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lmp_aviador

Avião de pequeno porte cai na Serra da Cantareira em SP

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6 hours ago, CastorOil said:

Esse Waypoint se não me engano, é o início do procedimentos IFR para pouso na pista 09R (acho que na 09L também) de Guarulhos, fica sobre a serra da Cantareira, mas não muito longe do Campo de Marte.

Ou seja, se ele tivesse subido o suficiente para passar por aquele setor (6500´ quando IFR), provavelmente daria conflito com os tráfegos na APP para a 09R de GRU.

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1 hour ago, Rafaelguimaraes said:

Ou seja, se ele tivesse subido o suficiente para passar por aquele setor (6500´ quando IFR), provavelmente daria conflito com os tráfegos na APP para a 09R de GRU.

Pelo menos o chamaria e provavelmente alertassem ele.

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10 hours ago, fleury said:

Curva pra esquerda ao invés de curva pra direita me lembra o caso do PT-LSD :-(

PT-LSD -> Mamonas Assassinas

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9 hours ago, Rafaelguimaraes said:

Ou seja, se ele tivesse subido o suficiente para passar por aquele setor (6500´ quando IFR), provavelmente daria conflito com os tráfegos na APP para a 09R de GRU.

Pois é, partindo do seu raciocínio, ele poderia ter a carteira cassada, suspensa, seria multado, advertido ou até preso, mas não ocorreria um CFIT (não estou querendo dizer que foi isso que ocorreu, uma colisão pura e simples, mas ao voar abaixo da altitude de segurança qualquer consequência é menos importante do que por vida(s) em risco).

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1 hour ago, Longreach said:

Pois é, partindo do seu raciocínio, ele poderia ter a carteira cassada, suspensa, seria multado, advertido ou até preso, mas não ocorreria um CFIT (não estou querendo dizer que foi isso que ocorreu, uma colisão pura e simples, mas ao voar abaixo da altitude de segurança qualquer consequência é menos importante do que por vida(s) em risco).

Com certeza !!
Mas mesmo em voo visual eles estão sobre o controle do app São Paulo, que ao meu ver deveria ter notado  o procedimento errado. Ou não ?

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11 minutes ago, Bonotto said:

Com certeza !!
Mas mesmo em voo visual eles estão sobre o controle do app São Paulo, que ao meu ver deveria ter notado  o procedimento errado. Ou não ?

Apenas uma opinião, sem querer fazer qualquer julgamento de alguma coisa que ainda não temos ideia do que pode ter ocorrido, ainda mais sem um monte de informações necessárias.

Tentando manter a discussão equilibrada e respondendo a sua observação, se uma aeronave qualquer voa num dos corredores visuais, subentende-se que está seguindo as regras VFR e obviamente mantendo-se VMC. Estou desatualizado, mas o corredor Delta, que liga Jundiaí à área da cidade de SP, tem como padrão estabelecido altitudes inferiores a 5000', comunicação bilateral com o órgão de controle, um código de transponder específico e ingressa num espaço aéreo classe C. Até esse momento, nada que fuja da rotina.

O que despertará atenção do controlador não é um eventual desvio da trajetória (claro que nada muito significativo) ou se a aeronave voar em direção a um obstáculo, porque essa separação com o terreno é de responsabilidade do piloto, mas a somatória entre o setor e, principalmente, a altitude que o tráfego estiver mantendo, isto é, se ele extrapolar o limite vertical superior. Aí, a possibilidade de criar um "barata-voa" será enorme, ainda mais se não houve comunicação prévia.

Agora, sair de uma eventual enrascada vai demandar algumas ações, e uma delas é eventualmente "botar a boca no trombone", mas cada caso é um caso e não dá para definir o que é adequado ou não sem levar em conta o cenário como um todo.

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36 minutes ago, Longreach said:

Apenas uma opinião, sem querer fazer qualquer julgamento de alguma coisa que ainda não temos ideia do que pode ter ocorrido, ainda mais sem um monte de informações necessárias.

Tentando manter a discussão equilibrada e respondendo a sua observação, se uma aeronave qualquer voa num dos corredores visuais, subentende-se que está seguindo as regras VFR e obviamente mantendo-se VMC. Estou desatualizado, mas o corredor Delta, que liga Jundiaí à área da cidade de SP, tem como padrão estabelecido altitudes inferiores a 5000', comunicação bilateral com o órgão de controle, um código de transponder específico e ingressa num espaço aéreo classe C. Até esse momento, nada que fuja da rotina.

O que despertará atenção do controlador não é um eventual desvio da trajetória (claro que nada muito significativo) ou se a aeronave voar em direção a um obstáculo, porque essa separação com o terreno é de responsabilidade do piloto, mas a somatória entre o setor e, principalmente, a altitude que o tráfego estiver mantendo, isto é, se ele extrapolar o limite vertical superior. Aí, a possibilidade de criar um "barata-voa" será enorme, ainda mais se não houve comunicação prévia.

Agora, sair de uma eventual enrascada vai demandar algumas ações, e uma delas é eventualmente "botar a boca no trombone", mas cada caso é um caso e não dá para definir o que é adequado ou não sem levar em conta o cenário como um todo.

Correto. Seria tao bom se o app vfr tivesse um olhar diferente na tela radar. Isso evitaria inclusive algumas quase-colisoes. Mas infelizmente nao existe espaço aereo classe B aqui np Brasil .

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