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[ATUALIZADO] Acidente com o Boeing 737-800 da Ukraine International em Teerã


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13 minutes ago, A350XWB said:

Eu me recuso a acreditar que um assunto seríssimo vai se acabar nesse argumento pedestre de “fala mal dos EUA mas usa iPhone huehuehue refutado!!1!1!” De adolescente mitador de internet. 
 

Pelo amor de Deus, melhorem. 2014 pra cá, dois aviões civis abatidos POR ENGANO e a gente discutindo quem pode ter iPhone. 

A unica coisa em comum que aconteceu nos dois casos é gente incompetente e despreparada lidando com mísseis e tentando entender, sem as ferramentas adequadas, no que está atirando.

Esses foram os casos que acabaram levando a derrubada de aeronaves - eu imagino que outros devem ter acontecido mas por sorte os alvos não devem ter sido atingidos. O pior são que esses casos ficam em silêncio se acontecem em regimes opressores. 

Por exemplo, eu acho que ninguém deveria sobrevoar a Venezuela. 

 

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Interessante. Neste tópico em que os iranianos abateram um avião de uma cia iraniana com  cidadãos  iranianos por uma besteira de algum militar iraniano vejo um monte de users malhando os ameri

Infelizmente, mas acho que eles estão certos. PS: Acho Trump babaca, canalha, mas vamos lá:  Esmail Ghaani assumiu o cargo de general das brigadas de elite Al Quds, das guardas revolucionárias ir

Não aconteceu nada no IR655 que os EUA abateram, não aconteceu nada com o MH17 que os russos abateram, não aconteceu nada com o KAL007 que os soviéticos abateram e, se foi mesmo abatido, não vai acont

Just now, LipeGIG said:

A unica coisa em comum que aconteceu nos dois casos é gente incompetente e despreparada lidando com mísseis e tentando entender, sem as ferramentas adequadas, no que está atirando.

Esses foram os casos que acabaram levando a derrubada de aeronaves - eu imagino que outros devem ter acontecido mas por sorte os alvos não devem ter sido atingidos. O pior são que esses casos ficam em silêncio se acontecem em regimes opressores. 

Por exemplo, eu acho que ninguém deveria sobrevoar a Venezuela. 

 

Faria sentido evitar a Venezuela apesar de não ser um território hoje militarmente ativo.

O caso do Malasyan foi grave mas feito por grupos paramilitares, o que já carimba a ilegalidade e facilita o combate. 
 

Agora, aeronave abatida por gente despreparada ou equipamento obsoleto DA PRÓPRIA ESTRUTURA DE DEFESA de um país soberano, acende várias warning lights. São procedimentos e sistemas confidenciais! Como se mitigaria um risco desse? proibir o sobrevoo é o suficiente? Sei lá, me dá arrepios pensar nisso.  

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10 minutes ago, A350XWB said:

Faria sentido evitar a Venezuela apesar de não ser um território hoje militarmente ativo.

O caso do Malasyan foi grave mas feito por grupos paramilitares, o que já carimba a ilegalidade e facilita o combate. 
 

Agora, aeronave abatida por gente despreparada ou equipamento obsoleto DA PRÓPRIA ESTRUTURA DE DEFESA de um país soberano, acende várias warning lights. São procedimentos e sistemas confidenciais! Como se mitigaria um risco desse? proibir o sobrevoo é o suficiente? Sei lá, me dá arrepios pensar nisso.  

O mais indicado hoje existe instabilidade politica e insurgência militar, é evitar passar perto da fronteira. O Risco é bem maior. Golpes de estado por exemplo acontecem por vezes com velocidade ou por vezes em bolsões que são exterminados rapidamente, mas ambos são ameaças. Vai que um lado decide atacar o outro, e o outro resolve usar mísseis terra-ar para se defender sem saber. Por isso penso que um estado como a Venezuela deve ser evitado. 
Passa pela Colômbia... leva 15 minutos a mais de voo mas você vai chegar. 

Creio que esse movimento vai ser liderado pelas seguradoras - vão exigir exclusões de áreas - mas a própria área de safety das cias aéreas tem que prever isso. 
Siria, Iraque, Irã, Somália, Libia, Venezuela, Yemen, Coréia do Norte ... tudo na minha opinião hoje em dia áreas que aeronaves devem evitar sobrevoar espaços aéreos. 

 

 

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1 hour ago, LipeGIG said:

A unica coisa em comum que aconteceu nos dois casos é gente incompetente e despreparada lidando com mísseis e tentando entender, sem as ferramentas adequadas, no que está atirando.

Esses foram os casos que acabaram levando a derrubada de aeronaves - eu imagino que outros devem ter acontecido mas por sorte os alvos não devem ter sido atingidos. O pior são que esses casos ficam em silêncio se acontecem em regimes opressores. 

Por exemplo, eu acho que ninguém deveria sobrevoar a Venezuela. 

 

Aproveitando o ensejo, como andam as taxas pra sobrevoar o espaço aéreo venezuelano?

A última notícia que li é que estavam muito altas.  Todavia, pelo FR24, é comum ver muitos voos passando por ali.

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5 hours ago, LipeGIG said:

A unica coisa em comum que aconteceu nos dois casos é gente incompetente e despreparada lidando com mísseis e tentando entender, sem as ferramentas adequadas, no que está atirando.

Esses foram os casos que acabaram levando a derrubada de aeronaves - eu imagino que outros devem ter acontecido mas por sorte os alvos não devem ter sido atingidos. O pior são que esses casos ficam em silêncio se acontecem em regimes opressores. 

Por exemplo, eu acho que ninguém deveria sobrevoar a Venezuela. 

 

Me lembrou um caso

Meio pouco conhecido

De um avião da finnair que quase foi atingido por um míssil e os pilotos mantiveram em segredo por mais de 20 anos

 

https://en.m.wikipedia.org/wiki/Finnair_Flight_915

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A verdade é que, diante de todas as evidências, ficou impossível sustentar qualquer outra versão que não a do abate.

Diante da certeza quanto a isso, só restou ao governo local reduzir o evento a um erro do pobre soldado de linha de frente (parecido com a culpa jogada na funcionária da sala AIS de Santa Cruz). Nunca saberemos se foi só isso mesmo ou se não foi.

Se houvesse algum tipo de ação ou omissão ilícita estatal para determinar ou contribuir com o abate deste avião, jamais confessariam, o que significa que a “explicação” do erro do operador e da falta de comunicação por 10 segundos seria a única justificativa apresentável para a sociedade para qualquer hipótese (tanto de verdadeiro erro do operador quanto de qualquer Participação oficial no abate).

Cabe a cada um acreditar na justificativa apresentada, se achar válida, lembrando que a justificativa seria a mesma em caso de abate por ordem estatal.

Em todo caso, não deixa de haver erro, ainda que indireto, do Estado ao colocar suas forças armadas em estado de alerta para abate de objetos aéreos ao mesmo tempo em que o espaço aéreo permanecia aberto ao tráfego civil. Sao coisas incompatíveis.

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Fiquei surpreso com a admissão do governo do Irã em relação ao lançamento do míssil. Esperava que iriam culpar alguém ou até inventar uma desculpa de um grupo terrorista pró-EUA.

Eu penso que o grande erro foi a afirmação que era problemas técnicos e não de míssil. Poderiam muito bem esperar um pouco para esclarecer, para um povo que tem um líder religioso como simbolo do Estado, mentir e depois corrigir pode ser pior que ter atingido o avião por engano.

Não sei como são protocolos para abater uma determinada aeronave, basta então voar para virar alvo? Os colegas mostraram que este erro acontece, inclusive no passado recente, vide o MH17. Tem que ter contato visual e identificar bem o objeto, pois hoje parece que é algo que quem deve decidir é o piloto/soldado. Um caso que veio à tona alguns anos atrás foi que por um momento caças da RAF confundiu o 707 da Varig com o KC-137 da Força Aérea Argentina durante a Guerra das Malvinas. A situação só não piorou porque o piloto teve o discernimento de chegar próxima da aeronave e verificar que se tratava de um voo de carreira.

Sem ideologismo turma, esta provocação dos dois países não tem certo ou errado, não tem como justificar a benevolência de um por meio dos atos dos outros. No fim a guerra é entre os donos do poder e que se ferra é a ponta da lança, soldados, ou os que não estão no conflito, como os passageiros do voo da Ukraine.

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2 hours ago, A345_Leadership said:

Fiquei surpreso com a admissão do governo do Irã em relação ao lançamento do míssil. Esperava que iriam culpar alguém ou até inventar uma desculpa de um grupo terrorista pró-EUA.

Eu penso que o grande erro foi a afirmação que era problemas técnicos e não de míssil. Poderiam muito bem esperar um pouco para esclarecer, para um povo que tem um líder religioso como simbolo do Estado, mentir e depois corrigir pode ser pior que ter atingido o avião por engano.

Não sei como são protocolos para abater uma determinada aeronave, basta então voar para virar alvo? Os colegas mostraram que este erro acontece, inclusive no passado recente, vide o MH17. Tem que ter contato visual e identificar bem o objeto, pois hoje parece que é algo que quem deve decidir é o piloto/soldado. Um caso que veio à tona alguns anos atrás foi que por um momento caças da RAF confundiu o 707 da Varig com o KC-137 da Força Aérea Argentina durante a Guerra das Malvinas. A situação só não piorou porque o piloto teve o discernimento de chegar próxima da aeronave e verificar que se tratava de um voo de carreira.

Sem ideologismo turma, esta provocação dos dois países não tem certo ou errado, não tem como justificar a benevolência de um por meio dos atos dos outros. No fim a guerra é entre os donos do poder e que se ferra é a ponta da lança, soldados, ou os que não estão no conflito, como os passageiros do voo da Ukraine.

Pelo que se noticiou ate agora com as devidas e necessárias ressalvas, o que derrubou o Boeing foram mísseis terra-ar da defesa aérea Iraniana estacionadas nos arredores do aeroporto de Teerã que estavam em alerta máximo devido ao temor da iminente retaliação americana (que acabou não ocorrendo) após os ataques realizados pelo país as bases aéreas americanas no Iraque. Inclusive especialistas já dizem que os misseis não atingiram em cheio a aeronave, mas apenas fragmentos do artefato que foram detonados por espoleta de proximidade causando danos catastróficos a aeronave.

 

Edited by adelfy
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On 11/01/2020 at 15:42, Bonotto said:

Interessante.

Neste tópico em que os iranianos abateram um avião de uma cia iraniana com  cidadãos  iranianos por uma besteira de algum militar iraniano vejo
um monte de users malhando os americanos. E vários usando PC´S americanos, IPhone, etc

O fato de o iPhone ter sido projetado nos EUA torna legítimo o capitão do Vincennes ter sido condecorado após derrubar um avião civil?

 Não consegui entender seu raciocino.

Enfim, não tem bonzinho nessa história. Não pense que o Khamenei está preocupado com seu povo, ou que o Trump matou o general sonhando em acabar com o “terrorismo”.

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2 minutes ago, DpsTr said:

O fato de o iPhone ter sido projetado nos EUA torna legítimo o capitão do Vincennes ter sido condecorado após derrubar um avião civil?

 Não consegui entender seu raciocino.

Enfim, não tem bonzinho nessa história. Não pense que o Khamenei está preocupado com seu povo, ou que o Trump matou o general sonhando em acabar com o “terrorismo”.

Eu me refiro ao fato de alguns se referirem a odiar os EUA, misturar em um tópico que eles nada tiveram sobre o acontecimento.

Poste sua opinião sobre o ocorrido, seríssimo, de forma a não destilar seus ódios particulares e não encher o fórum de desvios. É a receita para começar confusão este tipo de post.

Foca no acontecimento e não desvirtuar para algo que vai gerar discussões que nada acrescentam.

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Míssil atingiu parte de baixo do cockpit do Boeing 737 da Ucrânia


Evidências mostram parte dianteira do avião destruída pela explosão que vitimou instantaneamente os pilotos

ukraine_cockpit_free_big.jpg

Cockipt praticamente intacto evidencia que aeronave se fragmentou pouco antes de atingir o solo

O governo da Ucrânia divulgou que seus investigadores acreditam que o Boeing 737-800 da Ukraine International Airlines foi atingido por baixo, próximo ao cockpit, pelo míssil disparado pela defesa iraniana.

Em entrevista à rede ABC News o secretário de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia, Oleksiy Danilov, afirmou que as análises preliminares ocorreram horas depois do avião cair e que as primeiras evidências foram coletadas pelas autoridades ucranianas antes mesmo do Irã assumir a culpa pela tragédia.

Uma das imagens divulgada, da seção dianteira da fuselagem, mostra o cockpit praticamente intacto em sua parte superior e os para-brisas com danos internos. As evidências apontam que possivelmente os estilhaços do míssil entraram pela cabine. “Isso explica por que não ouvimos nada dos pilotos, eles morreram imediatamente após a explosão”, acredita Danilov. Além disso, é provável que o avião se desintegrou em pleno ar, pouco ante de atingir o solo.

A Ucrânia se especializou na análise de destriços de aeronaves abatidas, o que ocorreu após a queda do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines em julho de 2014, derrubado por um disparo acidental.

“Assim que os iranianos nos deram acesso a esses itens [destroços], nossos especialistas nos mantiveram atualizados sobre o que estava ocorrendo. Rapidamente entendemos o que havia ocorrido”, contou.

Ainda que o governo de Teerã tenha autorizado funcionários da Ucrânia a trabalharem no local da queda, o país inicialmente negou qualquer envolvimento com a queda e iniciou uma rápida limpeza do local. A Ucrânia temia que o cenário pudesse ser amplamente modificado antes que seus especialistas tivessem acesso ao sítio. “O Irã é um país muito difícil. Estávamos preocupados que eles pudessem enviar nossos especialistas de volta”, contou preocupado Danilov. “O Irã entendeu que não tinha escolha. Mesmo que tentassem criar obstáculos, tínhamos o suficiente para mostrar à comunidade internacional o que realmente aconteceu”.

O Irã inicialmente negou envolvimento com o acidente e afirmou nas primeiras horas que houve uma falha técnica e que a aeronave tentava retornar ao aeroporto. Os dados públicos iam contra a alegação do país, que admitiu ter disparado acidentalmente contra o 737.

O acidente vitimou todas as 176 pessoas a bordo e gerou uma grave crise interna no Irã.

https://aeromagazine.uol.com.br/artigo/missil-atingiu-parte-de-baixo-do-cockpit-do-boeing-737-da-ucrania_4886.html

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14 minutes ago, Beto Holder said:

Meu velho, um míssil pode até ser por engano, mas DOIS e com esse lag de tempo entre um e o outro...

pois é, e tem gente que defende.

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1 hour ago, Beto Holder said:

Meu velho, um míssil pode até ser por engano, mas DOIS e com esse lag de tempo entre um e o outro...

Eu acho que o engano foi o alvo, que decolou atrasado. Deveriam estar esperando outro avião.

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O que vejo com alguma clareza e muita tristeza deste e de outros acidentes da mesma natureza é que a comunidade de aviação civil deve rever com urgência, seus procedimentos em regiões conflituosas.

A "guerra" não tem mais o mesmo significado de 1944 quando assinada a convenção de Chicago. 

Guerras não são mais "declaradas", nem sempre envolvem estados e territórios definidos, tampouco respeitam tempos de "paz".

Um ambiente com ataques de drones e disparos de mísseis,  no meio de uma escalada de disparos "verbais" nas redes sociais, não é um ambiente condizente com a aviação comercial.

Não dá para esperar um "NOTAM"  para deixar de sobrevoar determinadas áreas.

Tampouco acreditar que os players envolvidos não vão errar e proteger os alvos civis.

Enquanto uma arma estiver disponibilizada para um ser humano, procurando alvos limpos inimigos em uma situação de stress e atenção máxima, disparos acidentais podem acontecer.

Russos, Americanos, Iranianos, Israelenses já dispararam contra aviões civis e tecnicamente são as forças militares mais preparadas e experientes em confrontos contemporâneos o que podemos esperar de rebeldes, milícias e terroristas?

Quantas pessoas ainda vão morrer antes que aviões civis deixem de voar em céus hostis?

Do ponto de vista da prevenção de acidentes aeronáuticos, o importante é redefinir os conceitos e a atividade de monitoramento de áreas de conflitos, porque o processo de atribuição de culpa nestes casos vai ser uma eterna discussão cunhada de interesses ideológicos, corporativos, econômicos, políticos, um imputando responsabilidade ao outro.

Abraços

 

 

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26 minutes ago, Schonarth said:

Eu acho que o engano foi o alvo, que decolou atrasado. Deveriam estar esperando outro avião.

Penso da mesma forma. Eles queriam atacar algum avião naquela noite, isso é fato. Só não era aquele, mas queriam.

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Atacar qual avião? Empresas de países hostis (US3 e El Al) não voam para lá, tampouco aeronaves militares.

Se fossem terroristas, ok, mas foram oficiais do Irã. 

É bem capaz que os países ocidentais estão analisando esta decisão do ponto de vista militar. Pode ser que as forças armadas de lá não sejam tanto o que eles vendem.

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On 13/01/2020 at 13:49, A345_Leadership said:

Fiquei surpreso com a admissão do governo do Irã em relação ao lançamento do míssil. Esperava que iriam culpar alguém ou até inventar uma desculpa de um grupo terrorista pró-EUA.

Eu penso que o grande erro foi a afirmação que era problemas técnicos e não de míssil. Poderiam muito bem esperar um pouco para esclarecer, para um povo que tem um líder religioso como simbolo do Estado, mentir e depois corrigir pode ser pior que ter atingido o avião por engano.

Não sei como são protocolos para abater uma determinada aeronave, basta então voar para virar alvo? Os colegas mostraram que este erro acontece, inclusive no passado recente, vide o MH17. Tem que ter contato visual e identificar bem o objeto, pois hoje parece que é algo que quem deve decidir é o piloto/soldado. Um caso que veio à tona alguns anos atrás foi que por um momento caças da RAF confundiu o 707 da Varig com o KC-137 da Força Aérea Argentina durante a Guerra das Malvinas. A situação só não piorou porque o piloto teve o discernimento de chegar próxima da aeronave e verificar que se tratava de um voo de carreira.

Sem ideologismo turma, esta provocação dos dois países não tem certo ou errado, não tem como justificar a benevolência de um por meio dos atos dos outros. No fim a guerra é entre os donos do poder e que se ferra é a ponta da lança, soldados, ou os que não estão no conflito, como os passageiros do voo da Ukraine.

Não era um DC10 onde o Brizola estava inclusive?

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12 hours ago, A345_Leadership said:

Estão certos, era o DC-10, jurava que era o 707.

Tem matéria que cita o DC-10 da Varig com o Brizola (https://oglobo.globo.com/brasil/na-guerra-das-malvinas-um-flerte-com-morte-sobre-atlantico-sul-4711729) e várias outras que citam um 707 da Varig (https://www.naval.com.br/blog/2009/03/03/sea-harrier-intercepta-707-no-meio-do-atlantico-sul/).

Acho mais provável ter sido o 707 porque os ingleses estavam "caçando" o 707 argentino.

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