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A345_Leadership

Situação do grounding do Boeing 737 MAX

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Tópico destinado as discussões sobre o grounding dos Boeing 737 MAX e seus desdobramentos.

O antigo tópico encontra-se no link abaixo. 

 

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E as "conversas internas da Boeing" estão dando o que falar...

Boeing mocked Lion Air for wanting 737 MAX simulator training

The whole reason the 737 MAX was grounded was due to two deadly crashes, the deadliest of which was with Lion Air crash, where 189 people died. This was found to be due to inadequate training and unfamiliarity with the new MAX systems.

Well, the House committee investigating the 737 MAX has now found that in 2017 Lion Air wanted to put their pilots through simulator training before flying the 737 MAX, but Boeing talked them out of it.

How did Boeing employees feel about this? One employee wrote:

“Now friggin Lion Air might need a sim to fly the MAX, and maybe because of their own stupidity. I’m scrambling trying to figure out how to unscrew this now! idiots,”

Another employee responded:

“WHAT THE F%$&!!!! But their sister airline is already flying it!”

A couple of days after this, Boeing’s chief technical pilot for the 737 bragged:

“Looks like my jedi mind trick worked again!”

There was an attached email exchange recommending computer-based courses over simulator training, in which Boeing’s chief technical pilot for the 737 wrote:

“I am concerned that if [redacted] chooses to require a Max simulator for its pilots beyond what all other regulators are requiring that it will be creating a difficult and unnecessary training burden for your airline, as well as potentially establish a precedent in your region for other Max customers.”

 

extraído de  https://onemileatatime.com/boeing-737-max-lion-air-simulator/

 

Curiosidade, na G3 teve treinamento no simulador?

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Na GOL houve somente um curso online com as diferenças entre o NG e o MAX.

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Foi noticiado no Aeroflap, dias atrás, que a Gol comprou um simulador do 737 MAX.

Procede?

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737 max na AA só em 4 de junho

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Vou cantar a pedra aqui : Antes do Q2 de 2020 esse grounding não sai 

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55 minutes ago, deiv said:

Vou cantar a pedra aqui : Antes do Q2 de 2020 esse grounding não sai 

Também penso assim. Isso pra não dizer que acaba no finalzinho do Q2, já virando pro Q3.

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5 hours ago, MRN said:

737 max na AA só em 4 de junho

É melhor dizer que os voos com o MAX estão suspensos indefinidamente. 

Fosse o Bob Crandall, ia jogar fezes na fan, igual ao MD-11.

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Gol na eminência de segregar tripulações.

 

Igual fazia com o 737 300 e NGs

 

O problema é que as rotas dos Max são bem melhores, o NG ficará com o pior salário e as piores rotas.

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Já existe nos EUA alguma norma em que a cia. aérea é obrigada a informar ao passageiro o tipo de aeronave que será utilizada no voo?

Penso que, caso não exista, algum legislador norte-americano pode criar alguma lei nesse sentido, ou para "proteger" o consumidor ou como medida populista, para ganhar votos. Caso isso aconteça, penso que há o risco da população - principalmente nos EUA - boicotar o uso do 737 MAX, levando as cias a não utilizarem/comprarem o modelo. Nesse caso, o que a Boeing faria? Nova aeronave ou voltar o NG (pouco provável na minha opinião)? Acho que essa história já aconteceu no passado com os Lockheed Electra II e com os DH Comet.

Infelizmente - sempre torço para tudo terminar bem, para todos - creio que a Boeing pode se ver diante de uma encruzilhada (qual caminho tomar) jamais vista em toda a sua história.

 

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39 minutes ago, alferreira said:

Infelizmente - sempre torço para tudo terminar bem, para todos

Já eu não consigo torcer pelo bem da Boeing nesse caso. Foi um problema que eles mesmos causaram, quando colocaram os lucros a frente da preocupação com as vidas humanas 

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52 minutes ago, alferreira said:

Já existe nos EUA alguma norma em que a cia. aérea é obrigada a informar ao passageiro o tipo de aeronave que será utilizada no voo?

Penso que, caso não exista, algum legislador norte-americano pode criar alguma lei nesse sentido, ou para "proteger" o consumidor ou como medida populista, para ganhar votos. Caso isso aconteça, penso que há o risco da população - principalmente nos EUA - boicotar o uso do 737 MAX, levando as cias a não utilizarem/comprarem o modelo. Nesse caso, o que a Boeing faria? Nova aeronave ou voltar o NG (pouco provável na minha opinião)? Acho que essa história já aconteceu no passado com os Lockheed Electra II e com os DH Comet.

Infelizmente - sempre torço para tudo terminar bem, para todos - creio que a Boeing pode se ver diante de uma encruzilhada (qual caminho tomar) jamais vista em toda a sua história.

 

Muito se fala de uma nova aeronave mais isso demoraria quase 10 anos até sair a certificação....

Então não é uma opção para substituir o Max

Além disso hoje a Airbus não dá conta de fornecer sozinha todas aeronavas que o mercado precisa nessa faixa de assento e não tem nenhum outro concorrente real

 

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20 hours ago, MRN said:

737 max na AA só em 4 de junho

United também adiou para 4 de junho. Só a Southwest, que por enquanto, mantém a data anterior

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1 hour ago, deiv said:

Já eu não consigo torcer pelo bem da Boeing nesse caso. Foi um problema que eles mesmos causaram, quando colocaram os lucros a frente da preocupação com as vidas humanas 

Uma coisa é a instituição e outra coisa são os administrdores.

Torcer pelo pior da empresa envolve todos os acionistas, todos os empregados, todos os fornecedores, todos os clientes etc., e seus respectivos familiares, que não tem a ver com as decisões.

Tem que punir os que erraram, não todos.

Edited by raphok
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11 hours ago, FCRO said:

Muito se fala de uma nova aeronave mais isso demoraria quase 10 anos até sair a certificação....

Então não é uma opção para substituir o Max

Além disso hoje a Airbus não dá conta de fornecer sozinha todas aeronavas que o mercado precisa nessa faixa de assento e não tem nenhum outro concorrente real

 

Uma opção que não faz sentido algum, que por enquanto é um devaneio sem nenhuma noção, mas que em um futuro cenário mais drástico pode fazer sentido, é a possibilidade de a Boeing produzir o A320neo em suas dependências, sob licença da Airbus, no caso da impossibilidade de homologar o 737 MAX novamente e a Boeing tenha que abandonar o projeto e partir para uma nova aeronave. É uma opção cujas possibilidades tendem a zero, mas no caso de o MAX ser proibido permanentemente de voar, pode ser uma das únicas opções da Boeing para atender seus clientes com uma aeronave de nova geração até que a fabricante consiga colocar um novo narrow para voar, além de que licenciar o produto concorrente para atender aos seus clientes pode ser menos pior que perder esses clientes para a concorrência. Não vejo essa como uma opção factível no momento, duvido muito que a Boeing iria engolir seu orgulho e produzir um Airbus em sua estrutura, mas no caso de o mercado rejeitar o 737 NG como opção ao MAX, essa será a única opção viável no curto prazo, pois, como o colega ressaltou, um novo projeto leva cerca de 10 anos para ir do papel ao gate, nesse tempo, a frota irá envelhecer e precisará de substituição, e a Airbus não é capaz de produzir sozinha aeronaves suficientes para atender ao seu próprio mercado e aos órfãos da Boeing, bem como o mercado não parece aceitar bem as aeronaves chinesas e russas. Sem noção hoje, mas pode ser uma possibilidade a ser vista com bons olhos no futuro, apesar de que eu acredito no retorno do 737 MAX.

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1 hour ago, A350-1041 said:

Uma opção que não faz sentido algum, que por enquanto é um devaneio sem nenhuma noção, mas que em um futuro cenário mais drástico pode fazer sentido, é a possibilidade de a Boeing produzir o A320neo em suas dependências, sob licença da Airbus, no caso da impossibilidade de homologar o 737 MAX novamente e a Boeing tenha que abandonar o projeto e partir para uma nova aeronave. É uma opção cujas possibilidades tendem a zero, mas no caso de o MAX ser proibido permanentemente de voar, pode ser uma das únicas opções da Boeing para atender seus clientes com uma aeronave de nova geração até que a fabricante consiga colocar um novo narrow para voar, além de que licenciar o produto concorrente para atender aos seus clientes pode ser menos pior que perder esses clientes para a concorrência. Não vejo essa como uma opção factível no momento, duvido muito que a Boeing iria engolir seu orgulho e produzir um Airbus em sua estrutura, mas no caso de o mercado rejeitar o 737 NG como opção ao MAX, essa será a única opção viável no curto prazo, pois, como o colega ressaltou, um novo projeto leva cerca de 10 anos para ir do papel ao gate, nesse tempo, a frota irá envelhecer e precisará de substituição, e a Airbus não é capaz de produzir sozinha aeronaves suficientes para atender ao seu próprio mercado e aos órfãos da Boeing, bem como o mercado não parece aceitar bem as aeronaves chinesas e russas. Sem noção hoje, mas pode ser uma possibilidade a ser vista com bons olhos no futuro, apesar de que eu acredito no retorno do 737 MAX.

Acredito que essa opção não seja nada factível por conta do segredo industrial. 

Caso o MAX seja terminantemente proibido de voar acho mais provável voltarem com o NG oferecendo ele num preço beeem interessante, diria que quase a preço de custo. 

Outra opção seria pegar o E2, aumentar o avião, remotorizar e lançar ele como sucessor do 737.

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Não acho que o Max seria proibido de voar indefinidamente. 

Creio que a FAA vai optar por um procedimento intermediário, vai liberar a aeronave validando as modificações impostas, mas vai demandar o treinamento das tripulações em simulador específico. 

Obvio que isso vai gerar um QUEUE bem grande já que será impossível qualificar tripulantes da noite para o dia para centenas de aeronaves paradas. 

Isso também teria efeito na produção... quem vai querer receber avião agora sem ter tripulante qualificado ?

 

 

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Ahh mais fácil para a Boeing seria oferecer um 737NG - remontar a linha - não obstante descontos que teriam que ser dados para os clientes... 

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6 hours ago, deiv said:

Acredito que essa opção não seja nada factível por conta do segredo industrial. 

Caso o MAX seja terminantemente proibido de voar acho mais provável voltarem com o NG oferecendo ele num preço beeem interessante, diria que quase a preço de custo. 

Outra opção seria pegar o E2, aumentar o avião, remotorizar e lançar ele como sucessor do 737.

Mas o E2 já é o alongamento do E-Jet original, vão esticar mais uma vez? Vão conseguir colocar 200 Pax num avião que foi projetado para 120?

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Pessoal, não exagera tanto, o MAX não é nenhum Tupolev 104. Na pior das hipóteses, a Boeing vai ter que reprojetar a parte traseira (deriva e profundor) e algum outro ajuste para mudar o CG do avião, algo que talvez deveriam ter feito ao invés do MCAS.

O E2 não tem mais aonde esticar. Ele já mais comprido que um 737-900. Se a configuração dele fosse 3+2, a ideia era pensável, tanto que a própria Airbus já está pensando em fazer isso com o A220.

 

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O CADE não pode mais autorizar uma Boeing em ruínas a absorver a EMBRAER, por Ion de Andrade

o-cade-nao-pode-mais-autorizar-uma-boein

 

 

O CADE não pode mais autorizar uma Boeing em ruínas a absorver a EMBRAER

por Ion de Andrade

Breve histórico

Na sequência da fusão entre a Airbus e a Bombardier, a Boeing propôs à EMBRAER a criação de uma nova empresa, a Boeing Brasil da qual 80% pertenceria à Boeing e 20% à EMBRAER tendo em vista um melhor posicionamento no mercado. A porção militar da EMBRAER ficou de fora da fusão por interferência da Aeronáutica, mas toda a parte da aviação civil, produtora de tecnologia de ponta, florão da indústria nacional, deveria ser englobada pelo então gigante americano Boeing. 

Essa EMBRAER, orgulho nacional, seria comprada pela bagatela de 4,2 bilhões de dólares. Esse montante corresponde atualmente a 1/5 do mínimo estimado em perdas pela Boeing decorrentes de encomendas que poderão ser canceladas de aviões 737 Max que talvez não venham mais a ter autorização para voar e se acumulam às centenas nos pátios da empresa nos Estados Unidos (400 aviões)… Como as perdas para a empresa não se limitam ao cancelamento dessas encomendas, isso significa risco real de que a EMBRAER talvez esteja sendo fundida à potencial massa falida da Boeing, ou sendo tragada num sumidouro de dimensões bilionárias.

A Boeing começou a ser desmascarada por suas práticas inseguras após dois acidentes recentes que mataram centenas de pessoas. O primeiro ocorreu em 29 de agosto de 2018 na Indonésia e derrubou um avião da Lion Air deixando 189 mortos e o segundo ocorreu em 10 de março de 2019 e derrubou um jato da Ethiopian Air Lines deixando 157 mortos.

 Os problemas

A Boeing tem hoje em torno de 400 aviões 737 Max estocados em seus hangares e pátios, sem autorização para entregá-los. O valor de cada um deles gira entre 55 e 100 milhões de dólares, o que aponta para um prejuízo caso o modelo não seja mais autorizado a voar superior a 20 bilhões de dólares (clique aqui)

Mas os problemas não param por aí. O ano de 2019 foi o pior dos últimos 30 anos para a empresa e os cancelamentos de pedidos foram maiores do que as encomendas que bateram recorde negativo.

Diversas empresas de aviação pelo mundo estão cancelando seus voos em virtude de preverem que não poderão voar com os seus 737 Max e serão milhares de voos cancelados. Isso significa, para além do prejuízo com os aparelhos cujas encomendas estão sendo canceladas, prováveis indenizações milionárias em virtude desses prejuízos de terceiros em dominó. E essa crise com as companhias de aviação não se resolverá apenas com uma autorização legal de voo para o 737 Max, (que talvez não venha) pois as empresas aéreas poderão desistir dele e seus passageiros poderão não mais querer voar nessas aeronaves. 

O quadro mergulha suas raízes em algo que pode ser considerado ao menos como falta de transparência (para dizer o mínimo), pois o MCAS, um sistema de estabilização auxiliar do 737 Max, cuja existência se devia a necessidades suplementares de estabilização, era comumente desconhecido dos pilotos (clique aqui) e a Boeing, no caso da Lion Air, zombou da empresa informando que eram desnecessário treinamentos específicos para os pilotos.  

A homologação pelos órgãos de controle americanos foi estranhamente facilitada o que gerou a abertura de um processo contra a empresa no Departamento de Justiça daquele país, (clique aqui). 

Esse projeto inseguro e pouco transparente matou centenas de pessoas em acidentes, portanto, razoavelmente previsíveis, pois sabe-se agora que os funcionários da Boeing, para além de tudo, consideravam que o projeto havia sido feito por palhaços, tão baixa era a sua credibilidade (clique aqui).  

Mas as desventuras em série não param por aí. A tão esperada cápsula da Boeing, a Starliner, encomendada pela NASA para o transporte regular de passageiros ao espaço, falhou no seu teste de dezembro adiando a conclusão do projeto e obrigando a empresa a mais despesas e testes. 

No dia 14 de janeiro, por problemas de motor um outro Boeing despejou toneladas de combustível em cima de uma escola nos Estados Unidos afetando, segundo a imprensa americana 31 pessoas em terra. 

Como não poderia deixar de ser, segundo a Bloomberg, a Boeing estaria atualmente negociando um empréstimo milionário em meio à crise com o 737 Max, o que obviamente sinaliza para riscos financeiros reais, caso os bancos não considerem seguro emprestar a uma empresa que talvez deva provar melhor a sua capacidade de se sustentar.

Diversos analistas acreditam que a Boeing será salva pelo governo americano, pois só ela fabrica certos componentes cruciais para a defesa. Mas o governo americano poderia salvar apenas a divisão militar, menos afetada pela crise do que a da aviação civil. E  esse é um problema para nós porque a nossa EMBRAER foi comprada justamente para integrar o segmento da aviação civil da Boeing. 

A crise da empresa é tão profunda que a JP Morgan estima que o impacto da decomposição da Boeing venha a gerar impacto da ordem de 0,6% do PIB nos Estado Unidos…

Todas essas questões interferem diretamente no negócio, ocorreram posteriormente às tratativas com a EMBRAER, são supervenientes, e não podem, obviamente, deixar de ser consideradas na autorização da fusão das duas empresas pelo CADE sob pena de risco de grave lesão aos interesses brasileiros.

 O CADE simplesmente não pode mais, não tem mais direito de autorizar a fusão da EMBRAER com a Boeing porque as circunstâncias mudaram radicalmente!

Essa não é uma questão direita/esquerda. Trata-se da defesa do patrimônio nacional e de assegurar um lugar decente para o Brasil no contexto da produção de ciência e tecnologia aeroespacial. 

 

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3 minutes ago, Luckert said:

No dia 14 de janeiro, por problemas de motor um outro Boeing despejou toneladas de combustível em cima de uma escola nos Estados Unidos afetando, segundo a imprensa americana 31 pessoas em terra.

Boa leitura, mas discordo dessa parte. Como tá escrito aí, leva a entender que a falha do motor levou ao acionando do fuel jettison, e não tem nada a ver uma coisa com a outra. O alijamento de combustível depende do acionamento por parte da tripulação em armar o sistema e acionar as pumps, em pushbuttons separados. Acho que ficou meio sensacionalista essa parte...

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1 hour ago, Eduardo Mello said:

Pessoal, não exagera tanto, o MAX não é nenhum Tupolev 104

Se não fosse o grounding, talvez chegaria no nível do mesmo. 

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Se a Boeing precisar esticar e remotorizar o e2 Como falado, o centro de gravidade vai mudar , eles vão fazer um novo mcas e o problema vai voltar....

Obviamente estou sendo irônico (hoje em dia melhor avisar pq senão cria se confusão)

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"Boeing em ruínas" no título é para espantar o leitor.

Credibilidade zero ler algo desse tipo.

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