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Luckert

Sideral receberá mais um Boeing 737 chegando a 17 aviões!

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🎼🎶🎤Não me interessa se ela é corôa, panela velha é que fáz comida bôa...

Quanto pré-conceito com o Cascão!

737-300/400/500 e os QC são outra dinâmica (pé de boi os CFM56-3, APU Garret, eletrônica, boa oferta de sobressalentes e mão de obra)

O 320/321P2F não embalou ainda e boa parte da frota 800 tem menos de 10 anos, então ainda veremos voando os próximos 10, 15 anos.

Os 800SF ainda são "caros", 757F, A300/310 são outro patamar.

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Olha, a galera precisa entender uma coisa sobre conforto nos aviões:

 

NÃO TEM ESSA DE ACFT A SER MAIS CONFORTÁVEL QUE B!!

 

No máximo podemos ter mais ou menos barulho interno, mas o conforto mesmo quem dita são as cias, suas ops!! Um 735 desse da Sideral é milhoes de vezes mais confortável que um 73G da G3. Pode se ter um 734, numa config muito mais confortável que um A32X qualquer. Tudo depende da cia, e nao da acft. Entao parem com isso. Acft velha ou não, quem manda no conforto são as cias

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O 737, de passageiro ou carga, sempre será o "Fusca" da aviação, mas usado, se sua operação não for bem administrada, o custo para mantê-lo pode ser superior a de um "Volvo".

 

Quanto mais rodado, com menos horas disponíveis entre revisões mais caras, etc., mais em conta fica o leasing, porém, isso é somente um aspecto para montar uma empresa aérea. Mas para manter a "aviação" girando redonda, é necessário ter uma estrutura de suporte de manutenção bem dimensionada, caso contrário, a possibilidade de alguma aeronave apresentar algum tipo de problema, principalmente fora da base, acaba sendo um risco mais constante. Assim, uma considerável parte da malha pode ser afetada, por um ou mais dias. Nessas horas, o (baixo) custo x benefício (rentabilidade) pode ir por água abaixo.

 

Vide o caso do A300 da Sterna, que nem tinha chegado direito e já deu um PT e levou a empresa junto.

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Fugindo um pouco do tópico, mas ainda dentro do espectro do assunto, se justificaria hoje a operação de uma empresa como a Webjet, BRA voando 733, 734, 735, ou essa ideia com esses modelos so vale pra carga?

 

No ramo de passageiros ela estaria um pouco exposta. TALVEZ, SE, QUEM SABE, alguem se metesse com Embraer 190 que estão aí inundando o mercado, uma "nova BRA" pudesse se criar, desde que pautada no modelo da BRA versão 1... uma vez que se torna regular nos moldes 121, aí o circo pega fogo.

 

Olha, a galera precisa entender uma coisa sobre conforto nos aviões:

 

NÃO TEM ESSA DE ACFT A SER MAIS CONFORTÁVEL QUE B!!

 

No máximo podemos ter mais ou menos barulho interno, mas o conforto mesmo quem dita são as cias, suas ops!! Um 735 desse da Sideral é milhoes de vezes mais confortável que um 73G da G3. Pode se ter um 734, numa config muito mais confortável que um A32X qualquer. Tudo depende da cia, e nao da acft. Entao parem com isso. Acft velha ou não, quem manda no conforto são as cias

 

Exato, pega um 707 e mete um baita interior... está melhor que A330 da Azul rs...

 

 

Vide o caso do A300 da Sterna, que nem tinha chegado direito e já deu um PT e levou a empresa junto.

 

Mas um incidente daquela magnitude poderia ter sido um Seneca II que a empresa fecharia do mesmo jeito...

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Só mais um detalhe: o -300 decola todo dia, já o MAX...

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O 737-300 é o melhor 737 ever built. O melhor avião que já tive a oportunidade de voar e do qual tenho enormes saudades. Dócil, com excelente performance, uma uva.

 

Ouço muito falar que o -500 é ainda melhor, mas esse ficou na vontade.

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Inverteria a pergunta, qual o peso, em %, do custo de uma aeronave em uma charteira contra uma regular?

 

- Charteira:

Não importa se é 1 ou 200 paxs, o valor é cheio. Só sai do chão com lucro (teoricamente);

Tripulantes, o mínimo, às vezes não precisam de equipes de revezamento;

Treinamento, manutenção, handling e catering: on demand. Nem precisa de estoque de peças. O ruim é que não tem economia de escala;

Não precisa ter canais de venda, mas uma boa rede de contatos;

Não precisa investir em marketing no varejo.

 

- Regular:

Tem que decolar de qualquer jeito;

A quantidade de tripulantes exige que a empresa tenha uma organização mais complexa deles;

Treinamento, manutenção, handling e catering: também on demand, mas precisa já ter uma estrutura de apoio aos terceirizados;

Precisa de canais de venda para diversos públicos (internet, agências, corporativo...);

O marketing tem que ser no varejo.

 

O problema é que não temos uma legislação (e empresários) que faça esta atividade deslanchar no Brasil e nós tornarmos um exportador de serviços. América Latina historicamente é um território promissor para ACMI. Vejam que os venezuelanos (esqueçam ideologia) alugam aeronaves de Portugal e Espanha para fazer EZE-CCS; a LATAM usou B772; Avianca chegou a usar os MD-11 da World Airways.

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Fugindo um pouco do tópico, mas ainda dentro do espectro do assunto, se justificaria hoje a operação de uma empresa como a Webjet, BRA voando 733, 734, 735, ou essa ideia com esses modelos so vale pra carga?

 

Alguns ja citaram, mas vale comentar:

 

Acima de tudo vale lembrar que o foco maior seria justamente se manter um avião com aparência de moderno e bem conservado. Uma visão por parte de seus clientes de avião com conservação abaixo da média quando comparado aos seus concorrentes te faz se obrigar a vender tarifas menores.

 

Se a empresa faz isso, um bom 772 reformado por exemplo (vide AA) é concorrente para modernos 787 na cabine.

 

Um 733 ou 734 pode ser um excelente ativo.

 

Tem que se pensar que combustivel representa 30-40% da conta e isso vai ser o maior peso - sim, se economiza no leasing ou na aquisição da aeronave, mas tem limite. Seu concorrente talvez tenha a capacidade de praticar tarifas menores e "destruir" a vantagem do 733.

 

Enfim, o 733 pode ser bom, mas se você tem rotas unicas/exclusivas e/ou se você opera em rotas de boa rentabilidade.

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Tripulantes, o mínimo, às vezes não precisam de equipes de revezamento;

Treinamento, manutenção, handling e catering: on demand. Nem precisa de estoque de peças. O ruim é que não tem economia de escala;

 

Não é bem assim, uma empresa aérea precisa obter um CERTIFICADO DE OPERADOR AÉREO e este possui pessoal mínimo requerido e estrutura demonstrada para praticar o serviço concedido. Toda empresa precisa cumprir o RBAC 119, sendo 121 ou não, então ela terá um numero X de tripulantes, terá treinamento obrigatório, terá um pessoal mínimo requerido de manutenção. A única coisa que ela se safa é o contrato fixo com handling, catering e revisão pesada, porem ao nao ter escala pagará altos valores.

 

Aí está a graça da SIDERAL, ela é uma empresa de carga, que voa "todo dia" tem toda uma estrutura de empresa regular, montou um "setorzinho" para check-in e comissários e toca o barco livremente como charter de paxs, porem o grosso estrutural já é atendido pela "cargueira".

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No ramo de passageiros ela estaria um pouco exposta. TALVEZ, SE, QUEM SABE, alguem se metesse com Embraer 190 que estão aí inundando o mercado, uma "nova BRA" pudesse se criar, desde que pautada no modelo da BRA versão 1... uma vez que se torna regular nos moldes 121, aí o circo pega fogo.

Ainda é possível uma operação como a da BRA pré regular no Brasil? A regulamentação ainda permite?

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Uma empresa operando 737-300 ou -400 ligando cidades como Campina Grande, Londrina, Caxias do Sul, Petrolina, Juazeiro do Norte etc a Guarulhos e Galeão poderia ser algo bem viável, aos moldes do serviço oferecido pela BRA.

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Uma empresa operando 737-300 ou -400 ligando cidades como Campina Grande, Londrina, Caxias do Sul, Petrolina, Juazeiro do Norte etc a Guarulhos e Galeão poderia ser algo bem viável, aos moldes do serviço oferecido pela BRA.

Em tempos de internet e appe podia rolar algo nos moldes de compra coletiva, onde teria um prazo e se determinado número de pessoas comprasse o vôo acontecia como charter.

 

PS: está aí o modelo de negócio para a CR Airways

Edited by Schonarth

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Sideral que sossegue com fretados, até pq o negócio está indo muito bem, continue na carga e se quiser fazer algo diferente, que vá pro ACMI caso essa possibilidade exista....

Entrar na ponte com 1, 2 horários com um avião com 54 lugares não faz o menor sentido...

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Sideral que sossegue com fretados, até pq o negócio está indo muito bem, continue na carga e se quiser fazer algo diferente, que vá pro ACMI caso essa possibilidade exista....

 

Entrar na ponte com 1, 2 horários com um avião com 54 lugares não faz o menor sentido...

Isso é um problema da Sideral. Deixa ela tentar oras.

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Isso é um problema da Sideral. Deixa ela tentar oras.

:anta:

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Isso é um problema da Sideral. Deixa ela tentar oras.

Como é um aeroporto premium, bem localizado,elas podem criar seus mercados,operar cada uma um nicho de mercado, torço não só pela SIDERAL como MAP,TWOFLEX e PASSAREDO, o aeroporto anda muito monótono,kkkkk,bora colorir ele com cias e aeronaves diferentes,já que a concorrência deve ser estimulada, que seja com varias,risos

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Então, alguém sabe se a Sideral vai conseguir operar SDU e BSB a partir de Congonhas?

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Então, alguém sabe se a Sideral vai conseguir operar SDU e BSB a partir de Congonhas?

 

Não, amigo.

 

Ela nem entrou na disputa pelos slots e, as que entraram, já ganharam.

 

Só mesmo MAP, Passaredo e TwoFlex de empresas novas em CGH.

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Ok, obrigado!!!!!

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Bem, acabei de ver no SIROS que a Sideral pediu as rotas SDU-CGH-SDU e CGH-BSB-CGH de Domingo a Quinta, se é que entendi bem... Com o 735 (52 paxs), mas não vi a partir de quando.

 

SID 8720/8721

SID 8722/8723

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Corrigindo:

 

Início das operações: 18/11/19

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Bem, acabei de ver no SIROS que a Sideral pediu as rotas SDU-CGH-SDU e CGH-BSB-CGH de Domingo a Quinta, se é que entendi bem... Com o 735 (52 paxs), mas não vi a partir de quando.

 

SID 8720/8721

SID 8722/8723

 

Mas que slots seriam esses se todos já foram concedidos?

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Os concedidos foram os operados pela Avianca... Não sei se haviam outros horários disponíveis e a Sideral aproveitou o "gancho" para experimentar essa fase de voos regulares.

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Os concedidos foram os operados pela Avianca... Não sei se haviam outros horários disponíveis e a Sideral aproveitou o "gancho" para experimentar essa fase de voos regulares.

Que eu saiba, não havia nenhum slot sobrando de bandeja , apenas aos sábados

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