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A345_Leadership

[EN] Alitalia receberá outro aporte do governo italiano

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NOVEMBER 25, 2019 / 5:05 AM / UPDATED 19 HOURS AGO


Alitalia to receive additional taxpayers' money after rescuers backtrack - sources


Francesca Landini
3 MIN READ

MILAN, Nov 25 (Reuters) - The Italian government will lend additional money to carrier Alitalia to keep it afloat after a group of potential rescuers backtracked last week, two sources close to the matter said.

By granting a new 400 million euro ($441 million) loan to the loss-making airline even if there is no buyer at the horizon, Rome will challenge state aid rules with the risk of angering the European Commission, one of the sources said.

Italy’s industry ministry did not respond to a request for comment.

Alitalia has already received 900 million euros from the government since May 2017, when it was put into special administration following a failed restructuring attempt.

It has neither repaid this loan nor the 150 million euros in interest due on it.

Despite several cost-cutting measures implemented since May 2017 by the three state-appointed administrators running it, the carrier is leaking cash and is expected to run out of money by year-end.

Italian railway group Ferrovie dello Stato, which was in talks with infrastructure group Atlantia and U.S. carrier Delta Air Lines, said last week it was not yet able to form a consortium of rescuers for the carrier.

Even German carrier Lufthansa, which offered a commercial partnership with Alitalia, said it was not prepared to invest in the Italian airline.

After granting Ferrovie more than a year to present a plan for Alitalia, Rome has decided to appoint a new administrator and unlock 400 million euros it had earmarked for the airline subject to the condition that the railway group presented a binding offer.

That condition has now been scrapped, the sources said.

Without fresh financial resources the airline would face liquidation, putting at risk 11,600 jobs and creating a major headache for the government.

“The industry ministry will ask the current administrators to quit to make room for a new administrator who will have the mandate to cut the carrier’s workforce and airplanes,” one of the sources said.

“Rome will use the appointment of a new administrator as a way to bypass EU state aid rules and grant an additional 400 million euros to Alitalia,” the source added.

Industry analysts calculate Alitalia has already burnt through roughly 9 billion of euros in taxpayers’ money.

https://www.reuters.com/article/alitalia-rescue-government/alitalia-to-receive-additional-taxpayers-money-after-rescuers-backtrack-sources-idUSL8N2840RM

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Impressionante a criatividade do governo italiano em burlar as regras da Comissão Europeia neste caso.

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Não entendo como conseguem facilmente burlar anos  a fio de aportes

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Detalhe é que a AZA já custou EUR 9 bi aos italianos, creio que desde 1998.

Agora, por que as americanas e europeias não reclamam do resgate da AZA a cada três anos?

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9 hours ago, A345_Leadership said:

Detalhe é que a AZA já custou EUR 9 bi aos italianos, creio que desde 1998.

Agora, por que as americanas e europeias não reclamam do resgate da AZA a cada três anos?

Porque talvez a operação dela é pífia nos EUA , muito diferente da ação forte das árabes.....me estranha as Europeias ficarem quietas 

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14 hours ago, Luckert said:

Porque talvez a operação dela é pífia nos EUA , muito diferente da ação forte das árabes.....me estranha as Europeias ficarem quietas 

Veja o global, a AZA tem uma operação significativa e com potencial nos EUA: Nova Iorque, Miami, Boston, Chicago, Los Angeles e San Francisco, sendo que JFK é um dos dois únicos long-hauls servidos pela AZA a partir de MXP.

Milão, seja BGY, MXP ou LIN, está na região da Lombardia, a mais rica do país. Tem tráfego industrial por causa da FCA, do circuito de moda NY-Paris-Milão, o  turismo para Veneza e Roma/Vaticano. 

O investimento da Delta de U$$ 100 milhões na Alitalia se pagaria via JV, sinergia de custos e aumento da receita. Fora que a Itália é um bom hub para o Mediterrâneo e o Norte da África.

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On 22/12/2019 at 23:26, TheJoker said:

Aham, disse depois de liberar EUR 400 milhões para a AZ "continuar operando até achar um novo comprador trouxa".

Depois fazem o resgate de forma branca, usando as estatais para tal, como era o plano de usar a FS.

On 22/12/2019 at 23:32, TheJoker said:

Interessante é que a redução ocorrerá no mesmo dia que a ANA lançará HND-MXP, pode ser movimento sincronizado, uma vez que AZA e ANA têm codeshare.

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On 27/11/2019 at 03:03, A345_Leadership said:

Detalhe é que a AZA já custou EUR 9 bi aos italianos, creio que desde 1998.

Agora, por que as americanas e europeias não reclamam do resgate da AZA a cada três anos?

Por mais que houveram incontáveis aportes governamentais a AZ, todos estes aportes acabaram por serem revertidos novamente para os contribuintes. A AZ hoje emprega diretamente mais de 12,000 funcionários diretos, e quase a mesma quantidade de funcionários indiretos. Considerando a economia italiana, 20,000 é uma população maior do que muitas cidades do país. Todo aporte que era feito era uma garantia de que todos estes funcionários receberiam seus salários, ou pelo menos parte deles. Desta forma, o funcionário poderia continuar consumindo, pagando seus impostos, pagando suas contas e afins. A economia por so continua como uma engrenagem, o funcionário recebe, consequentemente ele irá gastar. No caso de um colapso total da Alitalia, considerando suspensão total das atividades, seria um caos não so para os funcionários e passageiros, como também para a cadeia econômica que envolve toda a operação. Sem contar também que sob o olhar governamental a empresa também é  estratégica para o governo italiano, a AZ tem contratos que envolvem desde expatriações e extradições de presos até o transporte VVIP como o Papa. Fora também a força da empresa em aeroportos estratégicos como LIN, nenhuma outra empresa tem tantas frequências neste aeroporto central de uma das capitais mais ricas da Europa. A falência de uma grande empresa aérea aqui na Europa é algo muito sério e prejudica não somente os diretamente envolvidos no fato como também a micro economia de um país. Vide casos recentes da Monarch, WOW, Thomas Cook, Air Berlin, etc. Desta forma, a intervenção governamental as vezes é necessária.  

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On 27/11/2019 at 09:27, Luckert said:

Porque talvez a operação dela é pífia nos EUA , muito diferente da ação forte das árabes.....me estranha as Europeias ficarem quietas 

   2016           2018

EK  3.490.219       3.517.957   +0,8%

EY  1.192.683         956.367     -19,8%

QR 1.832.812       1.871.639    +2,1%

ME3  6.515.714      6.345.963    -2,6%   neutralizadas

BA  7.161.915      6.804.083    -5,0%    

EI   1.622.633       2.194.682    +35,3%

IB   1.030.013      1.381.889    +34,2%

IAG  9.814.561    10.380.654  +5,8%   codeshare com AA

AZ    943.191       1.070.484    +13,5%

AF   3.508.275     3.769.092    +7,4%

KL  1.716.760      2.099.111    +22,3%

VS  3.662.383     3.776.769    +3,1%

ST  9.830.609    10.715.456   +9,0%  codeshare com DL

LH  5.695.545     6.114.449   +7,4%

LX  1.445.598     1.605.374    +11,1%

OS     562.511        501.543    -10,8%

LHG  7.703.654   8.221.366   +6,7%   codeshare UA

DY 1.750.144      4.987.084 (DI/DY/D8)   +185%

FI  1.092.335      1.389.576   +27,5%

 

Agora elas (europeias e americanas) devem estar preocupadas em barrar entrantes/LCCs no Atlântico Norte.

 

ttps://www.transtats.bts.gov/databases.asp?Mode_ID=1&Mode_Desc=Aviation&Subject_ID2=0

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A WoW que foi defenestrada  :D   2016   418.513     2018  1.168.232  +179% 

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       2018              6M19         pra fazer alguma comparação, mas o 2º sem. costuma ser melhor

EK  3.517.957     1.691.638  x 2 = 3.382.276

EY     956.367         364.338               728.676

QR 1.871.639       1.021.295          2.042.590   por isso a QR ainda está incomodando

ME3  6.345.963                              6.153.542

BA  6.804.083     3.635.714          7.271.428   efeito da quebradeira das LCCs    

EI   2.194.682      1.065.950          2.131.900

IB  1.381.889         676.096           1.352.192

IAG  10.380.654                            10.755.520

AZ  1.070.484       492.366             984.732          

AF  3.769.092     1.897.707          3.795.614

KL  2.099.111     1.002.663          2.005.326

VS  3.776.769     1.911.949          3.823.898

ST  10.715.456                           10.609.570

LH   6.114.449   2.963.193         5.926.386

LX   1.605.374      758.024         1.516.048

OS     501.543       329.809            659.618

LHG  8.221.366                          8.102.052

DY   4.987.084    2.565.989      5.131.978    não deve dar isso tudo porque ela vem reduzindo oferta                      

FI    1.389.576        626.984      1.253.968

Esqueci da 

TP    684.827  +45,2%     372.550         745.100       *2016  471.701  deve ter tirado de IB, UX e AZ

UX    304.366                   128.832         257.664                    294.982

AB/EW  244.943              166.801        333.602                   1.063.056

DE     379.091                   151.008        302.016                      270.503

MT    669.315                   221.496     Thomas Cook              546.378

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6 hours ago, comandantejpc said:

Por mais que houveram incontáveis aportes governamentais a AZ, todos estes aportes acabaram por serem revertidos novamente para os contribuintes. A AZ hoje emprega diretamente mais de 12,000 funcionários diretos, e quase a mesma quantidade de funcionários indiretos. Considerando a economia italiana, 20,000 é uma população maior do que muitas cidades do país. Todo aporte que era feito era uma garantia de que todos estes funcionários receberiam seus salários, ou pelo menos parte deles. Desta forma, o funcionário poderia continuar consumindo, pagando seus impostos, pagando suas contas e afins. A economia por so continua como uma engrenagem, o funcionário recebe, consequentemente ele irá gastar. No caso de um colapso total da Alitalia, considerando suspensão total das atividades, seria um caos não so para os funcionários e passageiros, como também para a cadeia econômica que envolve toda a operação. Sem contar também que sob o olhar governamental a empresa também é  estratégica para o governo italiano, a AZ tem contratos que envolvem desde expatriações e extradições de presos até o transporte VVIP como o Papa. Fora também a força da empresa em aeroportos estratégicos como LIN, nenhuma outra empresa tem tantas frequências neste aeroporto central de uma das capitais mais ricas da Europa. A falência de uma grande empresa aérea aqui na Europa é algo muito sério e prejudica não somente os diretamente envolvidos no fato como também a micro economia de um país. Vide casos recentes da Monarch, WOW, Thomas Cook, Air Berlin, etc. Desta forma, a intervenção governamental as vezes é necessária.  

Comandante, teoricamente o dinheiro investido na AZA seria revertido para o país. Mas não é o que ocorre na prática, em mais de 70 anos de operações, a Alitalia só teve lucro por dois anos. Estamos na quarta ou quinta encarnação da Alitalia, com suas dívidas anteriores assumidas pelo Estado ou um belo calote para fornecedores. E é irônico que a Alitala, toda ou parcialmente estatal, tem a maioria de seus aviões registrados na Irlanda para não pagar impostos italianos. 

Em 2000, a Alitalia  tinha 157 aeronaves, hoje tem 115 contando com a subsidiária regional. Comparando com a TAP, de um país mais pobre que Itália e com apenas 15% do PIB, a frota de 84 aeronaves da TP é proporcionalmente maior que os 95 da AZ (24 widebodies da TP contra 26 da AZ), em passageiros transportados, a TAP menor transporta o equivalente 75% da Alitalia.

Contratos governamentais não são eternos e o Vaticano pode pular para outra empresa aérea (Swiss ou Air Italy?). O que segura a AZA é justamente Linate, um aeroporto com pista ridícula no coração financeiro da Itália. Em termos de passageiros transportados, a Alitalia perdeu o posto para a Ryanair como a maior companhia aérea na Itália.

Usando a teoria do dinheiro investido retorna para os contribuintes podemos citar o exemplo da Singapore Airlines, que desde 1972 nunca deu prejuízo e precisou de poucos aporte do governo cingalês, tanto que a propriedade da empresa é via um veículo de investimento - Temasek Holdings - na qual os dividendos retornam para o governo. O governo japonês fez aporte bilionário na JAL, mas forçou ela a cortar custos e pessoas. Em menos de 7 anos o governo recebeu mais do que aportou e a JL tem uma dos maiores índices de rentabilidade do mundo, feito que ela nem conseguiu no seu auge durante a economia da bolha.

Alitalia, Aerolíneas Argentinas, Air India, Malaysian e South African entram no rol das estatais que só servem para sugar o dinheiro de contribuinte. Hoje elas são proporcionamente menores que no passado.

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Segundo essa matéria,  https://www.corriere.it/economia/aziende/20_gennaio_02/02-economia-documentoicorriere-web-sezioni-6c5b18a6-2da1-11ea-af94-9dcececd831c.shtml

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vai devolver o 77W, dois 332, quatro 320 e dois 321 pra reduzir despesas. E tem sete 320 que precisam fazer precisam fazer check D.

 

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E vamos afundar mais!

Não adianta cortar aeronaves se não faz outros cortes proporcionais. Varig, Panam e TWA que o digam. Digamos que a AZA diminua a frota em 15%, ela vai ter que reduzir sua força de trabalho e estrutura também em 15%, para manter do jeito que está ou então cortar mais e o que ficar (aviões) trabalhar mais, aumentando a produtividade.

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Alitalia burning EUR300 million p/a during extraordinary administration period: Commissioner
January 8, 2020

Alitalia extraordinary commissioner Giuseppe Leogrande said the airline has used up around EUR300 million p/a in the period of extraordinary administration (ANSA, 07-Jan-2020). Meanwhile, Air Dolomiti CEO Joerg Eberhart said a “profound restructuring” of Alitalia is “inevitable… Only in this way will it be able to gain the time needed” (ANSA/Reuters, 07-Jan-2020). Commenting on the carrier’s prospects for sustaining operations, he also stated a “strong partnership is more advantageous than a one-off investment”. Mr Eberhart noted Lufthansa Group is seeking a commercial partnership with Alitalia rather than acquiring a stake in the airline, adding such a partnership would increase Alitalia revenue by EUR100 million p/a in the medium term.

https://blueswandaily.com/alitalia-burning-eur300-million-p-a-during-extraordinary-administration-period-commissioner/

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Pra tranquilizar o trade e não perder vendas, executivos da AZ estiveram  aqui e na Argentina.

23 de janeiro de 2020

A visita ao Brasil, segundo maior mercado para a Alitalia – atrás apenas dos Estados Unidos – faz parte da estratégia da aérea para desmentir especulações publicadas recentemente pela imprensa italiana e replicadas mundo afora. “No reunimos com consolidadoras e com os gestores das maiores contas corporativas no Brasil para esclarecer a situação e dar fim aos boatos”, explica Bonacchi. Benedetto Mencaroni, gerente regional para Américas, e Nelson Oliveira, diretor de Vendas Brasil, também participaram da conversa.

Resultados positivos

A companhia encerrou o ano passado com 1,7% de aumento na receita de passageiros e crescimento de 4,7% em viajantes em voos de longo alcance. “Seguimos como a segunda aérea na Europa e a sétima do mundo em performance”, destaca Bonacchi. O número de passageiros transportados chegou a 21,2 milhões em 2019.

No Brasil, os números destacam o interesse do viajante por serviços especiais a bordo. Em dezembro, segundo o executivo, o aumento registrado na venda de assentos na classe executiva e na premium economy chegou a 31%. Na média do ano, a aérea registrou 5,5% de crescimento nesse segmento. Em termos gerais, a Alitalia teve 1% de aumento nas vendas no País em 2019, com destaque para dezembro, quando os negócios saltaram 19% na comparação com o mesmo mês de 2018.

O vice-presidente destaca, ainda, que 72% dos passageiros que embarcam no Brasil têm a Itália como destino final e que a taxa de ocupação atingiu 89% e 87% no ano, em embarques em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente. “Continuaremos investindo no trade brasileiro, já que o País é um pilar estratégico para nossa atuação na América do Sul”, reforça. Atualmente, a companhia opera 11 voos semanais entre São Paulo e Roma e sete ligações semanais entre o Rio de Janeiro e a capital italiana.

https://brasilturis.com.br/alitalia-desmente-boatos-e-reforca-continuidade-das-operacoes-em-junho/

 

21/01/2020  Sobre o EZE-FCO:

  • Siguen volando todos los días con Boeing 777-200 y durante nuestro verano unos días lo hace el Boeing 777-300
  • La ocupación durante 2019 en la ruta a Buenos Aires fue de 89% en el total del avión, siendo en ejecutiva el 87%, algo muy bueno para la empresa según destacaron
  • El 777-200 tiene 30 asientos en ejecutiva, 24 en premium economy y 239 en turista. Las cabinas ya están todas renovadas
  • La composición del pasaje en sus aviones fue con un 52% de argentinos en promedio
  • El 60% de esos argentinos tenían como destino final Italia (no solo Roma). El resto siguió a otros destinos de Europa o resto del mundo
  • Están teniendo buena conectividad para los argentinos que vuelan a Tel Aviv o a Japón
  • En diciembre tuvieron un boom de ventas, previo al 30%, que ahora bajó pero que estiman repuntará en breve

¿Emitirán en USD para que el pasajero pueda elegir evitar el pago del 30%? Están  en eso y esperan tener novedades en las próximas semanas

Destacaron su joint venture con Aerolíneas Argentinas en los vuelos entre los dos países, que es más fuerte que un acuerdo de código compartido.

Y como novedad al hablar sobre la conectividad con Tel Aviv, destacaron que hoy el presidente Alberto Fernandez vuela con ellos, teniendo solo 3 horas de escala en Roma para seguir a Israel. Macri en su momento también había volado a Italia con ellos.

https://www.sirchandler.com.ar/2020/01/alitalia-ocupacion-de-su-vuelo-a-buenos-aires-la-crisis-el-30-y-algunas-cosas-mas/

 

Segundo ANAC BR, AZ transportou 12M19  492.039 pagos (ida+volta) com LF médio de 80%.  Em dez19  78,4%    acho que se depender do Brasil a AZ quebra...

                                                                12M18  465.334  +5,7%                                                    84%.         dez18   80,6%

                             AR,                            12M19  194.770                                                                                   dez19   89%

                                                               12M18  191.694   +1,6%                                                                     dez18   90%

 

Edited by TheJoker

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2 hours ago, TheJoker said:

Pra tranquilizar o trade e não perder vendas, executivos da AZ estiveram  aqui e na Argentina.

23 de janeiro de 2020

A visita ao Brasil, segundo maior mercado para a Alitalia – atrás apenas dos Estados Unidos – faz parte da estratégia da aérea para desmentir especulações publicadas recentemente pela imprensa italiana e replicadas mundo afora. “No reunimos com consolidadoras e com os gestores das maiores contas corporativas no Brasil para esclarecer a situação e dar fim aos boatos”, explica Bonacchi. Benedetto Mencaroni, gerente regional para Américas, e Nelson Oliveira, diretor de Vendas Brasil, também participaram da conversa.

Resultados positivos

A companhia encerrou o ano passado com 1,7% de aumento na receita de passageiros e crescimento de 4,7% em viajantes em voos de longo alcance. “Seguimos como a segunda aérea na Europa e a sétima do mundo em performance”, destaca Bonacchi. O número de passageiros transportados chegou a 21,2 milhões em 2019.

No Brasil, os números destacam o interesse do viajante por serviços especiais a bordo. Em dezembro, segundo o executivo, o aumento registrado na venda de assentos na classe executiva e na premium economy chegou a 31%. Na média do ano, a aérea registrou 5,5% de crescimento nesse segmento. Em termos gerais, a Alitalia teve 1% de aumento nas vendas no País em 2019, com destaque para dezembro, quando os negócios saltaram 19% na comparação com o mesmo mês de 2018.

O vice-presidente destaca, ainda, que 72% dos passageiros que embarcam no Brasil têm a Itália como destino final e que a taxa de ocupação atingiu 89% e 87% no ano, em embarques em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente. “Continuaremos investindo no trade brasileiro, já que o País é um pilar estratégico para nossa atuação na América do Sul”, reforça. Atualmente, a companhia opera 11 voos semanais entre São Paulo e Roma e sete ligações semanais entre o Rio de Janeiro e a capital italiana.

https://brasilturis.com.br/alitalia-desmente-boatos-e-reforca-continuidade-das-operacoes-em-junho/

 

21/01/2020  Sobre o EZE-FCO:

  • Siguen volando todos los días con Boeing 777-200 y durante nuestro verano unos días lo hace el Boeing 777-300
  • La ocupación durante 2019 en la ruta a Buenos Aires fue de 89% en el total del avión, siendo en ejecutiva el 87%, algo muy bueno para la empresa según destacaron
  • El 777-200 tiene 30 asientos en ejecutiva, 24 en premium economy y 239 en turista. Las cabinas ya están todas renovadas
  • La composición del pasaje en sus aviones fue con un 52% de argentinos en promedio
  • El 60% de esos argentinos tenían como destino final Italia (no solo Roma). El resto siguió a otros destinos de Europa o resto del mundo
  • Están teniendo buena conectividad para los argentinos que vuelan a Tel Aviv o a Japón
  • En diciembre tuvieron un boom de ventas, previo al 30%, que ahora bajó pero que estiman repuntará en breve

¿Emitirán en USD para que el pasajero pueda elegir evitar el pago del 30%? Están  en eso y esperan tener novedades en las próximas semanas

Destacaron su joint venture con Aerolíneas Argentinas en los vuelos entre los dos países, que es más fuerte que un acuerdo de código compartido.

Y como novedad al hablar sobre la conectividad con Tel Aviv, destacaron que hoy el presidente Alberto Fernandez vuela con ellos, teniendo solo 3 horas de escala en Roma para seguir a Israel. Macri en su momento también había volado a Italia con ellos.

https://www.sirchandler.com.ar/2020/01/alitalia-ocupacion-de-su-vuelo-a-buenos-aires-la-crisis-el-30-y-algunas-cosas-mas/

 

Segundo ANAC BR, AZ transportou 12M19  492.039 pagos (ida+volta) com LF médio de 80%.  Em dez19  78,4%    acho que se depender do Brasil a AZ quebra...

                                                                12M18  465.334  +5,7%                                                    84%.         dez18   80,6%

                             AR,                            12M19  194.770                                                                                   dez19   89%

                                                               12M18  191.694   +1,6%                                                                     dez18   90%

 

Um correção: a AZ está voando 14 vezes por semana na rota FCO-GRU, todos de 772.

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Situação de caixa da AZ.   http://www.amministrazionestraordinariaalitaliasai.it/index.php?where=relazioni-trimestrali     RELAZIONI EX ART 61, D. LGS 270/99 (são os relatórios trimestrais)

jun18   caixa final 763 milhões d'euros (depois do empréstimo de 400 milhões)

jun19  caixa final  436                logo, consumiu 327 milhões em 12 meses, por isso até junho de 2020, se não emprestarem de novo, ela quebra.

 

A G3, por exemplo, liquidez total (caixa/aplicações/contas a receber) jun18   3.020,5   jun19  3.664,9    +644,4       206 foram gerados pelo Smiles, cujo resultado é dividido com o mercado

                                  Total empréstimos+financiamentos bancários                     6.112,6               7.031,8    +919,2       ainda consegue financiar os prejuízos/rolar dívida

                                  ainda tem a dívida com Leasing operacional e financeiros                        líquido        -605,7                      

AD                             liquidez total (caixa/aplicações/contas a receber) jun18   3.841,2   jun19    4.212,3   +371,1

                                  Total empréstimos+financiamentos +hedge                         2.152,5                2.168,2    +15,7 

                                   ainda tem a dívida com Leasing operacional e financeiros                        líquido       +1.229,7                                                

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Parlamento aprova repasse de 400 milhões de euros à Alitalia

Ansa

29/01/20 - 14h44
 
 

ROMA, 29 JAN (ANSA) – O Senado da Itália aprovou nesta quarta-feira (29), de modo definitivo, um decreto do governo que concede um empréstimo público de 400 milhões de euros à Alitalia, maior empresa de aviação civil do país.   

 

A medida teve 140 votos a favor e apenas um contrário, mas contou com 100 abstenções de senadores de oposição. O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados em 14 de janeiro.   

O novo decreto chega após o fracasso no processo de venda da Alitalia e é mais um esforço do governo para manter a companhia aérea viva enquanto busca um comprador. Os 400 milhões de euros se juntam aos 900 milhões em dinheiro público emprestados nos últimos anos, o que totaliza 1,3 bilhão de euros.   

Como a União Europeia proíbe ajudas estatais a empresas privadas, o novo empréstimo terá de ser restituído com juros em até seis meses depois de sua concessão.   

 

A Alitalia está sob intervenção do governo desde maio de 2017, quando quase quebrou devido a uma crise de liquidez.   

Venda – O prazo para a apresentação de uma oferta final pela companhia aérea era 21 de novembro, mas o consórcio liderado pela estatal Ferrovie dello Stato (FS) não conseguiu chegar a um acordo para colocar sua proposta na mesa.   

O grupo de potenciais compradores também incluía a americana Delta Air Lines, o Ministério da Economia e das Finanças e a holding italiana do setor rodoviário Atlantia, que acabou desistindo na última hora. O governo agora avalia novas alternativas, inclusive uma reestatização da Alitalia. Ex-companhia de bandeira, a empresa foi privatizada e hoje tem 51% de suas ações nas mãos da holding Compagnia Aerea Italiana (CAI) e 49% com o grupo árabe Etihad Airways. (ANSA)

 

Fonte:Isto é 

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On 12/25/2019 at 7:39 AM, A345_Leadership said:

Aham, disse depois de liberar EUR 400 milhões para a AZ "continuar operando até achar um novo comprador trouxa".

Depois fazem o resgate de forma branca, usando as estatais para tal, como era o plano de usar a FS.

Interessante é que a redução ocorrerá no mesmo dia que a ANA lançará HND-MXP, pode ser movimento sincronizado, uma vez que AZA e ANA têm codeshare.

Até 2010 o codeshare era com a Jal e existiam dias em que se voava com equipamento JAL mas com código JL/AZ nos vôos para Milão e depois para Roma. Mas acredito também que essa redução ocorre para garantir disponibilidade de  aeronaves para acrescentar mais horários em  outros destinos  da AZ já que agora ou da lucro ou já era . A Ana inicia   a rota  diária para Milão  a partir de Haneda e o vôo da Alitalia para Milão permanece por enquanto em Narita , outra rota que sofre alteração é Roma ->Narita que passa a ser 3x por semana e a partir de outubro vai ser cancelado a rota. A partir de 20 março a AZ inicia a rota Roma->Haneda diário.  

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On 28/12/2019 at 11:57, comandantejpc said:

Por mais que houveram incontáveis aportes governamentais a AZ, todos estes aportes acabaram por serem revertidos novamente para os contribuintes. A AZ hoje emprega diretamente mais de 12,000 funcionários diretos, e quase a mesma quantidade de funcionários indiretos. Considerando a economia italiana, 20,000 é uma população maior do que muitas cidades do país. Todo aporte que era feito era uma garantia de que todos estes funcionários receberiam seus salários, ou pelo menos parte deles. Desta forma, o funcionário poderia continuar consumindo, pagando seus impostos, pagando suas contas e afins. A economia por so continua como uma engrenagem, o funcionário recebe, consequentemente ele irá gastar. No caso de um colapso total da Alitalia, considerando suspensão total das atividades, seria um caos não so para os funcionários e passageiros, como também para a cadeia econômica que envolve toda a operação. Sem contar também que sob o olhar governamental a empresa também é  estratégica para o governo italiano, a AZ tem contratos que envolvem desde expatriações e extradições de presos até o transporte VVIP como o Papa. Fora também a força da empresa em aeroportos estratégicos como LIN, nenhuma outra empresa tem tantas frequências neste aeroporto central de uma das capitais mais ricas da Europa. A falência de uma grande empresa aérea aqui na Europa é algo muito sério e prejudica não somente os diretamente envolvidos no fato como também a micro economia de um país. Vide casos recentes da Monarch, WOW, Thomas Cook, Air Berlin, etc. Desta forma, a intervenção governamental as vezes é necessária.  

Me desculpe, mas o nome disso é socialismo. Esfolar quem produz e paga impostos para dar para outros que trabalham em um paquiderme inchado e ineficiente gastarem na economia do país.

On 28/12/2019 at 19:23, A345_Leadership said:

Comandante, teoricamente o dinheiro investido na AZA seria revertido para o país. Mas não é o que ocorre na prática, em mais de 70 anos de operações, a Alitalia só teve lucro por dois anos. Estamos na quarta ou quinta encarnação da Alitalia, com suas dívidas anteriores assumidas pelo Estado ou um belo calote para fornecedores. E é irônico que a Alitala, toda ou parcialmente estatal, tem a maioria de seus aviões registrados na Irlanda para não pagar impostos italianos. 

Em 2000, a Alitalia  tinha 157 aeronaves, hoje tem 115 contando com a subsidiária regional. Comparando com a TAP, de um país mais pobre que Itália e com apenas 15% do PIB, a frota de 84 aeronaves da TP é proporcionalmente maior que os 95 da AZ (24 widebodies da TP contra 26 da AZ), em passageiros transportados, a TAP menor transporta o equivalente 75% da Alitalia.

Contratos governamentais não são eternos e o Vaticano pode pular para outra empresa aérea (Swiss ou Air Italy?). O que segura a AZA é justamente Linate, um aeroporto com pista ridícula no coração financeiro da Itália. Em termos de passageiros transportados, a Alitalia perdeu o posto para a Ryanair como a maior companhia aérea na Itália.

Usando a teoria do dinheiro investido retorna para os contribuintes podemos citar o exemplo da Singapore Airlines, que desde 1972 nunca deu prejuízo e precisou de poucos aporte do governo cingalês, tanto que a propriedade da empresa é via um veículo de investimento - Temasek Holdings - na qual os dividendos retornam para o governo. O governo japonês fez aporte bilionário na JAL, mas forçou ela a cortar custos e pessoas. Em menos de 7 anos o governo recebeu mais do que aportou e a JL tem uma dos maiores índices de rentabilidade do mundo, feito que ela nem conseguiu no seu auge durante a economia da bolha.

Alitalia, Aerolíneas Argentinas, Air India, Malaysian e South African entram no rol das estatais que só servem para sugar o dinheiro de contribuinte. Hoje elas são proporcionalmente menores que no passado.

Exatamente!

A Alitalia é um buraco sem fundo, filosofia de estatal latina, inchada, ineficiente, muitos benefícios e poucos resultados. Sempre que se fala em cortes e reestruturação, é uma gritaria. E assim continua-se esfolando o contribuinte italiano.

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2 minutes ago, Caravelle said:

Me desculpe, mas o nome disso é socialismo. Esfolar quem produz e paga impostos para dar para outros que trabalham em um paquiderme inchado e ineficiente gastarem na economia do país.

Exatamente!

A Alitalia é um buraco sem fundo, filosofia de estatal latina, inchada, ineficiente, muitos benefícios e poucos resultados. Sempre que se fala em cortes e reestruturação, é uma gritaria. E assim continua-se esfolando o contribuinte italiano.

Será que o contribuinte ainda dá valor a essa estatal que consumiu já bilhões e não acrescenta muito na economia do país?

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