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VictorHugoBrando

Governo do Rio reduz ICMS do querosene de aviação para atrair turistas

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Decreto assinado ontem:

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, assinou hoje (12) um decreto que reduz as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o querosene de aviação (QAV). A medida entra em vigor a partir de dezembro e busca atrair novas empresas aéreas para o estado, além de beneficiar também as companhias que já operam no Rio, desde que se comprometam a aumentar o número de assentos oferecidos por semana.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), o combustível chega a representar 32% dos custos das empresas aéreas. Sobre o QAV incide hoje um ICMS de 12%, com o qual o governo arrecada cerca de R$ 160 milhões por ano.

O secretário de Fazenda do estado do Rio de Janeiro, Luiz Claudio Rodrigues Carvalho, acredita que a medida não produzirá perda de arrecadação, já que será exigido um incremento na oferta de voos que, por consequência, vai aumentar também o consumo de QAV e o total pago em imposto sobre esse consumo.

“Há também todo um ganho de arrecadação indireta, que é difícil de ser mensurado, com o aumento na movimentação dos aeroportos, no consumo dos bares e restaurantes na cidade e mesmo dos próprios aeroportos. Portanto, há um aumento da atividade econômica”, acrescenta o secretário. “A ideia é que a gente perceba isso em um ano”.

O secretário de estado de turismo, Otavio Leite, estima que a redução de imposto pode elevar o número de turistas na cidade em até 20% no próximo ano, incluindo visitantes internacionais e brasileiros.

“O Rio de Janeiro recebe 2,2 milhões de turistas internacionais (por ano), o que é um número muito pequeno para o potencial que possuímos, seja na capital, seja no interior. Essas medidas vão proporcionar um fluxo maior aéreo, o que nos permite ter muitas esperanças de crescer a taxa de ocupação dos hotéis, o movimento dos restaurantes, os pontos turísticos serem mais visitados. Enfim, é um passo muito importante”. 

Alíquotas

O decreto prevê a redução das alíquotas de ICMS de forma escalonada para as empresas aéreas que operam ou vão começar a operar no Aeroporto Internacional Tom Jobim, também conhecido como Galeão.

Pagará 10% de imposto a empresa que oferecer de 12 mil a 40 mil assentos por semana no aeroporto. Entre 40 mil e 60 mil, a taxação cai para 9%, e de 60 mil a 90 mil, para 8%. A menor faixa de ICMS será 7%, para as companhias que operarem com mais de 90 mil assentos por semana.

As companhias que já voam no Galeão precisarão aumentar a oferta de assentos em 15% para ter acesso a essa redução. O cálculo terá como base os números oferecidos nos meses de junho e julho deste ano. A Fundação Getúlio Vargas foi contratada pelo governo do estado para conferir os aumentos de assentos e as alíquotas que deverão ser aplicados em cada caso.

As novas companhias aéreas estrangeiras que venham para o Galeão serão beneficiadas com a possibilidade de pagar diretamente a alíquota de 7%, desde que tenham uma sede no Rio de Janeiro e incluam a cidade em pelo menos 30% dos seus voos no Brasil. Essa alíquota será válida por cinco anos e, depois disso, a companhia será enquadrada nas mesmas alíquotas que as demais, segundo o número de assentos.

No caso dos aeroportos no interior do estado e no Aeroporto de Jacarepaguá, o imposto será de 7% para todas as empresas aéreas, mesmo percentual que será pago por aviões cargueiros e por aviões com até 12 passageiros. O secretário de Fazenda adianta que já há negociações entre companhias aéreas de cargas e empresas grandes do estado para que novas rotas possam ser anunciadas nos próximos dias.

Já para o Aeroporto Santos Dumont, não haverá redução de alíquotas. O secretário de Fazenda justifica que o aeroporto, localizado no centro do Rio, já possui grande demanda das companhias aéreas por vagas para ofertar voos e não precisa de incentivo.

A Gol, companhia brasileira que mais oferta assentos no Galeão, deve aumentar esse número em 17% no ano de 2020, atingindo assim a faixa de 7% de alíquota de ICMS. O presidente da companhia aérea, Paulo Kakinoff, contou a jornalistas que o incremento será em 17 destinos já operados pela Gol.

“Trabalhamos primeiramente para estabelecer qual seria o nosso aumento de oferta no mercado doméstico sobre as rotas que já operamos. Agora, entramos em um ciclo de identificar as possibilidades de aumento de oferta internacional, tanto sobre as rotas já operadas quanto para novos destinos, e a mesma coisa para os regionais através dos nossos parceiros”, disse o executivo.

https://istoe.com.br/governo-do-rio-reduz-icms-do-querosene-de-aviacao-para-atrair-turistas/

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1 minute ago, TheJoker said:

Gol vai aumentar em 17% a oferta de assentos no Rio de Janeiro após redução do ICMS da aviação

https://www.tudodeviagem.com/2019/11/gol-vai-aumentar-em-17-a-oferta-de-assentos-no-rio-de-janeiro-apos-reducao-do-icms-da-aviacao/

A Gol pelo visto só vai expandir rotas domésticas já existentes, como dito na reportagem acima, e avaliar novas rotas internacionais, pois, pelo decreto publicado no DO, 1 voo internacional diário para a Am. Sul vale 2000 assentos, praticamente 2 voos domésticos diários.  

A Azul vai ter que dar um jeito de expandir pro interior a partir do GIG, e já disse que vai chegar aos 20% de aumento.  

Será que veremos algumas rotas da AD indo do SDU pro GIG?

Agora a Latam tá cuspindo fogo com o decreto... 

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RIO - O Estado do Rio entra nesta terça-feira com força na disputa tributária para atrair novas companhias aéreas e mais voos para o estado. O governador Wilson Witzel lança um pacote de medidas ancorado em decreto reduzindo a alíquota do ICMS que incide sobre o querosene de aviação (QAV) de 12% para até 7%.

Novas empresas que se estabelecerem no Rio, as de transporte aéreo de carga e os aeroportos do interior terão o percentual de 7%. Para as demais, haverá quatro faixas de tributação concedidas de acordo com a expansão na oferta semanal de assentos acordada com a empresa.

Para aderir ao regime, essas voadoras terão de ampliar em ao menos 15% a oferta de assentos no Rio na comparação com o que mantinham em junho e julho últimos, implementando ainda o stopover , parada gratuita para passageiros em conexão na cidade.

Diferentemente do formato adotado pelo Estado de São Paulo — que anunciou redução da alíquota de ICMS sobre o QAV de 25% para 12% em fevereiro, com a meta de atrair 74 novas rotas e 490 frequências — o Rio aposta em dar “passos do tamanho das pernas”, com o cálculo baseado em assentos, ao invés de voos.

— Nosso objetivo principal é aumentar a atividade econômica do estado. Então o foco é alíquota de 7% para novas companhias que se instalem no Rio, definindo a cidade como hub (centro de conexão), nos aeroportos do interior e para as empesas aéreas de transporte de carga — explica Luiz Cláudio de Carvalho, secretário estadual de Fazenda. — Para as demais aéreas de passageiros, principalmente as que já operam no Rio, criamos faixas de desconto para facilitar a adesão e fazer com elas busquem ter mais assentos para obter alíquota ainda menor.

A arrecadação fluminense com o ICMS que incide sobre o QAV é de cerca de R$ 160 milhões por ano. A estimativa é ter uma perda de R$ 23 milhões nessa quantia nos primeiros 12 meses do programa, diz o secretário de Turismo do Estado, Otávio Leite, complementando que esse valor será compensado pelas contrapartidas acordadas com as empresas aéreas que aderirem ao plano. A aposta do governo fluminense, contudo, é de que os ganhos indiretos ampliem as receitas tributárias do estado.

— O Rio entra com força na disputa por empresas e voos, oferecendo condições de forma objetiva a investidores estrangeiros decididos a criar empresas aéreas operando no Brasil. Já nos reunimos com a Globalia, por exemplo, estavamos falando com outras estrangeiras. O foco está em fortalecer o hub internacional, a partir do Galeão, e ampliar as conectividades domésticas para alimentar essas ligações — conta Leite, que espera que a retomada no setor de óleo e gás puxe também a demanda por aeroportos como Campos, Macaé e Cabo Frio.

A espanhola Globalia, dona da Air Europa, recebeu permissão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para montar a primeira subsidiária para atuar no mercado doméstico após a aprovação da abertura do capital das aéreas brasileiras ao capital internacional. Na última semana, porém, a Air Europa foi comprada pela gigante IAG, dona de Iberia e British Airways, por € 1 bilhão.

A transação, que depende da aprovação das autoridades reguladoras da concorrência, deve ser concluída no segundo semestre de 2020. Até lá, a Globalia informou apenas que seguirá trabalhando normalmente. Procurada, a IAG não comentou.

Para Alessandro Oliveira, especialista do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), o Rio conseguiu costurar um plano bem arquitetado para estimular a demanda e atair mais oferta:

— Criar condições diferenciadas para novas empresas e as já estabelecidas é estratégia inteligente e arrojada para atrair voos na aviação regular. A alíquota de 7% traz grande vantagem comparativamente com São Paulo. Há as novas low-costs estrangeiras na pauta nacional. Pode ampliar a competitividade, reduzir preços e ampliar a demanda.

Os secretários afirmam que houve diversos encontros com representantes de empresas aéreas nacionais e estrangeiras para discutir a facilitação.

A Azul confirmou que vai participar da cerimônia de assinatura do decreto hoje no Rio. E disse que “tão logo tenha acesso aos detalhes oficiais poderá traçar possíveis planos para sua malha no estado fluminense”. Em São Paulo, a companhia adicionou 442 decolagens por semana desde a implementação do incentivo.

Força: Estado do Rio sobe ao segundo lugar no ranking de maiores exportadores do Brasil

A Latam abriu 78 novas frequências semanais em São Paulo, siando de Guarulhos. E afirmou que fecha 2019 com expansão de 30% na oferta de voos no Rio.

Em comunicado, a Gol disse considerar a medida positiva por possibillitar a criação de novos voos e fomentar o turismo.

Ana Helena Mandelli, diretora de Aviação da Plural, que reúne as grandes distribuidoras de combustível do país, avalia que a redução do ICMS é um caminho acertado a ser seguido pelo Rio:

— É uma isca eficiente para atrair empresas aéreas brasileiras, porque as estrangeiras só virão se houver conectividade para seus voos. A redução da alíquota do ICMS sobre o QAV ajuda a estimular voos regulares e também os regionais. Com mais passageiros, amplia a receita gerada.

O combustível representa perto de 33% dos custos de operação das companhias aéreas. O ICMS pode abocanhar até 25% do preço do QAV no país, dependendo da alíquota praticada em cada estado. Além de São Paulo, estados do Nordeste como o Ceará ampliaram oferta com políticas fiscais, lembra Ana Helena.

O Rio conseguiu autorização do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para reduzir o ICMS sobre o QAV em julho, após quatro tentativas feitas desde o fim de 2018. É estratégia para ajudar o Estado a se recuperar do tombo dos últimos anos na aviação civil.

Retração em decolagens e passageiros
De janeiro a agosto deste ano, o número de decolagens no Rio encolheu em 12,9% frente a igual período do ano passado. Na comparação com esses mesmos meses de 2014, o tombo chega a 26,4%, mostram dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em passageiros, o recuo é menor, de 8,65% e de 15,5%, respectivamente, pelo uso de aviões maiores e com altas taxas de ocupação pelas companhias aéreas.

É desempenho muito abaixo da média do país, que teve retração de 3,17% em decolagens este ano sobre 2018 e de 13,7% ante janeiro a agosto de 2014. Em passageiros, o país já apresenta avanço de 0,86% este ano sobre igual período do ano passado e de 1% em relação a cinco anos atrás. É importante considerar que este cálculo inclui o fim da Avianca Brasil, que deixou uma perda de 37.783 decolagens e 4,82 mihões de passgaeiros de janeiro a agosto deste ano no país, contra igual período de 2018.

Para aderir ao pacote — que entra em vigor em dezembro e vale até o fim de 2025 —, as empresas que fazem transporte aéreo de passageiros deverão se comprometer em aumentar a oferta de assentos em ao menos 15% sobre a média oferecida por cada uma nos meses de junho e julho deste ano ao longo dos 12 meses seguintes à assinatura do acordo. Será obrigatório ainda oferecer o chamado stopover , que é permitir uma parada gratuita de ao menos dois dias no Rio para passageiros em voos com conexão na cidade.

Há quatro faixas de alíquotas. A de 10%, vale para empresas que disponibilizarem de 12.001 a 40 mil novos assentos por semana; a de 9% vale para a banda de 40.001 a 60 mil assentos semanais; a de 8%, para 60.001 a 90 mil e, por fim, a de 7% para a partir de 90 mil. A expansão em voos inernacionais também valerá para garantir descontos no ICMS para as operações domésticas. As linhas para o exterior — operadas tando por estrangeiras quanto por brasileiras — não recolhem o tributo sobre o QAV graças a acordos bilaterais.

Em São Paulo, a meta de 490 novas partidas semanais foi batida em agosto, segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), com o anúncio de mais de 500, sendo quase 480 já em operação. Tanto Azul quanto Gol já iniciaram stopover nos aeroportos de São Paulo.

 

https://oglobo.globo.com/economia/rio-reduz-icms-sobre-querosene-de-aviacao-ate-7-para-atrair-novas-companhias-mais-voos-1-24075493

 

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Gol e Azul vão ampliar voos no Rio para aderir ao regime que reduz o ICMS do querosene de aviação

 

RIO - Gol e Azul , duas dentre as três maiores companhias aéreas do Brasil, vão aderir ao novo regime tributário fluminense, que prevê a redução da alíquota do ICMS que incide sobre o querosene de aviação (QAV) de 12% para até 7% mediante maior oferta de voos. Já a Latam apresentou uma contraproposta ao governo do Rio e ainda não tomou sua decisão. O governador Wilson Witzel assinou nesta terça-feira o decreto que institui a nova regra de tributação, que entra em vigor em dezembro. Ele anunciou que vai dobrar para R$ 40 milhões a verba destinada à promoção turística do estado no Brasil e no exterior em 2020.

— Nós vamos aderir. Até meados do ano que vem, teremos um incremento na oferta de assentos que oferecemos no Rio, quando alcançaremos o patamar de 90 mil assentos semanais, como pede o programa. Temos o objetivo de entrar na faixa de 7% de alíquota de ICMS sobre o QAV. Isso permite expandir a oferta doméstica e, mais adiante, avaliar também como avançar no internacional — destacou o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.

O programa fluminense tem por objetivo puxar o desenvolvimento econômico do estado atraindo novas companhias e voos. Com isso, estabelece 7% de alíquota de ICMS sobre o QAV a novas companhias aéreas que se estabelecerem no Rio, tendo a cidade como centro de distribuição (hub) da empresa onde devem estar concentrados mais de 30% do total de voos. Terão direito ainda aos 7% as empresas aéreas de transporte de carga e os aeroportos do interior do estado, incluindo o de Jacarepaguá, na capital.

As demais empresas de transporte de passageiros poderão ingressar no regime por meio de quatro faixas de alíquotas, de 10% a 7%, estabelecidas conforme o aumento da oferta de assentos semanais feito pela aérea. A contrapartida é que ampliem em 15% a disponibilidade de assentos semanais na comparação com a média que mantinha em junho e julho deste ano, além de implementar o stopover, a parada gratuita para passageiros em conexão no Rio.

A decisão de criar faixas de adesão agradou à Azul.

— Queremos aderir já a partir de janeiro, com alíquota de 10%. Iniciamos novas frequências no Santos Dumont, no Galeão e anunciamos Macaé para para dezembro. Vamos bater 20% de expansão de assentos sobre junho e julho — disse Marcelo Bento, diretor de relações institucionais e alianças da Azul.

A meta, continua Bento, é avançar para faixas de maior desconto progressivamente.

— Combustível é nosso maior custo, então ICMS menor sobre o QAV é um grande incentivo. O regime do Rio vai ajudar a ampliar a conectividade do Galeão, que tem muitos voos internacionais e pouca demanda doméstica. Para Azul, que tem a atuação regional, voando para Campos, Cabo Frio e, a partir de dezembro, Macaé, é muito interessante.

A Latam, que vai encerrar 2019 com alta de 30% na oferta de voos no Rio, ainda não bateu o martelo.

— Nós apresentamos uma contraproposta ao governo do Rio utilizando os parâmetros do programa, mas usando outros marcos. Estamos esperando um posicionamento para decidirmos o que vamos fazer — explicou Tatiane Viana, gerente de regulatório da Latam.

A expansão na oferta de voos internacionais também pode ajudar as companhias a cumprirem as cotas de assentos semanais para obter descontos no ICMS sobre o QAV, embora essas linhas não tenham tributação. O benefício poderá ser computado também em caso de code-share, quando a operação é feita em parceria com outra empresa aérea.

O governador Wilson Witzel pontuou que o pacote vai colaborar para estimular o turismo no estado, estratégia para ampliar geração de emprego e renda.

— Estamos perdendo bilhões de reais em renda para a sociedade sem receber os turistas que deveríamos no Rio. Vamos dobrar a verba de promoção do estado no Brasil e no exterior para R$ 20 milhões em 2020. Vamos abrir quatro escritórios no exterior, em Lisboa, Londres, Orlando e Buenos Aires. E fortalecer o calendário de eventos da cidade — disse ele, que destacou já manter conversas para trazer a Disney Parade ao Rio em outubro, entre outros eventos.

 

https://oglobo.globo.com/economia/gol-azul-vao-ampliar-voos-no-rio-para-aderir-ao-regime-que-reduz-icms-do-querosene-de-aviacao-1-24077393

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Eu nao acredito que a AZUL e a LATAM vá incrementar muitos voos no GIG nao,se  acontecer vai ser um um ou dois voos,a GOL eu ja acredito que vai incrementar consideravelmente sua malha no GIG e confirmar como a maior player do aeroporto.

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41 minutes ago, VictorHugoBrando said:

A Gol pelo visto só vai expandir rotas domésticas já existentes, como dito na reportagem acima, e avaliar novas rotas internacionais, pois, pelo decreto publicado no DO, 1 voo internacional diário para a Am. Sul vale 2000 assentos, praticamente 2 voos domésticos diários.  

A Azul vai ter que dar um jeito de expandir pro interior a partir do GIG, e já disse que vai chegar aos 20% de aumento.  

Será que veremos algumas rotas da AD indo do SDU pro GIG?

Agora a Latam tá cuspindo fogo com o decreto... 

Caro colega, a AD ja transferiu esse més para o GIG tres rotas regionais do SDU (RAO(10 frequencias).SJK (10 frequencias) e

CAW ( 5 frequencias) e MEA ( INICIA EM dezembro19).

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14 minutes ago, Rogger.gig said:

Eu nao acredito que a AZUL e a LATAM vá incrementar muitos voos no GIG nao,se  acontecer vai ser um um ou dois voos,a GOL eu ja acredito que vai incrementar consideravelmente sua malha no GIG e confirmar como a maior player do aeroporto.

Cada companhia tem o direito de querer participar do programa ou não. Se quiser gozar dos benefícios fiscais é preciso cumprir as condições impostas pelo GERJ.

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Just now, VictorHugoBrando said:

Pelos slots RAO, SJK e CAW voltam pro SDU em Março.

  No  site da AD e  no SIROS essas rotas estarão operando no GIG em 2020 o ano todo.

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Parece que os governos finalmente resolveram acordar.

 

O sucesso do programa Programa São Paulo pra Todos que reduziu o ICMS para QAV a 12% em SP fomentou o aumento do numero de voos no estado e que com a possivel retomada da economia so tende a aumentar.

Isso vai compesar a perda momentania de arrecadacao estadual virando a chave para o crescimento, em volume, do imposto arrecadado pelo Estado. Uma politica onde todos ganham com a medida o proprio Estado, Empresas e Clientes.

 

Isso comprova que foi uma medida tomada de forma positiva.

Edited by BLUE - SBKP -

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1 hour ago, Rogger.gig said:

  No  site da AD e  no SIROS essas rotas estarão operando no GIG em 2020 o ano todo.

De qualquer forma esses voos não tornam a Azul elegível pois só conta a partir de dezembro. 

 

53 minutes ago, BLUE - SBKP - said:

Parece que os governos finalmente resolveram acordar.

 

O sucesso do programa Programa São Paulo pra Todos que reduziu o ICMS para QAV a 12% em SP fomentou o aumento do numero de voos no estado e que com a possivel retomada da economia so tende a aumentar.

Isso vai compesar a perda momentania de arrecadacao estadual virando a chave para o crescimento, em volume, do imposto arrecadado pelo Estado. Uma politica onde todos ganham com a medida o proprio Estado, Empresas e Clientes.

 

Isso comprova que foi uma medida tomada de forma positiva.

Acho que foi Pernambuco o primeiro estado a começar com isso, não foi? Tanto que conseguiram atrair a AD pra REC.

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1 hour ago, VictorHugoBrando said:

De qualquer forma esses voos não tornam a Azul elegível pois só conta a partir de dezembro. 

 

Acho que foi Pernambuco o primeiro estado a começar com isso, não foi? Tanto que conseguiram atrair a AD pra REC.

O primeiro foi o Rio. 

Acho super acertado o modelo. Alguma gritaria que o SDU não foi beneficiado mas me parece obvio que o objetivo principal é melhorar a conectividade da cidade e do estado para o turista, e isso só pode ser alcançado no GIG. 

SDU atende ao corporativo, mas é em geral um aeroporto mais com tarifas mais altas. Você não precisa de incentivo no SDU (assim como não deveria existir incentivo para CGH).

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Eu tenho minhas reservas quanto a redução do imposto, pois o que era exceção virou regra, portanto não há muita margem para diferenciação. Isso válido para todos os estados. Mas devo dizer que foi inteligente manter em SDU, é uma forma interessante de gerir a demanda e evitar a bizarrice de um aeroporto central abarrotado enquanto outro está ocioso.

É algo que deveria ser estendido às taxas aeroportuárias: SDU e CGH podem ser maiores, pois o mercado aceita pagar este premium pela comodidade, enquanto aquele tráfego não corporativo pode ir para um que tem ociosidade.

Bem ajustado seria ótimo para o país, mas com uma Infraero ainda mais moribunda e sem um plano de aviação, vamos ter no máximo medidas isoladas como a do RJ.

 

 

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10 hours ago, VictorHugoBrando said:

 

Acho que foi Pernambuco o primeiro estado a começar com isso, não foi? Tanto que conseguiram atrair a AD pra REC.

Na verdade, outros estados já vinham adotando esta medida, mas o mercado aguardava ansiosamente por SP, o maior mercado emissor e receptor e onde estão os 3 mais importantes aeroportos hubs das cias aéreas domésticas. Apesar do estado de SP ter excelentes estradas, a quantidade de voos para o interior era muito pequena e havia poucas ligações (ou nenhuma) com GRU, por exemplo, o que fazia com que muitos do interior vinham dirigindo até a capital para pegar um voo internacional (VCP atende bem a demanda doméstica). Basta ver o resultado com a criação de cerca de 500 voos em poucos meses. 

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Essa "festa" de ICMS já tá no final e o Rio chegou bem tarde.

 

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Creio que a Gol irá incrementar, bem como a Azul. Já Latam...

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56 minutes ago, Delmo said:

Essa "festa" de ICMS já tá no final e o Rio chegou bem tarde.

 

 

Gol e Azul informaram que irão aderir, logo, sua afirmação não faz muito sentido.

 

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3 hours ago, zeh_RJ said:

 

Gol e Azul informaram que irão aderir, logo, sua afirmação não faz muito sentido.

 

E Latam já não tem uma base forte, já abandonou o Gig com quase todas rotas internacionais dadas taxas abusivas do aeroporto e ai ainda se adiciona um mercado com demanda fraca

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13 hours ago, Delmo said:

Essa "festa" de ICMS já tá no final e o Rio chegou bem tarde.

 

O Rio foi o pioneiro, mas fez somente a redução


Depois que começou a festa de fazer redução atrelada a incrementos de oferta. 

O Rio de novo está sendo o primeiro a reduzir, agora para 7% 

 

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9 hours ago, Luckert said:

E Latam já não tem uma base forte, já abandonou o Gig com quase todas rotas internacionais dadas taxas abusivas do aeroporto e ai ainda se adiciona um mercado com demanda fraca

 

Se tudo isso fizesse sentido o lucro da Latam deveria estar explodindo! Cortaram as rotas fracas do GIG com demanda fraca e altas taxas e colocamos em aeroportos "low cost" com alta demanda. 

Sabe qual a diferença das taxas do GIG para o GRU ? 

Decisão da Latam de corte foi para manter a oferta em FOR, REC e SSA com incentivos. Mas para lotar esses voos, vende J por US$ 1500 ida e volta para Miami e Y por ate US$ 500 ida e volta partindo de Miami. 

Minha opinião pessoal ? Movimento errado - mas foi a estratégia que a Latam desenhou de tentar alavancar seu hub. Sinceramente não vi melhora no resultado financeiro com isso mesmo com a queda da Avianca. Demanda fraca se resolve com aeronave menor ou menos frequências. 

Muito dos cortes no Rio vieram com esses pseudo programas empacotados:  te dou 12% de ICMS mas você traz X voos pra cá. O Rio não tinha pacote e a operação podia ser cortada sem grandes efeitos - transferem conexões e ganham descontos. 

Cia Aérea tenta de tudo pra ganhar dinheiro - mas pena que deixam passar dezenas de oportunidades - o que vejo é que tirando Azul, todas tem PL negativo de tanto perder dinheiro. Elas sabem fazer isso ? Eu tenho minhas duvidas. 

 

 

 

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7 hours ago, LipeGIG said:

 

Se tudo isso fizesse sentido o lucro da Latam deveria estar explodindo! Cortaram as rotas fracas do GIG com demanda fraca e altas taxas e colocamos em aeroportos "low cost" com alta demanda. 

Sabe qual a diferença das taxas do GIG para o GRU ? 

Decisão da Latam de corte foi para manter a oferta em FOR, REC e SSA com incentivos. Mas para lotar esses voos, vende J por US$ 1500 ida e volta para Miami e Y por ate US$ 500 ida e volta partindo de Miami. 

Minha opinião pessoal ? Movimento errado - mas foi a estratégia que a Latam desenhou de tentar alavancar seu hub. Sinceramente não vi melhora no resultado financeiro com isso mesmo com a queda da Avianca. Demanda fraca se resolve com aeronave menor ou menos frequências. 

Muito dos cortes no Rio vieram com esses pseudo programas empacotados:  te dou 12% de ICMS mas você traz X voos pra cá. O Rio não tinha pacote e a operação podia ser cortada sem grandes efeitos - transferem conexões e ganham descontos. 

Cia Aérea tenta de tudo pra ganhar dinheiro - mas pena que deixam passar dezenas de oportunidades - o que vejo é que tirando Azul, todas tem PL negativo de tanto perder dinheiro. Elas sabem fazer isso ? Eu tenho minhas duvidas. 

 

 

 

Lipe, voce acredita que esse programa de incentivos de ICMS possa fazer a LATAM  a retomar algumas rotas canceladas no GIG?

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Just now, rafaelestef said:

Aparentemente ela foi a única que não demonstrou interesse, visto que apresentou uma contra proposta ao GERJ.

Parece que vão deixar a laranja reinar soberana até 2025 e fazer a festa sozinha no GIG.

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