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Situação do grounding do Boeing 737 MAX

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54 minutes ago, PT-ING said:

"Boeing em ruínas" no título é para espantar o leitor.

Credibilidade zero ler algo desse tipo.

Sim, o título é apelativo

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A Boeing está tão em "ruinas", que entregou o 936º 787 em 2019. Claro que o MAX deu um baque grande na Boeing, mas não ao ponto de quebrá-la. Ela leva muita $$$ do contribuinte americano, devido a área de aviação militar.

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Apesar de o texto ter carregado nas tintas, dramatizando inclusive ao citar um corriqueiro alijamento de combustível, considero que seria prudente suspender o processo de fusão por um determinado período. Observar o desenrolar dos fatos e acompanhar a saúde financeira da Boeing. Caso o pior cenário não se confirme, toca o barco. 

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Malaysia Airlines defers 2020 B737 MAX deliveries

17.01.2020 - 12:19 UTC

 

Malaysia Airlines (MH, Kuala Lumpur Int'l) has suspended B737 MAX deliveries from Boeing, due to the delayed return to service of the aircraft type since it was grounded globally last year.

According to the ch-aviation fleets advanced module, the Malaysian flag carrier had been expecting a total of fifteen B737-8s and ten B737-10s. The airline said that deliveries had been due to start in July with five to be delivered in 2020.

“In view of the production stoppage and the delayed return to service of the 737 MAX, Malaysia Airlines has suspended the delivery of its orders which are due in 2020,” the carrier said in a statement without stating how long the suspension would be for. “As there is no clarity yet from various authorities on its return to service, our technical due diligence is still ongoing.”

The move is another blow for Boeing, which on January 14 reported its worst annual net orders in decades and its lowest number of deliveries in 11 years, Reuters reported. It said it was sorry for the disruption the situation had caused Malaysia Airlines, assuring in a statement: “We are working to support them and all of our customers in every way possible to ensure complete confidence in the 737 MAX and a safe return to commercial flight.”

The manufacturer has reported a net negative of 183 orders for 737 MAX aircraft including cancellations for last year, but it claimed that many of these were due to the collapse of a major customer, Jet Airways (9W, Mumbai Int'l).

However, flyadeal (F3, Jeddah) has reversed a commitment to buy up to 50 of the jets, preferring an entirely Airbus fleet. Garuda Indonesia (GA, Jakarta Soekarno-Hatta) has said it will cancel a 737 MAX order, though it remains on Boeing’s books, and Lion Air (JT, Jakarta Soekarno-Hatta) warned it may axe tens of billions of dollars worth of orders, according to the Bloomberg news agency.

Virgin Australia (VA, Brisbane Int'l) has said it will delay taking the first deliveries of 737 MAX aircraft by two years, and Norwegian Air International (D8, Dublin Int'l) has agreed with Boeing to postpone delivery of 14 of them originally due in 2020 and 2021.

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On 16/01/2020 at 00:40, deiv said:

Outra opção seria pegar o E2, aumentar o avião, remotorizar e lançar ele como sucessor do 737.

Não tem mais o que esticar... e tampouco remotorizar.

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16 hours ago, F-GSPN said:

Apesar de o texto ter carregado nas tintas, dramatizando inclusive ao citar um corriqueiro alijamento de combustível, considero que seria prudente suspender o processo de fusão por um determinado período. Observar o desenrolar dos fatos e acompanhar a saúde financeira da Boeing. Caso o pior cenário não se confirme, toca o barco. 

Acompanhar a saúde financeira cabe aos acionistas da atual Embraer e que serão remunerados por tal operação.

Não tem motivos para o Estado Brasileiro interferir em algo do tipo. Como detalhe: grande parte desses acionistas são norte-americanos, ou seja, está tudo em casa e em ordem, creio eu.

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Este site que disse que a Boeing está em ruínas tem um viés tendencioso e ideológico. A sua importância é tão grande que a Boeing nem vai perder tempo com nota de esclarecimento ou mesmo processá-los por calúnia.

Mas uma coisa é fato: a Boeing vai ter que rebolar muito para sair desta crise de confiança. Pode ser o momento comparado quando a Lockheed teve problemas com o Electra II. Vão ter que engolir a seco ser a segunda maior fabricante, e talvez bem distante da Airbus.

Por outro lado, em um aspecto amplo, por causa da Fase I do acordo China-EUA, talvez a Boeing receba uma ajuda vinda do Reino do Meio.

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“Boeing em ruínas” é um sensacionalismo barato. Papel caiu pouco mais de 20%. Para quem viu PETR4 a 4 reais o que a Boeing perdeu é muito pouco. 

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Eu vejo um monte de "especialistas" no Facebook (e outros) dizendo que a Gol está voando com o Max mesmo com a proibição. Porém, nenhum deles se tocou que estavam voando em algum NG com Scimitar Winglets que nem parecido com o Max é, mas, enfim... 

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On 16/01/2020 at 12:25, FCRO said:

Se a Boeing precisar esticar e remotorizar o e2 Como falado, o centro de gravidade vai mudar , eles vão fazer um novo mcas e o problema vai voltar....

Obviamente estou sendo irônico (hoje em dia melhor avisar pq senão cria se confusão)

Esticar o E2 é ilógico. O E2-195 já é comprido e esticar ainda mais pra caber 200 pax deixaria a aeronave com quase o mesmo comprimento de um Boeing 747-8 e restringiria sua operação a aeroportos de grande porte, o que pro segmento dele seria inviável só poder operar nesses aeroportos. Pra substituir o MAX, só com uma aeronave construída do zero.

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33 minutes ago, edu2703 said:

Esticar o E2 é ilógico. O E2-195 já é comprido e esticar ainda mais pra caber 200 pax deixaria a aeronave com quase o mesmo comprimento de um Boeing 747-8 e restringiria sua operação a aeroportos de grande porte, o que pro segmento dele seria inviável só poder operar nesses aeroportos. Pra substituir o MAX, só com uma aeronave construída do zero.

escrevi que estava sendo ironico, e nem assim.....

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Isso significa que toda produção do B737 ficará paralisada até resolverem todas as panes do problemático Max? 
 

Vão ficar só produzindo B777,777X,787 e voadores militares até lá?

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1 hour ago, FCRO said:

escrevi que estava sendo ironico, e nem assim.....

Eu sei que você estava sendo irônico. Só estava tentando explicar para alguns que acham que o E2 tem alguma chance de susbtituir o Max.

Quote

Isso significa que toda produção do B737 ficará paralisada até resolverem todas as panes do problemático Max? 
 

Vão ficar só produzindo B777,777X,787 e voadores militares até lá?

Isso mesmo. Não tem o que fazer. E pelo andar da carruagem, não me surpreendo com mais um atraso e o MAX não voltar a voar ainda esse ano.

Edited by edu2703
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2 hours ago, Luckert said:

Isso significa que toda produção do B737 ficará paralisada até resolverem todas as panes do problemático Max? 
 

Vão ficar só produzindo B777,777X,787 e voadores militares até lá?

Sim, a produção do 737 (exceto por algumas unidades NG para fins militares) está paralisada no momento.

Vale lembrar que a produção foi cortada em Abril de 2019 para 42 unidades/mês, quando deveria ser de 52 - e tinham planos de aumentar pra 57 agora em 2020...

Então, só em 2019 tivemos 10 unidades/mês x 8 meses (Maio-Dez) = 80 unidades produzidas a menos que o previsto.

E, se a produção ficar suspensa até Junho, são pelos menos outras 300 unidades (6 meses x 50 unidades por mês), e o problema é que dificilmente vão conseguir retomar a produção rapidamente para o nível anterior de pelo menos 42 unidades/mês, quanto mais 52 ou 57 unidades...

Então já "chuto" que pelo menos 500 slots de produção foram perdidos, com as entregas sendo postergadas por um ano pelo menos (por exemplo: um S/N que a Gol previa receber em Junho/2020, só vai receber em Junho/2021 e olhe lá)...porém também depende muito de cancelamentos de pedidos que ainda devem acontecer...

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Pois é. Aí, o segundo semestre chega e a Boeing adia para o fim do ano. 

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Pior de tudo são os planos de cias aéreas de substituição de aeronaves e expansão de frota.  Tudo o que foi programado com anos de antecedência, a Boeing agora joga no lixo e faz as cias se ajustarem com consequências para schedule, manutenção, tripulantes.

Eu hoje fiquei imaginando a dimensão do problema. E não consegui chegar em um número... 

 

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Eu acredito que, à medida que a reentrada do MAX em serviço seja postergada, o projeto irá colapsar aos poucos, visto que as companhias não irão tolerar um grounding mais longo que 18-24 meses, tolerar 12 já não está sendo fácil e está atrapalhando os planos de expansão de quase todos os clientes, inclusive a Gol, bem como atinge em cheio empresas como a Icelandair, FlyDubai, LOT, United, American, Southwest, Air Canada, Ryanair, entre outras clientes de peso que dependem do MAX para renovação ou expansão da frota e que estão em apuros em um momento que veem sua frota envelhecer, os leasings dos aviões antigos expirarem e/ou a concorrência engolir seu mercado. Se o grounding se estender além do que o meio do ano, a situação vai se deteriorar mais rapidamente do que está se deteriorando agora. Sou da opinião que o Boeing 737 MAX não voltará a voar regularmente, é um projeto problemático, aparentemente sem solução.

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Alguém tem a lista das cias aéreas que já cancelaram totalmente as encomendas do B737MAX?  A Malaysia e uma empresa aérea chinesa, que não me vem à cabeça, já fizeram isso. 

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10 minutes ago, Hirondelle said:

Alguém tem a lista das cias aéreas que já cancelaram totalmente as encomendas do B737MAX?  A Malaysia e uma empresa aérea chinesa, que não me vem à cabeça, já fizeram isso. 

Que eu me lembro, as companhias que cancelaram o MAX são as seguintes: Garuda Indonesia, Samoa Airways, Flyadeal, China Southern e Azerbaijan Airlines (além da Jet Airways, que faliu), sendo que apenas a Flyadeal migrou para o A320neo (China Southern possuía encomendas para ambos), a Malaysia Airlines, assim como a Korean Air, suspenderam as entregas por enquanto, a Lion Air, a FlyDubai e a VietJet estão atualmente avaliando o cancelamento e migração para o A320neo.

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Eu não acho que o MAX é um projeto sem solução. 

Houve um erro grave de engenharia, mas o maior erro foi o comercial. Para que o MAX fosse competitivo a Boeing buscou diminuir o máximo o custo de implantação e treinamento dos tripulantes. O preço dessa decisão foi alto e o remédio vai ser amargo, todo o custo que foi projeto não existir, tanto para a Boeing quanto para as empresas, vai vir e com juros altíssimos. 

Eu creio que a certificação vem logo, mas para o retorno das operações as empresas precisam adaptar seus PTOs, aprovarem com o órgão regulador de seus respectivos países para então conseguirem slots no poucos simuladores existentes de MAX. Aí que vai ser a demora, pois o retorno do avião não depende mais só da caneta do FAA.

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1 hour ago, Matheus said:

Eu não acho que o MAX é um projeto sem solução. 

Houve um erro grave de engenharia, mas o maior erro foi o comercial. Para que o MAX fosse competitivo a Boeing buscou diminuir o máximo o custo de implantação e treinamento dos tripulantes. O preço dessa decisão foi alto e o remédio vai ser amargo, todo o custo que foi projeto não existir, tanto para a Boeing quanto para as empresas, vai vir e com juros altíssimos. 

Eu creio que a certificação vem logo, mas para o retorno das operações as empresas precisam adaptar seus PTOs, aprovarem com o órgão regulador de seus respectivos países para então conseguirem slots no poucos simuladores existentes de MAX. Aí que vai ser a demora, pois o retorno do avião não depende mais só da caneta do FAA.

 

Essa aeronave não volta em março. Se assim fosse já estaria de forma bem instensa as divulgações.

Creio que, para quem não quiser sair da Boeing agora resta pegar alguns 737 e 738 no mercado e colocar na frota. Outra solução é começar a mesclar a frota com o A320, o que trará custo.

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