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Situação do grounding do Boeing 737 MAX

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Além de todas essas problemáticas às empresas aéreas que o pessoal aí já expôs  com o grounding do MAX, penso que a própria sobrevivência delas estariam em xeque se dependem do MAX, pois se em um mercado disputadíssimo, a empresa X, que já estaria voando com A320/321neo começa a engolir as fatias de mercado da empresa Y, que só poderia contar com os NG, teria uma capacidade muito menor de oferecer assentos mais baratos aliados a custos operacionais maiores, sem contar o planejamento das operações.

Penso que, aos poucos, o caixa da empresa Y, dos NG, vai sendo drenado para manter a sua fatia, oferecendo assentos a preço de custo ou com yield bem abaixo do usual a fim de enfrentar a concorrente com os neo e seguir flutuando, ao menos.

Edited by RAF2
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1 hour ago, RAF2 said:

 

Além de todas essas problemáticas às empresas aéreas que o pessoal aí já expôs  com o grounding do MAX, penso que a própria sobrevivência delas estariam em xeque se dependem do MAX, pois se em um mercado disputadíssimo, a empresa X, que já estaria voando com A320/321neo começa a engolir as fatias de mercado da empresa Y, que só poderia contar com os NG, teria uma capacidade muito menor de oferecer assentos mais baratos aliados a custos operacionais maiores, sem contar o planejamento das operações.

Penso que, aos poucos, o caixa da empresa Y, dos NG, vai sendo drenado para manter a sua fatia, oferecendo assentos a preço de custo ou com yield bem abaixo do usual a fim de enfrentar a concorrente com os neo e seguir flutuando, ao menos.

Fico pensando na g3 que colocou o MAX como sua espinha dorsal nos próximos anos. Perdendo parcerias, dívidas altíssimas, 7 MAX no chão e alguns NG fora de operação por conta do recall, dessa forma tendo que buscar alguns NG lá fora... AD agressiva com os NEO e na regional.. Se esse grounding demorar 18 meses a coisa vai ficar dramática para a G3

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15 minutes ago, deiv said:

Fico pensando na g3 que colocou o MAX como sua espinha dorsal nos próximos anos. Perdendo parcerias, dívidas altíssimas, 7 MAX no chão e alguns NG fora de operação por conta do recall, dessa forma tendo que buscar alguns NG lá fora... AD agressiva com os NEO e na regional.. Se esse grounding demorar 18 meses a coisa vai ficar dramática para a G3


Penso que seria uma situação similar para outras monofrotas, tipo a Ryanair, Southwest. Essa última tem dado lucro por anos, mas isso quando compete em igualdade de equipamentos, onde as concorrentes têm custos de equipamento e operação praticamente iguais. De repente o concorrente começa a oferecer bilhetes 10% mais baratos, sem precisar fazer nenhum ajuste, simplesmente porque o neo tem uma eficiência operacional maior que os ceo, como que fica? De onde tirar para manter a lucratividade e competitividade operando os NG? 

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19 minutes ago, deiv said:

Fico pensando na g3 que colocou o MAX como sua espinha dorsal nos próximos anos. Perdendo parcerias, dívidas altíssimas, 7 MAX no chão e alguns NG fora de operação por conta do recall, dessa forma tendo que buscar alguns NG lá fora... AD agressiva com os NEO e na regional.. Se esse grounding demorar 18 meses a coisa vai ficar dramática para a G3

Ou quem sabe não, a empresa teve um final de ano com bons resultados e vem apresentando melhoras em seus números já há algum tempo mesmo com a crise do MAX, o Kakinoff vem realizando um trabalho difícil mas com resultados excelentes dada a situação que a empresa já se encontrou de prestes a falência. Os problemas com os NG já foram resolvidos, a frota já encontra-se restabelecida, concerteza haverá uma compensação financeira por parte da boeing que no momento certo poderá alavancar e muito a empresa. A Azul ainda cresce forte porque cobra caro demais onde opera sozinha, mas o mercado brasileiro é muito inconsistente, toda CIA aérea brasileira cresce nos primeiros 10 anos, é aquele case de sucesso, depois começa a derrocada, os custos do alto investimento inicial vem e todos já conhecem o destino, foi assim com todas. Pessoal fala muito das parcerias, mas das que encerraram somente a com a DELTA parecia ser significativa, obviamente outras virão, a GOL ainda é de longe a maior CIA aérea no doméstico, isso é muita coisa.

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1 hour ago, Marcos Kelson said:

a GOL ainda é de longe a maior CIA aérea no doméstico, isso é muita coisa.

Isso por si só não diz muita coisa, a finada Varig estava entre as maiores do mundo e hoje só são lembranças. 

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Apesar de preferir a Airbus, me preocupa essa situação do 737MAX, sobretudo pelos empregos afetados e o mercado em si.

Achei que a solução seria bem mais rápida.

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2 hours ago, RAF2 said:


Penso que seria uma situação similar para outras monofrotas, tipo a Ryanair, Southwest. Essa última tem dado lucro por anos, mas isso quando compete em igualdade de equipamentos, onde as concorrentes têm custos de equipamento e operação praticamente iguais. De repente o concorrente começa a oferecer bilhetes 10% mais baratos, sem precisar fazer nenhum ajuste, simplesmente porque o neo tem uma eficiência operacional maior que os ceo, como que fica? De onde tirar para manter a lucratividade e competitividade operando os NG? 

Aqui para a Ryanair a situação não foi das melhores. Várias bases foram encerradas, planos de crescimento revistos, etc. O plano era finalizar 2020 com 200,000,000 de pax transportados, porém, por causa do grounding, essa meta foi revista. Mesmo assim ainda fechamos 2019 como a maior empresa da Europa e um lucro na casa de 1bi.  

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7 hours ago, deiv said:

Isso por si só não diz muita coisa, a finada Varig estava entre as maiores do mundo e hoje só são lembranças. 

Com uma diferença enorme, a Varig não tinha geração de caixa suficiente, uma gestão que não acompanhava as mudanças no mercado de aviação, aviões já obsoletos e uma cultura que já não condizia com a realidade do momento, GOL tem dívida? Ok mas tem geração de caixa pra isso e uma gestão muito eficiente ao meu ver porque se não ja tinha quebrado. Veja a também finada AVIANCA que com uma dívida muito menor faliu por incompetência da gestão e picaretagem tbm.

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