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American Airlines Group president: Unit revenue strong in Latin America, ‘broad based’ in domestic


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July 30, 2019


American Airlines Group president Robert Isom reported the carrier’s performance in the US domestic market was “broad based” during 2Q2019 (Seeking Alpha, 25-Jul-2019). Mr Isom noted domestic demand is expected to “remain robust” in the future, with the region anticipated to be the “best performing entity” in 3Q2019. Unit revenue in the Atlantic increased 3%, despite currency headwinds, while international point of sale remained “challenging”. Unit revenue in Latin America increased 4.4%, with Brazil and Mexico proving to be “particularly strong”, while Argentina and the Dominican Republic experienced headwinds. Unit revenue was positive in Japan, Hong Kong and Australia, he noted, adding the carrier was able to increase its load factor in China while reducing capacity, despite the country’s “soft” pricing environment.



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Com a restrição de oferta que criaram, só podia acontecer isso.

 

Chamo a atenção que ha meses o Rio por exemplo está sub ofertado ! Obviamente que as tarifas subiriam.

 

A questão é que a AA de hoje tem uma nobre incapacidade de gerenciar oferta no tocante a Brasil.

Agora vão sair acelerando demais.

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Com a restrição de oferta que criaram, só podia acontecer isso.

 

Chamo a atenção que ha meses o Rio por exemplo está sub ofertado ! Obviamente que as tarifas subiriam.

 

A questão é que a AA de hoje tem uma nobre incapacidade de gerenciar oferta no tocante a Brasil.

Agora vão sair acelerando demais.

 

Eles tem algo que atenda 5000nm - de alcance na frota com menos de 250 assentos?

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Postagem em outro tópico (MAX em BSB) sobre o mesmo assunto.

 

Resultados da AA no 2Q19 https://americanairl...ter-2019-profit

Am. Latina ASM -7,4% RPM -0,9% LF 85,5% (+5.6pp) yield -2,5% PRASM +4,4% (pelo aumento do LF)

Interessante que os yield/PRASM da Am. Latina são os mais altos no segmento internacional, mas junto com o Pacífico teve cortes de oferta. O Pacífico/Ásia tem os piores yields devido ao excesso de oferta, então o problema da Am. Latina deve ser custos + altos.

O "unit" a que o CEO se referiu não foi o yield, e sim ao PRASM que cresceu pelo aumento dos LFs.

GIG-MIA 1º trim. LF 84,9% 2º trim 95,1%

GRU-MIA 86,9% 92,0%

GRU-JFK 82,2% 92,6%

GRU-DFW 83,6% 91,9%

GRU-LAX 84,1% 92,1%

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GIG-MIA 2º trim.18 73,8%

GIG-JFK 69,3% por isso foram pro sacrifício

GRU-MIA 77,0% de 80 reduziram pra 60 decolagens mês

GRU-LAX 80,6% de 26-29 pra 16-18

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Acho que AA deveria pensar em ter uma config mais densa pra Am. do Sul, como AC, até JJ já enxergou isso retrofitando os 77W. Porque LF de LCC/AF/KL ela já conseguiu com preços abaixo do que gostaria.

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GIG-MIA 1º trim. LF 84,9% 2º trim 95,1%

GRU-MIA 86,9% 92,0%

GRU-JFK 82,2% 92,6%

GRU-DFW 83,6% 91,9%

GRU-LAX 84,1% 92,1%

Impressionante! Todas as rotas da AA no Brasil acima de 90%, lembrando que em uma das freq do GRU-MIA e as rotas DFW e JFK, opera com seus 77W. LAX tb indo muito bem. Quem sabe não voltam a aumentar as freq nesta rota ou a UA crie um GRU-SFO.

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Impressionante! Todas as rotas da AA no Brasil acima de 90%, lembrando que em uma das freq do GRU-MIA e as rotas DFW e JFK, opera com seus 77W. LAX tb indo muito bem. Quem sabe não voltam a aumentar as freq nesta rota ou a UA crie um GRU-SFO.

 

Acho que vc não entendeu a estratégia da AA pro Brasil/AL, reduziu oferta pra aumentar drasticamente os LFs, porque o rendimento está(va) baixo.

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Acho que vc não entendeu a estratégia da AA pro Brasil/AL, reduziu oferta pra aumentar drasticamente os LFs, porque o rendimento está(va) baixo.

Entendi sim. Ocorre que pouco a pouco estamos deixando a crise para trás, empregos estão sendo gerados, os investimentos voltando, a relação BRASIL-EUA só tende a se estreitar, os Americanos e Canadenses não precisam mais de visto, os índices de violência no país estão melhorando (com algumas exceções e ainda que a percepção não seja boa). Desta forma, vejo a AA (e as outras cias que voam BR-EUA) atenta para voltar a aumentar a oferta em 2020.
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Interessante que na Argentina, apesar da crise, AA expandiu oferta.

 

6M19 401.207 pax / 1.688 voos = 238 pax/voo +6,5% pax

6M18 376.791 1.516 249

 

BR

6M19 658.594 2.957 223 -10,8%

6M18 738.014 3.917 188

 

CL

6M19 165.908 +3,3%

6M18 160.548

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Na Argentina, não sei se houveram cortes no EZE-MIA, mas foram criadas EZE-LAX e COR-MIA, que estava indo muito bem, sobretudo, na carga.

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Na Argentina, não sei se houveram cortes no EZE-MIA

 

2 voos por dia com o 772, AA900 e AA908, com exceção da quarta, que só tem o AA900. Todos os voos com mais de 250 pax confirmados essa semana.

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Na Argentina, não sei se houveram cortes no EZE-MIA, mas foram criadas EZE-LAX e COR-MIA, que estava indo muito bem, sobretudo, na carga.

 

Teve sim, o 77W rodou na EZE-MIA

 

 

Eles tem algo que atenda 5000nm - de alcance na frota com menos de 250 assentos?

 

787-800 tem e 777-200 bem perto disso.

O problema é que o 788 tem baseamento forte em ORD.

 

Acho que o problema maior da AA é com ela mesma, Pliskin.

Piorou MUITO o serviço, o customer service, o respeito ao usuário frequente. O que anda acontecendo é que muito usuário frequente foi para a Delta e também para a United.

 

O yield perde com isso - são passageiros que pagam tarifas altas pois precisam 15 mil dolares de qualificação no ano, mas como perceberam que o retorno não é compatível, simplesmente passaram a olhar para as tarifas mais baixas.

 

E lotam as aeronaves com tarifas baixas. Ha duas semanas retornar depois do Natal custava US$ 1400 na economica... ontem eu consegui FOR-GRU-MIA-GIG-FOR por US$ 1400... na executiva.

 

Vocë pode lotar até um 77W... mas... Banca a conta ?

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Teve sim, o 77W rodou na EZE-MIA

 

 

787-800 tem e 777-200 bem perto disso.

O problema é que o 788 tem baseamento forte em ORD.

 

Acho que o problema maior da AA é com ela mesma, Pliskin.

Piorou MUITO o serviço, o customer service, o respeito ao usuário frequente. O que anda acontecendo é que muito usuário frequente foi para a Delta e também para a United.

 

O yield perde com isso - são passageiros que pagam tarifas altas pois precisam 15 mil dolares de qualificação no ano, mas como perceberam que o retorno não é compatível, simplesmente passaram a olhar para as tarifas mais baixas.

 

E lotam as aeronaves com tarifas baixas. Ha duas semanas retornar depois do Natal custava US$ 1400 na economica... ontem eu consegui FOR-GRU-MIA-GIG-FOR por US$ 1400... na executiva.

 

Vocë pode lotar até um 77W... mas... Banca a conta ?

 

E o que explica os números do 2Q19? Poderiam ser muito melhores, é isso?

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E o que explica os números do 2Q19? Poderiam ser muito melhores, é isso?

 

Quando você limita a oferta, vende as classes mais altas, mas pra isso ela está continuando a pressionar as tarifas mais baixas.

 

Exatamente isso, foram bons, mas perdeu-se a chance de serem melhores. Acho que caberia ao menos estar operando mais 1 voo diário.

Eu lembro uma conversa que tive com um diretor da DL que dizia que toda vez que a ocupação batia acima de 85% ele falava que a empresa estava perdendo dinheiro. Por que ? A ocupação é media, significa dizer que tem dia com voo a 95% e outro a 75%, um a 80% e outro a 90%.

Se você observa que terça o 75% é recorrente, você tem que trabalhar a terça. Se a sexta roda no 95%, você está trabalhando mal a sexta-feira, cabe no primeiro caso uma tarifa para incentivar o VFR a viajar na terça (baixando tarifa), e cabe pensar qual a elasticidade da demanda da tarifa de sexta-feira.... vai dando um "totó" de 2 a 3% e veja como a ocupação reage

 

A American está nessa situação - a ocupação é desigual, mas o preço é similar. Os mercados demandam mais, mas ela acha que o mercado vai todo bater nas outras operações dela. Otimo se o passageiro for corporativo, mas pelo que o yield mostra, nem sempre tem sido. O resultado ? Não é o lucro desejado.

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