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Grande reestruturação da SAA; JNB-GRU cortado

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SAA to scrap all domestic routes apart from Joburg, Cape Town

Disponível em https://www.fin24.com/Companies/Industrial/saa-to-scrap-all-domestic-routes-apart-from-joburg-cape-town-20200206

SAA is cancelling all of its domestic routes apart from Johannesburg to Cape Town, the joint Business Rescue Practitioners (BRPs) of South African Airways (SAA) announced on Thursday.

According to the BRPS Les Matuson and Siviwe Dongwana the latest initiatives are aimed at supporting SAA's transformation into a sustainable and profitable business and in line with the urgent action required to conserve cash.

The BRPs also announced that they are exploring the sale of some of the embattled airline's assets, and confirmed that staff cuts would have to be made.

On Wednesday the National Union of Metalworkers of South Africa (Numsa) warned that SAA intends to accelerate plans to reduce its wage bill. Just recently the state-owned Development Bank of Southern Africa had to come to the rescue of SAA with a R3.5 billion funding lifeline to avert its total collapse.

In November last year, before SAA went into business rescue, the airline announced the intention of implementing restructuring which could have included more than 944 job cuts. Numsa expects it could now end up being even more than that.

 

According to the latest announcement, all domestic destinations, including Durban, East London and Port Elizabeth, will cease to be operated by SAA on February 29, 2020. Domestic routes operated by Mango will, however, not be affected by the changes.

"On the domestic route network, SAA will continue to serve Cape Town on a reduced basis."

On February 29, 2020, SAA will also close the regional and international services from Johannesburg to Abidjan via Accra, Entebbe, Guangzhou, Hong Kong, Luanda, Munich, Ndola, and Sao Paulo.

SAA will continue to operate all international services between Johannesburg and Frankfurt, London Heathrow, New York, Perth and Washington via Accra.

Regional services to be retained include from Johannesburg to Blantyre, Dar es Salaam, Harare, Kinshasa, Lagos, Lilongwe, Lusaka, Maputo, Mauritius, Nairobi, Victoria Falls and Windhoek.

"Following a careful analysis of SAA’s liquidity challenges and after consultations with all relevant stakeholders, the BRPs have identified which routes will be retained to drive the restructured national carrier towards profitability," according to a statement released on Thursday afternoon.

"To improve the airline's liquidity, rationalisation programmes are under consideration for SAA’s subsidiaries, as well as the sale of selected assets. The BRPs will continue to explore viable investment opportunities with potential investors in respect of SAA."

The BRPs indicated that they want to retain as many jobs as possible, but that "a reduction in the number of employees will unfortunately be necessary”.

Cancelled flights

All customers booked on any cancelled international and regional routes will receive a full refund. Customers booked on cancelled domestic flights will be re-accommodated on services operated by Mango.

"SAA does not intend to make any further significant network changes. Passengers and travel agents can therefore feel confident about booking future travel with South African Airways," the BRPs said.

The flight schedule for February remains unchanged. 

 

Matuson and Dongwana said they have worked closely with key stakeholders including industry specialists, government, creditors and executive management to develop a comprehensive restructuring programme. A final business rescue plan will be published in late February and subsequently presented to creditors for approval.

Measures could include targeted changes to the route network, deployment of more fuel-efficient aircraft, optimisation of organisational structures and renegotiation of key contracts with suppliers.

"The initiatives we are taking now will strengthen SAA’s business. We believe that this should provide reassurance to our loyal customers that SAA is moving in the right direction. We are focused on our mandate to restore SAA’s commercial health and create an airline that South Africans will be proud of," commented the BRPs.

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Latam vai deitar e rolar. Triste, mas totalmente esperada situação da cia tradicionalissima sul-africana. Má administração, influência do governo etc. Não é fácil. Imagino que a rota para MUC a LH entre para repor. CAN a China Southern poderia entrar, caso haja demanda. Os cortes nos domésticos também são impressionantes 

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6 minutes ago, A345_Leadership said:

Valeria VCP-JNB 4x pela Azul?

Pensei nisso agora. As duas possuem acordo? E 3x p/ JNB e 2x para CPT, ou somente a turistada não sustenta CPT, o que acho provável. 

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A Latam está cobrando uma miséria na rota.. com certeza afetou bem a SSA.

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6 minutes ago, naia said:

Pensei nisso agora. As duas possuem acordo? E 3x p/ JNB e 2x para CPT, ou somente a turistada não sustenta CPT, o que acho provável. 

Apesar que o 763 para CPT da LA poderia rolar, mas eu apostaria em reforçar JNB apenas. O LF é Yields não devem ser os melhores 

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29 minutes ago, Luckert said:

Mas sempre falaram que Gru era a mais rentável 

Lembrei logo do mesmo.

A LA acertou em cheio ao passar JNB para diário e de A350, assim consegue absorver parte da demanda que irá sobrar. Só faltou um ajuste no horário que é muito ruim...

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4 minutes ago, Mayday said:

Lembrei logo do mesmo.

A LA acertou em cheio ao passar JNB para diário e de A350, assim consegue absorver parte da demanda que irá sobrar. Só faltou um ajuste no horário que é muito ruim...

O horário inicialmente era ótimo,saía 23:55 e retorno pousava 4:55/5hs, mas com o voo diário precisariam de 2 aeronaves para fazer a rota

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1 hour ago, Luckert said:

Mas sempre falaram que Gru era a mais rentável 

 

GRU foi a mais rentável na malha de quase toda estrangeira que operava lá, entre 2005 e 2012 mais ou menos. Só se ouvia elogios de boa rentabilidade em GRU.


Mas se deveu a uma mistura de derrocada da VARIG com conservadorismo extremo internacional da TAM, boom econômico e bilaterais liimtados.

Todas estas variáveis mudaram radicalmente.

 

GRU é o maior mercado do Brasil disparado, mas hoje tá longe dessa realidade mencionada acima.

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1 hour ago, Luckert said:

Mas sempre falaram que Gru era a mais rentável 

Isso era mais no passado, quando a EK, QR, EY e TK mal operavam na América do Sul. Acelerou com a chegada da LATAM.

1 hour ago, naia said:

Latam vai deitar e rolar. Triste, mas totalmente esperada situação da cia tradicionalissima sul-africana. Má administração, influência do governo etc. Não é fácil. Imagino que a rota para MUC a LH entre para repor. CAN a China Southern poderia entrar, caso haja demanda. Os cortes nos domésticos também são impressionantes 

Eu acho que muitas serão cautelosas em expansão, vide os impactos do coronavírus e o mercado africano em geral mudou muito após as ME3.

1 hour ago, Luckert said:

Será que abre oportunidades para Gru-Cape Town?

Para a LATAM seria interessante uns 3x diurno/noturno de B763.

1 hour ago, naia said:

Pensei nisso agora. As duas possuem acordo? E 3x p/ JNB e 2x para CPT, ou somente a turistada não sustenta CPT, o que acho provável. 

Para Azul valeria apenas uma base, não vale a pena voar 2x para uma base e 3x para outra. Custos duplicados.

 

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O corte foi fundo na carne. Outras empresas que fizeram algo parecido com isso só prolongaram a agonia e não resistiram por muito tempo. Triste.

 

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14 minutes ago, A345_Leadership said:

Isso era mais no passado, quando a EK, QR, EY e TK mal operavam na América do Sul. Acelerou com a chegada da LATAM.

Eu acho que muitas serão cautelosas em expansão, vide os impactos do coronavírus e o mercado africano em geral mudou muito após as ME3.

Para a LATAM seria interessante uns 3x diurno/noturno de B763.

Para Azul valeria apenas uma base, não vale a pena voar 2x para uma base e 3x para outra. Custos duplicados.

 

Tuas e as observações do Delmo realmente são muito coerentes e lógicas, bom seria nesse sentido de ,no máximo,trocar o horário de partida para o banco das 23hs e acrescentar uns 3-4 extras de B767 se caso a demanda for maior que o esperado ( acho que subirão muito as tarifas mas não podem ousar muito porque Qatar/Emirates e outras africanas poderão querer absorver essa demanda!

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1 minute ago, Luckert said:

Tuas e as observações do Delmo realmente são muito coerentes e lógicas, bom seria nesse sentido de ,no máximo,trocar o horário de partida para o banco das 23hs e acrescentar uns 3-4 extras de B767 se caso a demanda for maior que o esperado ( acho que subirão muito as tarifas mas não podem ousar muito porque Qatar/Emirates e outras africanas poderão querer absorver essa demanda!

Com o fim do GRU-JNB, será que o governo sulafricano vai continuar negando quinta liberdade para a Cathay e Singapore para o Brasil?

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Se depender da Latam, ela vai é aumentar seu yield, elevando preços. No máximo, intercalando alguns dias com o 77W; ou adicionando 3vps - quem sabe CPT.

 

A Azul já tem a minúscula frota wide 100% comprometida, arriscar JNB saindo de VCP não é muito inteligente.

 

Não acho que o governo sul-africano vá autorizar 5ª liberdade a asiáticas, entre JNB e GRU, porque eles acreditam que a situação da SAA é momentânea e já já ela se torna a mais rentável das galáxias. Sim, se iludem.

Edited by Delmo
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12 minutes ago, A345_Leadership said:

Com o fim do GRU-JNB, será que o governo sulafricano vai continuar negando quinta liberdade para a Cathay e Singapore para o Brasil?

Bom ponto levantado. Outro ponto que me veio a cabeça é sobre a AD lançar um VCP-JNB ou CPT (levantado acima por vc Tb) , começando sazonal, afinal Sul-americanos vão para lá majoritariamente no verao. A TAAG vai se beneficiar também e pode até tornar o GRU-LAD diário. 

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21 minutes ago, A345_Leadership said:

Com o fim do GRU-JNB, será que o governo sulafricano vai continuar negando quinta liberdade para a Cathay e Singapore para o Brasil?

 

Vamos ver como a própria SA vai se comportar.....

 

A título de curiosidade, a SQ já opera um segundo vôo para JNB algumas vezes por semana. Dependendo do acordo que a SA costurar com suas parceiras, poderia abrir espaço para a SQ voltar ao Brasil via JNB, alimentando as conexões na África via SA e carregando pax para SIN e Ásia.

 

Por mais que a LA seja uma opção sólida para JNB/CPT, muitos lugares como Moçambique, Mauritius, Madagascar e Namíbia ficam praticamente isoladas da América do Sul com esse corte.

 

Lembro que por volta de 2012 eu ia à CPT com muita frequência, e era a regra pagar USD 4,000 por um R/T em J. Acredito que alguém vai entrar na briga em breve.... pode ser a SQ, AD ou quem sabe uma outra empresa Asiática.....

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28 minutes ago, boulosandre said:

Bom ponto levantado. Outro ponto que me veio a cabeça é sobre a AD lançar um VCP-JNB ou CPT (levantado acima por vc Tb) , começando sazonal, afinal Sul-americanos vão para lá majoritariamente no verao. A TAAG vai se beneficiar também e pode até tornar o GRU-LAD diário. 


a LAD vai se beneficiar mesmo

ja leva muito passageiro brasileiro para cpt via luanda

 

outra que vai se aproveitar é a ethiopian, já vi várias vezes excelentes preços no gru-add-jnb apesar do Back track 

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GRU-SIN seria mais vantajoso via CPT ou JNB, caso o governo sul-africano libere 5° F?  

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Não duvido da Emirates querer se aventurar nessa rota também, fazendo um DXB-JNB-GRU (se o governo permitir a 5° liberdade).

E realmente a LA poderia colocar o 77W na rota (pelo menos nos dias de maior demanda) e/ou o 763 fazendo GRU-CPT 3x, que já ajudaria muito a repor parte da oferta que será perdida.

 

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52 minutes ago, naia said:

GRU-SIN seria mais vantajoso via CPT ou JNB, caso o governo sul-africano libere 5° F?  

Indiferente, a diferença de distância é mínima, porém JNB tem a altitude.

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Estava verificando os números de Dezembro publicados pela ANAC - tudo bem que Dezembro é alta temporada, mas vamos lá:

South African:

  • JNB-GRU: 7262 assentos para 5123 passageiros (70,54% LF) em 30 voos, além de 34.491 Kgs de carga paga;
  • GRU-JNB: 7760 assentos para 6174 passageiros (79,56% LF) em 32 voos, além de 173.312 Kgs de carga paga;
  • LF médio de 75,2%

 

LATAM-BR (já de A359):

  • JNB-GRU: 7797 assentos para 6573 passageiros + 17 grátis (84,3% LF) em 23 voos, além de 63.982 Kgs de carga paga;
  • GRU-JNB: 7458 assentos para 6708 passageiros + 20 grátis (89,94% LF) em 22 voos, além de 158.339 Kgs de carga paga;
  • LF médio de 87,0%

Ou seja, mesmo não voando diário (e com horário pior?), a LATAM já estava levando a melhor sobre a SAA...

Acho que já tinham anunciado que passariam o voo pra diário não?

Porém não sei se sustenta mais que isso (7x de A359) fora da alta temporada...

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11 hours ago, Luckert said:

Mas sempre falaram que Gru era a mais rentável 

Sempre foi contestável esse "discurso".. empresa que perde dinheiro não dá pra cravar que a rota A ou B ganha dinheiro. Termina por ser que a empresa não sabe onde ganha e onde perde. 

Contabilidade gerencial existe em todo canto e usa os mais diversos critérios, e em uma empresa de aviação não pode ser diferente. 

9 hours ago, A345_Leadership said:

Com o fim do GRU-JNB, será que o governo sulafricano vai continuar negando quinta liberdade para a Cathay e Singapore para o Brasil?

A questão é quanto de GRU-JNB é O&D de fato. Vão voar via JNB mas vão descobrir que falta capilaridade no continente africano. 
Creio que com o fim da rota teremos um viés mais positivo do que é de fato a demanda pela rota. E tem a Latam que tende a ser beneficiada se souber aproveitar a oportunidade - isso não significa troca de aeronave mas sim saber se posicionar. 

 

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