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Flycana, nova low cost que planeja voar do Caribe para o Brasil

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Flycana, nova low cost que planeja voar do Caribe para o Brasil, divulga detalhes de suas operações

A Flycana, primeira companhia aérea low cost da República Dominicana, planeja iniciar seus voos em breve. A empresa finalmente divulgou detalhes de suas operações, que têm como objetivo ligar o país a mais de 50 destinos pelo mundo, incluindo o Brasil.

De acordo com Fred Jacobsen, presidente da companhia, os voos partindo da República Dominicana devem começar nos próximos meses. A ideia é oferecer as passagens mais baratas do mercado, além de aeronaves modernas e com serviço otimizado focado na excelência operacional e segurança aérea. Ainda assim, nenhuma data efetiva foi apontada.

flycana-livery.jpeg

“Estamos empolgados em saber que esse serviço é esperado e necessário para o mercado dominicano, e temos certeza de que o Flycana será uma excelente alternativa para todas as pessoas que precisam viajar a preços acessíveis”, afirmou Jacobsen.

O aeroporto de Las Américas, que serve principalmente Santo Domingo, capital da República Dominicana, será a base de operações da companhia.

Os nomes por trás do projeto da Flycana são Fred Jacobsen, presidente da companhia que é também cofundador da low cost VivaColombia, além de Mike Powel, empresário aeronáutico da WizzAir e Flybondi, e Víctor Pacheco Méndez, dominicano fundador da Dominican Wings.

Voos para o Brasil

No site da Flycana é possível conhecer as rotas que devem ser implementadas nos primeiros anos. No Brasil, a empresa parece ter intenção de voar para São Paulo, Rio de Janeiro e Manaus.

A companhia planeja iniciar as operações com voos da República Dominicana aos Estados Unidos, sendo que a venda de passagens deve ter início até julho de 2020. Inicialmente são previstos três aviões – possivelmente Airbus A320 – que voarão para Miami, Nova York e Washington, além de destinos no Caribe. Os voos para o Brasil estão previstos para uma segunda fase de rápido crescimento, na qual pretende chegar a 28 aeronaves até 2025.

Infelizmente é preciso lembrar: já vimos muitos projetos legais que acabaram não dando certo, como a GOL Dominicana, que chegou a receber aprovações para funcionar e nunca saiu do papel. Ainda assim, ver a participação executivos que tiveram sucesso em outras low costs na região e na Europa é um indício de que a companhia pode sim dar certo.
Fonte https://www.melhoresdestinos.com.br/flycana-voos-brasil.html

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Se voar para os EUA ela pode fazer o hub tesoura que a Gol não conseguiu estruturar. 

Se eu fosse a empresa, focava nos mercados sem qualquer tipo de voo ao Norte rumo aos EUA além de focar nos grandes mercados emissores para Punta Cana!

GYN, CGB, SLZ... tudo o que possa ser feito com potencial de 1 a 3 voos por semana, pode obter resultados excepcionais. SLZ-PUJ-MIA/NYC/WAS pode ter demanda por exemplo para 2 ou 3 voos semanais de narrow, cobrando tarifas de 700 a 900 dolares (excepcional para narrows) ... e com tempo de voo significativamente menor que qualquer coisa hoje existente, pode ser um diferencial e tanto!

Ainda mais se finalmente o Pre-Clearance da US Customs and Border Protection for efetivado. Ai PUJ vai ganhar muito como ponto de conexão, em especial quem quer chegar em MIA e evitar perder 1 hora na fila de imigração. 

Hoje a alternativa para usar o serviço é voar via AUA.  

 

 

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11 hours ago, LipeGIG said:

Se voar para os EUA ela pode fazer o hub tesoura que a Gol não conseguiu estruturar. 

Se eu fosse a empresa, focava nos mercados sem qualquer tipo de voo ao Norte rumo aos EUA além de focar nos grandes mercados emissores para Punta Cana!

GYN, CGB, SLZ... tudo o que possa ser feito com potencial de 1 a 3 voos por semana, pode obter resultados excepcionais. SLZ-PUJ-MIA/NYC/WAS pode ter demanda por exemplo para 2 ou 3 voos semanais de narrow, cobrando tarifas de 700 a 900 dolares (excepcional para narrows) ... e com tempo de voo significativamente menor que qualquer coisa hoje existente, pode ser um diferencial e tanto!

Ainda mais se finalmente o Pre-Clearance da US Customs and Border Protection for efetivado. Ai PUJ vai ganhar muito como ponto de conexão, em especial quem quer chegar em MIA e evitar perder 1 hora na fila de imigração. 

Hoje a alternativa para usar o serviço é voar via AUA.  

 

 

Além de outras cidades sem voos da Colombia (Bucaramanga, Cúcuta etc) para os EUA, Peru (Arequipa e Cusco). 

Realmente a estratégia pode ser boa. A base sendo em Santo Domingo ao invés de Punta Cana, também parece mais acertada pelo mercado emissor. Em um raio de 200km, várias praias famosas da Rep. Dominicana estão ao alcance de SDQ, como La Romana e Punta Cana. 

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12 hours ago, LipeGIG said:

Se eu fosse a empresa, focava nos mercados sem qualquer tipo de voo ao Norte rumo aos EUA além de focar nos grandes mercados emissores para Punta Cana!

GYN, CGB, SLZ... tudo o que possa ser feito com potencial de 1 a 3 voos por semana, pode obter resultados excepcionais. SLZ-PUJ-MIA/NYC/WAS pode ter demanda por exemplo para 2 ou 3 voos semanais de narrow, cobrando tarifas de 700 a 900 dolares (excepcional para narrows) ... e com tempo de voo significativamente menor que qualquer coisa hoje existente, pode ser um diferencial e tanto!

Lipe, eu não sei se a estratégia de entrar em mercados secundários na fase inicial funciona. A Copa não consegue trabalhar com suas bases no NE e no Norte se limita a MAO.

Poucos voos semanais aumenta muito o custo fixo, mesmo se considerar terceirizar 99% das funções.

Nesta fase inicial é melhor concentrar em GRU ou GIG, mesmo assim tenho minhas dúvidas.

Não acho um bom negócio a FlyCana operar voos com mais de seis horas de duração, é melhor focar em voos mais curtos no Caribe.

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8 minutes ago, A345_Leadership said:

Lipe, eu não sei se a estratégia de entrar em mercados secundários na fase inicial funciona. A Copa não consegue trabalhar com suas bases no NE e no Norte se limita a MAO.

Poucos voos semanais aumenta muito o custo fixo, mesmo se considerar terceirizar 99% das funções.

Nesta fase inicial é melhor concentrar em GRU ou GIG, mesmo assim tenho minhas dúvidas.

Não acho um bom negócio a FlyCana operar voos com mais de seis horas de duração, é melhor focar em voos mais curtos no Caribe.

 

A Copa eu penso que tem uma limitação no Nordeste muito severa.

Ela é uma empresa que precisa de um balanço em suas operações entre EUA e America Latina. 
O Nordeste não é atrativo para a América Latina que a Copa tem vantagem (penso que Chile, Argentina, Peru e Uruguai seriam os clientes mais fortes e potenciais do Nordeste Brasileiro, enquanto não consigo enxergar México, América Central e Caribe como clientes para levar demanda ao Nordeste. Ao mesmo tempo, o Nordeste não busca geralmente praia), com exceção de SSA que teria mais a oferecer. 

Nordeste tem demanda pros EUA,  na minha visão. 

 

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