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Luckert

Cade abre investigação sobre denúncia de Azul contra Gol

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu, na última quarta-feira (22), uma investigação para apurar uma denúncia feita pela companhia aérea Azul contra a Gol.

A acusação é de que a Gol estaria usando de forma indevida licenças para pouso e decolagem, os chamados slots, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, deixados pela Avianca por causa de sua recuperação judicial.

 

Na época da recuperação judicial da Avianca, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Cade determinaram que apenas empresas com no máximo 54 slots em Congonhas poderiam participar da redistribuição das autorizações de pouso e decolagem deixados pela Avianca. Essas empresas seriam Azul, Passaredo, MAP e Two Flex. Ou seja, TAM e Gol deveriam estar fora. A ideia era ampliar a concorrência.

Mas, segundo as alegações da Azul, a Gol estaria usando um artifício para burlar a regra de redistribuição dos slots, ao firmar acordos para comercializar e operar voos da Passaredo e da Two Flex. Isso estaria sendo feito por meio de mecanismos chamados codeshare (no qual as empresas aéreas responsáveis pela comercialização e operação de um voo podem ser diferentes) e interline (quando há duas ou mais empresas aéreas operando um mesmo itinerário).

De acordo com a advogada Polyanna Vilanova, sócia do escritório Figueiredo & Velloso Advogados, que representa a Azul, “há fortes indícios de abuso de poder de mercado nessas operações”. De acordo com ela, “na prática, é como se a Gol tivesse comprado a Passaredo e a Two Flex para uso dos slots, o que o Cade e a Anac provavelmente não permitiriam ante a clara concentração abusiva, prejudicial à concorrência e ao mercado consumidor”.

 

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Aaah, pronto!

Era só o que faltava por parte da "blue".

Não cansam de passar vergonha.

O slogan dessa empresa deveria ser:

"Farinha pouca, meu pirão primeiro".

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15 minutes ago, iurylima said:

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu, na última quarta-feira (22), uma investigação para apurar uma denúncia feita pela companhia aérea Azul contra a Gol.

A acusação é de que a Gol estaria usando de forma indevida licenças para pouso e decolagem, os chamados slots, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, deixados pela Avianca por causa de sua recuperação judicial.

 

Na época da recuperação judicial da Avianca, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Cade determinaram que apenas empresas com no máximo 54 slots em Congonhas poderiam participar da redistribuição das autorizações de pouso e decolagem deixados pela Avianca. Essas empresas seriam Azul, Passaredo, MAP e Two Flex. Ou seja, TAM e Gol deveriam estar fora. A ideia era ampliar a concorrência.

Mas, segundo as alegações da Azul, a Gol estaria usando um artifício para burlar a regra de redistribuição dos slots, ao firmar acordos para comercializar e operar voos da Passaredo e da Two Flex. Isso estaria sendo feito por meio de mecanismos chamados codeshare (no qual as empresas aéreas responsáveis pela comercialização e operação de um voo podem ser diferentes) e interline (quando há duas ou mais empresas aéreas operando um mesmo itinerário).

De acordo com a advogada Polyanna Vilanova, sócia do escritório Figueiredo & Velloso Advogados, que representa a Azul, “há fortes indícios de abuso de poder de mercado nessas operações”. De acordo com ela, “na prática, é como se a Gol tivesse comprado a Passaredo e a Two Flex para uso dos slots, o que o Cade e a Anac provavelmente não permitiriam ante a clara concentração abusiva, prejudicial à concorrência e ao mercado consumidor”.

 

 Não acredito que esse era o conteúdo da nota?????

 Mais uma manobra da Azul para burlar ou modificar as regras a seu favor!!!!

Se o codeshare existe é porque houve pré autorização da Anac, nenhuma empresa firma um acordo sem as devidas permissões,correto?

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2 hours ago, Luckert said:

 Não acredito que esse era o conteúdo da nota?????

 Mais uma manobra da Azul para burlar ou modificar as regras a seu favor!!!!

Se o codeshare existe é porque houve pré autorização da Anac, nenhuma empresa firma um acordo sem as devidas permissões,correto?

Falando apenas em tese.

A ANAC,  quando autoriza as operações não faz analise sobre o viés de defesa da concorrência, que somente é levada em conta de forma muito superficial e abstrata.

De forma que pelo menos em tese, a empresa poderia recorrer ao CADE, que é o órgão que faz este tipo de analise.

Agora falando do caso concreto:

Parece que a AZUL esqueceu de avisar seu próprio advogado que ela estava em processo de aquisição da Twoflex né?  Toda argumentação se volta contra a própria empresa quando ela mesmo adota a conduta que supostamente era da outra empresa.

Da até vergonha alheia.....

Abraços

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A reivindicação é justa. Mas como no CR é infestado de G3lovers vão tentar descredibilizar a séria denúncia da AD

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6 minutes ago, deiv said:

A reivindicação é justa. Mas como no CR é infestado de G3lovers vão tentar descredibilizar a séria denúncia da AD

Esses voos são da VoePass e alguns assentos da GOL, sob que ponto de vista a Azul estaria correta em fazer essa acusação? 
 

A Gol tem algum benefício em operar o codeshare, vide os voos da TwoFlex que eram puro voo Gol em aeronave TwoFlex?

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40 minutes ago, Leandrinho said:

Aaah, pronto!

Era só o que faltava por parte da "blue".

Não cansam de passar vergonha.

O slogan dessa empresa deveria ser:

"Farinha pouca, meu pirão primeiro".

Este ser melhor farinha do seu vida!

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Ué, e a AD não está tentando fazendo a mesma coisa ao querer comprar a 2F?

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12 minutes ago, deiv said:

A reivindicação é justa. Mas como no CR é infestado de G3lovers vão tentar descredibilizar a séria denúncia da AD

Caro G3HATER, voce leu o comentário do PT-WRT antes? Séria denúncia? Voce é um palhaço sem noção...

A Azul comprou por 123 milhões uma empresa com aviões antigos, monomotores, que sequer tem estrutura comercial para efetuar seus voos e só o faz devido um contrato COM A GOL, qual a intenção da Azul ao efetuar essa aquisição por esse valor????????? Ativos valiosos da TWOFLEX: Slots na auxiliar de CGH, acordos de ICMS com estados... Ué, comprar a 2F por causa de slots e dar queixa da concorrente por ter acordo com a 2F nos referidos slots, deu tela azul aqui.

Esperando o BLUE-SBKP aparecer para endeusar a Azul... alias, vamos combinar este e você são de longe os usuários mais insuportáveis do fórum, pois são plenamente cegos em nome de um CNPJ (ou contra um CNPJ).

E voltando ao tema central do tópico, impressionante como a Azul é sempre a injustiçada, sempre a coitadinha do negócio, mesmo com seu co-fundador falando aos 4 ventos que a mesma adquiriu a TRIP para que a TAM não o fizesse... o mundo corporativo é feito assim, de jogadas para ganhar terreno, e a Azul faz isso, agora ir chorar a instâncias superiores pois o coleguinha fez uma jogada e ela não é de lascar.

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3 minutes ago, Luckert said:

Esses voos são da VoePass e alguns assentos da GOL, sob que ponto de vista a Azul estaria correta em fazer essa acusação? 
 

A Gol tem algum benefício em operar o codeshare, vide os voos da TwoFlex que eram puro voo Gol em aeronave TwoFlex?

Os voos da Voepass são próprios com a G3 (e a JJ) vendendo assentos em modalidade Codeshare.

Os voos da Two são voos próprios que ela usa(va) o site da G3 para comercializar o voo.

Ambas as empresas tem parcerias de CPA (Capacity Purchase Agreement) com a G3 mas em rotas especificas onde o voo é efetivamente da laranja, operado pela empresa menor, o que não é o caso dos voos de CGH.

O beneficio de ter o codeshare é conseguir ofertar mais mercados e ter receita adicional sem necessariamente operar nesses lugares. Se vender codeshare em CGH for ilegal, então Azul terá de parar de vender voos para a TP e UA, a G3 para a AF/KL/AZ/AM/AR e a JJ para todas as empresas da OW.

Como dito acima é apenas mais uma choradeira da Azul - Brazilian Way Airlines.

 

Quem ta interferindo na concorrência em CGH é a própria AD, conseguindo que a ANAC mudasse a regra de empresas entrantes no meio do jogo,  tentando ao máximo impedir Passaredo e MAP de entrar e agora comprando a TwoFlex.

 

 

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17 minutes ago, Packo1 said:

Os voos da Voepass são próprios com a G3 (e a JJ) vendendo assentos em modalidade Codeshare.

Os voos da Two são voos próprios que ela usa(va) o site da G3 para comercializar o voo.

Ambas as empresas tem parcerias de CPA (Capacity Purchase Agreement) com a G3 mas em rotas especificas onde o voo é efetivamente da laranja, operado pela empresa menor, o que não é o caso dos voos de CGH.

O beneficio de ter o codeshare é conseguir ofertar mais mercados e ter receita adicional sem necessariamente operar nesses lugares. Se vender codeshare em CGH for ilegal, então Azul terá de parar de vender voos para a TP e UA, a G3 para a AF/KL/AZ/AM/AR e a JJ para todas as empresas da OW.

Como dito acima é apenas mais uma choradeira da Azul - Brazilian Way Airlines.

 

Quem ta interferindo na concorrência em CGH é a própria AD, conseguindo que a ANAC mudasse a regra de empresas entrantes no meio do jogo,  tentando ao máximo impedir Passaredo e MAP de entrar e agora comprando a TwoFlex.

E não menos importante, comprando para converter os slots em ATR...

Brazilian Way Airlines, este ser melhor definição do seu vida!

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O engraçado é que numa hora dessas ninguém lembra que a AD queria comprar a O6 mantendo aparelhos e funcionários mas justamente por CGH rolou acordão entre as cias que reinam em CGH junto com o maior lessor e impossibilitaram a compra. 

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26 minutes ago, deiv said:

O engraçado é que numa hora dessas ninguém lembra que a AD queria comprar a O6 mantendo aparelhos e funcionários mas justamente por CGH rolou acordão entre as cias que reinam em CGH junto com o maior lessor e impossibilitaram a compra. 

Todas tentaram comprar, mas a Anac mudou as regras para fazer um sorteio que a Azul se encaixasse para ganhar a maioria deles,mesmo não sendo entrante 

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55 minutes ago, Packo1 said:

Os voos da Voepass são próprios com a G3 (e a JJ) vendendo assentos em modalidade Codeshare.

Os voos da Two são voos próprios que ela usa(va) o site da G3 para comercializar o voo.

Ambas as empresas tem parcerias de CPA (Capacity Purchase Agreement) com a G3 mas em rotas especificas onde o voo é efetivamente da laranja, operado pela empresa menor, o que não é o caso dos voos de CGH.

O beneficio de ter o codeshare é conseguir ofertar mais mercados e ter receita adicional sem necessariamente operar nesses lugares. Se vender codeshare em CGH for ilegal, então Azul terá de parar de vender voos para a TP e UA, a G3 para a AF/KL/AZ/AM/AR e a JJ para todas as empresas da OW.

Como dito acima é apenas mais uma choradeira da Azul - Brazilian Way Airlines.

 

Quem ta interferindo na concorrência em CGH é a própria AD, conseguindo que a ANAC mudasse a regra de empresas entrantes no meio do jogo,  tentando ao máximo impedir Passaredo e MAP de entrar e agora comprando a TwoFlex.

 

 

Perfeita colocação 

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39 minutes ago, Luckert said:

Todas tentaram comprar, mas a Anac mudou as regras para fazer um sorteio que a Azul se encaixasse para ganhar a maioria deles,mesmo não sendo entrante 

Não, quem realmente queria comprar era a AD. As outras só fizeram ceninha por conta do acordão 

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1 minute ago, deiv said:

Não, quem realmente queria comprar era a AD. As outras só fizeram ceninha por conta do acordão 

Comovente... a santinha AD querendo salvar o emprego do pessoal da O6, quitar as dívidas... 

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12 minutes ago, PT-KTR said:

Comovente... a santinha AD querendo salvar o emprego do pessoal da O6, quitar as dívidas... 

Não queria nem pagar dívidas nem nada, mas o fato é que o Dono tentou vender para três porque viu que ganharia muito mais,simples assim.....depois como terminou a novela já sabemos....aliás,não terminou,falta AD comprar a VoePass 

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Gente, vocês se doem demais, tá louco. 

Ninguém está dizendo que codeshare é ilegal, nem nada disso. A questão é: no caso específico desta redistribuição LATAM e GOL foram proibidas de participar por razões de concentração de mercado. Porém o argumento da Azul é que a GOL com as parcerias de certa forma usufrui desses slots "proibidos" para ela em CGH, principalmente na parceria com a TWOflex em que esta nem vende os voos no seu próprio site, só nos canais da GOL, de certa forma driblando a restrição que a GOL possuía sobre estes slots.

É uma discussão longa, quais são os termos desta parceria?

1- A GOL pode alegar que a TWOflex apenas usa os canais de divulgação da GOL para vender as suas passagens, sendo o lucro da TWOflex que repassa um valor para a GOL pela utilização de marca e canais de divulgação. 

2 -  A Azul pode alegar que os voos são na prática da GOL, sendo que a GOL repassa um valor para a TWOflex pelos custos da operação dos voos e pelo uso dos slots, slots esses que a redistribuição "proibiu" serem usufruidos pela GOL por questões anticompetitivas. 

Tem pano pra manga aí e o CADE vai analisar. Segue o jogo. 

E a compra da TWOflex pela Azul não tem nada a ver com esse caso. Se trata de uma aquisição em que os slots se juntam a não ser que o CADE identifique questões anticompetitivas, o que não é o caso visto que Azul+TWO será ainda o 3º player do mercado de Congonhas. 

Eu acho que não vai dar em nada, mas não deixa de ser uma manobra da GOL para ter mais participação em CGH, assim como a Azul mexeu seus pauzinhos para barrar LA e G3 da redistribuição. Todas são a favor da concorrência no discurso mas todas fazem de tudo para eliminá-la

 

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David Neeleman é um belo exemplo da esquerda caviar:

Usa e abusa do "mercado malvadão" mas em seguida se faz de coitado dizendo que o concorrente está jogando sujo com as mesmas táticas que utilizou.

 

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3 hours ago, Luckert said:

Todas tentaram comprar, mas a Anac mudou as regras para fazer um sorteio que a Azul se encaixasse para ganhar a maioria deles,mesmo não sendo entrante 

Na verdade, o que todas queriam, eram os slots em CGH e os ativos mais interessantes através da compra da UPI no processo de Recuperação Judicial e não propriamente a compra da O6 (que viria cheia de dívidas).

De fato a AD, fez um empréstimo ponte e se comprometeu a assumir a parte produtiva da O6 como uma empresa única, ao vislumbrar uma oportunidade exclusiva de adquirir os slots, os aviões e as respectivas tripulações a preço de chepa Recuperação Judicial.

LA e G3, nunca tiveram esta intenção, entraram no processo de forma reativa, em um contramovimento a AD, pois elas era melhor que a O6 simplesmente quebrasse, elas não precisavam dos slots, dos equipamentos e muito menos da tripulação da O6 para se expandir na galinha dos ovos de ouro da aviação brasileira em CGH e não queriam gastar dinheiro com isso.

O problema é que o feitiço virou cotra o feiticeiro,  o negócio para AD era mandrake, mas esqueceram de combinar com os alemão!  Efromovich´s, que percebendo a situação resolveram tirar dinheiro não só da AD, mas das outras também, promovendo um verdadeiro leilão sobre algo que eles já não tinham e a forma de se obter os maiores lucros em um leilão é dividindo e vendendo em partes. Então LA e G3 literalmente pagaram, cada um sua quota parte, para que a O6 apresentasse um plano de recuperação judicial em que a venda fosse feitas em fatias, de forma que ela não fosse interessante a AD.

Resumindo a LA e a G3 pagaram para "quebrar" (ela já estava quebrada) a O6 sem a venda da unidade produtiva.

Mas como por aqui adoramos uma virada nos últimos minutos da prorrogação,  a AD passou a fazer campanha pública contra a falta de concorrência em CGH, que, pasmem, funcionou (do ponto de vista da concorrência eles estavam certos,  pena que só lembraram disso quando não conseguiram a UPI só para eles)..

Então a ANAC mudou as regras por recomendação do CADE e a AZUL voltou a ser considerada entrante.

Como estamos no Brasil e a G3,  a única empresa genuinamente brasileira (por enquanto), não desiste nunca, foi lá e turbinou a Passaredo, que comprou a MAP e a TwoFlex para em um contragolpe quase fatal ferir a asa do pássaro azul (cansei de código iata),  para que conseguisse menos slots.

Mas, porem, todavia, entretanto, como Deus é brasileiro mas conseguiu um Eb-5 nos Eua e virou americano naturalizado, a fênix azul ressuscita das cinzas e na sua obstinada busca pelas bolas do dragão slots em congonhas desfere não apenas 1 mas Two golpes na concorrência e não foi um soco qualquer foi um golpe Flex (esta foi péssima).

Ah mas e o que isso tudo tem com o tópico?

Lembra que disse que a ANAC mudou as regras por conta da recomendação do CADE?

Então a BLUE resolveu contar tudo para a minha mãe  fazer uma reclamação no CADE para dizer que a passaorange e a DoisFlexivel, estavam voando com QAV laranja em seus motores, e que isso seria uma forma velada de burlar a recomendação do CADE, pois na prática isso seria uma compra trans, que usava por cima uma roupinha de codeshare mas que todo mundo sabia que por baixo era laranja.

Só que neste meio tempo a própria AD, compra a TWO.

Ai fica meio confuso.

Se para a AD, uma empresa usar de seu poder econômico para comprar uma menor somente para adquirir os slots em CGH seria um ato anticoncorrencial, como justificar a compra da TWO?

A) Ouça o que eu digo, não ouça ninguém

B) Eu posso, porque mesmo com os 14 slots que ganhei da redistribuição ainda não tenho os 54 slots para deixar de ser entrante.

C) Legitima Defesa anticoncorrencial em que diante de uma iminente ameaça de um ato de concentração de mercada é possível usar de outro ato anticoncorrencial desde que moderado e suficiente para repelir a injusta agressão.

D) A pintura da passaredo fica bem melhor em tons azuis.

E) Todas as anteriores são absurdas.

Enfim é óbvio que não existe Santo nesta história!

A AZUL também nunca disse que a coerência estava acima da sua busca pela lucratividade.

Mas defesa de teses apenas pela conveniência as vezes é indefensável.

Sinceramente, acho que esta na hora da AZUL contratar o advogado do Fluminense (ou me contratar)!

Abraços

 

 

Edited by PT-WRT
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3 hours ago, deiv said:

A reivindicação é justa. Mas como no CR é infestado de G3lovers vão tentar descredibilizar a séria denúncia da AD

Vai se tratar... Você não bate bem não. 

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Negócio mesmo é operar ATR na auxiliar pra ter slot extra...

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Acredito que alguns colegas esperam do melhor empresa do seu vida o seguinte:

  • Operar ATR na Auxiliar,
  • Expulsar todos os táxi aéreos e hangares que operam como FBO em CGH mandando-os para o novo Aeroporto Executivo Catarina (queridinho do João "Acelera" Dória),
  • Construir o T2 no lado Leste do aeroporto com uma ligação subterrânea com o terminal atual, recebendo apenas voos de ATR da AD e VoePass na pista auxilar com 20 movimentos/hora e elevando a capacidade do aeródromo para quase 60mov/hora,
  • Liberar os Slots de ATR da pista principal para redistribuição onde apenas a AD poderia se beneficiar, voltando com os voos para POA e CWB
  • Com o crescimento da AD em CGH as concorrentes assumem que foram desleais, pedem desculpa e entregam 20% de seus Slots de bom grado para a empresa de Alphaville
  • Gol finalmente fecha as portas, pois uma empresa que não opera Widebody não merece ficar aberta
  • Delta resolve fechar a filial do Brasil da LATAM pois o mercado deve pertencer a unica empresa ilibada da face da terra, que nunca fez mal ao mercado e que não pratica tarifas exorbitantes nos mercados em que atua sozinha

[ALERTA - Post contem doses cavalares de ironia]

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