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SNA busca viabilizar tripulação brasileira em possível voo da Latam para Doha

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21-Nov-2019 2:50 AM

SNA busca viabilizar tripulação brasileira em possível voo da Latam para Doha

Diante do anuncio da Latam Linhas Aéreas de que tem a intenção de implementar uma rota de São Paulo para Doha (Catar), o SNA já entrou em contato com a companhia para buscar uma forma de viabilizar que o eventual voo seja feito com tripulação brasileira.

Assim, em breve deverá ser apresentada ao grupo uma proposta de Acordo Coletivo de Trabalho para esse voo especificamente, que será deliberada em assembleia.

O ACT é necessário para acertar as eventuais flexibilizações necessárias na legislação brasileira, já que existem limitações operacionais estabelecidas na lei 13.475/17, mas que podem ser alteradas pela autoridade de aviação civil brasileira com base nos preceitos do Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga Humana, de forma a garantir a segurança de voo.

Ressaltamos que o SNA defende que voos brasileiros sejam feitos por tripulantes brasileiros e já estava em contato com a empresa debatendo a viabilidade de voos de longa duração.

Fiquem atentos a nossos meios de comunicação para novidades sobre o tema.

This press release was sourced from SNA on 18-Nov-2019.

https://centreforaviation.com/members/direct-news/sna-busca-viabilizar-tripulao-brasileira-em-possvel-voo-da-latam-para-doha-503103

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Na nova lei do aeronauta já está previsto essa brecha para determinados voos ultra-longos mas a Latam preferiu não negociar e usar tripulantes da filial chilena( no caso do Tel Aviv) muito embora ela não tinha tripulantes lá ( arrendou aeronaves da Vamos) e tinha sobrando aeronaves aqui A350 e tripulantes ( em licença).

Duvido que queiram usar tripulantes e aeronaves brasileiras no Doha, mas é muito válido o sindicato fazer sua parte 

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A "brecha" que apresenta a lei 13.475, tá no §4º do Art. 19, mas o texto é bem claro com relação ao tipo de tripulação (tripulação simples). Para tripulação composta ou de revezamento não existe nenhuma previsão de extensão de jornada na lei. O que seria a "flexibilização da legislação" que o sindicato sugere?

Acho que o Operador não quer se comprometer em assumir qualquer risco com relação a jornada. Se tivesse de boa vontade, já o teria feito no caso de TLV

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1 hour ago, MRN said:

A "brecha" que apresenta a lei 13.475, tá no §4º do Art. 19, mas o texto é bem claro com relação ao tipo de tripulação (tripulação simples). Para tripulação composta ou de revezamento não existe nenhuma previsão de extensão de jornada na lei. O que seria a "flexibilização da legislação" que o sindicato sugere?

Acho que o Operador não quer se comprometer em assumir qualquer risco com relação a jornada. Se tivesse de boa vontade, já o teria feito no caso de TLV

Há essa opção mas tb para tripulação revezamento com descanso para tripulação categoria 1( sarcófagos) podem ter sua jornada extendida desde que façam homologação para determinada rota prevendo um descanso maior no retorno......mas como dissestes ,não houve interesse  

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42 minutes ago, Luckert said:

Há essa opção mas tb para tripulação revezamento com descanso para tripulação categoria 1( sarcófagos) podem ter sua jornada extendida desde que façam homologação para determinada rota prevendo um descanso maior no retorno......mas como dissestes ,não houve interesse  

Luck, a lei não cita nada com relação ao aumento de jornada de tripulação de revezamento, apenas ao local de descanso, onde o número de bunk's tem que ser igual a metade do total da tripulação.

Não acho que a LA vá deixar de optar por tripulantes Chilenos, que podem fazer 20 horas, em tripulação de revezamento, a fazer acordo com sindicato para colocar tripulação Brasileira, extrapolando o limite. Se o voo vai e volta, com trip Brasileira, sem problemas, correndo tudo bem, maravilha... Mas basta acontecer algum probleminha pro cenipa cair em cima, porque eu conheço bem eles, não dão mole com jornada de trabalho...

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Mesmo com a lei da fadiga não há essa margem?

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Então, a lei do aeronauta (13.475) vai entrar em vigor em fevereiro de 2020, e nessa lei só fala em superar jornada de trabalho de tripulação simples...

§ 4º Nos casos em que o Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga Humana autorizar a superação das 12 (doze) horas de jornada de trabalho e a diminuição do período de 12 (doze) horas de repouso, em tripulação simples, tais alterações deverão ser implementadas por meio de convenção ou acordo coletivo de trabalho entre o operador da aeronave e o sindicato da categoria profissional.

É isso que tá previsto na lei. Não tem nenhuma "gordura pra queimar" com tripulação composta ou de revezamento. Não utilizando tripulação Brasileira para DOH, significa gastar mais dinheiro pros Chilenos, então se fosse possível utilizá-los claro que eles utilizariam.

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O Chile se reinventou para o mundo. É o país com o maior número de acordos comerciais com outros países, e voltando para a aviação, resolveu a questão dos voos para a Oceania.

O Brasil se reinventa a todo tempo sem saber para onde quer ir, em tudo. E a cada 4 anos, repensa quem é e o que ser , e onde quer chegar. Resultado, nunca chega.

 

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Discussão muito bacana, mas vocês estão esquecendo do RBAC 117 e das entrelinhas nos bastidores ... 

Ali, ninguém da ponto sem nó ! 

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Na emenda 00 do RBAC 117 não existe tolerância para superar as horas de jornada de trabalho, nem diminuição das horas de descanso, em tripulação de revezamento, apenas em tripulação simples. A única coisa que fala, com relação a jornada e ao descanso, no apêndice A (limites básicos), remete ao Art. 29 da lei 13.475, ou seja, não existe "quebra galho".

Se as entrelinhas dos bastidores funcionassem, tinha tripulação Brasileira indo pra TLV... O Brasil nesse assunto, complementando o comentário do Lipe, ou é muito atrasado ou é muito conservador... Entendo a posição do SNA, ele está fazendo a sua parte, mas continuo achando que o operador não vai assumir o risco de descumprir as leis para fazer acordo com sindicato. Esperar pra ver...

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Qual a possibilidade de a Latam “arrendar” 777 da QR pra fazer esse voo (mantendo configuração, igual aos 350 q estão na QR) ?

Essas aeronaves tem crew rest pra todos, isso não ajudaria no fator regulamentação? (Não entendo nada da regulamentação brasileira).

 

Keep flying!

 

Bartender

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5 minutes ago, Bartender said:

Qual a possibilidade de a Latam “arrendar” 777 da QR pra fazer esse voo (mantendo configuração, igual aos 350 q estão na QR) ?

Essas aeronaves tem crew rest pra todos, isso não ajudaria no fator regulamentação? (Não entendo nada da regulamentação brasileira).

 

Keep flying!

 

Bartender

Mas os A350 e B777 da Latam brasileira tem todos sarcófagos para tripulação técnica e comercial, a frota que é diferenciada é a do B787-8/9 onde (com exceção dá mais nova aeronave entregue) só tem sarcófago para pilotos 

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Verdade, havia me esquecido que os 777 tem isso. Os 350 não conheço por dentro.

O que que realmente impede a brazuca da de fazer o voo então? Digo, o que a regulamentação trava a turma de fazer voos acima de determinadas horas?

Edited by Bartender

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Just now, Bartender said:

Verdade, havia me esquecido que os 777 tem isso. Os 350 não conheço por dentro.

O que que realmente impede a brazuca da de fazer o voo então?

Tb gostaria de entender!

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1 hour ago, Bartender said:

O que que realmente impede a brazuca da de fazer o voo então? Digo, o que a regulamentação trava a turma de fazer voos acima de determinadas horas?

A resposta tá no Art. 31 da lei 13.475

"III - 14 (catorze) horas de voo e 4 (quatro) pousos, na hipótese de integrante de tripulação de revezamento"

Na etapa GRU-TLV o tempo de voo é entre 15:00 e 15:20, por isso o Mr. Jerome colocou aeronave e tripulação Chilenas. O trecho GRU-DOH é mais distante...

O que trava é descumprir o que tá previsto

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3 hours ago, MRN said:

A resposta tá no Art. 31 da lei 13.475

"III - 14 (catorze) horas de voo e 4 (quatro) pousos, na hipótese de integrante de tripulação de revezamento"

Na etapa GRU-TLV o tempo de voo é entre 15:00 e 15:20, por isso o Mr. Jerome colocou aeronave e tripulação Chilenas. O trecho GRU-DOH é mais distante...

O que trava é descumprir o que tá previsto

Desde a nova lei trabalhista existe o conceito do acordado pelo legislado, então é isso que estão tentando fazer,  negociar um acordo para executar jornadas e possibilitar os voos mais longos, com isso a restrição que você colocou acima deixaria de existir.

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Eu sei disso, mas como eu disse antes, o operador não quer se comprometer, se quisesse, já o teria feito no caso de TLV

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3 hours ago, MRN said:

Eu sei disso, mas como eu disse antes, o operador não quer se comprometer, se quisesse, já o teria feito no caso de TLV

 

O resumo e que foi um tiro no pe. Plantaram tanta dificuldade e agora esta ai a colheita, o resultado.

Tinha de ja estar previsto a possibilidade deve ser a legislacao mais restritiva do mundo.  O interessante e que nao pode voar aqui mas tem trip fazendo o mesmo na Qtar na EK.... enfim praticamente todos os paises permitem so o Brasil tem isso na Comunidade Europeia tambem pode.

 

Imagina fazer um " Qantas Sunrise Project " no Brasilll. 

Edited by BLUE - SBKP -
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Fizeram uma regulamentação do Aeronauta extremamente restritiva. O que era pra proteger o aeronauta acabou transferindo voo pra filial chilena. Agora correm atrás pra ver se conseguem um acordo que torne a operação viável por parte da filial brasileira.

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Em 1998 eu fui encarregado de fazer um estudo para uma consultoria americana que estava trabalhando na Varig, a respeito das regras de trabalho no Brasil versus ao que se fazia nas outras empresas e países. Tive em minhas mãos legislações e contratos coletivos de trabalho de quase todas as grandes empresas européias, americanas, asiáticas e de países latino americanos. Não foi difícil de concluir que a legislação brasileira era já a mais complexa e restritiva de todas. Agora, conseguiram aprovar outra regra, ainda mais complexa e com um número de restrições ainda maior. Deram um tiro no próprio pé. Não é preciso ser nenhum gênio para perceber que as empresas que tiverem tripulantes em outro país, como a Latam, vão transferir a mão de obra para lá, pois não precisarão negociar nenhuma contrapartida. No Brasil, como de costume, conseguem piorar aquilo que já era ruim.

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Eu entendo o contrário. Agora está mais fácil fazer esses voos com tripulação BR. Basta entrar num acordo. A nova legislação trabalhista é bem clara, o acordado vale sobre o legislado. A questão é que a as empresas não são instituições filantrópicas, se elas puderem fazer os comissários terem um descanso precário durante a jornada para vender uns assentos a mais, assim será feito. Toda essa restrição que veio através da nova lei e do Rbac aconteceu justamente porque historicamente as empresas brasileiras abusavam das entrelinhas da regulamentação do aeronauta. Se eles quiserem fazer esses voos com tripulação brasileira, é absolutamente possível, garanto que o grupo de aeronautas da Latam tem todo interesse em aprovar um acordo que permita que se façam os voos, desde que obviamente a empresa ofereça o descanso adequado a bordo durante a jornada. Querer enfiar 15 horas de voo, com mais de 17 de jornada com a tripulação comercial descansando em assento de classe econômica é que é um absurdo. 

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2 hours ago, CabinCrew said:

Eu entendo o contrário. Agora está mais fácil fazer esses voos com tripulação BR. Basta entrar num acordo. A nova legislação trabalhista é bem clara, o acordado vale sobre o legislado. A questão é que a as empresas não são instituições filantrópicas, se elas puderem fazer os comissários terem um descanso precário durante a jornada para vender uns assentos a mais, assim será feito. Toda essa restrição que veio através da nova lei e do Rbac aconteceu justamente porque historicamente as empresas brasileiras abusavam das entrelinhas da regulamentação do aeronauta. Se eles quiserem fazer esses voos com tripulação brasileira, é absolutamente possível, garanto que o grupo de aeronautas da Latam tem todo interesse em aprovar um acordo que permita que se façam os voos, desde que obviamente a empresa ofereça o descanso adequado a bordo durante a jornada. Querer enfiar 15 horas de voo, com mais de 17 de jornada com a tripulação comercial descansando em assento de classe econômica é que é um absurdo. 

Já foi feito algum acordo com essa regra nova? Repito aqui: Acho muito improvável que uma empresa que tem a possibilidade de utilizar tripulantes com menores restrições vá buscar um acordo que exija alguma contrapartida, a não ser que seja a única opção. 

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3 hours ago, CabinCrew said:

Eu entendo o contrário. Agora está mais fácil fazer esses voos com tripulação BR. Basta entrar num acordo. A nova legislação trabalhista é bem clara, o acordado vale sobre o legislado. A questão é que a as empresas não são instituições filantrópicas, se elas puderem fazer os comissários terem um descanso precário durante a jornada para vender uns assentos a mais, assim será feito. Toda essa restrição que veio através da nova lei e do Rbac aconteceu justamente porque historicamente as empresas brasileiras abusavam das entrelinhas da regulamentação do aeronauta. Se eles quiserem fazer esses voos com tripulação brasileira, é absolutamente possível, garanto que o grupo de aeronautas da Latam tem todo interesse em aprovar um acordo que permita que se façam os voos, desde que obviamente a empresa ofereça o descanso adequado a bordo durante a jornada. Querer enfiar 15 horas de voo, com mais de 17 de jornada com a tripulação comercial descansando em assento de classe econômica é que é um absurdo. 

Mas as únicas aeronaves da Latam Brasil que podem fazer esses voos, o B777 e o A350 já vieram de fábrica com sarcófagos para pilotos e comissários e ao contrário do que citaste, as que tem sarcófagos são mais vantajosos porque não ocupam assentos de passageiros para descanso de tripulantes e nem sequer o precioso espaço para cargas pois os mesmos estão acima dos bins.

 

Já as aeronaves B787 e B767 não atendem esses requisitos e pra piorar, preciosos assentos na executiva (pilotos) e econômica ( comissários) são bloqueados para descanso, ou seja a Latam Brasil é a única que tem aeronaves adequadas para essa característica de voo ultra longo.....basta homologar

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5 hours ago, CabinCrew said:

Se eles quiserem fazer esses voos com tripulação brasileira, é absolutamente possível, garanto que o grupo de aeronautas da Latam tem todo interesse em aprovar um acordo que permita que se façam os voos, desde que obviamente a empresa ofereça o descanso adequado a bordo durante a jornada. Querer enfiar 15 horas de voo, com mais de 17 de jornada com a tripulação comercial descansando em assento de classe econômica é que é um absurdo. 

Isso é verdade, mas no caso de TLV foi decisão do Jerome fazer com a tripulação Chilena, não sei se tentaram algum acordo. Será que dessa vez poderia ele mudar de opinião e chegarem num acordo? Já mudaria a tripulação de TLV também...

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Essa parada será interessante. Chegamos a um ponto onde a legislação dos aeronautas está contribuindo para a perda de postos de trabalho. 

Enquanto isso, vamos vendo gradualmente o uso de mão de obra estrangeira no Brasil. E é só o começo, pois faltam os voos que não poderão ser feitos porque terão duração de mais de 7 dias; cumprir folga ou sobreaviso fora de base; ajuste de descanso de acordo com a jornada de trabalho, etc. Em resumo, um monte de espaço para diversas "flexibilizações". 

Não é de hoje que o limite de hora de voo e jornada de trabalho dava sinais que não seria possível dar conta de inúmeros voos quando os aviões de longo alcance começassem a operar. Ou alguém achava que o limite seria usá-los por até 13 ou 14 horas de voo, para ficarem adequados a nossa Lei, quando são capazes de voar por 20 horas ininterruptas? O bonde foi perdido e para pegar outro será preciso se submeter a acordos e mais acordos, quando o grupo deveria ter tomado a dianteira e feito estudos onde as partes ganhariam, como o pessoal da Qantas tem feito e a Singapore Airlines chegou num acordo com seus pilotos para voar non-stop para os EUA. Agora, para pernoitar em Dubai ou no Qatar, será preciso abrir as porteiras, mas tudo vai depender do interesse do operador, e se ele achar mais conveniente usar seus nativos para operar os rotas para o Oriente Médio e seguindo ao Sudeste Asiático e Austrália, ele fará, sem choro, nem vela, nem fita amarela.

Quanto ao descanso a bordo no 767 e 787, tudo também é questão de "flexibilização", e não será supresa de não somente voltarmos no tempo quando os comissários dormiam sentados -- ou nem descansam, dependendo da jornada de trabalho "flexibilizada" --, como também poderemos ver pilotos dormindo em assentos de passageiros atrás de cortinas, como uma empresa do ME faz com seus tripulantes. 

A concorrência tem sido brutal e infelizmente acabou-se o tempo dos privilégios excessivos e da famosa frase "se não embarcar a minha comida o voo está parado". 

 

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