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Apresentado o módulo Orion para a volta das missões à Lua

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Apresentado o módulo Orion para a volta das missões à Lua
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Em mais uma matéria da série ‘vale a pena abduzir de novo’, que discute assuntos espaciais e correlatos aqui no Poder Aéreo, conheça um pouco sobre o módulo Orion das futuras missões à Lua, cuja prontificação foi anunciada no aniversário de 50 anos do pouso lunar da missão Apollo 11
No sábado, 20 de julho de 2019, foram celebrados os 50 anos do pouso da missão Apollo 11 na Lua, e a NASA realizou cerimônia para comemorar a data e anunciar, com a presença do vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, a prontificação da cápsula de tripulação Orion, da futura missão Artemis 1. Essa missão deverá marcar a volta das viagens ao satélite natural da Terra, ainda que o primeiro voo desta nova série seja feito sem tripulantes.
Em seu discurso durante a celebração, o vice-presidente Pence afirmou: “Graças ao trabalho duro dos homens e mulheres da NASA, e à indústria americana, o veículo tripulado Orion da missão Artemis 1 está completo e pronto para iniciar preparações para seu primeiro voo histórico.” Mike Pence estava acompanhado de autoridades políticas, executivos da NASA e de um dos tripulantes da missão Apollo 11, que em 20 de julho de 1969 pousou na Lua: Buzz Aldrin.
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Vaso de pressão – No Centro Espacial Kennedy (em Merritt Island, estado da Florida), foi recentemente completada a construção e instalação de equipamentos do módulo de tripulação Orion. A parte estrutural da nave, também chamada de “vaso de pressão”, foi fabricada nas instalações da NASA em New Orleans (Louisiana).
Após construído, o “vaso” foi enviado ao centro espacial, onde equipes integraram milhares de itens ao módulo e conduziram testes para certificar todos os sistemas para o voo.
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Pouso tripulado na Lua em 2024 – Enquanto a missão de 50 anos atrás visava provar que a NASA, agência espacial americana, poderia pousar com seres humanos na superfície lunar e trazê-los de volta à Terra em segurança, a meta das futuras missões é voltar à Lua de forma sustentável. Trata-se de um meio para atingir finalidades mais ambiciosas, como o envio de astronautas a Marte pela primeira vez.
Segundo a NASA, a futura missão Artemis 1, com o novo foguete SLS (Space Launch System – sistema de lançamento espacial) e a espaçonave Orion, deverá orbitar a Lua para testar o sistema e preparar o caminho para os próximos voos. Estes culminarão no pouso da primeira mulher e do próximo homem na superfície lunar, previsto para 2024, ou seja, daqui a cinco anos.
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Módulo de serviço europeu – De maneira semelhante à antiga nave Apollo, que era composta de um módulo de comando e outro de serviço, este último também faz parte do programa, e é fornecido pela ESA – Agência Espacial Europeia.
O módulo de serviço deverá prover energia e propulsão para o módulo tripulado durante a missão, e foi mandado para o Centro Espacial Kennedy em novembro de 2018 para montagem final e integração. Já foram iniciadas as operações para reunir o módulo tripulado ao de serviço, com as conexões de energia e de fluídos.
Carona no Super Guppy – Quando os dois módulos forem unidos, será instalado o escudo de calor (que protege a cápsula na reentrada na atmosfera terrestre) e o conjunto será preparado para voar, em setembro, dentro da aeronave “Super Guppy” para a estação Plum Brook da NASA, em Sandusky (estado de Ohio). Lá, serão realizados testes para garantir que os módulos, reunidos, suportarão o ambiente espacial.
Após os testes em Ohio, a nave espacial voltará a Kennedy para inspeções finais, abastecimento e transporte para o edifício de montagem, onde será integrada ao foguete SLS para lançamento na plataforma 39B, na missão Artemis 1. Veja no vídeo abaixo como será a missão:


Artemis 1 sem tripulantes – A missão Artemis 1 será de testes, sem levar tripulantes, e a partir dela as missões serão cada vez mais complexas, até culminar no pouso na Lua com astronautas, na missão Artemis 3. Entre estas duas, a missão Artemis 2 será a primeira tripulada, mas sem incluir passeio de seres humanos na Lua.
Tudo isso é parte de um esforço para exploração espacial profunda, ao qual se somará no futuro um “Gateway” (portal) lunar, uma base no satélite natural da Terra que servirá de apoio às viagens para Marte.
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Fonte: site Poder Aéreo 21 jul 2019

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