empresas aéreas LCLF, mesmo em países de alta intervenção estatal como a Argentina, várias empresas do tipo estão abrindo, a UE não é um mar de liberdade econômica, e temos players como a Easy Jet, Vueling, Nowergian, sem falar na Ryanair que sempre é o primeiro exemplo...

 

Acho que é muito simplista jogar a culpa de possíveis prejuízos das nossas ''M3'' em baixas tarifas, afinal existem outras condicionantes, inclusive erros de gestão, más escolhas, decisões equivocadas, pois diferente do que pregam aos quatros ventos, o Brasil não possui a maior carga tributária do mundo (não está nem no top 30), não é o país mais intervencionista do mundo (está em uma posição mediana no Ranking Heritage), não tem o AV gás mais caro do mundo nem os funcionários mais caros do mundo, muitos dos países que possuem LCLF operando possui condições mercadológicas piores que as nossas, e isso eu nem estou colocando a Ásia na jogada senão o tombo é grande.

 

Então eu acho válido sim questionar por que me cobram R$ 2200,00 em um CWB - JPA - CWB, e exatamente nas mesmas datas, a Air Europa cobra de um primo meu que vai passar o final de ano em FRA R$ 1950,00 no REC - FRA - REC... Algo errado não está certo... e nem dá pra dizer que é por que há mais turistas e demanda pra JPA que para FRA, como muitos aqui usam para justificar tarifas mais caras em alguns lugares.

Loner,

 

CWB-JPA eh mais caro que REC-MAD-FRA porque Joao Pessoa eh mais concorrida no verao que Frankfurt no inverno. As empresas aereas trabalham com yield management e se ocorre esta aumento de demanda para Jampa, naturalmente ela vai aumentar a passagem.

 

A Ryanair eh barata para padroes europeus, mas eh o mesmo nivel que uma Gol ou LATAM da vida. Simulei dois trechos em Outubro, STN-HHN e GRU-FLN, eh media temporada nos dois polos, quase a mesma distancia e os precos foram bem proximos (R$ 250 e R$ 260 para EI), a diferenca que o valor da Ryanair (a mais barata entre STN-HHN) e da Gol (mais barata no trecho brasuca) eh que ela nao inclui bagagem e Frankfurt Hahn nao eh tao proximo de Frankfurt como FRA. Porem, comparando com a renda per capita mensal de um alemao (R$ 14.900), o custo da passagem nao chega a 2%, para o ingles (R$ 13.000) eh 2%, no nosso caso (R$ 2.800), eh quase 9%.

 

O prejuizo vem de ma gestao, ao por tarifas baixas ou nao ter uma politica de pricing realistica. A Azul, por enquanto, eh muito disciplinada nisto, aumenta voos, mas corta sem do.

 

Quase todas as empresas nascem low cost e quase low fare. Nas decadas de 70 e 80 a Transbrasil era referencia em custos baixos, em 90 foi a TAM, em 2000 a Gol (Tam tinha custo 9% maiores e a Varig 20%), e a Azul so nao tem este posto porque as principais aeronaves que ela usa tem o CASK mais alto (E-Jet e ATR), mas ela consegue cobrir este custo, coisa que a Gol nao consegue, apesar de ter CASK baixo. E a tendencia da Azul eh que este valor caia devido a chegada dos A320NEO e dos E2.

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Ou seja, o brasileiro é pobre.

 

Como fica a comparação entre o Brasil e uma Tailândia, Indonésia, Vietnam, sul da Ásia em geral, onde pipocam LCLF e estão em franco crescimento?

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Por isso que o CADE deveria intervir na distribuição dos slots da Avianca. A questão não é que os preços iriam cair, mas sim que o aumento de preço é garantido em um duopolio.

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Ou seja, o brasileiro é pobre.

 

Como fica a comparação entre o Brasil e uma Tailândia, Indonésia, Vietnam, sul da Ásia em geral, onde pipocam LCLF e estão em franco crescimento?

Mão-de-obra barata, vários são estrangeiros usando, fator China, letargia das majors e os países vem crescendo (Vietnam é o maior beneficiado da guerra comercial CN-US).

 

Mas lá não está tão assim maravilha. Thai Airways desde a fundação dava lucro todos os anos, agora não consegue sair do buraco, MAS é a versão malaia da Alitalia, Garuda cortando Londres e reduzindo Amsterdam, Singapore Airlines lutando para não ter seu primeiro prejuízo anual.

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Mão-de-obra barata, vários são estrangeiros usando, fator China, letargia das majors e os países vem crescendo (Vietnam é o maior beneficiado da guerra comercial CN-US).

 

Mas lá não está tão assim maravilha. Thai Airways desde a fundação dava lucro todos os anos, agora não consegue sair do buraco, MAS é a versão malaia da Alitalia, Garuda cortando Londres e reduzindo Amsterdam, Singapore Airlines lutando para não ter seu primeiro prejuízo anual.

As majors e full services estão sofrendo, claro, mas o ambiente das LCLF está crescendo por lá? Pergunto pois imagino que a renda na região seja baixíssima, se encaixam mais na nossa situação do que comparar com o europeu que voa RYR.

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As majors e full services estão sofrendo, claro, mas o ambiente das LCLF está crescendo por lá? Pergunto pois imagino que a renda na região seja baixíssima, se encaixam mais na nossa situação do que comparar com o europeu que voa RYR.

Sim, ela estão crescendo, mas porque a região é greenfield em termos econômicos, algo que o Brasil passou na entre 1930 e 1980. A exceção da Malásia, Tailândia e Singapura, todos os países do SE Asiático tem índice de voos per capita abaixo do Brasileiro. Se o mercado indiano apenas dobrar de tamanho, ele será maior que o Brasileiro, mas com voos per capita de 0,16 contra 0,45 nosso. Indonésia tem índice abaixo de 0,40, que é 50% inferior ao chileno e ao japonês. Nós países desenvolvidos está relação é 2,00 até 3. Exceção são países com hubs como Dubai (9,0 para 1) Qatar (10,0), Copa (3,0) e aqueles que consolidam todas as unidades estrangeira em um só país: Irlanda, que, graças a Ryanair, tem 24 passageiros por pessoa.
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