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thor.rao

Daesp busca empresas com aeronaves de pequeno porte para atuar no interior paulista

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A Secretaria Estadual de Logística e Transportes, por meio do Departamento Aeroviário (Daesp), publicou nesta sexta-feira, 9, o edital de chamamento para empresas que possuam aeronaves de pequeno porte e que queiram operar nos seus aeroportos do interior paulista, entre eles está o Leite Lopes, em Ribeirão Preto.


A exigência é que as companhias tenham frotas com capacidade para transportar até 19 passageiros. A iniciativa tem o objetivo de estimular e ampliar o número de voos entre os municípios do interior, criando conexões e facilitando o desenvolvimento regional.


O modelo a ser adotado já é utilizado com sucesso em outros países, como os EUA, e em nada interfere no uso dos aeroportos por aviões maiores, pelo contrário, passa a ser um incentivo a mais.


Desestatização


Além de melhorar a utilização dos seus 21 aeroportos, o Daesp realiza, também, estudos para definir o modelo mais eficiente de gestão e funcionamento – privatização, concessão ou PPP.


A previsão é que os estudos de desestatização sejam finalizados em novembro. Executivos e técnicos da IOS Partners, consultoria internacional contratada para fazer este levantamento, e equipes do DAESP vistoriaram todos os aeroportos nos meses de junho e julho. Todo o processo de desestatização dos aeroportos estaduais será concluído no primeiro trimestre de 2020.



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Vai virar moda, cada estado vai ter o seu VoaXX. Vai chover de companhia aérea com C208, TwinOtter, Bandeco, etc..

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Vai virar moda, cada estado vai ter o seu VoaXX. Vai chover de companhia aérea com C208, TwinOtter, Bandeco, etc..

O que seria perfeito. O mercado precisa é disso.

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Vai virar moda, cada estado vai ter o seu VoaXX. Vai chover de companhia aérea com C208, TwinOtter, Bandeco, etc..

 

Tudo começou com o VOAPIAUI em 2016, com o governo do Piaui pagando 45 horas cheias para Piquiatuba atraves de uma agência de viagens de fachada do mesmo grupo economico que administra aeroportos, logo depois veio o voeminasgerais que completava o pagamento dos assentos vazios com a TWO (acabou esse ano com a troca de governo estadual).

 

Um dos pontos primordiais era devolver o C208 para 12 paxs...

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O do Pará veio antes do Piauí não foi? Na época a Two e a Piquiatuba faziam os voos. Não durou 1 ano

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Eu acho interessante, mas não na modelagem atual, em que só sai $$ do Estado, o setor tem que se regulamentar sozinho.

 

R$ 1 a mais na taxa de embarque nos aeroportos paulistas teríamos R$ 70 milhões/ano, no mínimo. E antes que alguém fale que é onerar a empresa ou consumidor, R$ 1 não é nada, nem 0,3% da tarifa média.

 

E as empresas nem podem reclamar, pois um passageiro de voo com subsídio cruzado pode acessar o mercado da mainline.

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