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TheJoker

AENA Brasil - Concessionária Aeroportos Nordeste do Brasil S/A

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Empresa espanhola comunica ao prefeito Romero que assume gestão do Aeroporto de Campina Grande na próxima quinta-feira

By
 Bruno Herbert
 -

 janeiro 10, 2020 

A Concessionária Aeroportos Nordeste do Brasil – Aena Brasil comunicou oficialmente ao prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, que estará assumindo a gestão do Aeroporto Presidente João Suassuna, em Campina Grande, no dia 16 de janeiro. A informação foi confirmada pela secretária de Desenvolvimento Econômico de Campina, Rosália Lucas.

Em Campina Grande, na primeira semana de dezembro do ano passado, o
diretor-presidente da Aena Brasil, Fernando Santiago Yus Saenz de Cenzano, se apresentou ao trade turístico da cidadr, durante uma reunião ocorrida no Aeroporto João Suassuna.

Melhorias

 

Na ocasião, Santiago anunciou que seriam realizadas algumas melhorias no equipamento, como climatização de todo o prédio, instalação de sistema de wifi, melhoria na bateria de banheiros e contratação de pessoal.

A Aena é uma empresa espanhola, vencedora do processo de leilão realizado pelo Governo Federal, e que administrará durante 30 anos os aeroportos do bloco Nordeste – formado pelos terminais do Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE), João Pessoa (PB) e Campina Grande (PB).

https://snn.com.br/empresa-espanhola-comunica-ao-prefeito-romero-que-assume-gestao-do-aeroporto-de-campina-grande-na-proxima-quinta-feira/

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Aqui em MCZ já anunciaram aumento nas tarifas de embarque. Não investiram 1 centavo ainda no aeroporto mas já querem ver a cor do dinheiro. 

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Just now, deiv said:

Aqui em MCZ já anunciaram aumento nas tarifas de embarque. Não investiram 1 centavo ainda no aeroporto mas já querem ver a cor do dinheiro. 

Quem determina e reajusta as taxas/tarifas, até onde sei, é a ANAC.

Mesmo nos aeroportos privatizados.

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Quero saber das vagas pra MCZ... rs

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6. MELHORIAS DE INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA

Aeroporto de Recife

6.1. Para a Fase I-B do Contrato, com prazo máximo de duração de 36 (trinta e seis) meses a partir da Data de Eficácia do Contrato, a Concessionária deverá realizar os investimentos necessários para adequação da infraestrutura e recomposição total do nível de serviço, a fim de disponibilizar os sistemas permanentes que possibilitem a prestação de serviço adequado aos Usuários, conforme abaixo:

6.1.1. Ampliar a capacidade de processamento de passageiros e bagagens no aeroporto, incluindo terminal de passageiros, estacionamento de veículos e vias terrestres associadas, de modo a prover área e equipamentos adequados para processar, simultaneamente, no aeroporto, pelo menos:

6.1.1.1. 1.891 (um mil oitocentos e noventa e um) passageiros domésticos em hora pico durante o embarque;

6.1.1.2. 1.845 (um mil oitocentos e quarenta e cinco) passageiros domésticos em hora pico durante o desembarque;

6.1.1.3. 455 (quatrocentos e cinquenta e cinco) passageiros internacionais em hora pico durante o embarque;

6.1.1.4. 345 (trezentos e quarenta e cinco) passageiros internacionais na hora pico durante o desembarque.

6.1.2. Disponibilizar área de pátio de aeronaves para acomodar, pelo menos, de forma simultânea e independente, 23 (vinte e três) aeronaves código “C”; 02 (duas) aeronaves código D e 02 (duas) aeronaves código “E”, entre posições atendidas por pontes de embarque e posições remotas.

6.1.3. Os investimentos mencionados nos itens 6.1.1 e 6.1.2 devem ser executados observando o atendimento aos Parâmetros Mínimos de Dimensionamento, os Indicadores de Qualidade de Serviço e as demais regras previstas no Contrato e seus Anexos, devendo estar plenamente operacionais ao final da Fase I-B.

6.2. Além dos investimentos descritos anteriormente, a Concessionária deverá realizar os seguintes investimentos em infraestrutura, atendendo as demais regras previstas no Contrato e seu Anexos, devendo estar plenamente operacionais nos prazos estabelecidos nos itens de que tratam as obrigações:

6.2.1. Deve ser provido sistema visual indicador de rampa de aproximação nas cabeceiras de pistas de pousos e decolagens, para manutenção das operações com aeronaves a jato, quando houver, em até 36 (trinta e seis) meses após a data de eficácia do contrato; 6.2.2. Realizar adequações de infraestrutura necessárias para que o aeroporto esteja habilitado a operar, no mínimo, em Regras de Voo por Instrumento (IFR) não-precisão, sem restrição, noturno e diurno, aeronaves código 3C, em até 36 (trinta e seis) meses após a data de eficácia do contrato.

6.2.2.1. Será considerada operação sem restrição, nos termos do item anterior, aquela em que operações com aeronaves código 3C e inferiores, simultâneas ou não, ocorram sem a necessidade de estabelecimento de procedimentos operacionais especiais que impactem negativamente a capacidade e a segurança operacionais do aeroporto, motivados por inadequação da infraestrutura.

6.2.3. Implantar áreas de segurança de fim de pista (RESA) nos termos do RBAC 154 vigente, nas cabeceiras das pistas de pouso e decolagem, em até 36 (trinta e seis) meses após a data de eficácia do contrato.

6.3. A Concessionária deverá disponibilizar os recursos físicos para realização da inspeção de segurança em até 100% (cem por cento) da bagagem despachada, da carga e da mala postal embarcadas em aeronaves partindo do aeroporto.

6.3.1. A disponibilização dos recursos e equipamentos ao longo do período da concessão deverá ocorrer conforme exigências regulamentares da ANAC, não sendo passível o reequilíbrio econômico financeiro.

6.3.2. A exigência do item anterior pode ser atendida considerando a disponibilidade dos recursos do operador aeroportuário e eventuais recursos disponibilizados pelas empresas aéreas no aeroporto.

 

Faz parte do EVTEA, mas não quer dizer que vai ser assim, é pra ter uma noção do que vai aumentar em termos de posições.

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Com boa vontade, acho que já tem 23 C.

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Ainda está bloqueado  https://twitter.com/Aenabrasil

Recife Guararapes pra não confundir com Arrecife Lanzarote, assim como Salvador Bahia pra não confundir com El ou San Salvador.

 

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Ineco provided Aena Internacional with specialised technical support during the entire process prior to the bid and the handover preparation period that will end in early 2020. This means that the Spanish operator, the world’s largest in terms of passenger volume –more than 280 million in total– will now manage a total of 23 airports in five countries: twelve in Mexico, one in the United Kingdom, two in Colombia, two more in Jamaica and six in Brazil. It also operates the 46 airports and two heliports in the Spanish network, through which more than 263 million passengers passed in 2018.

https://www.revistaitransporte.com/aena-disembarks-in-brazil/

 

https://www.ineco.com/webineco/en/key-projects    AMS Pier A, AUH Midfield, ampliação de LIM, etc, sonhar não custa nada :lol:

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1 hour ago, deiv said:

Aqui em MCZ já anunciaram aumento nas tarifas de embarque. Não investiram 1 centavo ainda no aeroporto mas já querem ver a cor do dinheiro. 

Eles nem assumiram MCZ, então como foi dito acima esse reajuste foi determinado pela ANAC, assim como os futuros.

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Todo ano ANAC reajusta tarifas dos concedidos e dos Infraero, se teve reajuste é porque seria o que a Infraero teria direito.

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2 hours ago, TheJoker said:

6. MELHORIAS DE INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA

Aeroporto de Recife

6.1. Para a Fase I-B do Contrato, com prazo máximo de duração de 36 (trinta e seis) meses a partir da Data de Eficácia do Contrato, a Concessionária deverá realizar os investimentos necessários para adequação da infraestrutura e recomposição total do nível de serviço, a fim de disponibilizar os sistemas permanentes que possibilitem a prestação de serviço adequado aos Usuários, conforme abaixo:

6.1.1. Ampliar a capacidade de processamento de passageiros e bagagens no aeroporto, incluindo terminal de passageiros, estacionamento de veículos e vias terrestres associadas, de modo a prover área e equipamentos adequados para processar, simultaneamente, no aeroporto, pelo menos:

6.1.1.1. 1.891 (um mil oitocentos e noventa e um) passageiros domésticos em hora pico durante o embarque;

6.1.1.2. 1.845 (um mil oitocentos e quarenta e cinco) passageiros domésticos em hora pico durante o desembarque;

6.1.1.3. 455 (quatrocentos e cinquenta e cinco) passageiros internacionais em hora pico durante o embarque;

6.1.1.4. 345 (trezentos e quarenta e cinco) passageiros internacionais na hora pico durante o desembarque.

6.1.2. Disponibilizar área de pátio de aeronaves para acomodar, pelo menos, de forma simultânea e independente, 23 (vinte e três) aeronaves código “C”; 02 (duas) aeronaves código D e 02 (duas) aeronaves código “E”, entre posições atendidas por pontes de embarque e posições remotas.

6.1.3. Os investimentos mencionados nos itens 6.1.1 e 6.1.2 devem ser executados observando o atendimento aos Parâmetros Mínimos de Dimensionamento, os Indicadores de Qualidade de Serviço e as demais regras previstas no Contrato e seus Anexos, devendo estar plenamente operacionais ao final da Fase I-B.

6.2. Além dos investimentos descritos anteriormente, a Concessionária deverá realizar os seguintes investimentos em infraestrutura, atendendo as demais regras previstas no Contrato e seu Anexos, devendo estar plenamente operacionais nos prazos estabelecidos nos itens de que tratam as obrigações:

6.2.1. Deve ser provido sistema visual indicador de rampa de aproximação nas cabeceiras de pistas de pousos e decolagens, para manutenção das operações com aeronaves a jato, quando houver, em até 36 (trinta e seis) meses após a data de eficácia do contrato; 6.2.2. Realizar adequações de infraestrutura necessárias para que o aeroporto esteja habilitado a operar, no mínimo, em Regras de Voo por Instrumento (IFR) não-precisão, sem restrição, noturno e diurno, aeronaves código 3C, em até 36 (trinta e seis) meses após a data de eficácia do contrato.

6.2.2.1. Será considerada operação sem restrição, nos termos do item anterior, aquela em que operações com aeronaves código 3C e inferiores, simultâneas ou não, ocorram sem a necessidade de estabelecimento de procedimentos operacionais especiais que impactem negativamente a capacidade e a segurança operacionais do aeroporto, motivados por inadequação da infraestrutura.

6.2.3. Implantar áreas de segurança de fim de pista (RESA) nos termos do RBAC 154 vigente, nas cabeceiras das pistas de pouso e decolagem, em até 36 (trinta e seis) meses após a data de eficácia do contrato.

6.3. A Concessionária deverá disponibilizar os recursos físicos para realização da inspeção de segurança em até 100% (cem por cento) da bagagem despachada, da carga e da mala postal embarcadas em aeronaves partindo do aeroporto.

6.3.1. A disponibilização dos recursos e equipamentos ao longo do período da concessão deverá ocorrer conforme exigências regulamentares da ANAC, não sendo passível o reequilíbrio econômico financeiro.

6.3.2. A exigência do item anterior pode ser atendida considerando a disponibilidade dos recursos do operador aeroportuário e eventuais recursos disponibilizados pelas empresas aéreas no aeroporto.

 

Faz parte do EVTEA, mas não quer dizer que vai ser assim, é pra ter uma noção do que vai aumentar em termos de posições.

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Com boa vontade, acho que já tem 23 C.

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Falta as pontes de embarque... Remover a aviacao geral abre espaco para novas remotas.

Grande problema que praticamente nao tem taxway para pista mas sim o para o patio. Acho que para isto nao tem solucao sem ter de gastar muito $$$

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A Infraero fez uma ampliacao da pista 18 / 36 cheia de construcoes ao redor

Alguem deve ter levado muito...

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Só a partir do 2º semestre devem divulgar o que vai ser feito em termos de expansão de terminal e pátio, além das obras de readequação da pista/taxiways. Apesar do PEA não estipular quantidade de pontes, usando as últimas concessões  como parâmetro, acredito que instalem em REC entre 6 e 8 pontes.

POA 14 pontes pra 22 posições de estacionamento = 63,64%

SSA 17 pontes para 26 posições de estacionamento = 65,38%   out21  19 pontes pra 27 = 70,37% 

FOR 12                       17                                                     = 70,59%                14                      21 = 66,67%

REC  27 x 63,64% = 17  - 11 = 6

         27 x 70,59% = 19          = 8

 

E não adianta, em todas as concessões até agora só valeu o que está escrito em contrato, nada a mais....                

 

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Muito provável que só ano que vem, o prazo pra entrega de obras é de 3 anos....e os outros aeros é só "cosmética e perfumaria", não tem obrigação nenhuma de expansão, a menos que cresçam muito acima dá média nos próximos anos.

Edited by TheJoker

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Os aeroportos da AENA na Espanha movimentaram 275,2 milhões de pax +4,4%.  MAD 61.7 milhões +6,6% e BCN 52.7 milhões +5,0%

http://www.aena.es/csee/ccurl/272/757/12.Estadisticas_Diciembre_2019.pdf

 

Aproveitando, o tráfego BR-ES ano 2019.

JJ     415.443  +0,13%

IB      385.859   +22,81%

UX     342.321   +9,49%

CA      22.578   -14,46%

tot. 1.166.201   +9,18%      

2018  1.068.122    +13,09%

2017    944.505     -8,04%

2016  1.027.107   +4,81%

2015  979.994       +7,08%

2014   915.190       +27,43% nos últimos 5 anos,  média 4,97% a.a.

2009   625.189       +86,54%                     10                        6,43%

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19 hours ago, TheJoker said:

Muito provável que só ano que vem, o prazo pra entrega de obras é de 3 anos....e os outros aeros é só "cosmética e perfumaria", não tem obrigação nenhuma de expansão, a menos que cresçam muito acima dá média nos próximos anos.

Não sabia que só em REC seria preciso ampliação. Nem MCZ?

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Just now, lucaswild said:

Não sabia que só em REC seria preciso ampliação. Nem MCZ?

Ampliação e melhorias para todos, segundo a AENA, porém cada aeroporto será analisado de forma individual.

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4 hours ago, TheJoker said:

Os aeroportos da AENA na Espanha movimentaram 275,2 milhões de pax +4,4%.  MAD 61.7 milhões +6,6% e BCN 52.7 milhões +5,0%

http://www.aena.es/csee/ccurl/272/757/12.Estadisticas_Diciembre_2019.pdf

 

Aproveitando, o tráfego BR-ES ano 2019.

JJ     415.443  +0,13%

IB      385.859   +22,81%

UX     342.321   +9,49%

CA      22.578   -14,46%

tot. 1.166.201   +9,18%      

2018  1.068.122    +13,09%

2017    944.505     -8,04%

2016  1.027.107   +4,81%

2015  979.994       +7,08%

2014   915.190       +27,43% nos últimos 5 anos,  média 4,97% a.a.

2009   625.189       +86,54%                     10                        6,43%

Analisando estes números, percebe-se que a Espanha (MAD) se torna um hub cada vez mais relevante entre a Europa como um todo e o Brasil. Interessante ver que as 3 grandes cias têm participações relativamente semelhantes, sendo que a IB aumentou seu equipamento em GRU pro 346, a Latam serve as 2 principais cidades Espanholas de seu maior hub (com 77W/350 na alta) e a UX vem fortalecendo sua operação no NE u tb aumentou sua oferta em GRU com os 789.

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Por aeroporto,

GRU  871.187   +5,31%

GIG   152.115   +30,47%

SSA    78.331   +1,28%

REC    62.943   +34,07%

 

Interessante que IB já dominou:  2014   501.356  UX  197.992  JJ  139.801

                                                          2015    492.773         229.529        184.366

                                                          2016    373.359         252.895        337.461

                                                          2017    294.399         261.338        358.684     e abandonou em troca de rentabilidade

                                                          2018    314.192         312.639        414.896

                                                          2019    385.859         342.321        415.443     

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On 12/01/2020 at 17:23, TheJoker said:

Só a partir do 2º semestre devem divulgar o que vai ser feito em termos de expansão de terminal e pátio, além das obras de readequação da pista/taxiways. Apesar do PEA não estipular quantidade de pontes, usando as últimas concessões  como parâmetro, acredito que instalem em REC entre 6 e 8 pontes.

POA 14 pontes pra 22 posições de estacionamento = 63,64%

SSA 17 pontes para 26 posições de estacionamento = 65,38%   out21  19 pontes pra 27 = 70,37% 

FOR 12                       17                                                     = 70,59%                14                      21 = 66,67%

REC  27 x 63,64% = 17  - 11 = 6

         27 x 70,59% = 19          = 8

 

E não adianta, em todas as concessões até agora só valeu o que está escrito em contrato, nada a mais....                

 

POA na verdade tem 16 pontes (10 pontes da época da Infraero + 6 pontes da ampliação da Fraport), sendo que a Fraport inclusive substituiu uma ponte envidraçada da Infraero por uma fechada na parte do terminal feita pela Infraero.

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38 minutes ago, sbpa said:

POA na verdade tem 16 pontes (10 pontes da época da Infraero + 6 pontes da ampliação da Fraport), sendo que a Fraport inclusive substituiu uma ponte envidraçada da Infraero por uma fechada na parte do terminal feita pela Infraero.

Uma não é usada, e o que interessa pra ANAC é que cada posição tenha pelo menos uma ponte, na configuração básica que foi estipulada, no caso de POA:

7.1.1.5     14 (quatorze) pontes de embarque e respectivas posições de pátio, com área equivalente à adequada para atender, de forma simultânea e independente, a 12 (doze) aeronaves Código “C”, 1 (uma) aeronave Código “D” e 1 (uma) aeronave Código “E”.

No caso, essa posição pra E já tinha 2 pontes, mas se a Fraport quisesse poderia tirar uma.

7.1.3        Disponibilizar pátio de aeronaves com área equivalente à adequada para acomodar, pelo menos, de forma simultânea e independente, 20 (vinte) aeronaves código “C”, 01 (uma) aeronave Código “D” e 01 (uma) aeronave Código “E”, entre posições atendidas pelas pontes de embarque referidas no item anterior e posições remotas.

 

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Em REC não tem pontes duplas, então não corre esse risco.

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