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Confirmada busca de brasileiros na China para quarentena na Base Aérea de Anápolis

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Confirmada busca de brasileiros na China para quarentena na Base Aérea de Anápolis

O governo federal confirmou agora à noite que vai trazer para o país 29 pessoas que estão na China. Elas serão levadas para a Base Aérea de Anápolis, no Interior de Goiás, a 60 quilômetros de Goiânia.

O objetivo é que eles cumpram de 14 a 21 dias de quarentena lá e, se for necessário, fique mais fácil transportá-los para o Hospital das Forças Armadas, em Brasília. Anápolis fica a 150 quilômetros da capital do país.

A previsão é que o grupo retorne ao Brasil no sábado, dia 8. O transporte será feito em dois aviões reservas da Presidência da República, do modelo VC-2, da Embraer, que partem nesta quarta-feira (05) para a China. Das 29 pessoas que serão resgatadas, 25 são brasileiras e 4 são chinesas, parentes dos brasileiros.

Antes de embarcar de volta, na sexta-feira (07), cada uma dessas pessoas passará por exames médicos. Se alguma delas tiver sintomas de contaminação, não poderá vir para o Brasil.

FonteRadioagênciaNacional via blog Poder Aéreo 4 fev 2020

 

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OPERAÇÃO REGRESSO

FAB inicia missão de repatriação dos brasileiros na China

Operação visa transportar brasileiros que estão na cidade de Wuhan

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Duas aeronaves VC-99B da Força Aérea Brasileira (FAB) decolaram, no início da noite dessa terça-feira (04), de Brasília (DF), com destino a Varsóvia, na Polônia, em apoio à Operação Regresso à Pátria Amada Brasil, de repatriação dos brasileiros que estão em Wuhan, na China.

A primeira aeronave decolou às 18h15 e a segunda às 18h55. As duas fizeram escalas em Fortaleza (CE), Ilha do Sal (Cabo Verde) e Lisboa (Portugal). O pouso das aeronaves em Varsóvia (Polônia) ocorreu por volta das 13h20 (horário de Brasília) nesta quarta-feira (05).

O objetivo é transportar tripulantes que assumirão o voo das aeronaves VC-2, que decolaram de Brasília (DF), nesta quarta-feira (05), às 12h20 (horário de Brasília). 

Fonte: Agência Força Aérea 5 fev 2020

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Essa rota com esse avião? Missão de repatriação dos brasileiros.

 

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Porquê não mandaram o 767 do esq. Corsário mesmo? (Ah agora que vi o vídeo, o 767 parou de operar :Brazil:)

Edited by raverbashing

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6 hours ago, raverbashing said:

Porquê não mandaram o 767 do esq. Corsário mesmo? (Ah agora que vi o vídeo, o 767 parou de operar :Brazil:)

 

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OPERAÇÃO REGRESSO

H-60L Black Hawk realiza voo de reconhecimento em Brasília

O helicóptero realizou o primeiro voo de reconhecimento nesta sexta-feira (07) no Hospital das Forças Armadas (HFA)

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A aeronave H-60L Black Hawk, do Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV), da Força Aérea Brasileira (FAB), localizado em Campo Grande (MS), que participa da Operação Regresso à Pátria Amada Brasil, realizou o primeiro voo de reconhecimento na tarde desta sexta-feira (07/02), por volta das 16h15, em Brasília (DF).

O helicóptero fará o transporte dos envolvidos na Operação, que ficarão em quarentena da Base Aérea de Anápolis – Ala 2, ao Hospital das Forças Armadas (HFA), na Capital Federal, no caso de algum deles ter o quadro clínico agravado. O hospital fica na chamada área vermelha, onde o paciente receberá o atendimento adequado, seguindo os protocolos preconizados.

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De acordo com o Comandante do Esquadrão Pelicano, Tenente-Coronel Aviador Leonardo Machado Guimarães, o voo de reconhecimento permite que a tripulação se familiarize com o heliponto do hospital, além de tomar conhecimento dos principais obstáculos na área. “As tripulações do Esquadrão Pelicano são capacitadas para atuarem em missões de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear. A partir deste sábado, as equipes estarão prontas para atenderem qualquer paciente que apresente os sintomas da doença e que precise ser transportados até o HFA”, explicou.

Fotos: Esquadrão Pelicano

Para mais informações, acesse a página especial da Operação Regresso à Pátria Amada Brasil.

Confira, ainda, o álbum de imagens da operação no Flickr da FAB.

Fonte: Agência Força Aérea, por Ten Raquel Alves

Edição: Agência Força Aérea - Revisão: Tenente-Coronel Santana

7 fev 2020

 

 

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O governo está alertando aos que quiserem voltar à China, deverão fazê-lo às próprias expensas.

Uma passagem, só de ida, na classe econômica, GRU-PEK, custa R$7.355 (Lufthansa/Air China) ou R$8.259 (LATAM/Air China).  

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Isso estava claro desde que eles anunciaram a retirada dos brasileiros de lá. E uma passagem ida e volta com um pouco de antecedência custa menos de 5k, normalmente quem mora fora já coloca esse custo na conta. Não acho que seria certo o governo brasileiro pagar a volta deles mesmo não (não eh como se eles tivessem lá a serviço do governo, estão porque querem).

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Piloto conta que bandeira que ostentou ao chegar a Anápolis foi última coisa que pegou do quarto: ‘Não vai ficar sozinha’

Mauro Hart disse que quis segurar o símbolo do país ao descer do avião como forma de expressar a emoção por voltar ao Brasil. Ele e mais 57 pessoas estão em quarentena.

 Vanessa Martins | Publicada em 13/02/2020 07:56

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Após pousar em solo brasileiro depois de pouco mais de um mês de trabalho na China, o piloto de avião Mauro Hart, de 59 anos, comemorou a chegada ostentando uma bandeira do Brasil. Ele é um dos 34 repatriados levados de Wuhan a Anápolis, a 55 km de Goiânia, onde estão em quarentena por precaução contra o coronavírus.

Em entrevista ao G1, Mauro disse que a bandeira o acompanha há 20 anos e não poderia ter ficado de fora. O item foi a ultima coisa que colocou na mochila antes de sair da casa, em Wuahn – onde trabalha como piloto de uma companhia aérea chinesa, apesar de ter casa e família no Brasil, que o aguardam em Natal (RN).

“É muito especial para mim. Mundo afora, onde eu for, a levo. Ganhei de um amigo enquanto fazia um voo para o Japão vindo dos EUA. Ela ficava na minha janela para mostrar para todo mundo que ali morava um brasileiro”.

“Quando estava saindo de casa, apagando as luzes, eu vi a bandeira. Ela me acompanha há tanto tempo. Ela não ia ficar sozinha. Peguei e botei na mochila”, lembrou.

Depois de quase 40 horas de viagem, o piloto disse que se sentiu muito feliz de pousar na Base Aérea de Anápolis no último domingo (9), e viu no “amuleto” uma forma de se expressar.

“Chegando aqui tive a ideia de sair com ela aberta porque estava emocionado por chegar a Anápolis, de volta ao Brasil depois de uma viagem tão longa. Eu queria expressar essa emoção mostrando a todos o quanto eu estava feliz de retornar”, revelou.

Depois da exibição nacional, o símbolo voltou a ficar em um local de destaque, como sempre teve nas casas do piloto. Agora, ela está estampada na parede do quarto em que ele está hospedado no Hotel de Trânsito.

Adeus a Wuhan

O piloto contou que viu a cidade chinesa se fechar em medidas de proteção à medida que o coronavírus se espalhou. Mauro avalia que os últimos dias antes de deixar a China foram os mais difíceis.

“Eu senti que estavam cada vez mais rígidas [as medidas do governo chinês]. Isso foi me deixando mais apreensivo porque poderia significar um avanço maior do vírus. Quando me dirigia ao aeroporto, eu me sentia muito aliviado de estar sendo socorrido”, contou.

Apesar de estar feliz por receber o resgate, o piloto disse que sentiu tristeza pela forma como teve que deixar a cidade. Ver as pessoas cada vez mais isoladas e as restrições de circulação impactaram-no.

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“Foi uma emoção ver as aeronaves da Forca Aérea Brasileira esperando nosso embarque, mas também foi motivo de tristeza. A sensação de coração partido por causa da situação em que eu estava saindo de Wuhan. Vim de uma situação tensa, pessoas restritas em casa”.

“Senti como se estivesse fugindo de uma guerra. Fiquei angustiado pelo povo de Wuhan e orando para que essa recuperação aconteça rapidamente”, afirmou.

‘Quarentena voluntária’

Acostumado com uma rotina agitada como piloto, Mauro disse que tem vivido dias de reflexão desde 23 de janeiro, quando foi decretado pelo governo chinês o isolamento de Wuhan, epicentro da contaminação pelo coronavírus.

Segundo ele, desde a notícia ele se preparou para ficar vários dias sem sair de casa, pela própria segurança.

“Fiz minha salinha de crise. Preparei minha logística para ficar até dois ou três meses em casa. Fui ao supermercado e comprei o que achei necessário para todo esse período: congelados, enlatados, além de material de limpeza e higiene”, contou.

Para o piloto, a medida era necessária, assim como a quarentena em que está atualmente.

“Não é o fim do mundo, consigo suportar, tenho estabilidade emocional para saber que é necessário e que não é para sempre. Se eu quisesse sair na cidade, ir me divertir, tinha risco de pegar o vírus, entendo que era necessário assim como essa quarentena”, ponderou.

O segredo, segundo ele, é manter a mente ocupada com atividades úteis e aproveitar o tempo para refletir. Durante a experiência delicada e rara, ele começou a registrar o que tem vivido e quer publicar um livro sobre tudo o que vem passando.

“Procuro me manter com a cabeça ativa, seja lendo um livro, seja assistindo a uma televisão ou escrevendo o meu livro, que estou fazendo sobre esse episódio. [...] Estou registrando como foi a situação lá, o que aconteceu, o resgate, a experiência aqui e vou falar sobre o pós também. Vai ser meu passatempo predileto”, disse.

‘Tranquilo e seguro’

Mauro disse que tem se sentido muito bem durante a quarentena. Entendendo que é uma medida necessária, ele não se sente ansioso para “sair logo”. Tem planos de rever a família e os amigos ao fim dos 18 dias, mas encara tudo com tranquilidade.

“Não me sinto sufocado. Meus amigos estão lá me esperando, minha família está lá me esperando. Não precisa ter pressa para sair logo. Me sinto confortável, as pessoas são maravilhosas, têm empatia muito boa, conversam, sorriem. Um ambiente tranquilo e seguro”, definiu.

O piloto disse ainda que os dias na Base Aérea são bem livres. Não há horários rígidos para acordar ou dormir, eles são avisados com algumas horas de antecedência sobre as atividades de recreação que têm acontecido ao final do dia, como filme e apresentação da banda militar.

As regras a que foram instruídos a obedecer são referentes ao perímetro em que podem circular e ter que usar máscaras o tempo todo em que estiverem fora dos quartos. As refeições são servidas em horários específicos, mas há sempre algum lanche disponível.

“Não há horário de dormir e acordar, mas há um silencio voluntario e civilizado após as 22h. Eles pediram para não nos aglomeramos muito e estamos sempre de mascara fora dos quartos. São algumas regras que cumprimos com prazer”, revelou.

Exames

O primeiro exame feito identificar contaminação pelo coronavírus no grupo com 58 pessoas que está em quarentena deu negativo. O resultado foi comemorado por todos. A tripulação dos aviões e médicos que fizeram a viagem ate a China estavam na expectativa de serem liberados antes do fim da quarentena, Porém, mesmo com o resultado, o Ministério da Defesa disse que todos ficarão na Base Aérea de Anápolis até o fim do prazo de isolamento.

Os repatriados

Os grupo dos 34 repatriados da China é composto da seguinte forma:

4 chineses casados com brasileiros;

7 crianças com idades entre 2 e 12 anos;

23 brasileiros adultos – casais e homens e mulheres solteiros (sendo três diplomatas).

Fonte: G1 via CECOMSAER 13 fev 2020

 

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O governo brasileiro proibiu que as duas aeronaves da FAB, que foram repatriar os 34 brasileiros em Wuhan, trouxessem dez argentinos como passageiros. Afinal, o presidente Alberto Fernandez pregou o Lula livre.

Fonte: revista IstoÉ 19 fev 2020 

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