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AENA Brasil - Concessionária Aeroportos Nordeste do Brasil S/A


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Eu quero saber o que vai fazer com João Pessoa, aquilo é uma precariedade só.  Esses dias fui lá buscar minha irmã e no portão de desembarque não tinha nem um monitor informando os pousos e horários....

Sem contar que o pátio também é muito pequeno.

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Nao tem ampliação de pista no contrato. O que nao significa que nao sera feito.    ou voce agora faz parte do conselho de administração da Aena Brasil?

6. MELHORIAS DE INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA Aeroporto de Recife 6.1. Para a Fase I-B do Contrato, com prazo máximo de duração de 36 (trinta e seis) meses a partir da Data de Eficácia do Con

https://www.maispb.com.br/511684/pmcg-reivindica-melhorias-do-aeroporto-joao-suassuna.html AENA já apresentou anteprojetos à ANAC. Os projetos executivos (Consórcio Cemosa-Intertechne) só ficam p

1 hour ago, overwht said:

Eu quero saber o que vai fazer com João Pessoa, aquilo é uma precariedade só.  Esses dias fui lá buscar minha irmã e no portão de desembarque não tinha nem um monitor informando os pousos e horários....

Sem contar que o pátio também é muito pequeno.

Nada específico, o principal é a reforma da pista, implantação de RESA.

 

Aeroporto de João Pessoa

6.13. Durante a Fase I-B do Contrato, com prazo máximo de duração de 36 (trinta e seis) meses a partir da Data de Eficácia, a Concessionária deverá realizar os investimentos necessários para adequação da infraestrutura e recomposição do nível de serviço, a fim de disponibilizar os sistemas permanentes que possibilitem a prestação de serviço adequado aos Usuários, conforme abaixo:

6.13.1. Ampliar a capacidade de processamento de passageiros e bagagens no aeroporto, incluindo área de movimento de aeronaves, terminal de passageiros, estacionamento de veículos, vias terrestres associadas e outras infraestruturas de apoio, de modo a prover área e equipamentos adequados para processar no aeroporto, pelo menos, a demanda de passageiros na Hora Pico apurada nos 12 (doze) meses compreendidos entre o 23º (vigésimo terceiro) e o 34º (trigésimo quarto) mês da concessão, em embarque e desembarque.

6.13.2. Os investimentos necessários para o atendimento ao prescrito no item 6.13.1 devem ser executados observando o atendimento aos Parâmetros Mínimos de Dimensionamento, os Indicadores de Qualidade de Serviço e as demais regras previstas no Contrato e seus Anexos, devendo estar plenamente operacionais ao final da Fase I-B.

6.14. Além dos investimentos descritos anteriormente, a Concessionária deverá realizar os seguintes investimentos em infraestrutura, atendendo as demais regras previstas no Contrato e seu Anexos, devendo estar plenamente operacionais nos prazos estabelecidos nos itens de que tratam as obrigações:

6.14.1. Deve ser provido sistema visual indicador de rampa de aproximação nas cabeceiras de pistas de pousos e decolagens, para manutenção das operações com aeronaves a jato, quando houver, em até 36 (trinta e seis) meses após a data de eficácia do contrato;

6.14.2. Realizar adequações de infraestrutura necessárias para que o aeroporto esteja habilitado a operar, no mínimo, em Regras de Voo por Instrumento (IFR) não-precisão, sem restrição, noturno e diurno, aeronaves código 3C, em até 36 (trinta e seis) meses após a data de eficácia do contrato.

6.14.2.1. Será considerada operação sem restrição, nos termos do item anterior, aquela em que operações com aeronaves código 3C e inferiores, simultâneas ou não, ocorram sem a necessidade de estabelecimento de procedimentos operacionais especiais que impactem negativamente a capacidade e a segurança operacionais do aeroporto, motivados por inadequação da infraestrutura.

6.14.3. Implantar áreas de segurança de fim de pista (RESA) nos termos do RBAC 154 vigente, nas cabeceiras das pistas de pouso e decolagem, em até 36 (trinta e seis) meses após a data de eficácia do contrato;

6.15. A Concessionária deverá disponibilizar os recursos físicos para realização da inspeção de segurança em até 100% (cem por cento) da bagagem despachada, da carga e da mala postal embarcadas em aeronaves partindo do aeroporto.

6.15.1. A disponibilização dos recursos e equipamentos ao longo do período da concessão deverá ocorrer conforme exigências regulamentares da ANAC, não sendo passível o reequilíbrio econômico financeiro.

6.15.2. A exigência do item anterior pode ser atendida considerando a disponibilidade dos recursos do operador aeroportuário e eventuais recursos disponibilizados pelas empresas aéreas no aeroporto.

 

O problema é que JPA não cresce.

2014  1.327.284

2015  1.463.315   +10,2%

2016  1.418.380   -3,1%

2017   1.387.496   -2,2%

2018   1.414.896   +2,0%

11M18   1.265.491

11M19   1.183.599  -6,5%  se mantiver esse percentual pra dez, fecha em +/-1.323 mil pax.

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16 minutes ago, overwht said:

E tem um detalhe interessante: a pista eh Em uma cidade e o terminal em outra :D (Santa Rita e Bayeux)

Agora é tudo em Santa Rita.  http://g1.globo.com/pb/paraiba/jpb-1edicao/videos/t/edicoes/v/stf-determina-que-o-aeroporto-castro-pinto-pertence-a-santa-rita/7918335/

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On 12/01/2020 at 16:50, BLUE - SBKP - said:

A Infraero fez uma ampliacao da pista 18 / 36 cheia de construcoes ao redor

Principalmente na cabeceira 18. Tem praticamente uma favela do lado esquerdo da pista, dentro do muro do aeroporto. Não sei se conseguiram tirar o povo de lá...

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Refrescando a memória, esses são os valores dos investimentos obrigatórios ao longo dos 30 anos de concessão.

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abrem maior

Nos primeiros 5 anos serão R$788 milhões para os 6 aeroportos +/- 36,6%.

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https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/03/15/grupos-estrangeiros-dominam-leilao-de-aeroportos-espanhola-aena-leva-bloco-nordeste.ghtml

 

REC R$865 milhões em 30 anos x 36,6% = R$317 milhões nos 5 primeiros anos, obras até o final de 2023.

FOR e SSA gastaram nessa primeira fase +/- R$700 milhões, então REC algo entre a metade de FOR e a metade do pier de SSA, uma sala de embarque com 6 pontes, 3 WB ou 6 NB, no esquema de swing pra atender doméstico e inter quando tiver movimento.

Edited by TheJoker
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Em CPV já há sinais de mudanças um dia antes de assumirem o aeroporto. É visível a agilidade em resolver as coisas...

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On 13/01/2020 at 20:10, TheJoker said:

Uma não é usada, e o que interessa pra ANAC é que cada posição tenha pelo menos uma ponte, na configuração básica que foi estipulada, no caso de POA:

7.1.1.5     14 (quatorze) pontes de embarque e respectivas posições de pátio, com área equivalente à adequada para atender, de forma simultânea e independente, a 12 (doze) aeronaves Código “C”, 1 (uma) aeronave Código “D” e 1 (uma) aeronave Código “E”.

No caso, essa posição pra E já tinha 2 pontes, mas se a Fraport quisesse poderia tirar uma.

7.1.3        Disponibilizar pátio de aeronaves com área equivalente à adequada para acomodar, pelo menos, de forma simultânea e independente, 20 (vinte) aeronaves código “C”, 01 (uma) aeronave Código “D” e 01 (uma) aeronave Código “E”, entre posições atendidas pelas pontes de embarque referidas no item anterior e posições remotas.

 

Se forem aeronaves de código "C", em tese caberiam 16 aeronaves simultaneamente nas pontes, pois há 16 pontes sim, mas a primeira ponte, junto ao terminal de cargas, parece que não está operante, assim como a décima ponte tb não estava, mas esta última foi substituída pela Fraport e nesta foto do satélite já está com um avião acoplado. 

Quanto às exigências da concessão, realmente eram 14 pontes, ou seja, bastava adicionar mais 4, mas adicionou 6. Atualmente parece que são 15 pontes operando.

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On 14/01/2020 at 12:04, TheJoker said:

O problema é que JPA não cresce.

2014  1.327.284

2015  1.463.315   +10,2%

2016  1.418.380   -3,1%

2017   1.387.496   -2,2%

2018   1.414.896   +2,0%

11M18   1.265.491

11M19   1.183.599  -6,5%  se mantiver esse percentual pra dez, fecha em +/-1.323 mil pax.

Problema de JPA não é nada atrativo nem pra quem mora na Paraiba.

Morei 1 ano e meio no sertão paraibano e nesse período foram 6 viagens. 1 desci em CPV, o resto desci/embarquei em REC. 

JPA além de longe das cidades interioranas da Paraiba não tem competitividade em relação a preços das passagens aéreas. Gastava praticamente o mesmo em passagem rodoviária para ir pra Recife (se comparado a ir pra JPA) mas a passagem aérea era no mínimo 40% mais barata em REC. Ainda rolava um role em BV :cool:

Até CPV consegue ser mais competitivo no tocante a preço das passagens que JPA. 

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14 hours ago, sbpa said:

Se forem aeronaves de código "C", em tese caberiam 16 aeronaves simultaneamente nas pontes, pois há 16 pontes sim, mas a primeira ponte, junto ao terminal de cargas, parece que não está operante, assim como a décima ponte tb não estava, mas esta última foi substituída pela Fraport e nesta foto do satélite já está com um avião acoplado. 

Quanto às exigências da concessão, realmente eram 14 pontes, ou seja, bastava adicionar mais 4, mas adicionou 6. Atualmente parece que são 15 pontes operando.

Acredito só cabem 15C, eu não lembrava de ter visto 2 aviões na posição 1, mas achei 2 códB  CRJ da PU e um E170 da T4.

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A posição 1 sempre foi pra D, 767 ou A300/310 que na época tinham 2 portas.

Nessa foto, da época que AA operava o 767 nessa posição dá pra ver as marcas  https://www.flickr.com/photos/dani203/24747692700/sizes/k/

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Se a 2L estiver em operação só cabe 1 738 na 1C.

 

Edited by TheJoker
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7 hours ago, deiv said:

Problema de JPA não é nada atrativo nem pra quem mora na Paraiba.

Morei 1 ano e meio no sertão paraibano e nesse período foram 6 viagens. 1 desci em CPV, o resto desci/embarquei em REC. 

JPA além de longe das cidades interioranas da Paraiba não tem competitividade em relação a preços das passagens aéreas. Gastava praticamente o mesmo em passagem rodoviária para ir pra Recife (se comparado a ir pra JPA) mas a passagem aérea era no mínimo 40% mais barata em REC. Ainda rolava um role em BV :cool:

Até CPV consegue ser mais competitivo no tocante a preço das passagens que JPA. 

Geograficamente CPV é melhor sem dúvidas até para Caruaru.

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51 minutes ago, TheJoker said:

Acredito só cabem 15C, eu não lembrava de ter visto 2 aviões na posição 1, mas achei 2 códB  CRJ da PU e um E170 da T4.

 

A posição 1 sempre foi pra D, 767 ou A300/310 que na época tinham 2 portas.

Nessa foto, da época que AA operava o 767 nessa posição dá pra ver as marcas  https://www.flickr.com/photos/dani203/24747692700/sizes/k/

 

Se a 2L estiver em operação só cabe 1 738 na 1C.

 

Tenho um folder que a Infraero distribuiu quando da inauguração do aeroporto e nele está dito que seria possível a operação simultânea de dez aeronaves de código "C" nas pontes, inclusive na época várias reportagens replicaram essa informação, que inclusive tb constava no site da Infraero qd POA era administrado por ela. Salvo me engano até já vi dez aeronaves código "C" operando simultaneamente nas pontes qd a Gol tinha o seu mini-hub do Mercosul em POA, mas não quero afirmar o que não tenho certeza.

 

Obs.: O 777 da Varig já operou em ponte em POA tb. Pelo que eu saiba POA tinha 10 posições em pontes de código C, sendo que duas delas poderiam atender a uma mesma aeronave de Código E. Era essa a capacidade dos tempos da Infraero.

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7 minutes ago, sbpa said:

Obs.: O 777 da Varig já operou em ponte em POA tb. Pelo que eu saiba POA tinha 10 posições em pontes de código C, sendo que duas delas poderiam atender a uma mesma aeronave de Código E. Era essa a capacidade dos tempos da Infraero.

A aeronave de Código E acoplava simultanteamente nas pontes 2L e 2R em POA.

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14 hours ago, sbpa said:

A aeronave de Código E acoplava simultanteamente nas pontes 2L e 2R em POA.

Sim 777, M11, DC-10 não lembro de ver foto no gate, e hoje TP 332, 77W da JJ teve outro dia operando extra de GRU. O que importa é que a Fraport cumpriu o contrato, e pode receber simultaneamente um 767 (D), um 77W (E) e doze 737s e/ou 320 family.

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9 hours ago, TheJoker said:

Sim 777, M11, DC-10 não lembro de ver foto no gate, e hoje TP 332, 77W da JJ teve outro dia operando extra de GRU. O que importa é que a Fraport cumpriu o contrato, e pode receber simultaneamente um 767 (D), um 77W (E) e doze 737s e/ou 320 family.

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Essas aeronaves operavam no gate tb. Não disse que ela não cumpriu, só disse lá no primeiro quote que não são só 14 pontes em POA como vc havia dito inicialmente e como a própria Fraport tem divulgado no seu vídeo institucional, pois há no mínimo 15 operando (e mais 1 aparentemente parado). Enfim, encerro o off-topic. Hehe.

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  • 2 weeks later...
Aero-Juazeiro-do-Norte_Infraero.jpg?resi

Aeroporto Do Juazeiro Do Norte (Ceará) Já Está Sob Gestão Espanhola

 
 

A Infraero deixou neste mês de janeiro a gestão das operações no Aeroporto de Juazeiro do Norte/Orlando Bezerra de Menezes, no Estado do Ceará, no Nordeste Brasileiro, depois de 18 anos de atividade. O terminal, que serve à Região Metropolitana do Cariri, é agora administrado pela Aena Desarrollo Internacional, empresa de gestão de aeroportos de matriz espanhola.

Administrado pela Infraero desde 2002, o Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes recebeu, nos últimos anos, mais de 20 milhões de reais em investimentos. A capacidade do terminal mais que dobrou, passando de 800 mil para 1,7 milhão passageiros por ano. Também foi realizada a obra de requalificação da pista de aterragem, que prolongou a resistência do pavimento, possibilitando a operação de aeronaves de maior porte.

“A Infraero possui um histórico extremamente positivo na gestão do Aeroporto de Juazeiro do Norte”, afirmou o presidente da Infraero, Brigadeiro Paes de Barros. Somente nos últimos 15 anos, o número de viajantes que utilizam anualmente o terminal saltou de 30 mil para mais de 560 mil, com recordes consecutivos de movimentação nos últimos cinco anos. Segundo Paes de Barros, a Infraero segue comprometida com a agenda do Governo Federal do Brasil, de concessão dos aeroportos da União à iniciativa privada. “Entregamos ao novo operador aeroportuário um terminal moderno e, acima de tudo, que opera com elevados níveis de segurança”, disse.

O presidente da Infraero também ressaltou “a importância do empenho dos funcionários da empresa na transição da gestão do terminal aeroportuário, o que garantiu que o processo ocorresse da maneira mais fluída possível, sem qualquer impacto na qualidade dos serviços aos passageiros”. Paes de Barros acrescentou ainda que os demais aeroportos operados pela empresa continuarão a ter o mesmo nível de desempenho e segurança até que as atividades sejam totalmente transferidas para a iniciativa privada.

Atualmente, o aeroporto conta com voos operados pelas companhias aéreas Azul e GOL, com destino a Campinas e Guarulhos (São Paulo), Recife (Pernambuco) e Fortaleza (capital do Estado do Ceará). O nome do aeroporto, Orlando Bezerra de Menezes, homenageia um importante político e industrial nascido na cidade. Foi vereador, deputado estadual e federal, além de prefeito de Juazeiro do Norte na década de 1970.

 

Primeiro aeroporto controlado pela AENA no Nordeste Brasileiro

Além do terminal do Cariri, a empresa espanhola Aena arrematou, em março do ano passado, com uma mais-valia de 1.010% em relação ao lance mínimo inicial de 171 milhões de reais, os aeroportos de Recife (Pernambuco), Maceió (Alagoas), Aracaju (Sergipe), João Pessoa e Campina Grande (ambos na Paraíba), todos no Nordeste Brasileiro. A concessão é por 30 anos, podendo ser prorrogada por mais cinco anos.

Desde o passado dia 13 de janeiro, a Aena Desarrollo Internacional assumiu a gestão do Aeroporto de Juazeiro do Norte/Orlando Bezerra de Menezes, no Estado do Ceará, o primeiro de seis aeroportos que serão geridos pela empresa a partir deste ano no Nordeste Brasileiro.

fonte: www.newsavia.com.br

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1 hour ago, deiv said:

Estou no aguardo de assumirem MCZ e que façam reformas, o aeroporto está abandonado 

13 de fevereiro  https://alagoasalerta.com.br/noticias/alagoas/empresa-espanhola-vai-iniciar-em-fevereiro-as-operacoes-no-aeroporto-de-maceio-destaca-rafael-brito

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CEMOSA, en consorcio, desarrolla los Proyectos de Mejoras de 6 Aeropuertos del Bloque Nordeste en Brasil.

El Consorcio CEMOSA – INTERTECHNE es el responsable de la redacción de los Proyectos Constructivos de Mejora de los 6 Aeropuertos que integran el Bloque Nordeste de la 5ª Ronda de Concesiones. El contrato incluye los siguientes aeropuertos:

  • Aeropuerto Internacional de Recife (REC)
  • Aeropuerto Internacional de Maceió (MCZ)
  • Aeropuerto de João Pessoa (JPA)
  • Aeropuerto de Juazeiro do Norte (JDO)
  • Aeropuerto de Campina Grande (CPV)
  • Aeropuerto de Internacional de Aracajú (AJU)

Asimismo, forma parte del alcance del contrato el Desarrollo del Diseño Funcional y de los Anteproyectos de Mejora y Ampliación del Aeropuerto de Recife.

El contrato, adjudicado por Aena Internacional, tiene un presupuesto aproximado 1,5 millones de euros y un plazo de 6 meses, estando prevista su conclusión en marzo de 2020.

http://www.cemosa.es/cemosa-en-consorcio-desarrolla-los-proyectos-de-mejoras-de-6-aeropuertos-del-bloque-nordeste-en-brasil/

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CEMOSA cuenta con una división de aeropuertos con una larga historia en la prestación de servicios profesionales en los aeropuertos de España y Latinoamérica.

Nuestra experiencia abarca la planificación, diseño, gestión de programas y servicios de gestión de construcción de campo de vuelos, terminales de pasajeros y de la infraestructura terrestre, así como proyectos de instalaciones aeroportuarias.

CEMOSA proporciona una amplia gama de servicios de ingeniería especializada que van desde la consultoría, planificación, viabilidad y selección de emplazamientos a diseño, gestión integral del proyecto, puesta en servicio y la disponibilidad operacional de las instalaciones e infraestructuras aeroportuarias.

Nuestros principales clientes son los operadores aeroportuarios:

  • AENA: Gestor aeroportuario español.
  • Opain: Gestor del Aeropuerto El Dorado en Colombia.

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  • Tocumen SA: Gestor del Aeropuerto internacional de Tocumen en Panamá.

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  • Aerocali: Gestor del aeropuerto de Cali en Colombia.
  • Sociedad Grupo Aeroportuario del Caribe SAS: Gestor del Aeropuerto de Barranquilla en Colombia.

Otros clientes son las siguientes entidades públicas: Agencia Nacional de Infraestructuras de Colombia, Aeronáutica Civil de Colombia, Aeronáutica Civil de Panamá, OACI, Viceministerio de Transportes Ministerio de Obras Públicas, servicios y vivienda de Bolivia, Banco Interamericano de Desarrollo.

 

http://www.cemosa.es/referencia/?ver=aeropuertos

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  • 2 weeks later...

AVIAÇÃO CIVIL

Aena assume operações no Aeroporto de Maceió

12 de Fevereiro de 2020

 

A partir desta quinta-feira (13/02), a Infraero encerra as operações no Aeroporto Internacional de Maceió/Zumbi dos Palmares/AL, o qual passa a ser administrado pela empresa espanhola Aena Desarrollo Internacional. Além do aeroporto alagoano, a nova gestora arrematou, em 15 de março de 2019, os terminais de Campina Grande/PB e Juazeiro do Norte/CE, que já estão sendo administrados por ela, além dos terminais de Aracaju/SE, João Pessoa/PB, e Recife/PE, que se encontram em Plano de Transferência Operacional (PTO).

Intitulado Bloco Nordeste, o conjunto de aeroportos foi leiloado por R$ 1,9 bilhão, com ágio de 1.010% em relação ao lance mínimo inicial de R$ 171 milhões. De acordo com o contrato de concessão celebrado entre a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e a nova gestora, a estimativa de investimento para os aeroportos do Bloco Nordeste ao longo dos próximos 30 anos é de R$ 2,153 bilhões, sendo que um terço, ou R$ 788 milhões, serão aplicados nos próximos cinco anos.

A Infraero já finalizou as transições dos aeroportos dos blocos Sudeste e Centro-Oeste, e segue a fase de Operação Assistida nos demais aeroportos do Bloco Nordeste, que continua até o início de março deste ano. “Seguiremos contribuindo com a diretriz do Governo Federal, operando todos os terminais com os mesmos níveis de qualidade e segurança até que as atividades sejam transferidas à iniciativa privada”, afirmou o presidente da Infraero, Brigadeiro Paes de Barros.

 

http://transportes.gov.br/ultimas-noticias/9496-aena-assume-operações-no-aeroporto-de-maceió.html

 

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