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Luckert

Gentili perde processo por confusão com Latam e juiz não acha dinheiro na conta

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FAMOSOS & TV

 

Gentili perde processo por confusão com Latam e juiz não acha dinheiro na conta

 

Publicado em 27/07/2019 às 13h48 Por Portal do Holanda

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Foto: Reprodução/SBT

 

 

Danilo Gentili perdeu a ação que movia contra a Latam e o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a realização de pesquisa judicial em 13 contas, entre elas contas correntes e de investimentos, para que o apresentador quite R$ 3.900 referentes aos custos processuais que a parte derrotada deve pagar à parte vencedora da ação.

 

Ao Uol, no entanto, o juiz Douglas Ravacci informou que não encontrou o valor em nenhuma das 13 contas do apresentador. "Determinei o bloqueio de ativos financeiros em nome do executado, pelo sistema Bacenjud [sistema por meio do qual a Justiça verifica ativos de pessoas que perdem ações judiciais], até o limite do débito. Tal determinação restou infrutífera", relatou.

 

 

PF tenta descongelar iceberg que flutua nas entranhas da máquina pública do Amazonas

A parte credora ainda tem o direito de solicitar outra forma de obter o valor. Segundo o Uol, o apresentador não se pronunciou sobre o caso.

 

 

 

Confusão no voo

 

Gentili decidiu processar a companhia aérea, que na época ainda era chamada TAM, após uma confusão com a equipe de bordo no voo de Guarulhos para Belém, em 2012.

 

Danilo havia comprado uma passagem em assento comum mas decidiu se sentar em um assento maior que estava vago, no corredor de emergência. Funcionários pediram que ele retornasse para o lugar que havia pago, já que o assento em que ele decidiu sentar tinha um valor maior, mas Gentili se negou a mudar de assento.

 

No processo, Gentili alega que foi destratado por funcionários e que uma pessoa ligada à empresa ameaçou acionar a Polícia Federal caso ele continuasse sentado naquela poltrona. O apresentador chegou a vencer a empresa em 1ª instância, já que o juiz entendeu que as poltronas pertenciam ao mesmo setor (econômico), mas perdeu o processo em 2ª instância. "O apelante [Gentili] pretendeu ocupar assento conforto sem ter realizado reserva precedente ou ter pago valor adicional. Funcionários da companhia aérea que o instaram a voltar à poltrona indicada em seu bilhete aéreo fizeram a abordagem, que se deu de forma tenaz, porém, educada. Depoimentos prestados pelas partes e testemunhas que não fizeram ver a ocorrência de abalo moral indenizável", informou o relator Castro Figliolia.

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Como comediante até que passa, mas não sei o que é pior: fazer esse papelão aí ou ter 13 contas abertas e não conseguir somar R$3.900...

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Como comediante até que passa, mas não sei o que é pior: fazer esse papelão aí ou ter 13 contas abertas e não conseguir somar R$3.900...

"Pejotização"

 

Bem provavel que ele tenha uma empresa (PJ) aberta e movimenta por ela. Se for Limitada, os bens da empresa não respondem pela pessoa física

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Bastante didático esse processo.

O cidadão acha que, por ser um comediante meia boca, pode dar carteirada na tripulação.

Fico feliz de a tripulação e a Latam terem levado o caso até o final.

Regras são regras.

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Esse comediante idiota, uma vez fez barraco em FLN, ainda na época do CQC. Na ocasião, agrediu verbalmente os colaboradores da Avianca e jogou as coisas que estavam no balcão do check-in (displays, etc) no chão.

Sinceramente, este tipo de comportamento não me surpreende.

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Bastante didático esse processo.

O cidadão acha que, por ser um comediante meia boca, pode dar carteirada na tripulação.

Fico feliz de a tripulação e a Latam terem levado o caso até o final.

Regras são regras.

 

O que me conforta é que milagrosamente a cia aérea ganhou, sempre esses pseudo-famosos ganham o apelo do povo e se esquivam de seus atos , mas mesmo assim escapou de pagar os 3900, absurdo

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O que me conforta é que milagrosamente a cia aérea ganhou, sempre esses pseudo-famosos ganham o apelo do povo e se esquivam de seus atos , mas mesmo assim escapou de pagar os 3900, absurdo

 

Nestes casos em geral a empresa ganha, pois não houve problema com o transporte em si, sendo a culpa neste caso, exclusiva do consumidor.

O que esta sendo executado são apenas os honorários advocatícios e custas devidas pelo fato que ele perdeu a Ação.

Ele ainda não escapou de pagar, os Advogados vão tentar outras medidas de expropriação, como pro exemplo buscar pessoas jurídicas de que seja sócio para fazer a chamada desconstituição inversa da pessoa jurídica.

 

Abraços

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Noves fora, a ação movida pelo comediante é bem embasada e há certo fundamento em sua reivindicação.

 

Vejamos: as aeronaves possuem por obrigatoriedade as saídas de emergência e, por óbvio, o espaço entre fileiras neste espaço é crucial para que as saídas cumpram o propósito.

 

Se no voo em questão a poltrona comercializada não estava ocupada, não gerou receita prévia para a TAM e nem teria mais como gerar a partir do momento em que o check-in foi encerrado. Portanto não faria diferença alguma ter alguém utilizando o espaço livre após a decolagem.

 

No mais, a cobrança do uso dos assentos nas saídas de emergência é controverso e outra argumentação usada pelo comediante na sua ação também é válida: para poder utilizá-los é necessário possuir idade menor do que 60 anos e maior do que 15 anos, não pode ser obeso, não pode ter algum tipo de deficiência, deve ser falante fluente da língua portuguesa e, ao receber briefing da tripulação para o uso e concordar com as condições, fica o passageiro obrigado a operar a porta e auxiliar na evacuação da aeronave quando comandado pela tripulação.

 

Argumentação semelhante pode ser aplicada a casos onde, com a comercialização da marcação de assentos, a pessoa adquira o assento 21F e, já após o embarque com as portas fechadas, queira mudar para o assento 6F que ficou vago porém é impedido pela tripulação.

 

Contudo, tenham certeza: se pedir com educação e cordialidade para um tripulante para trocar de assento e ir para outro que esteja vago na saída de emergência, vários comissários não negarão o pedido, ainda mais se o passageiro for cliente freqüente e apresentar seu cartão de fidelidade no ato do pedido.

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Noves fora, a ação movida pelo comediante é bem embasada e há certo fundamento em sua reivindicação.

 

Vejamos: as aeronaves possuem por obrigatoriedade as saídas de emergência e, por óbvio, o espaço entre fileiras neste espaço é crucial para que as saídas cumpram o propósito.

 

Se no voo em questão a poltrona comercializada não estava ocupada, não gerou receita prévia para a TAM e nem teria mais como gerar a partir do momento em que o check-in foi encerrado. Portanto não faria diferença alguma ter alguém utilizando o espaço livre após a decolagem.

 

No mais, a cobrança do uso dos assentos nas saídas de emergência é controverso e outra argumentação usada pelo comediante na sua ação também é válida: para poder utilizá-los é necessário possuir idade menor do que 60 anos e maior do que 15 anos, não pode ser obeso, não pode ter algum tipo de deficiência, deve ser falante fluente da língua portuguesa e, ao receber briefing da tripulação para o uso e concordar com as condições, fica o passageiro obrigado a operar a porta e auxiliar na evacuação da aeronave quando comandado pela tripulação.

 

Argumentação semelhante pode ser aplicada a casos onde, com a comercialização da marcação de assentos, a pessoa adquira o assento 21F e, já após o embarque com as portas fechadas, queira mudar para o assento 6F que ficou vago porém é impedido pela tripulação.

 

Contudo, tenham certeza: se pedir com educação e cordialidade para um tripulante para trocar de assento e ir para outro que esteja vago na saída de emergência, vários comissários não negarão o pedido, ainda mais se o passageiro for cliente freqüente e apresentar seu cartão de fidelidade no ato do pedido.

Fiquei com uma dúvida agora. Não seria obrigatório ter alguém nas saídas de emergência por questões de segurança?

 

Meio off Topic, mas já vi muito vôo decolando com gente na saída de emergência que estava fora dos padrões (até grávida no final da gestação já vi). Quando vende o povo faz vista grossa muitas vezes.

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Noves fora, a ação movida pelo comediante é bem embasada e há certo fundamento em sua reivindicação.

 

Vejamos: as aeronaves possuem por obrigatoriedade as saídas de emergência e, por óbvio, o espaço entre fileiras neste espaço é crucial para que as saídas cumpram o propósito.

 

Se no voo em questão a poltrona comercializada não estava ocupada, não gerou receita prévia para a TAM e nem teria mais como gerar a partir do momento em que o check-in foi encerrado. Portanto não faria diferença alguma ter alguém utilizando o espaço livre após a decolagem.

 

No mais, a cobrança do uso dos assentos nas saídas de emergência é controverso e outra argumentação usada pelo comediante na sua ação também é válida: para poder utilizá-los é necessário possuir idade menor do que 60 anos e maior do que 15 anos, não pode ser obeso, não pode ter algum tipo de deficiência, deve ser falante fluente da língua portuguesa e, ao receber briefing da tripulação para o uso e concordar com as condições, fica o passageiro obrigado a operar a porta e auxiliar na evacuação da aeronave quando comandado pela tripulação.

 

Argumentação semelhante pode ser aplicada a casos onde, com a comercialização da marcação de assentos, a pessoa adquira o assento 21F e, já após o embarque com as portas fechadas, queira mudar para o assento 6F que ficou vago porém é impedido pela tripulação.

 

Contudo, tenham certeza: se pedir com educação e cordialidade para um tripulante para trocar de assento e ir para outro que esteja vago na saída de emergência, vários comissários não negarão o pedido, ainda mais se o passageiro for cliente freqüente e apresentar seu cartão de fidelidade no ato do pedido.

E qual o embasamento para ser ele o iluminado escolhido para operar a saída de emergência, e não um dos demais passageiros?

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Noves fora, a ação movida pelo comediante é bem embasada e há certo fundamento em sua reivindicação ...

 

 

738, concordo em parte com o seu raciocínio, mas tenho uma interpretação um pouco diferente em alguns aspectos. Quando há marcação de assento, o passageiro está designado para determinado lugar, que é seu, porém, não necessariamente tem o direito de usar outros que a companhia considere que o seu uso seja condicionado a um pagamento adicional. Esse "fatiamento" de serviços é amplamente usado pelas empresas de low-cost, por exemplo. É assim que a grande maioria dos operadores desse tipo de operação "sobrevive" pelo mundo todo, sendo alguns deles, inclusive, criam setores a bordo somente para adultos, como na Air Asia e Scoot.

 

Além disso, por um motivo complementar, em certos aviões (737-800, por exemplo?) há restrições quanto ao seat row/area trim, principalmente quando a aeronave tem de ficar dentro do envelope de balanceamento. E ocorrendo uma eventual movimentação, principalmente de forma considerável, essa informação tem de ser levada ao conhecimento dos pilotos.

 

 

Fiquei com uma dúvida agora. Não seria obrigatório ter alguém nas saídas de emergência por questões de segurança?

 

Meio off Topic, mas já vi muito vôo decolando com gente na saída de emergência que estava fora dos padrões (até grávida no final da gestação já vi). Quando vende o povo faz vista grossa muitas vezes.

 

Não é necessário alguém ficar sentado naquela posição. Não é uma saída primária, mas secundária, no entanto, se alguém sentar ali tem de cumprir alguns requisitos, como citou o 738. Mas vale salientar que o passageiro jamais poderá ser responsabilizado por sua incompetência ou imperícia no caso do manuseio indevido daquela janela/porta de emergência.

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Se fosse por ocupar um assento vazio que tem uma tarifa diferenciada e não vendida, qualquer um poderia sentar nos assentos vagos da executiva e que a empresa não vendeu ,afinal não terá mais como vender , não vejo coerência nesse argumento, mas respeito a opinião,que a justiça seja feita por quem tem que julgar

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E qual o embasamento para ser ele o iluminado escolhido para operar a saída de emergência, e não um dos demais passageiros?

No caso foi ele porque ninguém mais o fez.

 

E esta de que toda trip é super simpática e super gentil é para quem mora em um planeta distante daqui.

Já tive casos de ver a tripulação ser bem grosseira, não falando palavrões mas sendo desnecessariamente antipática.

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A LATAM pode ter razão, mas é uma postura arrogante da empresa. Há alguns anos, 2012-2013, cliente frequente da Gol e TAM, passei por um episódio parecido. Na Gol sempre o cartão diamante teve a prerrogativa do assento conforto. Na TAM, mesmo para o cartão vermelho ou preto, etc. no início era preciso comprar no balcão. Você não conseguia comprar no momento da compra da passagem na internet. Minha secretária comprou o voo, e fiz o checkin pelo app, sem tempo de ir para o balcão. Embarcando, avião vazio, 30% de ocupação ou menos. E mesmo voando mais de 30 trechos por ano, e voos internacionais na business, fui convidado a sair da emergência e voar apertado Recife-Rio, com o avião vazio! Dessa época, voei um trecho internacional e um ou dois trechos no Brasil, a empresa se tornou minha última opção de escolha. Coloquei esse episódio aqui no CR.

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Se fosse por ocupar um assento vazio que tem uma tarifa diferenciada e não vendida, qualquer um poderia sentar nos assentos vagos da executiva e que a empresa não vendeu ,afinal não terá mais como vender , não vejo coerência nesse argumento, mas respeito a opinião,que a justiça seja feita por quem tem que julgar

Luckert,

 

Depende de como o produto é implementado. Na Gol com o Gol+ e Azul, não havia esse problema. Além de ser amplamente sinalizado, na compra no site era oferecida a opção para quem não era o passageiro frequente. Na Latam, apenas comprando no balcão, e o de produto, era nem sinalizado na aeronave era, era nada mais do que um improviso para cobrar mais do cliente, sem ao menos permitir a compra no site. Você que saia de uma reunião, e chegava com tempo curto no aeroporto, tendo feito checkin online era fadado a viajar apertado, porque a empresa cobrava, mas nem se dava o trabalho de implantar o produto direito, e que na verdade não era produto, era a saída de emergência (fala sério). E mesmo com a aeronave vazia, e voando toda semana, fui convidado a sair do assento. Bom, perderam por causa de 20 reais, talvez 2 milhões em receita nos últimos anos...não é à toa que estão onde estão.

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Na empresa que trabalho, só é permitido efetuar a troca de assento para o + conforto, se o cliente for diamante.

Não é permitido, por exemplo, um pax da 22A, após finalizar embarque, ocupar a 17F, mesmo que esta esteja vaga, pois de acordo com a cia, não é justo com quem pagou antes a mais por esse espaço.

Se for assim, ninguém paga e quando encerrar o embarque, todo mundo sai correndo pra ver quem senta primeiro 🤣

A empresa cobra muito isso da tripulação. Inclusive, acomodação das bagagens nos compartimentos de 1 a 5 que são exclusivos dos clientes que adquiriram os assentos conforto.

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738, concordo em parte com o seu raciocínio, mas tenho uma interpretação um pouco diferente em alguns aspectos. Quando há marcação de assento, o passageiro está designado para determinado lugar, que é seu, porém, não necessariamente tem o direito de usar outros que a companhia considere que o seu uso seja condicionado a um pagamento adicional. Esse "fatiamento" de serviços é amplamente usado pelas empresas de low-cost, por exemplo. É assim que a grande maioria dos operadores desse tipo de operação "sobrevive" pelo mundo todo, sendo alguns deles, inclusive, criam setores a bordo somente para adultos, como na Air Asia e Scoot.

 

Além disso, por um motivo complementar, em certos aviões (737-800, por exemplo?) há restrições quanto ao seat row/area trim, principalmente quando a aeronave tem de ficar dentro do envelope de balanceamento. E ocorrendo uma eventual movimentação, principalmente de forma considerável, essa informação tem de ser levada ao conhecimento dos pilotos.

 

 

Long,

 

Concordo plenamente contigo. O grande "x" da questão é: uma vez fechada a porta da aeronave, aqueles assentos de saída de emergência não geram mais nenhuma receita.

 

Dando uma de advogado do diabo agora: as saídas de emergência precisam estar lá, seja uma low cost ou uma flag carrier. Não pode ser considerado um produto diferenciado.

 

É diferente, por exemplo, de um Espaço Azul, GOL+, Latam+, onde além da compra do assento o cliente obtém vantagens de bagageiro exclusivo, embarque prioritário, maior espaço para as pernas junto com maior reclinação, etc. Deixar que alguém usufrua destes assentos sem pagar não é correto e aí sim, se a situação fosse a mudança de um assento comum para um assento com maiores vantagens comerciais em relação aos demais, a atitude do comediante seria injustificável.

 

Talvez esse seja o ponto focal que não justifica de nenhuma maneira a atitude do comediante, mas mostra que o embasamento dele ao impetrar não está totalmente equivocada.

 

Se fosse por ocupar um assento vazio que tem uma tarifa diferenciada e não vendida, qualquer um poderia sentar nos assentos vagos da executiva e que a empresa não vendeu ,afinal não terá mais como vender , não vejo coerência nesse argumento, mas respeito a opinião,que a justiça seja feita por quem tem que julgar

 

 

Estendo a resposta ao colega Longreach acima: uma coisa são os assentos diferenciados (criados para serem diferenciados de fato, oferecendo maior conforto por uma opção da companhia em oferecer vantagens) e outra coisa é um assento que deve existir independente da aeronave ou empresa.

 

Compreende a lógica?

 

E qual o embasamento para ser ele o iluminado escolhido para operar a saída de emergência, e não um dos demais passageiros?

 

 

Poderia ser ele ou qualquer outro cliente. Em meu post eu não disse em nenhum momento que ele era "o cara certo, no lugar certo", mas sim que a argumentação utilizada por ele na ação não é totalmente incorreta -- vide as minhas explicações acima às ponderações dos colegas.

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A resposta é muito simples para essa questão de ser ou não um espaço diferenciado e a empresa cobrar ou não. Se existe uma vontade de as pessoas ocuparem esse espaço, é lógico que existe um valor agregado maior nele independente se existe bin exclusivo para ele...

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Complementando a resposta do colega B737-8HX.

 

As classes executivas, first, etc geram custos para implantação, serviço de catering, etc...

O golpe de chamar Assento Conforto já está lá, seja qual a configuração que a cia escolher para sua acft ele obrigatoriamente vai estar lá.

 

As cias que façam o que quiserem, é uma empresa privada.

Mas em tempos de informação rápida é uma queimadinha de filme o avião estar vazio e orientarem a não deixar usar.

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Complementando a resposta do colega B737-8HX.

 

As classes executivas, first, etc geram custos para implantação, serviço de catering, etc...

O golpe de chamar Assento Conforto já está lá, seja qual a configuração que a cia escolher para sua acft ele obrigatoriamente vai estar lá.

 

As cias que façam o que quiserem, é uma empresa privada.

Mas em tempos de informação rápida é uma queimadinha de filme o avião estar vazio e orientarem a não deixar usar.

Dizer que um produto que gera interesse das pessoas em ocupar/adquirir não deva ser cobrado vai contra o básico do capitalismo... Se dizem que é a mesma coisa, pq fazer questão de ocupá-lo?

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Dizer que um produto que gera interesse das pessoas em ocupar/adquirir não deva ser cobrado vai contra o básico do capitalismo... Se dizem que é a mesma coisa, pq fazer questão de ocupá-lo?

 

 

O assento na saída de emergência com maior espaço DEVE existir e carrega consigo uma série de exigências legais de idade e condições físicas para quem vai ocupá-lo.

 

Não é um "produto".

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O assento na saída de emergência com maior espaço DEVE existir e carrega consigo uma série de exigências legais de idade e condições físicas para quem vai ocupá-lo.

 

Não é um "produto".

Se for levar ao pé da letra elas podem simplesmente removê-los e colocar um anteparo... Dizer que devem existir é questionável.

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O assento na saída de emergência com maior espaço DEVE existir e carrega consigo uma série de exigências legais de idade e condições físicas para quem vai ocupá-lo.

 

Não é um "produto".

 

Mas tem um diferencial o qual é cobiçado, por isso a empresa cobra, se não vendeu, não quer dizer que o pobre que vê um BMW encalhada na concessionária pegar, dar uma volta no litoral e devolver segunda-feira quando a loja reabre? Qual o problema, no domingo a loja não ia abrir do mesmo né

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Mas tem um diferencial o qual é cobiçado, por isso a empresa cobra, se não vendeu, não quer dizer que o pobre que vê um BMW encalhada na concessionária pegar, dar uma volta no litoral e devolver segunda-feira quando a loja reabre? Qual o problema, no domingo a loja não ia abrir do mesmo né

 

 

Luckert, você continua não entendendo o meu ponto de vista. O exemplo dado na sua resposta acima não corrobora em nada com a situação dos assentos que já exemplifiquei antes.

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Não faz o menor sentido o processo. Se é injusta a cobrança pelo assento da saída de emergência, que se discuta uma eventual proibição da prática pelos reguladores do mercado (algo que eu não concordo, pois para mim, se há demanda é um produto sim). Mas uma vez que a prática é permitida e outras centenas de passageiros naquele dia desembolsaram seu dinheiro para sentar em um daqueles assentos, o injusto seria permitir o rapaz de sentar de graça ali

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