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Cassio.Fernandes

Tarifas altas da Azul afastam passageiros de Viracopos

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A mídia da RMC resolveu cair matando em cima da Azul devido aos altos preços e isso é bom.


Tarifas altas espantam passageiros


Preço caro cobrado pela Azul, no Aeroporto de Viracopos, faz compensar ida até São Paulo para viajar por outra companhia


Os altos valores praticados pela Azul Linhas Aéreas na comercialização de bilhetes no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, se comparados aos das companhias que operam em Congonhas e Cumbica, são motivo de indignação de passageiros da Região Metropolitana de Campinas (RMC) há mais de um ano. O vice-presidente do Conselho de Desenvolvimento da RMC e prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis (MDB), reforça o coro dos descontentes com a diferença de preços.


Reis revela que em 2018, os chefes do Executivo da região cobraram explicações de um superintendente da Aeroportos Brasil Viracopos, concessionária que administra o terminal. "Na oportunidade, nos foi esclarecido que Viracopos não tem interferência nisso. O problema é o monopólio da Azul", comentou. "Posteriormente, buscamos por meio da Agência Metropolitana de Campinas (Agemcamp) agendar uma reunião com o José Mario Caprioli, presidente executivo da Azul. Até hoje, não se concretizou", completou.


A intenção do encontro era sensibilizar a companhia aérea de que um custo final menor seria mais acessível e, consequentemente, poderia gerar aumento na demanda de passageiros. No caso, ampliando o faturamento. Como o cenário permanece o mesmo do ano passado, nas palavras de Reis, a população da RMC segue sendo "penalizada" há muito tempo. O assunto será retomado no próximo encontro do colegiado, que acontece nesta terça, em Campinas.


De acordo com o vice-presidente do Conselho da RMC, Viracopos dispõe de estrutura fantástica, que propicia conforto aos seus passageiros. Contudo, a diferença de valores, que em diversos casos é considerável — ainda mais no momento de crise que o País atravessa —, obriga muitas pessoas a realizar o deslocamento para embarcar por Congonhas ou Cumbica — e ainda assim ecomizar na viagem aérea.


No último dia 31, durante o Fórum RAC 2019, evento idealizado e organizado pelo Grupo RAC, que debateu os desafios e oportunidades para os setores de transporte e logística no Estado de São Paulo, Reis questionou o diretor de operações da Aeroportos Brasil Viracopos, Marcelo Oliveira Mota, sobre o assunto. O executivo revelou que a concessionária já trabalha para quebrar o controle da Azul, trazendo novas companhias. "Estamos até oferecendo incentivos: abrindo mão de receitas", destacou, na ocasião, sobre as negociações já abertas com outras empresas do setor.

A Azul Linhas Aéreas informou, em nota, que "os preços praticados na comercialização de seus bilhetes variam de acordo com alguns fatores importantes, como trecho, sazonalidade, compra antecipada, disponibilidade de assentos, entre outros. Além disso, a companhia ressalta que as altas do dólar e do combustível também são elementos que influenciam nos valores das passagens". A Azul não informou por que não se reuniu com o Conselho de Desenvolvimento da RMC.


Mais caro


Na tarde da última sexta-feira, a Azul Linhas Áreas registrava, segundo seu próprio site, bilhetes cerca de 17% mais caros no voo da companhia com partida de Viracopos, se comparado ao do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, com destino ao Aeroporto Internacional de Salvador, na capital baiana. Essa diferença foi constatada numa simulação de compra de uma passagem só de ida para a próxima sexta-feira, ou seja, uma semana depois.


Para quem adquiriu o bilhete e vai partir de Guarulhos, houve uma economia de R$ 136,32. No caso, o passageiro pagou R$ 707,86. Quem optou por sair de Campinas desembolsou R$ 844,18. Ambas as operações dão direito ao viajante levar uma bagagem de até 23 kg. Outra opção com partida de Guarulhos, o voo da companhia Latam para a mesma data e destino custava R$ 591,96, também com a taxa de embarque. Nesta comparação, o voo com saída de Viracopos ficou R$ 252,22 mais caro.

A diferença é mais gritante nos voos internacionais. Uma viagem pela Azul com uma escala saindo de Campinas para Fort Lauderdale, na Flórida, nos Estados Unidos, custava R$ 3.486,97. Já pela Avianca, também com uma escala, partindo de Guarulhos, R$ 2.394,46, ou seja, quase 68% (R$ 1.092,51) a menos.


Companhias é que definem as tarifas


Consultada sobre a situação, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) frisou, em nota, que a Azul Linhas Aéreas não é membro da entidade criada em 2012, com a missão de estimular o hábito de voar no Brasil. Sobre a composição do preço dos bilhetes, esclareceu que não há nada fixo. "Os valores das passagens são definidos por cada companhia aérea utilizando sistemas dinâmicos de precificação, ferramentas captam as muitas possíveis variáveis do mercado”, detalha o texto.

Na prática, de acordo com a Abear, as tarifas oscilam também devido a relação entre os níveis de oferta e demanda. A instituição recomenda que os consumidores que buscam viajar de avião pelos preços mais econômicos possíveis, planejem suas viagens, comprando os bilhetes com antecedência e aproveitem promoções, entre outros. Procurada, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não retornou o contato até o fechamento da edição.


Novas aéreas ajudariam o mercado


Para o presidente da Associação das Agências de Viagens do Interior do Estado de São Paulo (Aviesp), Marcos Antônio Carvalho Lucas, seria saudável para todo o mercado que novas companhias aéreas passem a operar em Viracopos. “Quanto maior a concorrência, a tendência é termos preços menores e serviços melhores”, pondera. Marcos Lucas cita Congonhas como exemplo. “Havia uma grande discussão lá por conta da alta nos preços da ponte aérea após a saída da Avianca Brasil. Em abril, as tarifas chegaram a ter uma alta de 69%, segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp)”, recorda.


“Apenas um dia após a Azul anunciar a sua entrada na rota, os preços caíram 42%”, relembra. O presidente da Aviesp assegura que quando não há concorrência, todo mundo perde. Marcos Lucas garante que a Aviesp não tem como interferir junto a Azul, mas que batalha para melhorar as condições do mercado em todas as suas vertentes. “A Aviesp também acompanha a atuação do órgão regulador (Anac), que em diversos momentos se mostra lenta nas intervenções para fazer valer os direitos do consumidor, especialmente quando da inexecução de serviços concedidos”, encerra.


Ônibus é uma das opções de deslocamento


Muitos moradores da RMC que fogem das altas tarifas aéreas praticadas pela Azul em Viracopos preferem não dirigir até a Capital ou Guarulhos. Por essa razão, tanto quanto para evitar possíveis gastos com estacionamento, acabam optando por viajar com a viação LiraBus, que faz o serviço de transporte para os aeroportos dessas cidades durante a madrugada, manhã, tarde e noite.


A empresa, segundo dados do seu site oficial, realiza 20 viagens diárias, nos dias úteis, de Campinas para o Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos. Desse total, duas são diretas, com partida da rodoviária, e outras 18 fazem parada no ponto da empresa na Avenida Francisco Glicério, nº 431, próximo ao Largo do Pará, no Centro.

A demanda é alta também aos sábados, domingos e feriados, quando o número de viagens cai para 16. Já para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a viação oferta nove viagens diárias, nos dias úteis, todas com parada no Largo do Pará. Aos sábados, domingos e feriados, são oito viagens. Para ambos os destinos, a LiraBus estima duas horas como tempo de viagem e cobra passagens em torno de R$ 40.


Na manhã da última sexta-feira, duas amigas que aguardavam um dos ônibus da empresa para ir até Congonhas, de onde embarcariam para o Rio de Janeiro, reforçaram que viajar por Viracopos é “muito” mais caro. Ambas foram para a capital carioca para passar o final de semana, onde iriam curtir a despedida de solteira de uma colega em comum. Vivian Queiroz, engenheira civil de 28 anos, que mora na Vila Brandina, comentou que após pesquisa em sites de viagem, constatou que optando pelo aeroporto paulistano conseguiria economizar até R$ 300.


Julia Zink, educadora física de 29 anos, moradora do Guanabara, pontuou que outros convidados que também são de Campinas fizeram a mesma opção. “Vamos nos encontrar todos em Congonhas. Aqui o bilhete aéreo é sempre mais caro. Viracopos tem ótima estrutura, mas o valor das passagens da Azul não compensa”, afirmou.

As jovens revelaram que os bilhetes aéreos foram adquiridos com, no mínimo, dois meses de antecedência da data da viagem. A assessoria de imprensa da LiraBus informou, em nota, que nos primeiros sete meses de 2019, registrou média diária de mais de mil passageiros transportados de Campinas para o Aeroporto de Cumbica. Para Congonhas, a quantidade foi sempre superior à 250 passageiros.




Postado na pagina do facebook do jornal Correio Popular


Editorial


Viracopos e o preço salgado das passagens


Quando o empresário David Neelemann, de perfil arrojado e instinto empreendedor, escolheu Viracopos para a base das operações da recém-criada Azul Linhas Aéreas, muita gente torceu o nariz. Era plenamente conhecido o potencial do aeroporto campineiro, estrategicamente localizado, com navegabilidade aérea de excelênçia e infraestrutura competitiva, incluindo as pistas para pousos e decolagens. Mas havia, de parte de investidores públicos e privados e lideranças políticas, uma certa desconfiança com um terminal no Interior e não na Capital.

A Azul acaba de completar dez anos de operações e Viracopos tem ostentado, semestre a semestre, conquistas nacionais e internacionais de satisfação, em rankings que exaltam uma série de indicadores na prestação de serviços. O aeroporto passou a ser referência, ampliou o seu leque de destinos e abriu-se, definitivamente, ao mercado estrangeiro.

Dentro daquele contexto, os principais beneficiários foram justamente o campineiro e os usuários da região metropolitana (não se pode esquecer também daqueles que vêm do Interior paulista), que podiam, finalmente, evitar os desgastantes deslocamentos até São Paulo. Esse público passou a ser atendido por um terminal estratégico, permitindo voos regionais para várias partes do País e conexões importantes com capitais brasileiras.

Mas um dado passou a manchar esta história de sucesso. E ela está sendo contada em reportagem do Correio na edição de hoje. Valores abusivos de tarifas, cobrados pela Azul, passaram a intimidar os passageiros, mesmo com os seguidos recordes de movimentação. Com preço salgado, os usuários locais notaram que embarcar em São Paulo (Guarulhos ou Congonhas) é opção rentável, mesmo com o deslocamento à Capital. O Correio mapeou o preço das passagens e constatou diferenças para a mesma data de embarque, horário e destino, em situação contraditória com o esforço da sociedade civil regional que não só abraçou a Azul como pressionou as autoridades do setor a dar condições plenas de operação à companhia, incluindo este jornal no papel de curador das informações de caráter comunitário.

As tarifas abusivas têm, ainda, mobilizado lideranças políticas, como os prefeitos da RMC. Em várias oportunidades o tema foi objeto de preocupação no colegiado e voltará à agenda em reunião na próxima terça-feira. O debate extrapola os interesses comerciais da empresa. É assunto de utilidade pública. Cabe à Azul olhar com lupa a questão, em nome do prestígio e do sucesso que alcançou com o apoio de milhões de fiéis usuários.


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O título deveria ser: Tarifas altas da Azul afastam passageiros de Viracopos.

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Eu sou um que deixarei de voar para VCP.
Antes PFB era atendida apenas pela AD, agora em agosto a G3 passou a ofertar voos diretos para GRU.
E já vi os preços da AD mudarem com a chegada de sua concorrente. :)

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É simplesmente um exemplo de uma balança "oferta X demanda" desequilibrada para o lado da demanda.

 

Quando o passageiro de Campinas vai comprar um voo, bem mais da metade desse voo já vai estar vendido com clientes que fazem apenas conexão em VCP. E se o voo já começa cheio pro público O&D, a tarifa vai ser maior porque a cia vai tender a elevar os preços para extrair um lucro maior da rota.

 

Enquanto não surgir alguma cia para bater de frente é isso que acontece.

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Esse assunto é velho, não? Infelizmente o mercado no mundo todo funciona assim, o O&D paga mais caro pra subsidiar as conexões.

 

Dados operacionais da Triunfo, empresa líder do Consórcio ABV.

https://apicatalog.mziq.com/filemanager/d/c544de26-0715-4600-99da-fca65b96d961/582d6169-cf38-cef4-b254-70315093dfdf?origin=2

 

Jul19 VCP Doméstico 891.980 7M19 5.605.398 +778.162pax 7M18 4.827.236

Local 438.056 49,1% 2.525.759 45,1% 2.361.964 +6,9%

CNX 453.924 50,9% 3.079.639 54,9% 2.465.272 +24,9%

 

Até que em julho, por ser férias, o O&D da RMC foi acima da média.

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Na postagem sobre essa matéria no facebook tem muita gente falando que opta por pegar um ônibus da LiraBus de Campinas ate GRU.

E realmente hoje essa é a melhor opção, sair via VCP com a Azul fica impossível, ate a Gol e Tam fazem um preço melhor saindo daqui.

https://www.facebook.com/CPopular/posts/2437178483015021?comment_id=2437194106346792&notif_id=1566146932643000&notif_t=feedback_reaction_generic

Edited by Cassio.Fernandes

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O passageiro de VCP tem um custo mínimo de R$ 200,00 para embarcar tanto em GRU ou CGH, então pelo tempo e distância por essa diferença é melhor embarcar em VCP.

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VCP-BSB é a rota com maior concorrência.

 

Só ida https://www.google.com/flights?lite=0#flt=VCP.BSB.2019-08-19;c:BRL;e:1;sd:1;t:f;tt:o

Pra amanhã (19/08) G3 R$733, AD R$867 a 1.092 e JJ R$1392

26/08 540 570 734 540 e 733

02/09 366 504 734 272 e 349

09/09 733 355 526 349

 

Varia cada dia, mas no fim a preferência dos pax:

 

6M19 VCP-BSB AD 81.727 pagos LF 81,1% média 96 pax/voo (195) volta 82.392 LF 82,3%

G3 57.135 77,3% 135 (738/7) 60.302 81,1%

JJ 48.453 75,2% 160 (321/0) 50.801 78,4%

Edited by TheJoker

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O passageiro de VCP tem um custo mínimo de R$ 200,00 para embarcar tanto em GRU ou CGH, então pelo tempo e distância por essa diferença é melhor embarcar em VCP.

Negativo.

 

A passagem com a Lirabus entre Campinas e Guarulhos sai por míseros R$ 40,00, sendo R$ 80,00 ida e volta.

 

A Lira tem 20 horários indo e 20 voltando todo dia entre o centro/rodoviária de Campinas e o aeroporto de Guarulhos

 

Com o carro gasta em media R$ 120,00 isso sem estacionamento.

 

Em todos os cenários, inclusive com taxas sai mais em conta embarcar via São Paulo do que VCP e falo isso porque sou aqui de Campinas e já fiz isso.

 

 

Edited by Cassio.Fernandes
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Lógica simples: como a empresa dominante no aeroporto, Azul pinta e borda o que ela quer, com força até para negocias taxas aeroportuárias com ABV, mesmo esta com problemas financeiros.

 

Sendo monopolista ela cobra o que quer pela comodidade do campineiros e moradores da região em usar o aeroporto e a robusta malha da empresa. Não quer usar? Encara a LATAM e Gol com voos espaçados ou então vai para GRU ou CGH. Lógica simples do capitalismo.

 

Isto só quebra com uma empresa disposta a enfrentar a Azul, o que vai ser difícil no médio prazo.

 

O título deveria ser: Tarifas altas da Azul afastam passageiros de Viracopos.

Sugestão acatada. :thumbsup:

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....Sendo monopolista ela cobra o que quer....

Na verdade não caracteriza um monopólio, até porque quem quiser voar lá não vai haver empecilho burocrático; eu diria que ela só está como única opção.

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Negativo.

 

A passagem com a Lirabus entre Campinas e Guarulhos sai por míseros R$ 40,00, sendo R$ 80,00 ida e volta.

 

A Lira tem 20 horários indo e 20 voltando todo dia entre o centro/rodoviária de Campinas e o aeroporto de Guarulhos

 

Com o carro gasta em media R$ 120,00 isso sem estacionamento.

 

Em todos os cenários, inclusive com taxas sai mais em conta embarcar via São Paulo do que VCP e falo isso porque sou aqui de Campinas e já fiz isso.

 

 

 

20 x 40 pax x 2 (ida+volta) = 1.600 pax/dia x 365 = 584 mil pax/ano, 5% do mov. anual de VCP, se for isso tudo...

Edited by TheJoker
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20 x 40 pax x 2 (ida+volta) = 1.600 pax/dia x 365 = 584 mil pax/ano, 5% do mov. anual de VCP, se for isso tudo...

Isso tudo só em GRU, em CGH eles tem mais 18 operações ida e volta por dia.

 

Fora o pessoal que esta optando pelo ônibus como foi citado na matéria.

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Na verdade não caracteriza um monopólio, até porque quem quiser voar lá não vai haver empecilho burocrático; eu diria que ela só está como única opção.

Se 90% dos voos estão concentrados numa só empresa é monopólio sim, se as outras escolheram não concorrer porque já tinham um Hub ( ou dois no caso de Cgh) logo ali e concorrendo com seus próprios Hubs,não significa que o monopólio não exista em Vcp

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Muito simples: qual o load factor da Azul e apresenta lucro ou prejuízo? Sem mais...

Edited by PR-VAO

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Se 90% dos voos estão concentrados numa só empresa é monopólio sim, se as outras escolheram não concorrer porque já tinham um Hub ( ou dois no caso de Cgh) logo ali e concorrendo com seus próprios Hubs,não significa que o monopólio não exista em Vcp

Bem amigos da Rede Globo voltamos em definitivo hahahahaha

Edited by Cmte. Erick
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Muito simples: qual o load factor da Azul e apresenta lucro ou prejuízo? Sem mais...

Apesar da tarifa média mais alta do país, ela tem ocupação alta e lucros milionários, fruto de uma gestão voltada a qualidade do produto oferecido, acima de tudo, o que faz seus clientes pagarem mais caro para voar de Azul

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VCP teve recorde de passageiros.

 

Reportagem mentirosa, o resto é papo furado.

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Apesar da tarifa média mais alta do país, ela tem ocupação alta e lucros milionários, fruto de uma gestão voltada a qualidade do produto oferecido, acima de tudo, o que faz seus clientes pagarem mais caro para voar de Azul

 

E salários abaixo do mercado.

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A passagem pode até ser mais cara, como diz a reportagem. Mas olhando a diferença de valores, penso ser mais interessante voar via VCP, aos que moram próximo de lá. Os custos com pedágio, combustível e os caríssimos estacionamentos de GRU e CGH vão consumir a economia. Sem falar a dor de cabeça de se deslocar até os terminais paulistas.

 

Abrs!

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A passagem pode até ser mais cara, como diz a reportagem. Mas olhando a diferença de valores, penso ser mais interessante voar via VCP, aos que moram próximo de lá. Os custos com pedágio, combustível e os caríssimos estacionamentos de GRU e CGH vão consumir a economia. Sem falar a dor de cabeça de se deslocar até os terminais paulistas.

 

Abrs!

Depende, já usei esse ônibus que o Cássio mencionou, barato, confortável e prático para chegar em GRU ou CGH. O custo de ir de carro sempre vai ser alto para quem vai a um aeroporto, utilizando tudo o que você descreveu, para esse passageiro, realmente ir por VCP não faz a menor diferença. Já quem quer economizar de verdade, o ônibus até São Paulo compensa a diferença da tarifa.

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Se 90% dos voos estão concentrados numa só empresa é monopólio sim, se as outras escolheram não concorrer porque já tinham um Hub ( ou dois no caso de Cgh) logo ali e concorrendo com seus próprios Hubs,não significa que o monopólio não exista em Vcp

Monopólio é a exploração sem concorrente de um negócio ou indústria, em virtude de um privilégio. É a posse ou o direito em caráter exclusivo.

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Eu sou um que deixarei de voar para VCP.

Antes PFB era atendida apenas pela AD, agora em agosto a G3 passou a ofertar voos diretos para GRU.

E já vi os preços da AD mudarem com a chegada de sua concorrente. :)

 

 

 

Ainda bem que tem concorrência. NAT-REC-NAT direto só Azul, imagina... Adoro viajar de carro... :angry:

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E salários abaixo do mercado.

 

Verdade, mas a tam, na área da manutenção, tá ganhando da Azul. Tá contratando por R$ 2.000,00 aproveitando que os mecânicos da Avianca estão na "pista".

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