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TheJoker

A última da Latam - Tarifa Basic para o mercado doméstico SSC

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TARIFAS - Novo Brand para os mercados domésticos

Como parte do compromisso da LATAM de oferecer mais opções, personalização e flexibilidade para todos os tipos de passageiros, informamos que a LATAM lançará uma nova opção de Brand chamado BASIC nos mercados domésticos do Chile, Peru, Colômbia, Equador e Argentina, ao qual contará com preços mais econômicos.

 

Um novo brand é lançada na cabine Economy chamada Basic, que permite viajar com pouca bagagem, levando apenas itens pessoais.

Este novo brand substitui o brand Promo das rotas domésticas da LATAM e estará disponível estruturalmente para esses mercados. Veja as exceções.

 

Disponível para a venda a partir das seguintes datas:

  • Doméstico Chile: 06 de agosto de 2019
  • Doméstico Peru, Colômbia, Argentina e Equador: TBC

TBC: por confirmar

 

O brand Basic possui as seguintes características:

  • Novo código tarifário QP
  • Permite a compra de assentos
  • Não permite levar bagagem de mão, mas permite a compra de bagagens “stand alone” para transportar no porão do avião. Não está disponível a venda de bagagem de mão.
  • Não permite alterações ou reembolsos, por isso, se o passageiro quiser uma tarifa combagagem de mão, o mesmo deverá adquirir a tarifa Light, Plus ou Top no momento de suacompra.
  • Acumulação de Milhas LATAM Pass/Fid (dependendo do programa em que o passageiro está inscrito).
  • Não está permitido realizar alterações por adiar/atrasar um voo confirmado.

Itens pessoais:

  • As medidas máximas do item pessoal são 45 x 35 x 20 cm (altura, comprimento e largura); podendo ser carteira, bolsas para laptop ou outro artigo enquanto cumpra com as dimensões apontadas.
  • Deve ser guardado sob o assento da frente. Exceto em assentos na primeira fila ou alguma das saídas de emergência.

Itens pessoais que não cumpram com as condições anteriores estão sujeitos a cobrança no gate.

 

Excessões

  • Passageiros com tarifa Basic que terão direito a bagagem de mão (carry on):
    • Aqueles que compram assentos LATAM+
    • Passageiros com categoria Platinum, Black e Black Signature e o equivalente na oneworld. Não haverá uma marca no bilhete ou na reserva para esses casos, mas será honrada no momento do embarque.
  • Esta tarifa não se aplica para o mercado DOM BR e para todos os mercados internacionais.

https://www.latamtrade.com/pt_br/comunicados/Nuevo_brand_mercados_domesticos_solo_PT

 

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Quando essa novidade chegar no Brasil prevejo muita gritaria, confusão e barraco.

 

Ao contrário das Americanas, pelo menos não retiraram os benefícios dos Clientes FFP.

 

Na prática a tarifa pune quem não tem status com a Cia Aérea. Mais um jeito de fazer a tarifa subir.

 

O preço da Basic passará a ser o da Light....

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Eu gostei da novidade. Viajo apenas com o notebook em bate e volta e gostaria de ver a novidade aqui no Brasil.

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Quando essa novidade chegar no Brasil prevejo muita gritaria, confusão e barraco.

 

Ao contrário das Americanas, pelo menos não retiraram os benefícios dos Clientes FFP.

 

Na prática a tarifa pune quem não tem status com a Cia Aérea. Mais um jeito de fazer a tarifa subir.

 

O preço da Basic passará a ser o da Light....

A n ser que a ANAC mude as regras, e eu não vejo clima no país pr isto, a Latam n poderá implantar esta tarifa no país. Por lei, todo passageiro pode levar até 10 quilos na cabine do avião. Por isto o Brasil foi colocado de lado nas mudanças.

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Eu gostei da novidade. Viajo apenas com o notebook em bate e volta e gostaria de ver a novidade aqui no Brasil.

Pr mim seria péssimo. Eu normalmente viajo a lazer e neste caso as minhas opções seriam todas ruins: ou pago tarifa mais cara pr levar uma mala pequena a bordo, ou pago uma taxa pr despachar uma mala no porão, ou fico pelado no meu destino.

 

Acho as regras atuais da ANAC com relação as bagagens razoáveis. Seria péssimo se eu n pudesse levar ao menos uma mala pequena comigo na cabine gratuitamente. Daqui a pouco eles lançam uma tarifa que vc paga mas não viaja a bordo.

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Mas como eles vão saber no embarque se o cara pagou essa tarifa sem ler as regras e chega no portão com mala?

Não vão poder cobrar a tarifa ali porque nem tem direito

Como vão obrigar a por sob a poltrona a bagagem e não no bin? Não tem como controlar isso!!!

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No Brasil já é lei, todo pax tem direito a 10kg bagagem de mão.

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Os comissários terão que fiscalizar os bins agora???

 

Ridículo!!!

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Mas quando cancelam seu voo, pagando 50 ou 5000 , vai todo mundo pra vala comum: aguarde ser realocado no próximo voo disponível

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A American possui essa categoria de tarifa sem direito a usar o bin nos voos internos dos EUA, me recuso a voar com eles por isso, até pq a aviação nos EUA está longe de ser Low Fare.

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A SKY já cobra pelo uso dos bins na tarifa básica dos voos para o Brasil...

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A SKY já cobra pelo uso dos bins na tarifa básica dos voos para o Brasil...

Cobra? Como isso? Os bins são fechados com chave?

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A American possui essa categoria de tarifa sem direito a usar o bin nos voos internos dos EUA, me recuso a voar com eles por isso, até pq a aviação nos EUA está longe de ser Low Fare.

Mas a Delta e United também. Inclusive foi a Delta que começou a oferecer esse tipo de passagem...

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A American possui essa categoria de tarifa sem direito a usar o bin nos voos internos dos EUA, me recuso a voar com eles por isso, até pq a aviação nos EUA está longe de ser Low Fare.

Aqui a United é a mais chata no que tange a fiscalização das bagagens nos voos internos. Se você pegar voo com 757 ou 737-900 eles fazem vista grossa ou quando o voo já está atrasado. Mas já vi muita briga no aeroporto por conta disso, eles ficam o tempo todo chamando no portão para os passagens com mala se apresentarem. Quem não vem e só aparece na fila, pode ser convidado a ter que aguardar e pagar a mala que normalmente é mais cara ainda no ato do embarque.

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Às vezes penso que os executivos da aviação (e governantes) querem que a mesma se torne tão acessível quanto andar de ônibus.

 

Uma indústria em que um B737-800 custa R$ 100 milhões, 4520 protocolos de segurança, lidar com 23 moedas, legislações e sistemas financeiros diferentes, em que o fator segurança sempre deve prevalecer sobre o financeiro, pagar taxas infinitas, cobrar R$ 300 por uma perna RJ-SP não soa absurdo.

 

Aí para baixar o preço da passagem reduzem o pitch para o mínimo, diminuem a espessura da poltrona, alteram o layout dos banheiros em que pessoas obesas mal conseguem mexer, etc... tudo isso para tentar recompensar financeiramente vendendo assento conforto na saída de emergência, marcação de assento, lugar no bin, comida a bordo, entretenimento, etc... daqui a pouco terá taxa para usar o banheiro, se for o 1 é um valor, 2 é outro, a água também será paga.

 

Aí surgem algumas situações que vão desde impossíveis de gerenciar até culturais. Mesmo que receba um acréscimo, comissário está lá para segurança e não "passar a maquininha", o assento conforto não está ocupado, mas uma pessoal upper-mega-fucking asshole senta lá e diz que não vai sair, outro entrando com malas acima do estipulado porque não quer pagar para despachar. Sobra para o comissário ter que resolver este problema, ou o agente de aeroporto que é agredido fisicamente e/ou verbalmente...

 

No fim quero dizer que algumas coisas são impossíveis de cobrar, mesmo com pretexto de baixar a tarifa. Comprar a bordo e despacho é justificável, mas como controlar quem vai usar ou não bin?

 

Se tem pessoas que ganham mal mas vende o rim para comprar o sodástico smartphone que mal sabem usar, por que a indústria aeronáutica não se espelha em agregar valor aos seus produtos e criar o poder da imagem? No passado, voar Pan American era entrar no jetset internacional, mesmo que a empresa de bandeira fosse a Varig ou a JAL, referências em qualidade. Hoje eu não vejo esta valorização e consumo da marca, tipo "eu voei pela XPTO" pela qualidade e experiência.

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Se tem pessoas que ganham mal mas vende o rim para comprar o sodástico smartphone que mal sabem usar, por que a indústria aeronáutica não se espelha em agregar valor aos seus produtos e criar o poder da imagem? No passado, voar Pan American era entrar no jetset internacional, mesmo que a empresa de bandeira fosse a Varig ou a JAL, referências em qualidade. Hoje eu não vejo esta valorização e consumo da marca, tipo "eu voei pela XPTO" pela qualidade e experiência.

Verdade, nivelaram por baixo legal. Aqui na Europa o que comecei a ver nos últimos anos é uma galera que evita Ryanair. Mas olhando os balanços ainda não foram muito afetados... Os preços e a quantidade de point to point ainda compensa.

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Sobre a proibição de usar o bin, é muito mais uma proibição de levar malas de bordo. Isso não é impossível de checar no portão.

Agora, se o malandro vai guardar a mochila no bin, na prática, faz pouca diferença pra empresa.

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Verdade, nivelaram por baixo legal. Aqui na Europa o que comecei a ver nos últimos anos é uma galera que evita Ryanair. Mas olhando os balanços ainda não foram muito afetados... Os preços e a quantidade de point to point ainda compensa.

 

 

Está havendo um movimento na Europa para que as pessoas voem menos, tudo em prol da diminuição da emissão de CO2.

Inclusive a KLM fez um vídeo sobre isso:

 

https://youtu.be/L4htp2xxhto

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No Brasil já é lei, todo pax tem direito a 10kg bagagem de mão.

 

Não é Lei, é resolução da ANAC, que não impede da empresa (desde que individualmente) dar um desconto para o passageiro que abrir mão deste direito.

 

 

Aí para baixar o preço da passagem reduzem o pitch para o mínimo, diminuem a espessura da poltrona, alteram o layout dos banheiros em que pessoas obesas mal conseguem mexer, etc... tudo isso para tentar recompensar financeiramente vendendo assento conforto na saída de emergência, marcação de assento, lugar no bin, comida a bordo, entretenimento, etc... daqui a pouco terá taxa para usar o banheiro, se for o 1 é um valor, 2 é outro, a água também será paga.

 

Aí surgem algumas situações que vão desde impossíveis de gerenciar até culturais. Mesmo que receba um acréscimo, comissário está lá para segurança e não "passar a maquininha", o assento conforto não está ocupado, mas uma pessoal upper-mega-fucking asshole senta lá e diz que não vai sair, outro entrando com malas acima do estipulado porque não quer pagar para despachar. Sobra para o comissário ter que resolver este problema, ou o agente de aeroporto que é agredido fisicamente e/ou verbalmente...

 

 

Onde assino?

 

Abraços

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Está havendo um movimento na Europa para que as pessoas voem menos, tudo em prol da diminuição da emissão de CO2.

Inclusive a KLM fez um vídeo sobre isso:

 

Moro na Holanda, e achei isso aí pura jogada de marketing. Ela pede pras pessoas voarem menos, pra passar a imagem de environmentally friendly e fazer as pessoas escolherem voar por ela ao invez das concorrentes... Mas não acho que alguém vai deixar de voar pq vou esse comercial da KLM...

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A American possui essa categoria de tarifa sem direito a usar o bin nos voos internos dos EUA, me recuso a voar com eles por isso, até pq a aviação nos EUA está longe de ser Low Fare.

Isso não existe mais. Todos podem trazer carry-ons.

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